MERCADO DE TRABALHO


Por: Fundação Getulio Vargas – Portal Agrosoft

O FGV Online está lançando dez novos cursos gratuitos no Open Course Ware Consortium (OCWC), a maior rede de educação compartilhada da internet. A FGV é a primeira instituição de ensino brasileira a ser membro do consórcio e a única a emitir certificados aos participantes que concluem a programação.

O FGV Online participa da OCWC desde julho de 2008, com quatro cursos: Ciência e Tecnologia, Diversidade nas Organizações, Ética Empresarial e Recursos Humanos. Agora, mais dez cursos gratuitos estão sendo lançados na Rede, entre eles, dois destinados a professores do ensino médio e um sobre a nova reforma ortográfica.

O OCWC é o maior movimento de educação compartilhada da Web e o seu principal objetivo é a promoção da livre difusão de materiais educacionais e formas de pensamento, seguindo o mesmo conceito dos softwares de código aberto. “O projeto do OCWC está em sintonia com a filosofia do FGV Online. A educação a distância vem promovendo uma grande democratização do conhecimento”, ressaltou o diretor executivo do FGV Online, Stavros Xanthopoylos.

Mais de 100 instituições de ensino de renome internacional são membros do consórcio que já atraiu usuários de 215 países

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de todos os continentes. Entre os integrantes do OCWC estão o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT); a Escola de Direito de Harvard; a Universidade de Yale; a própria Universidade da Califórnia de Irvine; entre outras.

CONFIRA A LISTA DOS CURSOS

Tópicos temáticos introdutórios na área de Gestão Empresarial:

Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável
História da Questão Ambiental

Gestão de Marketing
Produto, Marca, Novos Produtos e Serviços

Gestão da Tecnologia da Informação
TI nas Organizações: Estratégia e Conceitos

Estratégia de Empresas
Introdução à Administração Estratégica

Técnicas de Gerência de Projetos
Gerenciamento do Escopo do Projeto

Tópicos temáticos introdutórios na área de Metodologia:

Metodologia de Pesquisa
Conhecimento, saber e ciência

Metodologia do Ensino Superior
Universidade e Sociedade

Cursos para professores do Ensino Médio:

Filosofia
Sociologia

Novas Regras Ortográficas da Língua Portuguesa:

Quiz: Jogo das Novas Regras Ortográficas
Reconhecendo Texto e Contexto

Para mais informações e inscrições, acesse: www.fgv.br/fgvonline.

Maior remuneração é de R$ 21 mil, no Ministério Público do Trabalho.
Vagas com salários altos são para nível superior.

Do G1, em São Paulo

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Um levantamento feito pelo G1 mostra os 10 concursos com salários mais altos no país e que estão atualmente com inscrições abertas. Todos os cargos com salários que oferecem altas remunerações exigem nível superior de escolaridade – em cinco dos 10 concursos o cargo com salário mais alto é o de médico (veja mais informações abaixo).

 

Confira lista de concursos e oportunidades
O salário mais alto oferecido atualmente é para procurador do trabalho: R$ 21 mil. As vagas são para as Procuradorias do Trabalho em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco, Ceará, Pará, Paraná, Distrito Federal, Amazonas, Santa Catarina, Rondônia/Acre, Campinas, Espírito Santo, Goiás, Alagoas, Sergipe, Rio Grande do Norte, Piauí, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Outros cargos com salários altos são defensor público, analista tributário, gerente de engenharia de processo e advogado.

 

 

Instituição/Órgão Prazo Vagas Salário máximo Escolaridade Local de trabalho Edital
Ministério Público do Trabalho 11/11/09 104 R$ 21 mil nível superior em direito São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco, Ceará, Pará, Paraná, Distrito Federal, Amazonas, Santa Catarina, Rondônia/Acre, Campinas (SP), Espírito Santo, Goiás, Alagoas, Sergipe, Rio Grande do Norte, Piauí, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul veja edital
Defensoria Pública do Estado do Piauí 03/11/09 12 R$ 14.224,28 nível superior em direito Teresina veja edital
Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec) 30/10/09 7 R$ 17 mil nível médio e superior Rio Grande do Sul veja edital
Prefeitura de Colíder (MT) 04/11/09 135 R$ 9.848,71 nível fundamental, médio e superior Colíder (MT) veja edita
Prefeitura de Foz do Iguaçu (PR) 19/11/09 86 R$ 10,8 mil nível médio e superior Foz do Iguaçu (PR) veja edital
Fundação Hospitalar de Saúde Municipal de Ibaiti (PR) 03/11/09 38 R$ 8.722,74 nível técnico e superior Ibaiti (PR) veja edital
Grupo Hospitalar Conceição (RS) 01/11/09 cadstro reserva R$ 8.250 (advogado) nível superior Rio Grande do Sul veja edital
Prefeitura de Divinolândia de Minas (MG) 27/11/09 168 R$ 7.940,15 nível alfabetizado, fundamental, médio e superior Divinolândia de Minas (MG) veja edital
Prefeitura de Quedas do Iguaçu (PR) 18/11/09 69 R$ 7.800 fundamental, médio incompleto, médio-técnico e superior Quedas do Iguaçu (PR) veja edital
Receita Federal 02/11/09 700 R$ 7.624,56 nível superior todo o país veja edital

 

Veja abaixo mais detalhes sobre cada concurso:

 

Ministério Público do Trabalho
O Ministério Público do Trabalho oferece 104 vagas de procurador do trabalho. O salário é de R$ 21 mil. O candidato deve ter nível superior completo em direito e três anos de atividade jurídica até a etapa de inscrição definitiva, no período de 23 a 30 de junho de 2010. O candidato que tiver a partir de 65 anos não poderá ser nomeado. As inscrições devem ser feitas até as 18h de 11 de novembro pelo site www.pgt.mpt.gov.br/concursos. A taxa é de R$ 150.

 

Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec)
O Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica (Ceitec), empresa pública federal ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, no Rio Grande do Sul, está com sete vagas abertas para nível médio e superior com salários de R$ 2,5 mil (secretária de diretor) a R$ 17 mil (para gerente de engenharia de processo). As inscrições devem ser feitas até o dia 30 de outubro por meio do site www.ceitec-sa.com/trabalhe_conosco. Não é cobrada taxa de inscrição.
Defensoria Pública do Estado do Piauí
A Defensoria Pública do Estado do Piauí está com as inscrições abertas para 12 vagas de defensores públicos – 3 delas são reservadas aos candidatos portadores de deficiência. A remuneração oferecida será de R$ 14.224,28. As inscrições devem ser feitas pelo site www.cespe.unb.br/concursos/dpepi2009 até as 23h59 de 3 de novembro. A taxa é de R$ 200.
Prefeitura de Colíder
A Prefeitura de Colíder (MT) está com as inscrições abertas para 135 vagas para nível fundamental, médio e superior. Os salários variam de R$ 491,83 (vários cargos) a R$ 9.848,71 (médico clínico geral). Do total, 20% das vagas são reservadas para deficientes. As inscrições devem ser feitas até o dia 4 de novembro no Centro Cultural Albino Barbiero (avenida Mato Grosso, 246, Centro, das 8h às 11h30 e das 13h às 17h). As taxas vão de R$ 30 (nível fundamental) a R$ 100 (nível superior).
Prefeitura de Foz do Iguaçu
A Prefeitura de Foz do Iguaçu (PR) abriu concurso para 86 vagas de nível médio e superior. Os salários vão de R$ 594,05 (recepcionista) a R$ 10,8 mil (médico da família). As inscrições devem ser feitas até o dia 19 de novembro pelo site www.fundatec.com.br. A taxa varia de R$ 50 a R$ 120.

Fundação Hospitalar de Saúde Municipal de Ibaiti
A Fundação Hospitalar de Saúde Municipal de Ibaiti, no Paraná, está com as inscrições abertas para 38 vagas de nível técnico e superior. Os salários vão de R$ 465 (auxiliar de consultório dentário) a R$ 8.722,74 (médico). As inscrições devem ser feitas no site www.consesp.com.br, até o dia 3 de novembro. A taxa é de R$ 35 para nível técnico e de R$ 60 para nível superior.
Grupo Hospitalar Conceição (CHC)
Grupo Hospitalar Conceição, no Rio Grande do Sul, está com inscrições abertas para formação de cadastro de reserva. As oportunidades são para nível superior. Os salários variam de R$ 3.150 (fisioterapeuta) a R$ 8.250 (advogado). As inscrições devem ser feitas até o dia 1º de novembro pelo site www.fundacaolasalle.org.br. A taxa é de R$ 75.
Prefeitura de Divinolândia de Minas
A Prefeitura de Divinolândia de Minas (MG) está com as inscrições abertas para 168 vagas para níveis alfabetizado, fundamental, médio e superior – 5% das vagas serão destinadas a deficientes. Os salários variam de R$ 465 (vários cargos) a R$ 7.940,15 (médico clínico geral). As inscrições devem ser feitas até o dia 27 de novembro no prédio da prefeitura municipal (Rua Monsenhor Ayala, 37, Centro de Divinolândia de Minas), das 12h às 17h, ou pelo site www.trconcursos.com.br. A taxa varia de R$ 40 a R$ 132.
Prefeitura de Quedas do Iguaçu
Prefeitura de Quedas do Iguaçu (PR) oferece 69 vagas para nível fundamental, médio incompleto, médio-técnico e superior – 5% das vagas serão destinadas a deficientes. Os salários variam R$ 465 (vários cargos) a R$ 7,8 mil (médico clínico geral). As inscrições devem ser feitas pelo site www.abccon.com.br até as 15h (horário de Brasília) do dia 18 de novembro. A taxa é de R$ 25 (nível fundamental), R$ 50 (nível médio, técnico e superior) e R$ 75 (nível superior).
Receita Federal
A Receita Federal está com as inscrições abertas para 700 vagas de analista-tributário, que exige nível superior em qualquer área de formação. O salário é de R$ 7.624,56. Do total de vagas, 665 são para ampla concorrência e 35 para portadores de necessidades especiais. As inscrições devem ser feitas até 23h59 de 2 de novembro pelo site www.esaf.fazenda.gov.br. A taxa é de R$ 100.

 

Leia mais notícias de Concursos e Emprego

10 de Novembro às 12:19 hrs | Categoria: Curiosidades | Por: Thales Azamor Via: http://lista10.org/

Zelador de ilha paradisíaca
Bem Southall, de 34 anos, ganhou esta vaga depois de passar por cima de 35 mil pessoas que também lutaram pela vaga. Seu trabalho consiste em nadar, explorar as maravilhas naturais e relaxar na ilha de Hamilton. Mas não é só isso: ele também ganha 111 mil dólares para trabalhar lá durante seis meses. A parte mais trabalhosa do emprego é escrever um blog para promover a beleza da área.
Provador de camas de luxo
A estudante inglesa, Roisin Madigan, de 22 anos ganhou mil libras para testar camas de luxo durante um mês. Madigan realizou o trabalho como parte de uma pesquisa feita pela empresa Simon Hord, especializada em camas de luxo. Ela ficava deitada nas camas do showroom da empresa das dez da manhã às seis da noite, além de escrever em um blog sobre a sua experiência com cada uma das camas.
Analista de tobogãs
Tommy Lynch já viajou por todo o mundo testando tobogãs de parques aquáticos. Ele trabalha para uma empresa no ramo do entretenimento, e testa a altura, velocidade, quantidade de água e qualidade da “aterrisagem” dos tobogãs, além de cuidar dos aspectos de segurança dos brinquedos. Só em 2009 ele já cuidou da segurança e qualidade de tobogãs na Grécia, Turquia, Flórida, Jamaica e Ibiza.
Testador profissional de prostitutas
Jaime Rascone é modelo e DJ e trabalha na empresa de acompanhantes Fiorella e realiza o último passo no processo de contratação para o trabalho no local. Lá, as garotas passam por um processo de seleção com entrevistas, sessões de fotos e testes psicológicos. O último passo para a contratação passa pelas mãos de Rascone, que testa até seis garotas em um único dia. Ele tem que então escrever relatórios sobre os movimentos e gemidos das garotas e recomendar
Provador de vinhos e blogueiro
Um trabalho que permite que você more no coração do local de produção de vinhos da Califórnia, nos Estados Unidos, sem pagar aluguel e ganhando 10 mil dólares, cerca de 17 mil reais – mensais por seis meses e tudo que você tem que fazer é escrever no Twitter e no Facebook sobre as suas experiências. Hardy Wallace conseguiu esta incrível vaga de trabalho.
Provador de doces
Harry Willsher pode não ter o melhor emprego do mundo, mas com certeza tem o mais doce: o garoto de 12 anos é provador-chefe dos doces da Swizzell’s Mattlow. Ele ganhou o emprego depois de ganhar um concurso realizado pela empresa, em que descreveu o sabor de seu doce preferido. O jovem testa os novos produtos da empresa, e também ajuda a monitorar o desenvolvimento da nova fábrica da Swizzell.
Testador de camisinhas
Este trabalho não deixou ninguém rico, mas acredito que ninguém se importaria de ter que trabalhar em casa. A fabricante de preservativos Durex abriu 200 vagas para que homens testassem seus produtos e dessem opiniões sinceras sobre a performance das camisinhas. O trabalho pagava com 60 dólares, em produtos da empresa, além de oferecer um bônus de mil dólares a um dos sortudos.
Provador de World of Warcraft
Você pode se inscrever para concorrer a um emprego que os quase 12 milhões de jogadores só sonham, e testar as novidades do WoW. Atualmente, a empresa que fabrica o jogo está procurando por pessoas que falem alguma língua além do inglês, então se você tem um inglês afiado além da sua língua nativa, e até mais alguma outra, pode se inscrever para fazer carreira na empresa aqui.
Diretor de diversão em um museu
Um ambicioso garoto de seis anos queria se tornar diretor do Museu Feroviário Nacional, mas acabou se tornando diretor de diversão do museu. Sam Pointon enviou uma carta escrita à mão pedindo por uma entrevista no museu, explicando que, apesar da sua idade, achava que podia fazer o trabalho de diretor do local. Ele não conseguiu a vaga para dirigir o museu, mas foi contratado para dizer como ele acha que o museu pode se tornar o mais divertido possível.
10º
Ciclista/fotógrafo para o Google Maps
O Google contratou dois jovens sortudos para andar de bicicleta pela França, tirando fotos de locais históricos e turísticos que não podem ser acessados de carro.
Os ciclistas, que usam camisetas do Google e toda esta parafernália para realizar o trabalho, visitam o Castelo de Versalhes, o jardim de Luxemburgo e vários outros locais incríveis do país

Li no: Hypescience
Veja também Os 10 empregos mais bizarros da história

Por: Universia

Os dados da pesquisa internacional Education at a glance (Panorama da Educação), produzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), comprovam que na maioria dos países – ricos ou em desenvolvimento – a renda dos profissionais é 50% maior para os que concluem o Ensino Superior. No Brasil, no entanto, esse aumento excede os 100%.

Além dos benefícios econômicos da educação, a pesquisa traz análises sobre o perfil educacional da população adulta dos países participantes e o impacto da educação no mercado de trabalho. São abordados ainda o atendimento escolar nas redes púbica e privada em cada país, a relação aluno/professor e os gastos educacionais.

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Participam do estudo os membros da OCDE e aqueles associados à organização, num grupo que inclui, além do Brasil, países como Alemanha, Austrália, Bélgica, Canadá, Coréia do Sul, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Japão, Chile e México.

A coleta de dados para a elaboração da pesquisa é feita pelos países participantes, por meio do preenchimento de planilhas e questionários encaminhados pela OCDE. No caso do Brasil, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) é o órgão responsável por fornecer as informações. Este levantamento é feito com base nos censos da Educação Básica e da Educação Superior e nas estatísticas fornecidas pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e pela Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).

Os dados educacionais são referentes ao ano de 2007 e os financeiros a 2006. A publicação Education at a Glance 2009, assim como o sumário executivo, os dados e as tabelas on-line podem ser obtidos no site www.oecd.org/edu/eag2009.

Por: Marina Dias – Revista Veja

Ao chegar ao mercado de trabalho, dentro de dez anos aproximadamente, os adolescentes que atualmente estão nas escolas encontrarão um ambiente substancialmente diferente. A oferta de emprego deverá ser menor do que a atual, e será fundamental investir no empreendedorismo.

A avaliação é de Luiz Carlos Cabrera, consultor de empresas e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP). “É hora de se preparar para o novo mercado de trabalho”, alerta. “Será cada vez mais preciso administrar a própria vida”. Na entrevista a seguir, ele explica como as escolas devem orientar seus alunos para a futura vida profissional e qual o papel da família nesse processo.

Vale a pena preparar adolescentes e até crianças para o mercado de trabalho?
Sim, com certeza. Em primeiro lugar, porém, é preciso esclarecer o que essas crianças e adolescentes vão enfrentar no mercado de trabalho daqui a dez anos. Será um mundo totalmente diferente, em que a oferta de emprego diminuirá à medida em que a população aumenta. Por outro lado, haverá diversas formas de trabalho, com exigências de autonomia e empreendedorismo muito grandes. Por isso, é extremamente útil conversar e esclarecer dúvidas sobre esse novo cenário desde cedo.

Quais serão as novas opções de trabalho daqui a dez anos?
O jovem poderá trabalhar como pequeno empresário, prestador de serviço, autônomo, interino, entre outras opções. Esse tipo de trabalho vai obrigá-lo a aprender desde cedo a organizar sua vida financeira, já que ele não terá um emprego que garanta salário constante, férias e fundo de garantia. Agora é hora de se preparar para o novo mercado de trabalho e saber administrar a própria vida.

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O que os estudantes precisam aprender na escola para que estejam preparados para esse novo mercado?
Essencialmente, três coisas. Primeiro, conhecimento das disciplinas previstas na educação básica, como português, matemática, história etc. Em segundo, conhecimento de mundo, que vai lhes conferir base para que possam identificar oportunidades de trabalho. Por fim, é necessário desenvolver competências pessoais e criar e fortalecer uma rede de relações – responsável, em geral, por indicações profissionais.

A partir de que idade as crianças devem começar a ser preparadas para o futuro profissional?
Aos 14 anos. Nesse momento, é importante discutir sobre o mundo do trabalho e do emprego, com debates e explicações que esclareçam as dúvidas e preparem os jovens para que sejam capazes de gerir a própria vida, inclusive financeira, formando um espírito mais empreendedor e autônomo.

Como isso deve ser feito?
É essencial que a escola coloque os estudantes em contato com pequenos e médios empreendimentos. Não adianta só chamar pessoas de grandes empresas para dar palestras, pois é necessário despertar a curiosidade dos jovens em construir sua própria carreira. Atuação autônoma, empreendedorismo, construção de pequenas empresas de prestação de serviço, legislação e dificuldades burocráticas são alguns dos conceitos que devem ser discutidos desde cedo na escola.

Qual é a responsabilidade dos pais nesse processo?
Os pais devem cuidar do desenvolvimento de dois pontos importantes na vida de seus filhos: competências pessoais, com estímulo a atividades extracurriculares, como música, teatro e esportes, e o estímulo à construção e manutenção das redes sociais.

Como aprender a tomar decisões, trabalhar em equipe ou exercer liderança, competências cada vez mais exigidas pelo mercado?
Atividades esportivas e simulações de ambientes empresariais podem ser ações práticas para o desenvolvimento de competências fundamentais. A preocupação não pode estar apenas em preparar o jovem para prestar vestibular, mas, sim, conferir a ele uma visão de mundo mais ampla, em que ele saiba trabalhar em grupo, ter espírito empreendedor, liderança e autonomia.

Médicos e administradores estão no topo da lista de profissões mais bem pagas do país, de acordo com o estudo ‘O Retorno da Educação no Mercado de Trabalho’, divulgado hoje pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).
Os médicos com mestrado ou doutorado estão no topo da lista de chance de ocupação, com 93% de probabilidade de estar empregado. Esta categoria tem uma remuneração salarial média de R$ 8.966. Em compensação, os médicos também lideram a lista do número de horas trabalhadas por semana, com uma jornada média de 52,02 horas.
Já os médicos com graduação tem um salário médio de R$ 6.705 e uma probabilidade de ocupação de 90%.

No sentido oposto, os formados em teologia estão entre as piores colocações e em terceiro lugar na jornada de trabalho, com 49,03 horas semanais.
Para saber a média salarial de sua profissão, já dividida por critérios de sexo, raça, idade e grau urbano, clique aqui.

A FGV lembra, no entanto, que os salários do quadro são de 2000 e precisam ser multiplicados por 1,55 para se chegar aos valores atuais corrigidos pela inflação.

Relação educação/salário
Para a FGV, a pesquisa comprova a relação direta entre escolaridade e remuneração. ‘A hierarquia educacional se reflete na hierarquia dos resultados observados no mercado de trabalho, ou seja, aquele que estudou mais recebe salários mais altos e tem maiores chances de conseguir trabalho’, afirmou o coordenador do estudo, o economista Marcelo Neri.
Ele destaca que a pesquisa pode ser instrumento tanto do desenho de políticas públicas como para auxiliar a escolha do cidadão na hora de prestar vestibular ou escolher um curso de pós-graduação de acordo com o retorno que cada Profissão pode oferecer.

Veja abaixo os 40 primeiros da lista com os salários já atualizados:*

Os salários incluem a renda de todos os trabalhos, ou seja, os dados incluem a renda de mais de um emprego de médicos ou advogados, por exemplo.

1- Medicina (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 8.966,07

2- Administração (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 8.012,10

3- Direito (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 7.540,79

4- Ciências econômicas e contábeis (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 7.085,24

5- Engenharia (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 6.938,39

6- Medicina (graduação)
Salário médio: R$ 6.705,82

7- Outros cursos de engenharia (graduação)
Salário médio: R$ 6.141,05

8- Engenharia mecânica (graduação)
Salário médio: R$ 5.576,49

9- Engenharia civil (graduação)
Salário médio: R$ 5.476,85

10- Outros cursos de mestrado ou doutorado
Salário médio: R$ 5.439,32

11- Outros cursos de ciências exatas e tecnológicas, exclusive engenharia (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 5.349,96

12- Geologia (graduação)
Salário médio: R$ 5.285,77

13- Engenharia elétrica e eletrônica (graduação)
Salário médio: R$5.231,07

14- Militar
Salário médio: R$ 5.039,14

15- Ciências agrárias (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 5.028,37

16- Outros cursos de ciências biológicas e da saúde (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 4.947,44

17- Engenharia química e industrial (graduação)
Salário médio: R$ 4.844,92

18- Outros cursos de ciências humanas e sociais (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 4.677,14

19- Direito (graduação)
Salário médio: R$ 4.649,63

20- Ciências econômicas (graduação)
Salário médio: R$ 4.644,67

21- Agronomia (graduação)
Salário médio: R$ 4.356,56

22- Publicidade e marketing (graduação)
Salário médio: R$ 4.199,05 …………………………………….ou R$6.298,57 atualmente.

23- Odontologia (graduação)
Salário médio: R$ 4.075,63

24- Administração (graduação)
Salário médio: R$ 4.006,61

25- Outros cursos de ciências exatas e tecnológicas, exclusive engenharia (graduação)
Salário médio: R$ 3.949,86

26- Curso superior de mestrado ou doutorado (ainda não concluído)
Salário médio: R$ 3.928,07

27- Letras e artes (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 3.864,82

28- Estatística (graduação)
Salário médio: R$ 3.846,21

29- Arquitetura e urbanismo (graduação)
Salário médio: R$ 3.835,08

30- Medicina veterinária (graduação)
Salário médio: R$ 3.758,94

31- Física (graduação)
Salário médio: R$ 3.516,52

32- Química (graduação)
Salário médio: R$ 3.516,52

33- Comunicação social (graduação)
Salário médio: R$ 3.435,09

34- Formação de professores de disciplinas especiais (graduação)
Salário médio: R$ 3.408,60

35- Farmácia (graduação)
Salário médio: R$ 3.381,98

36- Ciências da computação (graduação)
Salário médio: R$ 3.325,40

37- Outros de ciências agrárias (graduação)
Salário médio: R$ 3.278,04

38- Pedagogia (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 3.219,14

39- Ciências contábeis e atuariais (graduação)
Salário médio: R$ 3.105,60

40- Outros de ciências humanas e sociais (graduação)
Salário médio: R$ 3.099,10
Fonte: Folha de SP e FGV

Centro-Oeste é a região que paga melhor os profissionais

Por: Adriele Marchesini
26/01/07 – 10h10
InfoMoney

SÃO PAULO – A vida para quem decide fazer um curso superior já começa com desafios: primeiro, conseguir uma vaga na faculdade. Depois disso, uma colocação no mercado de trabalho. Somado a tudo isso vem o salário, que muitas vezes não condiz com o esperado por quem estudou tantos anos para se formar.

Pesquisa realizada pelo Observatório Universitário mostrou que, na média, a região brasileira que melhor paga seus profissionais é o Centro Oeste. O salário está em torno de R$ 2 mil, levando em consideração as profissões de Engenharia, Direito, Administração, Comunicação, Ciências Contábeis e Letras.

Em seguida, vem o Sudeste, com R$ 1.700; Norte, com R$ 1.600; Sul, com R$ 1.500, e Nordeste, com R$ 1.400. Vale mencionar que a faixa salarial analisada foi a de profissionais de 30 a 49 anos.

Veja, abaixo, as diferenças de pagamento para cada profissão estudada pelo instituto.

Engenharia
Cálculo, prancheta, projetos e construções. Na média brasileira, um profissional de Engenharia recebe R$ 2.800 mensais. As regiões que melhor pagam esses profissionais de 30 a 49 anos são o Centro Oeste e Sudeste, com R$ 3 mil. Em seguida estão Nordeste e Sul, com R$ R$ 2.500 e, por último, o Norte, com R$ 2.200.

Para quem está começando, e tem de 23 a 29 anos, a média salarial é de R$ 1.500, sendo que o pagamento é disposto da seguinte forma: R$ 1.700 para o Sudeste; R$ 1.600 para o Centro-Oeste; R$ 1.500 para o Sul; e R$ 1.300 para o Norte e o Nordeste.

Mas o retorno financeiro vem mesmo após os 50, quando a média salarial é de R$ 3.500, na seguinte disposição: Sudeste e Centro-Oeste (R$ 4 mil); Sul e Nordeste (R$ 3 mil); e Norte (R$ 2.500).

Direito
“A Lei é a razão liberta da paixão”, já dizia Aristóteles. E seus seguidores, os advogados, encontram no Centro-Oeste o melhor retorno financeiro em todas as faixas etárias. Na média nacional, quando estão começando, os recém-formados em Direito (23 a 29 anos) ganham R$ 1.500. Esse salário aumenta conforme a passagem dos anos: R$ 2.800 para 30 a 49; e R$ 3 mil para acima de 50.

O pagamento médio para a faixa etária intermediária é de R$ 2 mil no Brasil, sendo que nenhuma região emprega valores menores. Nordeste, Sul e Sudeste ficam com esse total cravado, ao passo que o Norte paga um pouco melhor: R$ 2.500.

Veja os diferentes salários para a faixa um (de 23 a 29 anos) e para a três (de 50 a 64 anos) de acordo com a região:

  • Nordeste: R$ 1.200 e R$ 2.300;
  • Norte: R$ 1.500 e R$ 3 mil;
  • Sul: R$ 1 mil e R$ 2.500;
  • Centro-Oeste: R$ 1.500 e R$ 3 mil;
  • Sudeste: R$ 1.200 e R$ 2.500.

Administração
Cuidar de toda a rotina administrativa de uma empresa é mais rentável no Centro-Oeste e no Sudeste. Enquanto a média salarial do Brasil está em R$ 1.800, essas regiões pagam R$ 2 mil para os profissionais da faixa intermediária.

Com o passar dos anos, o profissional fica mais bem pago na região de Brasília, com média salarial de R$ 3 mil. Os administradores que permaneceram no Sudeste, por sua vez, perdem R$ 500 em comparação aos seus colegas daquela região. Mesmo assim, ainda ganham acima da média nacional, que fica em R$ 2.300. O restante das regiões paga abaixo da média: R$ 2 mil.

No que diz respeito à faixa etária 1, as melhores região são Sudeste e Norte, com R$ 1 mil – exatamente a média nacional para a idade. O restante paga em torno de R$ 800.

Comunicação
Um oceano de conhecimento – mas com um centímetro de profundidade. Assim pode ser descrito o profissional da comunicação, que recebe R$ 1.700 na média nacional (levando em consideração a faixa etária intermediária). Os iniciantes, por sua vez, ganham R$ 1.020, enquanto os mais experientes recebem R$ 2 mil.

De 23 a 29 anos, os pagamentos variam de R$ R$ 1.400 no Centro-Oeste; R$ 1.200 no Sudeste; R$ 1.040 no Sul; R$ 750 no Norte; e R$ 700 no Nordeste. De 30 a 49 anos eles ficam em, respectivamente, R$ 2.400; R$ 1.800; R$ 1.500; R$ 1.550 e R$ 1.200.

Acima de 50 anos, o melhor local é o Centro-Oeste, que fica em R$ 3 mil. O sudeste paga exatamente a média nacional (R$ 2 mil), ao passo que as demais regiões, Norte, Sul e Nordeste, ficam abaixo com, respectivamente: R$ 1.600, R$ 1.500 e R$ 1.300.

Ciências Contábeis
Entre calculadora, programas de computador e balanços, o profissional de Ciências Contábeis ganha, na média nacional, R$ 800 de 23 a 29 anos; R$ R$ 1.500 de 30 a 49 anos e R$ 2 mil acima de 50.

Na primeira faixa etária, a disposição de pagamentos fica da seguinte forma: R$ 1 mil para o Norte; R$ 900 para o Centro-Oeste; R$ 850 para o Sudeste, R$ 800 para o Sul e R$ 750 para o Nordeste. Na intermediária, o Centro-Oeste paga mais (R$ 1.800), seguido por Norte, Sul e Sudeste, empatados em R$ 1.500; e Nordeste, com R$ 1.370.

Os mais experientes, acima de 50 anos, ficam dispostos da seguinte maneira: R$ 2.500 para a região de Brasília; R$ 2 mil no Sudeste e no Sul; R$ 1.900 no Norte e R$ 1.800 no Nordeste.

Letras
Quem escolhe o curso de Letras começa na profissão (faixa de idade um) ganhando R$ 700 na média nacional. Esse valor passa para R$ 1 mil quando o profissional tem de 30 a 49 anos (intermediária), e sobe para R$ 1.050 acima dos 50 anos (três).

Veja os diferentes salários para a faixa um (de 23 a 29 anos), dois (30 a 49 anos) e para a três (de 50 a 64 anos) de acordo com a região:

  • Nordeste: R$ 450, R$ 700 e R$ 800;
  • Norte: R$ 720, R$ 1030, R$ 1.200;
  • Sul: R$ 600, R$ 900, R$ 950;
  • Centro-Oeste: R$ 750, R$ 1 mil, R$ 1.180;
  • Sudeste: R$ 800, R$ 1.100 e R$ 1.200.

Via: http://www.catho.com.br/dicas/
Alguns fatores, tanto internos quanto externos, contribuem para definir o salário de um executivo em uma empresa. Para identificar esses fatores, o Grupo Catho realizou uma pesquisa com 9.484 executivos de todo o Brasil.

Foram significativos, para explicar a variação do salário de executivos os seguintes fatores: cargo, idade, fluência em inglês, sexo, grau educacional, tamanho da empresa (faturamento), fator “Atividade” do teste ARSEM, o fato de a empresa contar com capital estrangeiro, a quantidade de bônus recebida e localização do emprego atual.

A análise estatística dos dados permitiu estruturar a seguinte tabela, mostrando a influência de alguns fatores na composição do salário do executivo:

Fator Acréscimo na remuneração (R$/mês)
Promoção de cargo R$ 1.226,57
A cada 5 anos de vida R$ 572,23
Fluência em inglês R$ 998,54
Aumento no faturamento da empresa R$ 829,88
Empresa com capital estrangeiro R$ 572,26
Trabalhar na Grande São Paulo R$ 572,66
Aumento a cada 10% na remuneração variável (bônus) R$ 167,07
Ser homem R$ 796,24
Aumento no grau de escolaridade R$ 633,93
Aumento de um ponto no fator “Atividade” (ARSEM) R$ 52,58

Faremos a seguir um apanhado geral das principais conclusões da pesquisa, para efeito informativo.

Salário entre homens e mulheres

  • As mulheres, em geral, ganham menos do que os homens, ainda que ocupando cargos semelhantes ou idênticos. Mulheres executivas ganham 16,2% menos que homens executivos em cargos semelhantes.

    Salário em relação a fluência na língua inglesa

  • A fluência na língua inglesa tem forte influência na remuneração dos executivos. Apesar deste dado, comprovado estatisticamente, somente 47,6% dos profissionais pesquisados declararam falar inglês com fluência.

    Para os cargos executivos mais altos, a fluência em inglês pode representar uma remuneração até 4,6 vezes maior em relação aos que não falam inglês. Na pesquisa, em todos os níveis executivos, ter fluência na língua inglesa representou uma remuneração pelo menos 50,0% maior para o profissional.

    Salário em relação à escolaridade

  • Grau de escolaridade também apresenta forte influência no salário dos executivos. Para os cargos mais altos, a variação no salário pode chegar a mais de 4,3 vezes.

    1) Em todos os cargos executivos, ter um título de mestrado representa um salário de mais de 100% maior do que aqueles que não possuem curso superior.

    2) Possuir doutorado não foi considerado um diferencial no salário, exceto para os advogados.

    A importância do salário variável

  • Quanto à participação mediana de bônus e comissões no salário dos executivos que auferem esta complementação, note-se que 55,9% dos respondentes não têm nenhum tipo de bônus ou comissões.

    Dos que recebem, o depoimento é de que o pagamento de bônus e comissões implica na cobrança de resultados.

    1) Há uma correlação entre a remuneração total bruta paga e a porcentagem de remuneração que é de bônus mais comissões.

    Comparando-se com os resultados da pesquisa “A contratação, a demissão e a carreira dos executivos brasileiros”, de agosto de 1997, houve um crescimento geral no percentual do valor médio de bônus mais comissões.

    2) Em comparação com a pesquisa “A contratação, a demissão e a carreira do executivo brasileiro”, o índice de profissionais que não recebem bônus ou comissões subiu 14 pontos percentuais.

    Registro em carteira profissional e os executivos

    Dos 9.484 respondentes, 69,3% indicaram ter registro em carteira profissional, conforme a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas).

    Isto varia de acordo com o cargo e com o tipo da empresa.

    Comparando-se com os resultados da pesquisa “A contratação, a demissão e a carreira dos executivos brasileiros”, de agosto de 1997, houve uma queda acentuada no número de registro em carteira (de 82,7% para 69,3%).

  • Em empresas familiares, 64.3% dos empregados possuem registro em carteira. Em empresas não-familiares, 71,9% dos empregados têm este vínculo empregatício.
  • Empresas com capital estrangeiro registram em carteira 86,5% dos empregados, enquanto que empresas de capital nacional registram em carteira 60,1% dos empregados.

    A importância da idade no salário dos executivos

  • 90% dos respondentes situam-se na faixa de idade que vai até os 45 anos. Os profissionais estão ainda mais jovens do que o constatado na Pesquisa “A contratação, a demissão e a carreira dos executivos brasileiros”, de agosto de 1997. A idade mediana dos profissionais continua baixando e passou de 41 para 31 anos. A faixa de idade até 35 anos compreende agora 61,9% do total de respondentes, contra 25,88% da pesquisa anterior.

    A tendência mostrada por nossas pesquisas indica que o mercado continua crítico para profissionais com idade acima de 45 anos (veja a tabela a seguir).

    Distribuição dos respondentes por idade (em %)
    Faixa de Idade Total Homens Mulheres
    De 21 a 30 anos 42.2 % 35.7 % 57.5 %
    De 31 a 35 anos 19.7 % 20.0 % 19.3 %
    De 36 a 40 anos 14.7 % 15.7 % 12.8 %
    De 41 a 45 anos 9.8 % 11.4 % 6.6 %
    De 46 a 50 anos 5.0 % 6.0 % 3.0 %
    De 51 a 55 anos 2.3 % 3.0 % 0.9 %
    De 56 a 60 anos 0.7 % 1.0 % 0.3 %
    De 61 a 65 anos 0.2 % 0.2 % 0.2 %
    Acima de 65 anos 0.1 % * 0.1 %
    Idade Mediana 31 33 28

    Tabela comparativa: idade versus salário anual mediano (R$)

    Os números parecem indicar que a verdadeira razão para discriminar executivos maduros é que eles são mais caros.

    Faturamento Idade Presidente Diretor Gerente
    Acima de
    US$ 100 milhoes
    21 a 30
    31 a 35
    36 a 40
    41 a 45
    46 a 50
    51 a 55
    56 a 60
    61 a 65
    acima de 65
    139.750,00
    136.500,00
    214.500,00
    201.500,00
    227.500,00
    214.500,00
    260.000, 00
    *
    *
    110.500,00
    143.000,00
    158.167,00
    173.333,00
    198.250,00
    201.500,00
    208.000,00
    *
    *
    53.625,00
    70.155,00
    76.853,00
    85.386,00
    93.889,00
    108.333,00
    92.300,00
    91.000,00
    *
    US$ 50 a 99 milhoes 21 a 30
    31 a 35
    36 a 40
    41 a 45
    46 a 50
    51 a 55
    56 a 60
    61 a 65
    acima de 65
    71.500,00
    *
    169.000,00
    *
    149.500,00
    201.500,00
    227.500,00
    240.500,00
    *
    58.500,00
    143.000,00
    149.500,00
    169.000,00
    149.500,00
    143.000,00
    159.250,00
    *
    *
    45.500,00
    67.826,00
    71.500,00
    81.714,00
    84.770,33
    84.500,00
    94.250,00
    *
    123.500,00
    US$ 15 a 49 milhoes 21 a 30
    31 a 35
    36 a 40
    41 a 45
    46 a 50
    51 a 55
    56 a 60
    61 a 65
    acima de 65
    88.833,33
    106.166,66
    130.000,00
    172.250,00
    185.791,66
    214.500,00
    234.000,00
    *
    *
    84.500,00
    110.500,00
    134.875,00
    110.500,00
    123.500,00
    140.833,33
    *
    *
    *
    36.947,00
    50.818,00
    62.324,00
    64.133,00
    71.500,00
    84.500,00
    91.000,00
    *
    *
    Abaixo de US$ 15 milhoes 21 a 30
    31 a 35
    36 a 40
    41 a 45
    46 a 50
    51 a 55
    56 a 60
    61 a 65
    acima de 65
    29.545,00
    49.400,00
    50.050,00
    84.500,00
    97.500,00
    84.500,00
    117.000,00
    139.750,00
    *
    31.850,00
    56.550,00
    78.929,00
    73.125,00
    87.100,00
    86.667,00
    71.500,00
    78.000,00
    *
    27.402,00
    38.350,00
    44.895,00
    50.375,00
    48.750,00
    48.100,00
    58.500,00
    *
    *

    Localização da empresa

    Ficou evidente na pesquisa a importância da localização da empresa do respondente sobre o seu salário. São Paulo continua sendo um forte pólo para as empresas e executivos brasileiros. A pesquisa indica que estão em São Paulo:

  • 54,6% das empresas com mais de US$ 100 milhões de faturamento anual
  • 51,7% das empresas com US$ 50 a 99 milhões de faturamento anual
  • 50,7% das empresas com US$ 15 a 49 milhões de faturamento anual
  • 42,2% das empresas com menos de US$ 15 milhões de faturamento anual

    As informações que permitiram a elaboração desse artigo estão sendo refinadas com mais uma pesquisa já em fase de coleta de dados, especificamente a respeito de salários. Quase 10.000 pessoas já responderam, e os dados estão sendo tratados, dentro de total confidencialidade. Somente serão divulgadas as informações estatísticas do universo de pessoas respondentes, e jamais os dados individuais. A equipe técnica do Grupo Catho desenvolveu mecanismos que impedem as informações individuais de serem divulgadas para qualquer pessoa.

    >> Pesquisa Salarial e de Benefícios Online – atualize a tabela salarial de sua empresa

  • As diferenças salariais entre Homens e Mulheres
    Por Camila Costa
    Via |
    www.catho.com.br/salario

    Apesar da aparente igualdade entre os sexos, os salários entre homens e mulheres continuam sendo diferentes. Pensando em esclarecer essa questão a Pesquisa Salarial do Grupo Catho apresenta estas diferenças salariais.

    Através do estudo realizado pode-se notar que a diferença entre os salários de homens e mulheres vem crescendo nos últimos anos. No ano de 2005 essa diferença era aproximadamente 52% a mais para o salário dos homens. Para esse ano, até o mês de Junho, essa diferença subiu para 75,38%, no geral.

    Analisando essa diferença, no mesmo período, em cada um dos níveis hierárquicos considerados nesta pesquisa, nota-se que para a maioria dos níveis houve um aumento da diferença entre salários, principalmente para os cargos mais elevados como diretores, o qual a diferença chega a aproximadamente 20%. Para os cargos de trainee, estagiários e operacionais houve uma queda na diferença salarial quando se compara os anos de 2005 e 2007. Apesar dessa diminuição a classe referente aos operacionais tem uma diferença de 45,59%, a maior diferença entre os níveis hierárquicos.

    Com relação ao faturamento (porte) da empresa tem-se que a diferença entre os salários aumentou em todos os níveis de faturamento considerados nesta pesquisa, quando se compara os anos de 2005 e 2007. Para esse ano, observou-se que quanto maior o porte da empresa maior a diferença salarial entre os sexos, exceto para as empresas que faturam mais do que R$ 300 milhões (US$ 150 milhões). A diferença salarial chega a aproximadamente 84% em empresas que faturam de R$ 150 a 299 milhões (US$ 75 a 149,5 milhões).

    Assim, conclui-se a que a diferença salarial está aumentando, principalmente em grandes cargos. Não podemos esquecer que essa diferença tem fatores ligados não somente à discriminação sexual, mas também à diferença regional e a diferença de papéis que homens e mulheres exercem na sociedade. Um estudo mais aprofundado considerando outros fatores fez-se necessário para saber realmente quais os pontos que levam essa diferença salarial.

    Assim, realizamos uma série de análises para verificar o porquê dessa diferença, e identificamos, com base na Pesquisa Salarial de Julho de 2007, cinco fatores que explicam essa diferença. São eles:

    1 – Porte de Empresa
    2 – Nível de Cargo Ocupado por Sexo
    3 – Ramo de Atividade Econômica
    4 – Empregabilidade
    5 – Escolaridade

    Nossa pesquisa contou com 53.265 respondentes em todo o território nacional, sendo 22.730 mulheres e 30.535 homens.

    1 – Porte de Empresa

    Constatamos que existe uma quantidade maior de mulheres (46%) que estão empregadas em empresas de pequeno porte (com faturamento até R$ 15 milhões). É nesta faixa de faturamento que encontramos os salários mais baixos.

    Nas grandes empresas e que pagam salários maiores (com faturamento acima de R$ 300 milhões) a porcentagem de mulheres é bem menor (28%).

    2 – Nível de Cargo Ocupado por Sexo

    Analisando o nível de cargo ocupado verificamos que as maiores porcentagens de ocupação por mulheres estão em níveis hierárquicos mais baixos que os homens.

    * Ranking Salarial – Posicionamento da Média Geral (Salários) por ordem de grandeza, do 1º (Presidência) até 12º (Estagiário).

    Exemplo:
    62% dos cargos de nível Administrativo são ocupados por mulheres, nível que ocupa o 11º lugar no ranking de Salários. No maior nível salarial (Presidente) encontramos apenas 8% dos cargos ocupados por mulheres.

    3 – Ramo de Atividade Econômica

    Exemplo:
    Na área da Saúde e Hospitalar temos que as mulheres correspondem a 66% da mão-de-obra ocupada, sendo este um dos ramos de atividade econômica que menos remuneram (12º no ranking de salários).

    O ramo de atividade com a melhor posição salarial é o Químico e Petroquímico que possuem apenas 36% de seus empregos ocupados por mulheres.

    4 – Empregabilidade

    Verificamos que a quantidade de homens com mais empregos é superior ao das mulheres, logo podemos afirmar que os homens têm uma propensão maior a mudar de emprego, o que implica na busca por maiores salários, dado representado abaixo pela maior diferença salarial entre homens e mulheres com mais de 4 empregos.

    5 – Escolaridade

    A Escolaridade é sempre um fator que explica muito bem as relações salariais, em nossa pesquisa constatamos que o percentual de mulheres com Graduação (43%) e Pós-graduação (27%) é de 70% contra 66% dos homens (28% com Pós-graduação e 38% com Graduação).

    Estes dados absolutos e isolados não explicam bem a diferença salarial entre homens e mulheres, e para tanto cruzamos os dados com o Nível de Cargo Ocupado por Sexo.

    Segmentando os dados por Sexo, Escolaridade e Nível de Cargo, constatamos maior quantidade de graduados e pós-graduados entre as mulheres que se concentram em cargos de níveis hierárquicos mais baixos, e mantendo a dianteira até o nível de Supervisão Média, a partir desse ponto a situação começa a se inverter.

    Logo podemos concluir que as mulheres estão mais preparadas que homens e, como tem propensão menor a troca de emprego, estão galgando paulatinamente posições hierárquicas maiores, minimizando assim as diferenças salariais.

    Observação:
    A razão é uma medida que mostra, em porcentagem, qual a diferença entre os salários. Por exemplo, uma razão de 52,99 deve ser lida como: há uma diferença de 52,99% entre os salários de homens e mulheres, sendo que os homens ganham mais. Se a razão é negativa tem-se que as mulheres ganham mais.

    Quanto aos Ramos de Atividade Econômica constatamos também que a porcentagem de mulheres empregadas é maior em segmentos com média salarial mais baixa.

    Acesse www.catho.com.br/salario e obtenha mais informações sobre Remuneração. Você também pode entrar em contato conosco pelo e-mail infopesquisa@catho.com.br.

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    Débora Aguiar comanda um escritório que cria e executa projetos pelo Brasil e no exterior

    Rosana Ferreira

    Trabalhar muitas horas por dia e passar fins de semana mergulhado no trabalho pode, sim, trazer prazer e satisfação. Esse perfil de profissional existe e até já ganhou uma definição própria: worklover (pessoa que ama o trabalho). A tese é defendida pelo Laboratório de Psicologia do Trabalho da Universidade de Brasília (UnB), que, por meio de estudos e pesquisas concluiu: o trabalho é prazeroso. Esse conceito é um contraponto à idéia de que toda pessoa que trabalha demais é workaholic, isto é, um viciado em trabalho, que tem sua vida profissional e pessoal afetada de forma negativa.

    » Produtividade vale mais que horas trabalhadas
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    “Existe uma confusão na relação entre trabalho e prazer, que define como viciados todos que trabalham demais. Nos nossos estudos ao longo de 30 anos, sempre que fazemos diagnóstico de trabalho encontramos pessoas apaixonadas pelo que fazem, e isso é uma constatação de uma relação sadia com o trabalho”, conta o professor Wanderley Codo, membro e pesquisador do Laboratório de Psicologia do Trabalho da UnB, autor do livro Por uma Psicologia do Trabalho (Casa do Psicólogo).

    Diferenças
    Apesar dos dois perfis apresentarem uma característica em comum – a total dedicação ao trabalho -, há diferenças gritantes entre worklovers e workaholics. O primeiro gosta do que faz e se envolve com aquilo que está fazendo. “Essa dedicação de horas ao trabalho não se traduz em vício nem traz grandes prejuízos à sua vida pessoal”, explica Codo. Segundo ele, o worklover sabe que pode transformar o mundo, além de sentir e viver essa transformação. Por exemplo, o trabalho do marceneiro permite que ele transforme árvores em móveis. Com isso, ele muda o mundo e as outras pessoas que usam esses móveis. Portanto, são profissões que permitem que o trabalhador acompanhe todo o processo, do começo ao fim. “Muitas empresas com visão moderna estão banindo as linhas de montagem, em que o funcionário executa uma única parte do processo, sem ver o resultado final”, explica.

    “Um novo desafio é o que mais me motiva. A criação e o projeto me dão, sem dúvida, muito prazer, mas o planejamento das metas, de cada etapa de desenvolvimento e o resultado final, com o olhinho do cliente brilhando, são aspectos insuperáveis. Executamos praticamente tudo que planejamos, e isso é uma benção”, relata a arquiteta Débora Aguiar, de São Paulo, uma verdadeira worklover. Ela comanda um escritório responsável por projetos divididos em arquitetura e decoração de interiores residenciais, corporativos, comerciais e imobiliários em vários estados brasileiros. Além disso, marca presença em projetos fora do Brasil (Estados Unidos, Canadá, Argentina, Angola, Emirados Árabes e África do Sul) e nas principais mostras do setor, como Casa Cor.

    Ao contrário do workaholic, o worklover tem vida própria, ou seja, namora, pratica esportes, convive com a família, viaja, faz programas sociais nos fins de semana. Débora encontra tempo para colocar a leitura em dia, ir ao cinema, fugir para a natureza e está até aprendendo a velejar com o marido, Beto Pandiani.

    Outro exemplo é Roberto Chade, 36 anos, presidente da Dotz, um programa latino-americano de recompensas na internet. Apesar de administrar cerca de 70 empresas de diversos segmentos que são parceiras do programa e mais de 2 milhões de clientes (consumidores finais), que têm à disposição cerca de 15 mil produtos e serviços como opção de compra, ele não reclama e encontra tempo para a mulher, dois filhos pequenos (4 e 6 anos) e ainda pratica esportes. Acorda às 5h da amanhã, trabalha um pouco em casa, toma café com a família, faz ginástica e vai para o escritório, onde passa o dia. Procura chegar em casa por volta das 20h para encontrar os filhos ainda acordados, depois termina as pendências do dia e vai dormir por volta das 23h. “Mas fico ligado 24 horas por dia. É comum acordar à noite com alguma idéia e voltar a trabalhar, ou pensar em algo do trabalho no chuveiro, num jantar”, conta.

    Já o workaholic mantém uma relação negativa com o trabalho. “É o indivíduo que foge da realidade de sua vida por meio do trabalho. E isso acontece em qualquer tipo de vício, como o da bebida”, explica Codo. Em geral, esse indivíduo passa muitas horas na empresa, faz horas extras, não desliga do trabalho fora da empresa, vive estressado, tem problemas de saúde, não encontra satisfação na sua vida sexual, afetiva e familiar. Tem dificuldades de se relacionar, não faz muitos amigos e, ao invés de tentar resolver essas questões, “mergulha” no trabalho, um território conhecido, onde não encontra tais dificuldades. Para explicar essa relação, Codo faz uma analogia com a comida: “Comer dá muito prazer se a pessoa tiver uma bela refeição, mas há outros indivíduos que não param de comer”.

    Especial para Terra

    Ex-aluna do Energia conta como organizou seu estudos para passar no vestibular

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    Luiza Bonin foi aluna do Sistema de Ensino Energia de Rio do Sul e obteu êxito nas duas universidades mais concorridas de Santa Catarina. Passou no vestibular em ADM na ESAG/UDESC e em Engenharia de Materiais na UFSC. Seus dois irmãos também fazem Engenharia na UFSC.

    CRISTIAN: Você planejou seus estudos? Como foi?

    LUIZA: -Eu planejei sim.

    -Estudava mais para as matérias que tinha mais dificuldades, e fazia os exercícios do dia sempre naquele dia.

    -O que restava era feito aos sábados e não costumava estudar nos domingos.

    -Tinha noção da nota de corte que eu precisava alcançar e ia atrás daquilo.

    -Fiz muitas provas antigas, o que é fundamental principalmente pra UDESC.

    -E uma das coisas que mais me ajudou foi ser tranqüila e confiante, tinha no meu subconsciente sempre uma firmeza que eu iria passar.

    Isso, exatamente isso.

    CRISTIAN: Depois que você passou nos vestibulares, mudou sua forma de avaliar seus estudos?

    LUIZA: -Este final de semana que passou a Dandara (ex-aluna energia que passou em ADM na ESAG/UDESC e em Odontologia na UFSC) e eu, viemos juntas para Rio do Sul e estávamos comentando do que deu certo, e do que a gente podia ter estudado mais e diferente.

    -Agora a gente tem outra noção, e uma das coisas que estávamos comentando é que muito mais do que a quantidade de estudo, a QUALIDADE dele é muito importante

    Esse dois fatores aliados ninguém derruba!

    -Mas por exemplo, tinha dias que passávamos a tarde inteira na biblioteca fazendo exercícios de uma ou duas matérias porém o ganho em conteúdo era pequeno. O segredo está em estudar as coisas certas. Ter uma estratégia de estudos.

    CRISTIAN: Que tipos de materiais você utilizou para estudar?

    LUIZA: Essa é outra coisa importante.

    -Como os professores conhecem muito bem a apostila, a aula deles é direcionada para os exercícios da apostila, aí tu observa a aula que é muito boa e consegue fazer os exercícios. A partir disso tu pensa que sabe tudo sobre o assunto, o que pode ser uma ilusão.

    -Então é importante que o aluno tenha um senso crítico quanto a isso, que leia o assunto na apostila ou em outros livros (estes ajudam muito) para ir um pouco além, porque o vestibular quase sempre vai.

    CRISTIAN: Que outros conselhos você pode dar aos alunos que vão prestar vestibular?

    LUIZA: Acho que deve colocar também que é importante ter um momento pra fazer algo que realmente goste, uma atividade de lazer ou esporte. Eu faço Judô.

    -Tem um fator chave: As companhias no ano do vestibular fazem toda a diferença, é um ano que é bom ter amigos que realmente querem estudar ou que pelo menos respeitem o seu estudo.

    -Os alunos devem sugar os professores, tirar o máximo de conhecimento que conseguir, pois os professores sabem muito mais do que passam em suas aulas.

    -E a última dica é o treino: Fazer muitas, mas muitas provas de vestibulares anteriores e simulados, e um dica, com o tempo cronometrado, por que no dia do vestibular o tempo para fazer a prova voa, e você tem que estar acostumado com a pressão e o ritmo.

    Rio do Sul, 13 de maio de 2009

    Gestores e profissionais contam quais os 10 erros fatais nessa hora

    Publicado em 28/04/200913:00 Por Larissa Leiros Baroni

    Gerir a carreira é tarefa que se torna ainda mais difícil em momentos de crise. E, nessas épocas, o desespero e a falta de informação podem levar profissionais – tanto recém-formados como os mais experientes – a cometer erros cruciais na gestão de suas carreiras. Descuidos que podem colocar em xeque não apenas suas vagas, mas também a ascensão pessoal no mercado de trabalho.

    O Universia conversou com professores e consultores de carreira que comentaram algumas das atitudes imperdoáveis no desenvolvimento profissional em épocas de crise, como a que o mundo atravessa atualmente. Elas poderão ajudá-lo a passar pela etapa sem grandes arranhões. Veja quais são os dez erros fatais para sua carreira em períodos de crise.

    Não ter projeto estratégico
    “A ausência de um projeto estratégico para a carreira pode deixar o profissional desorientado e até causar desespero em momentos de crise. Muitos profissionais não têm sequer um plano A, que dirá plano B que os proteja de problemas mais sérios. Sem planejamento, não há preparação. Portanto, é recomendável que todos tracem planos de carreira para os próximos dois, cinco e até dez anos. Identifique os objetivos, saiba o que o tornará um profissional desejável pelo mercado de trabalho e, por fim, desenhe diferentes caminhos a percorrer para alcançar essas metas. Lembre-se que profissionais de excelência optam por carreiras multifuncionais, ou seja, aquelas que envolvem mais de uma atividade. Seja flexível e antecipe-se para não ficar à mercê das mudanças”

    Eduardo Carmello, consultor organizacional especialista em gestão estratégica e diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos

    Deixar de se capacitar
    “Até por falta de planejamento financeiro, muitos profissionais deixam de se aperfeiçoar. Esse, porém, é um engano. O conhecimento é a única moeda de troca do mercado de trabalho. Deixar de se preparar ou de buscar informações é se distanciar mais ainda das oportunidades. Mais do que nunca você precisa estar atualizado. A falta de dinheiro, muitas vezes é só uma desculpa, até porque há alternativas mais baratas. É possível optar por cursos on-line ou pela leitura de livros”

    Marta Demattos, professora de administração de Recursos Humanos do Ibmec Minas.

    Ser pessimista ou autoconfiante demais
    “O pessimismo é ruim para a saúde mental, psicológica e física e principalmente para o desempenho profissional. Pode inclusive impedir o profissional de encontrar saídas para os problemas. Canalize as energias para trabalhar melhor, para administrar a angústia, medos e incertezas. Pondere, no entanto, a autoconfiança. Em excesso também pode ser prejudicial para a gestão da sua carreira. Além de causar acomodação, pode fazer perder o senso da realidade. Priorize o meio termo”

    Werner Kugelmeier, consultor empresarial e diretor da WK Prisma.

    Esconder-se
    “Em época de crise, uma série de desculpas vêm à tona para justificar demissões. Daí, alguns profissionais exageram nos cuidados e se escondem demais para não se tornar alvo fácil. Isso, em vez de proteger, pode prejudicar, pois na mira dos gestores também estão os considerados sombras. Ou seja, aqueles que nada têm a contribuir com a empresa. Por outro lado, manter-se no centro das atenções também pode ser prejudicial porque, junto ao destaque profissional, sempre há a inveja. Mostre sua competência, mas conheça o espaço no qual está inserido”

    Roberto Heloani, professor de comportamento organizacional e psicologia do trabalho da Unicamp (Universidade de Campinas) e FGV (Fundação Getúlio Vargas).

    Ficar alheio às mudanças
    “As crises, em geral, são acompanhadas de mudanças. Portanto, é importante que os profissionais estejam conectados às transformações dentro do ambiente de trabalho. Ficar imerso em sua tarefa e não perceber o que acontece em volta pode afastá-lo das necessidades, demandas e até das novas prioridades da empresa. Nem sempre, porém, essas mudanças são explícitas. Procure ficar atento e buscar a comunicação, formal ou informal, com seus gestores. Seja pró-ativo e contribua para que a empresa sobreviva aos problemas. Tal atitude pode fazer toda a diferença”

    Martim Francisco, gerente de educação executiva da IAG/PUC-Rio (Escola de Negócios da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro)

    Ser inflexível
    “A inflexibilidade, em momentos de crise, só tende a atrapalhar ainda mais a gestão da sua carreira. Isso porque, geralmente, a situação propicia mudanças de funções e até de departamentos. A resistência é natural, até porque sair da zona de conforto é difícil. Mas é preciso ressaltar que nem sempre as transformações são negativas. Qualquer oposição pode colocar em xeque o seu emprego e ainda uma oportunidade de crescimento. O profissional flexível avalia a situação e cria estratégias para agir”

    Camila Mariano, gerente do serviço de apoio a carreira da Catho.

    Deixar de inovar e criar
    “Deixe de pensar como empregado e passe a agir como empregador. Vá sempre além do que foi combinado quando foi contratado e faça o que for necessário para a empresa superar a crise. Procure identificar onde é possível agregar valor, seja ao apagar a luz na hora do almoço ou pensar em projetos sustentáveis. Ultrapasse o convencional e tenha mente empreendedora para criar e inovar sempre. Aja, pois o ‘puxa-saquismo’ não salvará o seu emprego, mas tenha bom senso. Nada de se comprometer a fazer tudo só para evitar dizer não”

    Renato Grinberg, diretor-geral do site Trabalhando.com.br.

    Perder a motivação
    “A motivação é a locomotiva dos bons profissionais. Não deixe o momento de crise te abalar e comprometer a qualidade do seu trabalho. Quando alguém deixa de acreditar, deixa de lado também os motivos que o levam a crescer. Além disso, perde a capacidade de inovar, de contribuir e ousar. Não permita que os problemas abalem sua felicidade profissional ou tornem os desafios mais difíceis do que são. Busque a motivação dentro de você e faça com que os momentos difíceis sejam os de maior prazer”

    Sergio Piza, diretor de recursos humanos da Claro – empresa de telefonia móvel.

    Tomar decisões precipitadas
    “As tensões são comuns durante a crise. Portanto, cuidado. Nada de tomar decisões baseadas no desespero. Pondere todos os pontos negativos e positivos e pense bem antes de pedir demissão, trocar de emprego ou manter-se num emprego mesmo que insatisfeito. Em caso de nova proposta de emprego, compare os benefícios da atual e da futura empresa, analise a situação econômica de ambas e verifique se os setores às quais pertencem estão ou não em expansão. Lembre-se que crises estimulam a troca de emprego. Enquanto há mercados em declínio, há muitos outros em expansão”

    Adélia Franceschini, consultora de marketing.

    Entrar em pânico
    “Demissões são comuns em situações de crise. Portanto, se você não conseguiu garantir sua vaga, não entre em pânico. O primeiro passo é refletir sobre os motivos que te levaram a perder o emprego. Converse com seu antigo gestor e faça auto-análise das suas atitudes profissionais. Trace estratégias para melhorá-las. Não é recomendável pegar o primeiro emprego que aparecer, o ideal é traçar planejamento estratégico de carreira antes de distribuir currículos. Ter foco é importante, mas é preciso também humildade. Ser muito seletivo pode te afastar do mercado de trabalho, o que pode baixar sua estima e ainda te desvalorizar profissionalmente”

    João Batista Diniz Leite, professor de gestão de pessoas do Ibmec de Brasília.

    Via – UNIVERSIA

    Série de reportagens é publicada sempre às terças-feiras e aborda uma profissão diferente a cada vez

    Do G1, em São Paulo
    entre em contato

    A cada quinze dias o Guia de Carreiras do G1 mostra uma profissão diferente. A série de reportagens traz informações sobre a formação necessária para desempenhar a função escolhida, as possibilidades do mercado de trabalho e dicas e relatos de quem se deu bem na área tratada.

    Reunir informações sobre as diferentes carreiras e conhecer o mercado de trabalho são os primeiros passos para acertar a escolha profissional. “A escolha consciente só é feita quando a pessoa tem conhecimento de si mesma e também dos aspectos práticos e teóricos da carreira”, alerta Dulce Penna Soares, coordenadora do Laboratório de Informação e Orientação Profissional da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Por isso, toda semana confira as reportagens do Guia de Carreiras.

    Clique nos links abaixo e veja as carreiras que já foram desvendadas:
    A | B | C | D | E | F | G | H | I | J | L | M | N | O | P | Q | R | S | T | U | V | X | Z

    A
    Administração

    Agronomia

    Arquitetura e urbanismo

    Artes cênicas (ou teatro)

    B
    Biblioteconomia

    Biologia

    Biotecnologia

    Biomedicina

    C
    Cartunista, chargista e quadrinista

    Ciências atuariais

    Ciências contábeis

    Ciências da computação

    Ciências sociais

    Cinema

    Comissário de bordo

    D
    Dança

    Design

    Design de games

    Direito

    E
    Economia

    Educação física e esporte

    Enfermagem

    Engenharia aeronáutica

    Engenharia ambiental

    Engenharia cartográfica

    Engenharia civil

    Engenharia da computação

    Engenharia de alimentos

    Engenharia elétrica

    Engenharia florestal

    Engenharia de petróleo

    Engenharia de pesca

    Engenharia de produção

    Engenharia mecatrônica

    Engenharia mecânica

    Engenharia metalúrgica

    Engenharia química

    Estatística

    F
    Farmácia

    Filosofia

    Física

    Fisioterapia

    Fonoaudiologia

    G
    Gastronomia

    Geografia

    Geologia

    Gerontologia

    Gestão ambiental

    H
    História

    J
    Jornalismo

    L
    Letras

    M
    Matemática

    Medicina

    Medicina veterinária

    Meteorologia

    Moda

    Museologia

    Música

    N
    Nutrição

    O
    Oceanografia

    Odontologia

    P
    Pedagogia

    Piloto

    Publicidade

    Psicologia

    Q
    Química

    R
    Relações internacionais

    Relações públicas

    S
    Secretariado

    Serviço social

    Sistemas de informação

    T
    Teatro

    Tecnologia em radiologia

    Terapia ocupacional

    Turismo

    Z
    Zootecnia

    Ambiente e inovação se destacam entre as carreiras mais promissoras e que se consolidarão até 2020, segundo pesquisa recém-concluída pelo Profuturo (Programa de Estudos do Futuro) da FIA (Fundação Instituto de Administração), a que a Folha teve acesso com exclusividade.

    A fundação ouviu 96 especialistas na primeira rodada de contatos e outros 112 depois, seguindo metodologia qualitativa –que não necessita de amostra representativa.

    “As carreiras estão ligadas a tendências e demandas da sociedade, principalmente inovação, qualidade de vida e sustentabilidade”, afirma a professora da FIA Renata Spers.

    A carreira citada pelo maior número de especialistas (72%) foi a de gerente de ecorrelações. “Está ficando clara a necessidade de empresas terem executivos que dialoguem com ONGs, consumidores e governo sobre sustentabilidade. Serão cada vez mais necessários, diante do crescente grau de consciência do consumidor”, avalia o diretor-presidente do Instituto Akatu, Helio Mattar.

    A segunda mais mencionada (67%), a de CIO (Chief Innovation Officer), foca o desenvolvimento tecnológico e a educação continuada, e não só a criação de produtos, diz Spers.

    Para Paulo Sérgio Quartiermeister, diretor do Centro de Inovação e Criatividade da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), esse profissional deve ter habilidade de se relacionar –pois enfrentará resistências–, não pode ser avesso a riscos e precisa de excelente formação.

    On-line

    Em terceiro lugar, vem o gerente de marketing e-commerce (46%). Para Agenor Castro, diretor de marketing do Yahoo! América Latina, ele foca várias mídias on-line, como internet e TV digital. “O marketing deve estar onde o consumidor está.”

    Já para Sérgio Herz, diretor da Livraria Cultura, o ideal é não separar o marketing virtual do da loja, pois o consumidor é cada vez mais “multicanal”.

    Foram listadas como promissoras também as carreiras de conselheiro de aposentadoria (39%), coordenador de desenvolvimento de força de trabalho e educação continuada (35%) e “bioinformationist” (34%) –veja quadro acima.

    A primeira auxiliará o executivo ao preparar a aposentadoria. Já o coordenador de desenvolvimento ajudará o profissional a se qualificar melhor.

    “Os “bioinformationists” serão aqueles que se dedicarão às pesquisas na área genética, por exemplo, para que isso seja aplicado em técnicas clínicas e medicamentos”, diz Spers.

    Via Folha de SP

    Inovação, qualidade de vida e meio ambiente são tendências

    O Profuturo (Programa de Estudos do Futuro), da FIA (Fundação de Instituto de Administração), anuncia os resultados da pesquisa Delphi “Carreiras do Futuro”, com o objetivo de identificar as áreas mais promissoras e onde estarão as oportunidades de negócios para empreendedores até o ano de 2020. Segundo os especialistas consultados, a ênfase crescente na inovação, a busca por qualidade de vida e a preocupação com o meio ambiente estarão entre os fatores mais relevantes no delineamento das carreiras mais promissoras.

    Os negócios potenciais estarão no setor de serviços, em áreas como saúde e qualidade de vida, turismo e lazer, alimentação, serviços para a terceira idade e consultorias especializadas – tais como sustentabilidade, desenvolvimento de carreira, consultoria pessoal e planejamento financeiro.

    Veja o quadro com as carreiras promissoras:

    QUADRO DAS 6 CARREIRAS EMERGENTES MAIS PROMISSORAS ATÉ 2020
    Carreiras
    % de respondentes que indicaram a carreira
    Atividades
    1
    Gerente de Eco-Relações
    72
    Profissional que irá se comunicar e trabalhar com consumidores, grupos ambientais e agências governamentais para desenvolver e maximizar programas ecológicos.
    2
    Chief Innovation Officer
    67
    Interagirá com os funcionários em diferentes áreas da organização para pesquisar, projetar e aplicar inovações.
    3
    Gerente de Marketing e-Commerce
    46
    Gerencia o desenvolvimento e implementação de estratégias de web sites para vender produtos e serviços.
    4
    Conselheiros de Aposentadoria
    39
    Profissionais responsáveis por ajudar a planejar a aposentadoria.
    5
    Coordenador de Desenvolvimento da Força de Trabalho e Educação Continuada
    35
    Coordenador responsável por gerenciar programas para ajudar funcionários qualificados a atingir níveis avançados em suas áreas de especialização.
    6
    Bioinformationists
    34
    Cientistas que trabalharão com informação genética, servindo como uma ponte para cientistas que trabalham com o desenvolvimento de medicamentos e técnicas clínicas.

    A maioria dos entrevistados, ou seja, 38% deles indicaram a inovação como um fator crítico para a competitividade das empresas, dando ênfase no desenvolvimento tecnológico, na educação continuada e na busca por novos conhecimentos. A pesquisa aponta ainda que as áreas de Biotecnologia, Nanotecnologia, Saúde e Medicina serão promissoras.

    A busca pela qualidade de vida foi a opção de 26% dos especialistas que participaram do estudo. Segundo eles, o crescimento da Internet, com maior acesso e mais pessoas fazendo compras e pesquisas pela rede, deve alavancar os serviços na web.

    Outros 18% acreditam que o conceito de sustentabilidade ganhará força, o que aumentará a atuação de profissionais nas áreas ambientais. De acordo com o estudo, será necessária a busca de alternativas de baixo impacto ambiental e pouca poluição para a produção de diversos produtos.

    Há ainda uma expectativa de aumento da participação das atividades empreendedoras no mercado profissional. O estudo apontou projeção de aumento da taxa de atividade empreendedora no país, que poderá chegar a 17% da população economicamente ativa – contra uma média de 12,8% observada entre 2001 e 2007. Como justificativa a essa elevação, 54% dos entrevistados acreditam nas transformações das relações de trabalho.

    A pesquisa revelou que haverá uma diminuição dos postos de trabalho formais, o que impulsionará muitos profissionais a criar seu próprio emprego. Novas formas de venda das habilidades individuais surgirão e estarão cada vez mais direcionadas às formas autônomas.

    A melhora da educação e dos índices sociais foi apontada como outra tendência do aumento da atividade empreendedora no Brasil. A estimativa é que até 2020, haja um número maior de profissionais com Ensino Superior no Brasil. Mas, para isso, a pesquisa enfatiza a necessidade das empresas, universidades e cursos de MBA prepararem os futuros empreendedores no País.

    Via Universia

    O Índice Geral de Cursos da Instituição (IGC), indicador de qualidade de instituições de educação superior traz, em sua primeira edição, conceitos de 173 universidades, 131 centros universitários e 1.144 faculdades isoladas e integradas. O IGC sintetiza, para cada instituição, a qualidade de todos os seus cursos de graduação, mestrado e doutorado, distribuídos na totalidade de campi e municípios onde a instituição atua. O resultado final está em valores contínuos (que vão de 0 a 500) e em faixas (de 1 a 5).

    No cálculo do indicador, são utilizados a média dos conceitos preliminares dos cursos da instituição (CPC) – componente relativo à graduação – e o conceito fixado pela Capes para a pós-graduação. A média dos conceitos dos cursos é ponderada pela distribuição dos alunos entre os diferentes níveis de ensino (graduação, mestrado e doutorado).

    Para esta primeira divulgação do IGC, foram utilizados os CPCs referentes às edições do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) no período de 2005 a 2007. Esse indicador de cursos considera, além de resultados de avaliação de desempenho de estudantes, infra-estrutura e instalações, recursos didático-pedagógicos e corpo docente.

    A nota da Capes é referente à avaliação do triênio de 2004 a 2006.

    O IGC de cada IES do Brasil será divulgado anualmente pelo Inep/MEC, sempre em momento imediatamente posterior à divulgação dos resultados do Enade e do CPC.

    78,8% das Instituições de Educação Superior do País têm IGC

    Do total de 1.837 instituições cadastradas e participantes das avaliações do Inep, 78,8% tiveram IGC calculado pelo Inep. As que ainda não tiveram o seu indicador calculado são, de modo geral, instituições novas, que não possuem concluintes em seus cursos.

    Os resultados possibilitam análises comparativas de desempenho por organização acadêmica (universidades, centros universitários e outros), por UF e região geográfica, por categoria administrativas (federais, estaduais, municipais e privadas).

    Considerando a organização acadêmica, universidades são as que apresentam maior proporção de instituições com IGC 4 e 5: 30,1% do total. Centros universitários apresentam 9,0% de suas unidades com IGC 4 e 5, enquanto entre faculdades isoladas, integradas e outras, essa proporção é de 5,0%.

    No País, instituições públicas são as que reúnem maior percentual de IGC 4 e 5: 35,5%. Entre as instituições privadas, essa proporção é de 4,9%.

    Veja aqui a lista completa de todas as instituições de ensino superior brasileiras, com respectivos IGCs.

    Utilização do novo indicador

    O IGC será utilizado, junto a outros elementos e instrumentos, para orientar a avaliação das comissões de especialistas do Inep em visita às instituições de ensino superior. O objetivo é que o indicador subsidie o avaliador com informações consistentes, contribuindo para nortear as decisões e objetivar as análises que compõem os relatórios de avaliação.

    Além disso, a publicação do conjunto de indicadores que compõem o sistema de avaliação da educação superior atende ao disposto na Lei do Sinais (Lei nº10.861, de 14/04/2004). A divulgação do IGC de cada instituição atende ao caráter público de todos os procedimentos, dados e resultados dos processos avaliativos, garantindo à sociedade o acesso amplo às informações em cada uma de suas fases.

    Estatísticas do IGC das Instituições de Ensino Superior (IES)

    Tabela 1 – Quantitativo de IES com IGC 2008 calculado – Brasil – 2008

    Nº de IES com IGC

    Nº de IES sem IGC

    Total de IES

    Universidades

    173

    3

    176

    Centros Universitários

    131

    3

    134

    Outros

    1.144

    383

    1.527

    TOTAL

    1.448

    389

    1.837

    Gráfico 1 – IGC das Universidades – Distribuição nas faixas (1 a 5) – Brasil – 2008

    Gráfico 2 – IGC dos Centros Universitários – Distribuição nas faixas (1 a 5) – Brasil – 2008

    Gráfico 3 – IGC das Faculdades Integradas, Isoladas e outros – Distribuição nas faixas (1 a 5) – Brasil – 2008

    Gráfico 4 – Distribuição dos IGCs de IES por categoria administrativa – Brasil – 2008

    Assessoria de Imprensa do Inep

    Se você colocou na cabeça que a melhor solução para o sucesso profissional é entrar na faculdade imediatamente, pare para pensar. Quem ajuda você é o consultor de empresas Max Gehringer. Ele mostra agora que existe um caminho mais curto para você entrar no mercado de trabalho.

    O que está acontecendo com o mercado de trabalho? De um lado, há um batalhão de candidatos, principalmente jovens entre 17 e 25 anos, com formação superior, que não conseguem emprego. Do outro lado, as empresas estão dizendo que as vagas existem, mas faltam candidatos qualificados.

    “A maior dificuldade é achar a mão-de-obra que está dentro das nossas expectativas técnicas”, revela Michael Bauer, presidente de empresa.

    A realidade é que estão sobrando candidatos com curso superior e faltando candidatos de nível técnico. Foi isso o que fez Ronald da Silva desistir da faculdade de economia para começar um curso técnico em cerâmica no Senai.

    “Ia estudar uma coisa que ia ficar quatro anos e meio estudando aquilo, e depois como é que eu ia conseguir mercado? Não ia ter mercado para eu trabalhar”, comenta Ronald da Silva, estudante do curso técnico em cerâmica.

    Formado pelo Senai, Kleber Teixeira desenvolve projetos de potes e tampas plásticas numa fábrica em São Paulo. Em apenas dez meses na empresa, ele já foi promovido e passou a ganhar um ótimo salário.

    “O técnico, após o seu estágio, é contratado por salários de R$ 2.500. Que primeiro emprego você consegue começar com esse salário?”, pergunta Cláudia Cunha, gerente da fábrica.

    A faculdade ficou para o ano que vem. “Se já tivesse embarcado na engenharia logo depois de ter terminado o ensino médio, eu acredito que nesse salário que eu estou hoje em dia, não estaria lá”, avalia Kleber Teixeira, técnico em plástico.

    Atualmente, informática é o setor que mais está oferecendo vagas. Estima-se que nos próximos cinco anos haverá uma falta de cem mil técnicos em informática. O mercado também está à procura de técnicos em logística, um curso em alta no momento.

    “Hoje o mercado está aquecido para esse profissonal de logística. A grosso modo, o salário varia de R$ 1 mil a R$ 1,1 mil para o operacional, começando, e o gerencial está na faixa de R$ 2 mil a R$ 2,5 mil”, comenta Diogo Teixeira, coordenador do curso de logística do Senac/SP.

    No outro extremo do mercado de trabalho de trabalho haverá um excesso de dezenas de milhares de bacharéis de direito, jornalistas e psicólogos.

    No Brasil ainda é forte a cultura do bacharel. Aquela impressão de que um diploma de curso superior, qualquer que seja, irá resultar em muito mais oportunidades do que um diploma de curso técnico.

    Qual é a vantagem de ter feito técnico antes de fazer a faculdade?

    “Experiência. Você ganha muita experiência. Acaba saindo na frente de muita gente que faz faculdade e não tem essa experiência de trabalho mesmo, de vivência, de rotina, e isso a gente consegue ter com o técnico”, responde Milena Ferreira, técnica em química.

    A falta de técnicos é tão acentuada que muitas empresas estão fazendo parcerias com escolas profissionalizantes. Uma recente pesquisa, da Confederação Nacional das Indústrias, mostra que 61% das empresas pesquisadas estão capacitando seus próprios técnicos.

    É o caso de uma multinacional alemã que produz máquinas para a indústria automobilística em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.

    “E 90% dos engenheiros recém-formados que vêm aqui acabam não dando certo porque eles não conseguem entender os problemas da fábrica. Tanto que nós temos uma escola, um centro de treinamento aqui, de dois anos de duração. Nós formamos nossos próprios técnicos”, conta Michael Bauer, presidente da empresa.

    Dez alunos com idade entre 14 e 15 anos têm aulas de 7h às 16h dentro da empresa. Uma rotina puxada para Caio Monteiro, que ainda freqüenta o ensino médio à noite. Mas ele acha que vale a pena o esforço.

    “Esse curso técnico vai ser muito bom para mim no futuro, vai me abrir muitas portas de emprego”, acredita Caio, 15 anos.

    E vai mesmo: quase todos os alunos formados pelo curso, oferecido em parceria com o Senai, são contratados.

    “O curso técnico te dá o empurrão. Você consegue uma profissão, um salário razoável, que dá para você pagar a faculdade”, diz Adriano de Deus, estudante de desenho de projetos.

    O caminho mais indicado é dar um passo de cada vez. Fazer um curso técnico, conseguir um bom emprego e depois investir em cursos de especialização, incluindo o curso superior mais adequado.

    Para mais informações sobre o tema, clique aqui e veja uma lista completa dos 185 cursos técnicos disponíveis no Brasil, elaborada pelo Ministério da Educação.

    E veja também: conheça a rede federal de educação profissional e tecnológica do Ministério da Educação e visite o site do Senai.

    Vamos falar, no próximo episódio, sobre outra alternativa para você entrar no mercado de trabalho: o curso de tecnólogo, mais curto do que uma faculdade convencional. Quais são as vantagens e as armadilhas? Emprego de A a Z volta domingo que vem. Até lá!

    Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 10:32 hs.

    26/08/2008 – Como diria Peter Drucker, “Nenhuma escolha será boa, se não soubermos quem somos”. Esta é a frase que define a nova geração de profissionais, os chamados geração Y. Em sua maioria com menos de 30 anos, estes colaboradores são determinados e sabem exatamente o que querem. Acompanham as últimas novidades do mercado e estão alinhados à moda, tecnologia, comportamento e demais fatores que, unidos, compõem um profissional.

    Mais do que novo comportamento ou tendência para as próximas gerações, a preocupação do momento é: Como as empresas devem lidar com esta geração?

    Esses profissionais estão sempre “contra o tempo”. Buscam incessantemente atingir suas metas o mais rápido possível, porque querem conquistas. Muitas empresas podem enxergar com “maus olhos” o colaborador que muda de empresa quando insatisfeito sem se prender a qualquer receio ou compromisso e não aceitar de forma submissa as ordens de seus superiores.

    Para eles, mais importante do que ficar 10 ou mais anos em uma mesma companhia, o valor está em suas conquistas. Eles são “descolados”, irreverentes, cultos e têm respostas prontas a todo momento. Além disso, sabem exatamente o seu valor e preocupam-se com o futuro.
    Será que as empresas estão prontas para eles, ou este novo modelo profissional poderá causar impacto?

    O impacto certamente existirá, uma vez que veremos sair “de cena” o colaborador que simplesmente ia trabalhar, fazia o que lhe era determinado – sempre com receio de sugerir mudanças – e ficava em média 10 anos na empresa, acomodado, muitas vezes infeliz, mas na companhia por questões de “segurança” – pelo registro, estabilidade no trabalho ou questões financeiras.

    Agora, o cenário é dos jovens empresários, ambiciosos, extremamente inteligentes e com a informação “na ponta da língua”, em tempo real, graças à tecnologia com acesso irrestrito.
    Está na hora das companhias passarem a enxergar seu colaborador como pessoa. Eles têm vontades, opiniões e querem algo a mais do que salários e benefícios. É preciso saber ouvi-los para não perdê-los. O ambiente em que trabalham possui alta influência em suas escolhas. Se estão felizes e satisfeitos, certamente ficam. Mas se não gostam ou não concordam com determinada situação, nada os prende. Então, é a hora de agir para não perder talentos.

    Estes profissionais, multitarefas, têm habilidade em se adaptar a novas funções, atividades e desafios. Aliás, eles adoram novos desafios. Talvez esta seja sua principal característica, já que rotina é algo fora de seu dicionário.

    Vale a dica! Este é o momento certo para as empresas “aprenderem” com seus profissionais o valor das palavras “renovar” e “inovar”. Talvez aquele conceito “ engessado” de gestão, não seja o mais atrativo para o mercado, mas sim, aquele que acompanha o ritmo das mudanças e atua de acordo com cada novidade.

    São gerações boomers, X, Y e tantas outras necessárias para o desenvolvimento do homem e de sua capacidade profissional.

    Futuramente, veremos nossos filhos, netos, sobrinhos e quem quer que seja, em busca de sua realização profissional sem abrir mão do mais importante: sua opinião. É o momento das empresas se renovarem com esta geração e definitivamente ver que mais importante do que conquistar o cliente, é conquistar dia após dia o seu colaborador. Este sim é quem forma a sua empresa.

    Sandra Maura – é diretora executiva da TOPMIND

    Entre e acompanhe:

    http://www.ead.ufsc.br/

    Consolidada – 13/08/2008  21h30

    O Plenário aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei 2419/07, do Senado, que regulamenta o estágio profissional, estipulando direitos e deveres das empresas e dos estudantes. Entre as principais mudanças está o direito a férias e a auxílio-transporte para os estagiários. A proposta segue agora para a Presidência da República, para sanção.

    O auxílio-transporte passa a ser compulsório e será concedido juntamente com a bolsa ou outra contraprestação que venha a ser acordada, que também é obrigatória. No caso das férias, elas serão concedidas sempre que estágio tiver duração igual ou superior a 1 ano. Com 30 dias de duração, elas deverão preferencialmente coincidir com as férias escolares do estagiário.

    Jornada
    A jornada de atividades será definida de comum acordo entre a instituição de ensino, a parte que oferece o estágio e o estudante. O projeto estabelece dois limites diferentes.

    Para os alunos da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, o estágio não poderá ultrapassar 4 horas diárias e 20 horas semanais. No caso do ensino superior, da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular, o limite máximo será de 6 horas diárias e 30 semanais. O estágio na mesma empresa ou instituição não poderá durar mais de dois anos.

    Pelo texto aprovado, o estágio poderá ser obrigatório (quando a sua carga horária for requisito para aprovação e obtenção de diploma); ou opcional, dependendo do projeto pedagógico do curso.

    Definição
    O estágio é definido pelo projeto como um ato educativo supervisionado, em ambiente de trabalho, com o objetivo de preparar para a profissão pessoas que estejam freqüentando o ensino regular.

    Poderão ser estagiários os universitários e os alunos de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental (na modalidade profissional da educação de jovens e adultos).

    Vínculo trabalhista
    Em qualquer situação, obrigatório ou opcional, o estágio não criará vínculo empregatício, desde que sejam observadas as regras previstas no termo de compromisso assinado entre o aluno, a empresa ou entidade que ofereça o estágio e o estabelecimento de ensino. Se as regras forem desobedecidas pela empresa, ficará caracterizado esse vínculo para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária.

    As atividades de extensão, de monitoria e de iniciação científica na educação superior só poderão ser equiparadas ao estágio em caso de previsão no projeto pedagógico do curso.

    Poderão oferecer estágios as empresas privadas e os órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional de qualquer dos poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.

    Também estarão aptos a receber estagiários os profissionais liberais de nível superior devidamente registrados em seus respectivos conselhos de fiscalização profissional.
    Reportagem – Eduardo Piovesan
    Edição – Paulo Cesar Santos

    13/8/2008 PLENÁRIO  (PLEN)
    Aprovada a Redação Final.
    13/8/2008 PLENÁRIO  (PLEN)
    A Matéria vai à Sanção. (PL 2.419-A/07)

    Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943; revoga as Leis nºs 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6º da Medida Provisória nº 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências.

    (Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara’)

    Agência Câmara
    Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
    Fax. (61) 3216.1856
    E-mail:agencia@camara.gov.br

    Nº 564/DES/08 (Eletrônico)                                                                        DATA: 04/08/2008

    Aos (Às): Alunos(as) dos Cursos de Graduação da UFSC
    Do: Departamento de Estágios da PREG

    Assunto: ESTÁGIOS: Informações e Procedimentos

    Prezado(a) Acadêmico(a);

    Dando as BOAS VINDAS AOS ACADÊMICOS DA UFSC, em especial aos CALOUROS DO SEGUNDO SEMESTRE DE 2008, o Departamento de Estágios (DES) da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PREG) informa:


    1.
    O QUE É ESTÁGIO:

    “Considera-se estágio curricular, as atividades de aprendizagem social, profissional e cultural, proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais da vida e trabalho de seu meio, sendo realizadas na comunidade em geral ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob responsabilidade e coordenação da Instituição de Ensino” (UFSC) – Art. 2º Dec. 87.497/82.

    2. TIPOS DE ESTÁGIOS:

    Os estágios classificam-se em obrigatórios e não-obrigatórios.

    O estágio curricular obrigatório constitui-se uma disciplina do currículo pleno do respectivo Curso. Já o estágio curricular não-obrigatório constitui-se em atividade complementar à formação acadêmico-profissional do aluno, realizado por livre escolha do mesmo, dentro de sua área de formação (Res. 09/CUn/98).

    3.DURAÇÃO:

    a)    Os estágios não-obrigatórios poderão ter no MÁXIMO 6 (seis) horas/dia ou 30 (trinta) horas semanais de atividades, salvo exceções previstas nos Regulamentos dos Cursos.

    b)    Os estágios obrigatórios poderão ter atividades em tempo integral, quando estas estiverem previstas nos regulamentos internos dos Cursos, não podendo ser inferior a um semestre letivo.

    4.REQUISITOS:

    a)    O estágio deverá compatibilizar-se com o horário de aula do estudante;

    b)    O aluno poderá fazer um estágio de cada vez, salvo exceções previstas no projeto pedagógico do Curso;

    c)    O aluno deverá obter informações com o Coordenador de Estágio do Curso, para saber qual a fase ou quantas horas-aula deverá ter cumprido como pré-requisito, ANTES DE INICIAR o estágio;

    d)    DEPOIS DE OBTIDA A VAGA DE ESTÁGIO o aluno deverá acessar o Sistema de Informações para Acompanhamento e Registro (SIARE) e registrar o pedido de estágio, atendendo as orientações indicadas no item (5) abaixo.

    e)     COMO ACESSAR O SIARE:  O SIARE é acessado via internet por meio do navegador Mozilla Firefox no endereço:
    http://despreg.inf.ufsc.br/siare-estudante


    5. PROCEDIMENTOS:

    a)    REGISTRO: O aluno acessa o SIARE e registra os dados do estágio (obrigatório ou não-obrigatório) pretendido. A INSERÇÃO DO ESTÁGIO NO SISTEMA É OBRIGATÓRIA aos alunos de todos os cursos de graduação e ensino médio;

    b)    AVALIAÇÃO: O Coordenador de Estágio analisa e avalia a solicitação, em conformidade com o projeto pedagógico do Curso e, não havendo problemas, autoriza a geração dos documentos (relacionados no item abaixo) que institucionalizam o estágio;

    c)    DOCUMENTOS: O estudante gera e imprime, em 3(três) vias, os documentos: Termo de Compromisso de Estágio (TCE) e Plano de Atividades do Estagio (PAE), colhe as assinaturas e entrega os documentos ao Coordenador de Estágios do Curso;

    d)    ACOMPANHAMENTO: O TCE e o PAE serão gerados pelo SIARE, depois de apreciado pelo Coordenador de Estágio. O aluno receberá uma informação para a impressão dos documentos e obter as assinaturas.

    e)    APRECIAÇÃO FINAL: O Coordenador de Estágios recebe os documentos impressos e assinados, registra-os no SIARE confirmando a entrega dos documentos. Retém uma da cópia do TCE e entrega 2(cópias) ao aluno, sendo uma destas, destinada ao concedente/ofertante e outra, para sua própria comprovação;

    f)    PRAZO PARA O ALUNO: O aluno dispõe de 10(dez) para registrar seu estágio no SIARE, contados a partir do início do estágio.

    g)    PRAZO PARA O COORDENADOR: O Coordenador de Estágio terá o prazo de 20(vinte) dias, contado a partir da data do registro no SIARE para: a) apreciação do pedido de estágio; b) oferecer críticas e sugestões ao PAE; c) aguardar as correções a serem feitos pelo aluno; d) verificar o rendimento acadêmico/escolar do aluno; d) analisar a compatibilidade dos estágios com os nº créditos; e) verificar o atendimento de outras exigências do Curso;  ou f) rejeitar pedido de estágio.

    h)    PERÍODO TOTAL de REGISTRO: O período total contado a partir do início do pedido do estágio até a apreciação no SIARE é de 30 (trinta) dias. Findo este prazo o aluno deverá fazer uma nova solicitação.

    6. INFORMAÇÕES SOBRE O EFERTANTE:

    a)    O SIARE disponibiliza as pessoas jurídicas conveniadas com a UFSC que possuem Termo de Convênio para realização de estágio. Basta informar o nº do CNPJ do concedente/ofertante de estágio.

    b)    Se o nome do concedente/ofertante da vaga de estágio não estiver indicado, entre em contato com o DES/PREG – estagiopreg@reitoria.ufsc.br. – Fone: 3721-9296.


    7. SAIBA MAIS:

    Outras informações sobre legislação, regulamento dos cursos e a organização e funcionamento dos estágios na/da UFSC poderão ser obtidos pelo site:
    http://www.reitoria.ufsc.br/estagio/

    ESTÁGIO É ENSINO! BOAS ATIVIDADES!

    Cordialmente,

    -- 
    Profª Maria de Lourdes Pereira Dias
    UFSC - PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO-PREG
    DIRETORA DO DEPARTAMENTO DE ESTÁGIOS-DES
    Prédio da Reitoria, 2º andar, Sala 05 - Caixa Postal, 467
    88.040.900 - Florianópolis (SC) - B R A S I L
    Fones: (0 xx48)-3721-9296
    Fax: (0xx48) 3721-9296
    E-mail: estagiopreg@reitoria.ufsc.br

    Fonte: http://www.telecursotec.org.br/

    Fabio Reynol

    Os contatos que podem mudar a sua vida
    Olhe bem para a sua agenda de contatos. Veja quantos nomes com as
    respectivas profissões, números de telefones e e-mails a compõem. Ela
    poderá dar a você uma grande oportunidade de negócios, uma recolocação
    de emprego, soluções mais rápidas para os seus problemas, fazendo toda
    a diferença para o sucesso de sua carreira! Quem prega isso é o
    palestrante norte-americano Thomas Reaoch, cuja voracidade em fazer
    novos contatos lhe rendeu o apelido de “Rei do Networking”.
    Reaoch tem uma agenda com mais de 3.500 contatos que cresce a taxa de
    cinco novos nomes a cada evento de que ele participa. Mas ele não se
    contenta apenas com a possibilidade de encontrar toda essa gente. “Você
    também precisa ser lembrado e encontrado”, aconselha o especialista.
    Para isso, ele sugere o uso de um instrumento barato, prático e que
    poucos brasileiros costumam ter: o cartão de visitas. “Sou obrigado a
    andar sempre com lápis e papel, porque o Brasil ainda não aprendeu a
    andar com o cartão no bolso,” provoca Reaoch.
    Apesar de o nome estrangeiro soar esquisito, networking significa
    construir e manter uma rede profissional de relacionamentos. A
    produtora de televisão Rosana Shimura costuma alimentar seu networking
    enquanto trabalha. “Tenho meus colegas de trabalho 100% on-line,” diz
    ela, “assim trocamos idéias, indagações, favores, opiniões… Sem
    perceber estamos sendo ajudados e prestando ajuda.” Rosana usufrui
    daquilo que o pesquisador Tom Rath chama de “O Poder da Amizade”,
    título de seu livro lançado há pouco mais de um ano no Brasil. Rath
    analisou um banco de dados da Gallup Organization, na qual ele atua
    como coordenador de pesquisas, e descobriu que a amizade aumenta a
    produtividade. Segundo ele, quem tem um amigo no trabalho é mais
    produtivo, criativo e engajado nos projetos da empresa do que os
    trabalhadores solitários.
    Rosana ainda reforça os seus laços de amizade longe do computador. Ela
    usa os happy hours (bate-papo em barzinhos logo após o expediente) para
    fazer novos contatos e aliviar o estresse do dia-a-dia. A produtora
    admite, assim, que o networking faz bem não só à carreira, mas também à
    saúde. Uma pesquisa australiana envolvendo 1500 pessoas verificou que a
    longevidade está ligada aos nossos relacionamentos sociais. Quanto mais
    atividade social, incluindo contato com filhos, parentes e amigos, mais
    velinhas vamos assoprar durante a vida.
    Thomas Reaoch passa sua vida não só fazendo networking, mas também
    tentando convencer outros profissionais de como essa rede é importante.
    Ele dá uma série de dicas práticas com as quais você pode mudar sua
    postura e turbinar sua carreira com a teia de relacionamentos. Para
    começar, abasteça periodicamente a sua agenda de contatos e tenha em
    mente uma das máximas do rei do networking: “pessoas valem ouro”, seja
    para alavancar a nossa vida profissional, seja para ter um ombro amigo
    nas horas difíceis.

    Dicas para criar sua teia de relacionamentos

    Dicas de Thomas Reaoch, diretor executivo da RC Invest Consultoria Empresarial, para construir o seu networking.

    Faça o seu cartão de visitas
    Esse investimento simples e barato
    será o propagador de sua imagem e a conexão que fará você ser
    encontrado. Estar desempregado não é desculpa para não ter um cartão.
    Mande fazer cartões com seu nome, sobrenome, profissão, e-mail e
    telefone para contato. Leve-os sempre com você, na carteira, e tenha à
    mão pelo menos dez. Se você for a um evento que terá cinqüenta
    participantes, não tenha dúvidas, leve cinqüenta cartões, mesmo que não
    consiga falar com todo mundo.

    Comece com quem está à sua volta
    Em uma pequena sala de aula há
    pessoas que, como você, trabalham, ocupam funções e têm uma vida social
    ativa. Elas conhecem outras pessoas e são informadas de oportunidades
    que podem interessar a você. Conheça o nome e o sobrenome de seus
    colegas, o que fazem e anote os seus respectivos contatos. Você poderá
    precisar deles no futuro, e eles de você.

    Diga sempre o seu objetivo
    Você é um administrador que quer
    trabalhar no ramo da hotelaria. Se você apenas distribuir cartões com
    seu nome e profissão, poucos se lembrarão de você ao saber de uma vaga
    num grande hotel, por exemplo. Mas se você divulgar também o seu
    objetivo será mais fácil atingi-lo.

    Cultive os seus grupos sociais
    Todo mundo participa de vários
    grupos sociais: a família, a turma do trabalho, o pessoal da escola, o
    grupinho da igreja, os amigos da academia e ainda os ex-colegas de
    segundo grau, da faculdade ou mesmo dos antigos empregos. Manter
    contato com eles ou mandar e-mails só para dizer que ainda está vivo e
    atuando em tal lugar é reforçar a sua rede de relacionamentos e
    fazê-los se lembrarem de você.

    Engaje-se em um projeto social
    Doar tempo e trabalho a uma causa
    social gera bons resultados na carreira. “Em muitas empresas, o
    trabalho voluntário já tem o mesmo peso da fluência em inglês na
    seleção de um candidato”, afirma Thomas Reaoch. Algumas corporações
    também atuam em projetos sociais, por isso participar deles acaba sendo
    uma vitrine para os voluntários. Não tem contra-indicações: você vai
    ajudar outras pessoas, vai aprimorar a sua imagem pessoal e ainda
    conhecer gente nova que também fará parte de seu networking.

    direitos reservados à Fundação Roberto Marinho.

    Optar por um curso é mais que escolher uma carreira: é esboçar um projeto de vida.

    · O sr. é bastante crítico aos testes vocacionais. Eles não são úteis para ajudar o jovem na escolha de sua profissão?

    Silvio Bock - Os testes pretendem mais que isso: em geral se pensa que através de perguntas e respostas pode-se chegar a definir a vocação de uma pessoa. Estou certo de que os testes são um instrumento incapaz de medir aquilo a que se propõem. Primeiro porque partem do pressuposto de que as profissões e as pessoas não mudam. Segundo porque pretendem que deve haver uma harmonia perfeita entre pessoas e profissão – e ambas são dinâmicas, mutáveis.

    · Mas escolher uma profissão não significa, antes de mais nada, descobrir a própria vocação?

    Silvio Bock -Também sou cauteloso quanto a essa história de vocação. Na verdade o conceito de vocação sempre foi utilizado como justificador e legitimador de desigualdades sociais: o negro como trabalhador braçal, mulher como refém da maternidade; isso no fundo é o mesmo que dizer que umas pessoas nascem para mandar e outras para a subserviência. É a tal da vocação genética, que vem a ser o determinismo biológico. Eu costumo dizer que quem tem vocação biológica são os animais. Isto é, uma abelha já nasce absolutamente determinada para se relacionar com o mundo de uma forma específica, e ela sempre o fará da mesma maneira desde que não aconteçam mudanças radicais na natureza. Já o ser humano não nasce com nenhuma determinação biológica nesse sentido, e portanto é livre para ser o que quiser.

    · O que significa, então, escolher um curso ou uma profissão?

    Silvio Bock -Antes de mais nada, escolher uma profissão é esboçar um projeto de vida. Não se trata apenas de se perguntar: faço Química ou faço Física? A pergunta mais apropriada é: que projeto de vida eu desejo para mim? Estabelecer e fixar esse projeto é mais que uma escolha, pois implica principalmente renunciar a várias outras escolhas possíveis. Uma pessoa pode amar várias profissões em perspectiva e ter de escolher uma. Será preciso decidir e essa decisão é um ato de coragem que significará perda. Às vezes é máis difícil admitir as perdas da renúncia que assumir o ganho da escolha em si.

    · Que fatores devem pesar na hora da escolha?

    Silvio Bock -Em primeiro lugar, ninguém deve esperar que a escolha se manifeste de uma forma mágica, como uma iluminação que vem do céu. Encarar a escolha significa, antes de mais nada, encarar o conflito que se trava dentro de nós. É uma coisa às vezes dolorosa, cansativa e angustiante, mas que deve ser enfrentada. O jovem deve buscar informações, colocar o seu conflito para fora. Enfim, sistematizar o que está buscando. Há maneiras de se informar sobre as profissões existentes, de saber o que pensam os profissionais de cada área e, principalmente, o que pensa o próprio interessado a respeito. Ele se deve colocar a questão do prazer e da realização pessoal, do mercado e da contribuição social. e não deve sentir vergonha de ter dúvidas. É um engodo a concepção de que se deve ter em mente desde pequeno o que se vai ser quando crescer. No fundo, por ter todos os caminhos ainda abertos à sua frente, o indeciso tem todas as possibilidades de fazer uma boa escolha.

    · Nesse processo de escolha, ouvir as outras pessoas é uma boa?

    Silvio Bock -Naturalmente. Claro que se alguém disser “você deve”, desconfie. E salutar conversar com os pais, com os mestres e com as pessoas mais experientes que trabalham em ocupações distintas. Acho mesmo que as escolas deveriam fazer um trabalho sério de orientação profissional, especialmente na de segundo grau, mas vejo que a maioria delas continua omissa quanto a isso. Certamente os jovens podem chegar a escolhas adequadas sem o trabalho de um orientador, mas com a sua ajuda eles organizariam melhor sua reflexão.

    · Até que ponto a interferência dos pais na escolha profissional dos filhos é benéfica?

    Silvio Bock -No próprio processo de vida do jovem os pais interferem desde o começo. Isso é inevitável. No passado o pai mapeava o espectro social e distribuía papéis ocupacionais para os filhos: você var ser advogado, você médico, você engenheiro ou bispo. Hoje a diferença é que os pais já não interferem autoritariamente. O problema é às vezes o inverso: por excesso de liberalismo, muitos pais acabam se omitindo. Por isso é importante que o jovem tome a iniciativa de falar a respeito com os pais, dialogar com eles conscientemente. Deve-se conhecer as expectativas deles a seu respeito, por que não? O diálogo traz sempre um ganho interessante. Agora, a decisão final tem de ser sua. É frequente ouvir hoje em dia: “Eu não quero decepcionar meus pais, por isso vou fazer tal curso”. É um discurso oposto ao dos ano 60 e 70, quando o costume era dizer: “Meus pais que se danem, não tenho culpa de ter sido posto no mundo”. Ambas as posições são extremadas e é possível que a razão esteja no meio.

    · A maioria dos jovens geralmente tem dúvidas entre cursos de áreas afins (por exemplo: Física ou Engenharia Elétrica), mas há quem hesite entre cursos muito diferentes (Química ou Letras). Isso é absurdo?

    Silvio Bock -De modo algum. As profissões são antagônicas apenas na aparência. A lógica da conveniência diz: você está absolutamente confuso, meu caro. Mas a realidade responde: isso é absolutamente possível. Por que é que a escolha deve ser somente entre sorvete de morango e sorvete de abacaxi? Pode ser que você queira escolher entre sorvete e hambúguer! Muitas pessoas são realmente capazes de demonstrar aptidões para atividades as mais distintas. É ainda uma questão de escolher.

    · Na hora da escolha, o jovem deve apostar na carreira que mais se aproxima das matérias em que ele se destaca?

    Silvio Bock -Pode ser útil como um primeiro indicador, mas não é um critério absoluto. O fato de não se ir bem numa disciplina não significa que se deva evitá-la a todo custo. Na verdade a correlação entre matéria escolar e profissão tem menos a ver do que geralmente se pensa. Gostar tem a ver é com a experiência concreta. Odeia-se hoje História e amanhã um determinado professor poderá torná-la um matéria fascinante. As pessoas simplesmente têm potencialidades insuspeitadas.

    · O potencial econômico da uma profissão deve pesar na balança no momento da escolha?

    Silvio Bock -As pessoas costumam colocar a questão desta forma: eu quero uma profissão que me satisfaça intimamente ou que me realize financeiramente? A colocação é falsa porque pressupõe que o que satisfaz não realiza. De um modo geral a idéia de priorizar o mercado merece lá as suas reservas. Primeiro porque a profissão pode vir a não “realizar” o profissonal na medida em que ele passa a se sentir descontente com aquilo que não o “satisfaz”. E segundo porque o mercado é dinâmico e as situações se modificam com o tempo: profissões promissoras podem não o ser amanhã e vice-versa. Avaliar conscientemente o mercado é válido e pode ser importante como um elemento a mais na escolha profissional, mas não é o único e nem o primeiro.

    · Que fazer em relação às carreiras que se foi obrigado a descartar?

    Silvio Bock -As profissões descartadas, por serem as mais próximas da escolha principal, devem ser colocadas como segundo e terceira opções. Acontece que, de um modo geral, o problema para a maioria dos vestibulandos não é propriamente escolher a profissão, mas passar no vestibular. Passando, seja lá no que for, eles se sentem compensados. Penso que, nesse aspecto, o jovem não deve fazer concessões. Por exemplo, em hipótese alguma ele deve escolher um curso menos concorrido apenas porque as chances de entrar são maiores. Nem tampouco buscar o mais concorrido por imaginar que assim ele estará valorizando a sua escolha. Nada disso. A escolha deve ser consciente, mas também sensata.

    UNICAMP 93 (REVISTA DO VESTIBULANDO)

    Fonte: http://www.estudantes.com.br/vocacional/entrevista.asp

    Falta de mão-de-obra ameaça crescimento do Brasil.

    da BBC Brasil

    Uma reportagem publicada nesta quarta-feira pelo jornal americano “The New York Times” (“NYT”) afirma que a falta de mão-de-obra qualificada “ameaça” as metas de crescimento econômico do Brasil.
    Sob o título “Procuram-se trabalhadores qualificados para uma economia em crescimento no Brasil”, o texto diz ainda que isto poderia afetar “a ascensão política e econômica” do país no cenário internacional.
    “Após anos de expansão e contração, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está projetando um período de crescimento sustentado, com o PIB (Produto Interno Bruto) crescendo 5% ao ano de agora até 2010, e cerca de 3% a 4% ao ano na década seguinte”, lembra o jornal.
    “Mas muitas empresas e economistas, incluindo alguns do governo, dizem que a escassez de mão-de-obra altamente qualificada, particularmente engenheiros e técnicos profissionais, ameaçará estas metas, assim como a ascensão política e econômica do Brasil.”
    A reportagem afirma que a falta de mão-de-obra se espalha “por diversos setores da indústria”.
    “A falta de engenheiros civis e de construção ameaça projetos de infra-estrutura; áreas como bancos, fabricação de aviões, petroquímica e metalurgia estão todas competindo pelos melhores graduados; na indústria de petróleo e gás, que experimenta um boom, as empresas estão recorrendo a mão-de-obra estrangeira porque não há brasileiros qualificados suficientes para o trabalho.”
    O artigo cita um estudo da CNI (Confederação Nacional da Indústria), segundo o qual mais da metade de 1.715 empresas pesquisadas em setembro não conseguia contratar os trabalhadores qualificados de que necessitava.
    As soluções de curto prazo têm sido dadas pelas próprias empresas –gigantes como Vale, Petrobras, Ultrapar e Embraer mantêm programas internos de treinamento, diz o “NYT”. Mas no longo prazo “o prognóstico é mais problemático”.
    “O sistema educacional do Brasil está em desarranjo. Nos testes de desempenho acadêmico realizados a cada três anos pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) com jovens de 15 anos de 57 países, os estudantes brasileiros ficaram na quarta pior colocação em ciências e na terceira pior em matemática”, afirma a reportagem.
    Enquanto as grandes corporações têm recursos para contratar ou treinar os melhores profissionais, empresas médias “não têm a mesma sorte”.

    Florianópolis, Brusque, Rio do Sul, Jaraguá e Indaial são as cidades de SC com os melhores índices de empregabilidade.

    Por Marina Andrade para o Noticenter

    Florianópolis, Brusque, Rio do Sul, Jaraguá do Sul e Indaial são as cinco cidades com a melhor relação habitante/emprego. É o que mostra um levantamento exclusivo realizado pelo Noticenter a partir de dados sobre empregos formais divulgados pelo Governo do Estado. Juntos, os cinco municípios concentram mais de 22% de todas as vagas existentes em Santa Catarina. Na seqüência aparecem os municípios de Itajaí, São Bento do Sul, Blumenau, Videira e Concórdia. Já entre os setores, a indústria segue como líder em número de empregados, com 33%, seguida pelo segmento de serviços, 27%, e comércio, com 19% das vagas de trabalho catarinenses.
    O ranking dos dez municípios com a melhor relação entre população e emprego, com seus respectivos índices, é a seguinte: Florianópolis (1,9), Brusque (2,4), Rio do Sul (2,5), Jaraguá do Sul (2,6), Indaial (2,9), Itajaí (2,9), São Bento do Sul (2,9), Blumenau (2,9), Videira (3,0) e Concórdia (3,1).

    A Capital aparece como campeã em empregos em Santa Catarina, com mais de 208 mil postos de trabalho. Proporcionalmente, há uma vaga para cada 1,91 habitante. Quem impulsiona a colocação de Florianópolis no topo da lista é a máquina da Administração Pública, empregando quase 85 mil pessoas, 41% dos trabalhadores da cidade. Mas quem não trabalha para o governo também tem chances. O setor de serviços é responsável por 38% das oportunidades, seguido pelo comércio, com 13% das vagas.
    A segunda colocada, Brusque, apresenta um emprego para cada 2,5 moradores. De 2003 para 2005, o número de vagas existentes na cidade cresceu 14%. A indústria continua como a grande potência, empregando quase 59% dos brusquenses. Já o Comércio e o setor de serviços apresentam índices similares, com 17% e 17,5%.


    Logo em seguida está Rio do Sul, que oferece uma vaga por 2,6 habitantes, empatando tecnicamente com Jaraguá do Sul. O que difere as cidades são as áreas de atuação com mais oportunidades. Enquanto em Rio do Sul o setor de serviços supera a indústria, com 36% das vagas, em Jaraguá a situação é oposta, o segmento industrial dispara com 59% dos empregados.
    A quinta colocada é Indaial. Na cidade movida principalmente pela indústria, que emprega 58,5% dos trabalhadores, uma vaga de emprego é disputada por 2,92 habitantes.
    Itajaí, São Bento do Sul, Blumenau e Videira também apresentam índices menores do que uma vaga para cada três moradores. Com exceção de Itajaí, onde o setor que mais emprega é o de serviços, a indústria é a campeã em oferecer postos de trabalho.
    A média estadual, de um emprego para cada 3,95 habitantes, é batida em outros dez dos 30 maiores municípios catarinenses. São eles: Concórdia, Rio Negrinho, Tubarão, São José, Caçador, Gaspar, Balneário Camboriú, Joinville, Chapecó e Xanxerê.
    A pesquisa revela que 71,5% do total de vagas estão concentradas nas 30 maiores cidades catarinenses, ou seja, 1.063.002 de 1.486.969 empregados. Os outros 263 municípios catarinenses somam apenas 423.967 vagas, 28,5% do total.

    EMPREGADOS POR SEGMENTO

    A indústria aparece como setor que mais emprega no Estado. Mais de 33% dos catarinenses trabalhavam na área em 2005, o que significa um aumento de 3% em relação ao ano anterior.
    Em segundo lugar está o segmento de serviços, com 27% dos postos de emprego, seguido pelo comércio, com 19%. Na quarta colocação está a administração pública, que emprega 13,2% da população catarinense. Os setores de extração mineral, construção civil, agropecuária e serviços industriais de utilidade pública respondem por 7,75% dos empregados.

    COMPARATIVOS

    Mesmo ganhando o título de setor que mais emprega, a indústria perdeu no que se refere ao crescimento no número de oportunidades. A grande campeã é a construção civil, que em apenas um ano, aumentou o número de empregados em 12%.
    O segmento vice em crescimento de número de vagas é o comércio, com 9%, seguido por serviços, 7,3%, e extrativa eineral, 4%. O menor acréscimo ficou por conta do setor agropecuário, 0,5%.

    CURIOSIDADES

    · Os empregos ligados à extração mineral estão concentrados em dez municípios. Forquilhinha, Treviso, Lauro Muller, Siderópolis, Criciúma, Içara, Itajaí, Araquari, Botuverá e Jaguaruna, representando 66,5% das vagas relacionas a esta área.
    · Quase 68% dos empregos de serviços industriais de utilidade pública estão distribuídos por 15 cidades catarinenses. O setor inclui prestadoras como fornecedoras de água, gás, energia elétrica e transporte. Florianópolis oferece quase quatro vezes mais empregos no setor do que a segunda colocada, Blumenau.
    · A construção civil é responsável por 7,5% dos empregados de Balneário Camboriú, mais do que o dobro da média de Santa Catarina, 3,3%.
    · Florianópolis possui 14 vezes mais empregados em Administração Pública do que Blumenau, a segunda colocada no ranking com quase 6 mil funcionários.
    · Aproximadamente 57% dos empregados agrícolas estão divididos em 11 municípios. Fraiburgo é o primeiro da lista, com mais de 3,5 mil trabalhadores.
    · Florianópolis, Joinville, Blumenau, São José e Itajaí somam 37% (549.983) do total de empregados do Estado.

    MENORES MUNICÍPIOS

    A informalidade e o difícil acesso à informação podem ocasionar resultados curiosos, principalmente entre as cidades pequenas.
    · Guatambú, um município localizado no Oeste catarinense com 4,7 mil moradores, é a cidade com melhor relação emprego por habitante do Estado, com uma média de 1,36.
    · Já o município de Irati, também no Oeste, segundo a pesquisa, aparece com 31 empregados entre seus mais de 2 mil moradores. A cidade fica como última colocada, com um emprego para cada 65 moradores.

    Matéria publicada em 28/11/2007

    Como já publicamos diversas vezes, quase 40% das vagas não chegam nem a serem anunciadas pelas empresas, isto porque as empresas procuram por indicações, e que na maioria dos casos, encontram excelentes profissionais para os seus quadros.

    Instruções:
    Coloque 400 tijolos em um quarto fechado, coloque os novos candidatos e feche a porta.

    Deixe-os sozinhos por seis horas e analise a situação:

    1 – Se eles estiverem contando os tijolos, contrate-os para a Contabilidade.
    2-  Se eles estiverem recontando os tijolos, contrate-os para a Auditoria.
    3 – Se eles tiverem bagunçado tudo e espalhado os tijolos, coloque-os na Engenharia.
    4 – Se eles tiverem arrumado os tijolos de maneira bem estranha, coloque-os no Planejamento.
    5 – Se eles  estiverem jogando tijolos uns nos outros, coloque-os em Operações.
    6 – Se eles estiverem dormindo, coloque-os na Segurança.
    7 – Se eles estiverem quebrando os tijolos em pedacinhos, coloque-os na Tecnologia da Informação.
    8 – Se eles estiverem sentados sem fazer nada, coloque-os em Recursos Humanos.
    9 – Se eles disserem que já tentaram várias combinações e estão ainda tentando outras mais,  e nenhum dos tijolos tiver saído do lugar, coloque-os em Vendas.
    10- Se eles já tiverem saído, coloque-os em qualquer Secretaria de qualquer departamento.
    11- Se eles estiverem olhando para a janela, coloque-os no Planejamento Estratégico.
    12- Se eles estiverem conversando entre si, e nenhum dos tijolos tiver saído do lugar, dê-lhes um bônus e coloque-os na Diretoria.
    13- Se eles tiverem criado um muro de tal forma que não possam ser vistos ou ouvidos, então coloque-os no Congresso.
    14- E se ao abrir a porta eles disserem que não sabiam de nada, coloque-os diretamente no Gabinete da Presidência da República.

    Pesquisa do Sebrae ‘Taxa de Sobrevivência e Mortalidade das Micro e Pequenas Empresas’ mostra que os empreendedores têm buscado cada vez mais conhecimento e informação para tocar os negócios

    Regina Xeyla

    Vinícius FonsecaVincius Fonseca

    Dados analisaram 14.181 empresas

    Brasília – As micro e pequenas empresas brasileiras estão sobrevivendo mais. Segundo a mais nova pesquisa do Sebrae sobre o tema, 78% dos empreendimentos abertos no período de 2003 a 2005 permaneceram no mercado. O resultado é considerado extremamente positivo, quando comparado com o obtido em pesquisa anterior, em que esse índice foi de 50,6%, para empresas abertas entre 2000 e 2002.

    Os dados fazem parte do estudo ‘Taxa de Sobrevivência e Mortalidade das Micro e Pequenas Empresas’, encomendado pelo Sebrae a Vox Populi e divulgado nesta segunda-feira (20) em Brasília. O levantamento faz uma análise de vários aspectos em 14.181 empresas ativas e extintas de todas as regiões do País nos anos de 2003 a 2005.

    As empresas analisadas na pesquisa são dos setores de Comércio, Indústria e Serviços. No ano de 2005, 50,5% das empresas ativas e 49,5% das empresas extintas estavam inseridas no setor do Comércio. Já no setor de Serviços, eram 37,2% ativas e 38% extintas. E, na Indústria, 12,3% e 12,6%, respectivamente ativas e extintas.

    Em 15 unidades da Federação, o índice de sobrevivência das empresas ficou acima da média nacional, como no Espírito Santo, que lidera o ranking com 85,8%; seguido de Minas Gerais, 85,7%; Sergipe, 85,3%; Piauí, 84%; Rio Grande do Norte, 83,5%; São Paulo 82,9%; Pará, 82,5%; Bahia, 82,4%; Distrito Federal, 81,5%; Alagoas, 81,3%; Rio de Janeiro, 81,3%; Paraíba, 80,8%; Rondônia, 79,7%; Goiás, 78,7%; Mato Grosso do Sul, 78,7%; e o Ceará, que possui a mesma média nacional, com 78%.

    A pesquisa também aponta os estados com índices abaixo da média. A maioria fica nas regiões Norte e Sul. O Maranhão ficou com taxa de 77,6%; Rio Grande do Sul, 77,5%; Pernambuco, 77,3%; Santa Catarina, 75,9%; Amazonas, 75,8%; Paraná, 74,8%; Mato Grosso, 74,5%; Tocantins, 71,7%; Amapá, 62,2%; Acre, 60,3%; e Roraima 49,3%.

    O presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, explica que a pesquisa traça o perfil do empreendedor de pequeno negócio. “Ele tem boa escolaridade, busca o conhecimento e a informação para tocar bem sua empresa e insiste em empreender, apesar dos percalços que enfrenta. Um outro dado positivo do levantamento é o de que a pequena empresa tem evoluído na contratação com carteira de trabalho assinada, confirmando a força empregadora dos negócios de pequeno porte”, ressalta Okamotto.

    Segundo a nova pesquisa, no período de 2003 a 2005, houve um aumento crescente no número de empregados com carteira assinada entre as empresas ativas. Em 2003 e 2004, esse número se manteve estável, com 64%. Já em 2005, o número de brasileiros com carteira assinada saltou para 85%.

    Para o diretor-técnico do Sebrae Nacional, Luiz Carlos Barboza, essa melhora significativa na taxa de sobrevivência das empresas é atribuída a dois fatores: a elevação do nível educacional dos empreendedores e o aumento na busca por mais informações para a abertura e gestão dos negócios. “Empreendedores mais bem capacitados e informados em um ambiente econômico favorável é a receita adequada para a maior sobrevivência das empresas”, justificou.

    Fatores condicionantes

    Ao fazer um comparativo entre a nova pesquisa (2003/2005) e a pesquisa anterior, é possível constatar que houve uma crescente melhora em diferentes aspectos principalmente nos que se referem ao comportamento e à atuação dos empresários. Esses aspectos são considerados determinantes no aumento expressivo da taxa de sobrevivência.

    Por exemplo, na pesquisa recente foi constatada uma elevação no grau de escolaridade dos proprietários das empresas ativas. Nesse período, se comparado com o da pesquisa anterior, de 2000/2002, diminuiu o número de empresários com até a 4ª série do ensino fundamental – 2% na pesquisa atual e 3% na pesquisa anterior. Houve também um aumento de empresários com 8ª série incompleta, 8% contra os 7% constatados na pesquisa anterior.

    Os empresários com curso superior incompleto correspondiam ao percentual de 46% na pesquisa anterior; na atual representam 49%. Os empresários com superior completo passaram de 29%, na pesquisa anterior, para 30%, na atual.

    Metodologia

    A pesquisa teve por objetivo avaliar a taxa e os fatores que contribuiram para a sobrevivência das micro e pequenas empresas brasileiras formalmente constituídas e registradas nos anos de 2003, 2004 e 2005. Para rastrear essas empresas, foram consultadas as bases de dados cadastrais de várias fontes, como a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), Cadastro Central de Empresas do IBGE (Cempre), Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC), Secretaria da Receita Federal, Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e Juntas Comerciais estaduais.

    Para a composição da pesquisa, foram ouvidos 14.181 empresários, proprietários de empresas formais ativas e extintas de todo o País. As empresas extintas são aquelas que têm suas atividades paralisadas, não necessariamente fechadas legalmente. A margem de erro da pesquisa varia de 2,84% a 1,07%, para a análise das empresas ativas, e de 3,65% a 2,18%, para os dados das empresas extintas.

    Na amostragem foram analisadas empresas com até dois anos de existência para as que foram constituídas em 2005; com até três anos de existência para as constituídas em 2004; e com até quatro anos para as nascidas em 2003.

    Para o período de 2003 e 2004, a pesquisa traz levantamentos por região e nacional. Já em 2005, com uma análise mais ampla, apresenta dados nacionais, regionais e estaduais.

    Serviço:
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    Uma instituição de caridade nunca tinha recebido uma doação de um dos advogados mais ricos da cidade, um judeu.
    O diretor da instituição decidiu ele mesmo ir falar com o advogado.

    - Nossos registros mostram que o senhor ganha mais de R$ 3.000.000,00 por ano e mesmo assim nunca fez uma pequena doação para nossa caridade. O senhor gostaria de contribuir agora?

    O advogado respondeu:

    - A sua pesquisa apurou que minha mãe está muito doente e que as contas médicas são muito superiores à renda anual da aposentadoria dela?

    - Ah, não – murmurou o diretor.

    - Ou que meu irmão mais novo é cego e desempregado? Continuou o advogado.

    O diretor nem se atreveu a abrir a boca.

    - Ou que o marido da minha irmã morreu num acidente e a deixou sem um tostão e com cinco filhos menores para criar, sendo que um deles tem Down? Falou o advogado judeu já com ar de indignação.

    O diretor já se sentindo humilhado disse:

    - Eu não tinha a menor idéia de tudo isso…

    - E a sua pesquisa apurou que meu pai é diabético, cardiopata e que está na cadeira de rodas há mais de dez anos?

    - Não senhor …

    - E foi, por acaso, verificado que eu tenho dois sobrinhos surdos-mudos? Perguntou o judeu.

    Silêncio do diretor.

    - Além de tudo isso – disse o advogado – vocês já sabem que meu irmão mais velho pediu falência e perdeu todos os seus bens?

    - Não, absolutamente não, senhor! Respondeu o diretor totalmente envergonhado com o papelão que fazia.

    - Pois então, disse o advogado, SE EU NÃO DOU UM TOSTÃO PARA ELES, POR QUE EU IRIA DAR PARA VOCÊS?

    Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:

    Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu,  somente algumas nuvens aqui e ali. Aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:

    - Será que vai chover hoje?

    - Se você responder “com certeza “… a sua área é Vendas:
    - o pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.

    - Se a resposta for “sei lá, estou pensando em outra coisa”… então a sua aérea é  Marketing:
    - o pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.

    - Se você responder “sim, há uma boa probabilidade”… você é da área de  Engenharia:
    - o pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.

    - Se a resposta for “depende”… você nasceu para Recursos  Humanos:
    - uma área em que  qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.

    - Se você responder “ah, a meteorologia diz que não“… você é da área de  Contabilidade:
    - o pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no que nos próprios olhos.

    - Se a resposta for “sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um  guarda-chuvas”:
    - então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.

    Agora, se você responder “não sei”… há uma boa chance que você tenha uma  carreira de sucesso e acabe chegando a diretoria da empresa.


    De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder “não sei” quando não sabe. Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.

    “Não sei” é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão. Parece simples, mas responder “não sei” é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida  corporativa. Por quê?

    Eu sinceramente “não sei”.

    (por Antonio Ermírio de Moraes – Revista Exame)

    Às vezes, para construir nosso futuro, é necessário rever nosso passado.


    UM COMEÇO DE CONVERSA

    Como alguém pode se transformar num profissional bem sucedido? Esta é uma pergunta para a qual não se pode fornecer uma resposta definitiva. Ninguém possui a fórmula do sucesso. E vários são os motivos. O mais evidente é que ele não depende exclusivamente do fato de querermos ter sucesso ou das nossas ações nesta direção; existem variáveis intervenientes sob as quais não possuímos nenhum controle. Mas se não podemos garantir o sucesso, sabemos com algum grau de certeza, o que produz o fracasso. Então, não é exagero pensar que se conseguirmos nos afastar deste caminho, se pudermos evitar as formas de pensar e agir que induzem ao insucesso, teremos boas possibilidades de engrossar o time dos bem sucedidos profissionalmente. Antes de iniciar este pequeno estudo, é conveniente que procuremos o significado que a palavra “sucesso” pode ter para cada um de nós. Por exemplo, para alguns representa a possibilidade de movimentar-se no palco da vida sob os aplausos permanentes da multidão; para outros, é contar com o reconhecimento dos seus pares; para outros ainda é apenas sentir-se útil e produtivo. Mas também é bom não esquecer que seja qual for o significado que “sucesso” possa ter para nós, devemos compreender que, em nossa sociedade, embora ele seja parte importante da construção de nossa identidade, não deveria ser o único objetivo em nossas vidas. É muito provável que nosso viver se transforme em algo muito penoso se fizermos
    do sucesso profissional a única razão de nossa existência – mesmo que o alcancemos. Vamos então apresentar algumas formas de pensar e agir que podem nos levar ao fracasso ou, pelo menos, dificultar o atingimento do
    sucesso profissional.

    SOB A ÉGIDE DA JUSTIÇA

    Algumas pessoas acreditam que, se um indivíduo é honesto, bom filho, dedicado, educado, trabalhador, etc, cedo ou tarde, por uma questão de justiça, acabará por ser reconhecido e beneficiado em função de suas boas qualidades. Desta forma de encarar a vida geralmente fazem parte afirmações do tipo: “A verdade sempre aparece”, “A justiça tarda mas não falha”, “O criminoso sempre volta ao local do crime” (e será descoberto e, subentende-se, certamente punido). Esta “filosofia, pelo menos indiretamente, está associada à teoria da verdade evidente, isto é, à crença exageradamente otimista de que a verdade, o bem, a justiça sempre serão revelados e se imporão naturalmente. Essas pessoas geralmente acreditam que o mundo e nossas vidas são regidos por leis
    justas que a todos atingirá – mesmo que não seja nesta vida. A Justiça pode tardar, mas não pode falhar.
    Pessoas deste tipo costumam esperar “que os outros reconheçam sua competência”, mas pouco fazem para mostrá-la.

    O PRIMADO DA SORTE

    Uma variante do ponto de vista anterior é o daquelas pessoas que acreditam na sorte…Mas não na sorte como é definida pelos dicionários: algo casual, fortuito, aleatório. Mas um tipo de sorte que faz, por exemplo, com que algumas pessoas ganhem sempre a melhor parte, enquanto outras, fiquem com a pior ou sem nenhuma (1). Cada um já nasce com sorte ou sem sorte. E nada se pode fazer num caso ou noutro. Se nascemos com sorte, vamos desfrutar; se nascemos sem sorte, o melhor é rezar. Rezar, resignar e esperar.

    O DESTINO IMPERATIVO

    De um modo geral, estas pessoas também acreditam no destino. Nada aconteceria se o acontecimento já não estivesse pré-determinado. A pequena folha flutuando no espaço, não se desloca ao léu; alguém ou alguma coisa determinou sua queda e seu rumo. Existe uma causalidade imperativa que pode sempre ser descoberta.
    Quando uma pessoa alcança algum sucesso, costumam dizer que ela “tem uma boa estrela”; quando fracassa: “que nada se pode fazer, é o destino”, “é a vontade de Deus” ou que “Ele escreve certo por linhas tortas”. As pessoas que pensam assim, não só negam sua competência para o sucesso como sua responsabilidade pelo fracasso. Além disso transferem para Deus, a responsabilidade pela condução de suas vidas. Mas é muito provável que Deus não leve muito a sério esta história de destino – se o fizesse, não concordaria com o livre-arbítrio. As Igrejas que o representam neste lado do Universo, estimulam a responsabilidade do crente na escolha do seu caminho. A Igreja Católica, há algum tempo, divulgou pela mídia, uma mensagem que era mais ou menos assim: “Deus ajuda, mas só ajuda. Você tem que arregaçar as mangas e trabalhar”.

    A SOLUÇÃO MÁGICA

    Existem também, dentro desta mesma forma de interpretar os eventos da vida, as pessoas que se encantam com as histórias daqueles grandes vultos – principalmente do mundo artístico – que casualmente, fruto de um encontro inesperado, ficaram face-a-face com o sucesso e se tornaram estrelas de primeira grandeza no mundo dos seres bem sucedidos. Aquela artista que nem sabia que era artista, que nada conhecia sobre artes cênicas, que nem gostava de teatro, num certo dia casualmente tem um encontro e descobre toda a sua real vocação. E então, como que por milagre, da noite para o dia é colocada sob as luzes da ribalta e vive seu fulgurante sucesso. Estas crenças subentendem, além de uma monumental sorte, uma competência inata, latente e pronta para despertar
    tão logo surja a oportunidade. Pessoas que acreditam em tais histórias, tendem a tomar a exceção como regra e a destacar apenas o sucesso do personagem, sem levar em conta todo o caminho que teve que trilhar para chegar ao topo. Não percebem que este caminho é difícil e exige persistência, vontade de vencer e alta resistência à frustração. Queriam ter a sorte da grande pianista internacional que nasceu com a vocação musical. Regra geral esquecem que esta mesma pianista que nasceu vocacionada para a música, só alcançou o sucesso porque estudou com seriedade, aproveitou todas as oportunidades que surgiram e trabalhou duramente em seu piano, corrigindo erros e aprimorando qualidades.

    OS “NATURALISTAS”

    Existem também aqueles que acreditam que todos têm que ser naturais. Como alguém pode ser natural por obrigação? Isto não importa. O que interessa é que todos devemos ser completamente naturais. As coisas devem acontecer por si mesmas. Neste sentido, planejar sua vida profissional – como é a proposta deste trabalho – seria, no mínimo, obsceno. Planejamento é primo direto de um outro palavrão: racionalização (2). Para os “naturalistas”, racionalização é, basicamente uma força que impede a manifestação da verdadeira natureza humana. Seu lema pode ser assim resumido “Seja natural. Viva seus impulsos com espontaneidade. Não permita que a razão o (a) impeça de viver a verdadeira vida. Não planeja nada. Deixe a vida fluir”. Essas pessoas não podem compreender (porque talvez “sofram” de algo semelhante ao que Galbraith chama de crenças convenientes) que o uso da razão se, por um lado, pode bloquear o fluir de certos impulsos naturais, é por outro, um recurso conveniente e eminentemente humano que tem, entre outras, a função de criar condições para que as emoções se manifestem em sua plenitude.

    A COMPETÊNCIA

    Para outros, a condição necessária e suficiente para que alguém alcance sucesso profissional, é, acima de qualquer outra, a competência. Embora este atributo seja um dos requisitos fundamentais para aqueles que pretendem ser bem sucedidos em suas profissões, a experiência tem demonstrado que, mesmo sendo a competência condição necessária, não é suficiente. São muitos os elementos definidores do
    sucesso. Conhecemos alguns: conhecimento geral e especial, senso de oportunidade, decisão, persistência, planejamento, aprimoramento nas relações interpessoais e se tivermos sorte, um pouco de sorte.
    Todas estas características têm pouca utilidade se o indivíduo não souber usa-las com adequação. Um plano bem feito e bem executado é uma ajuda inestimável para o sucesso. Sem um bom plano é mais provável que o candidato dê muitas voltas desnecessárias e perca muito tempo até descobrir que, na melhor das hipóteses, apenas marcou passo.

    O PLANEJAMENTO

    Este planejamento é uma compilação de outros já existentes e foi adaptado para o profissional do campo da Psicologia. Embora nada de novo apresente, pode se constituir num conveniente instrumento de ajuda para os que querem ter sucesso profissional por esforço próprio. O PIC é um plano que visa o estabelecimento dos passos a serem dados para alcançar um objetivo profissional previamente determinado. Um planejamento de carreira compõem-se, basicamente, de duas partes: (1) o estabelecimento do objetivo(s) – claramente definido(s) – a ser(em) alcançado(s) e (2) as operações que devem ser realizadas para que a meta seja atingida. Antes de iniciar seu plano, é importante que você tenha um bom conhecimento sobre você mesmo e sobre as características do seu campo profissional. As questões abaixo podem ajudá-lo:

    1) Que motivos levaram você a escolher a psicologia como sua futura profissão? Observação: Por favor, não responda: “Meu desejo de ajudar aos outros”. Ninguém escolhe uma profissão, seja ela qual for, por qualquer motivo que não esteja voltado para sua própria sobrevivência e/ou satisfação. Escolhemos uma profissão porque gostamos de fazer o que ela oferece; porque com ela poderemos ganhar mais dinheiro; para aumentar ou criar nosso status social, etc. Se você respondesse: “Sinto-me bem quando ajudo aos outros” ou “A psicologia vai me permitir ajudar aos outros e isto me fará sentir uma pessoa importante”, provavelmente estaria sendo mais coerente e “verdadeiro” com relação a você mesmo.

    2) Após formado (a) qual a especialização que você pretende desenvolver? Porque?

    3) Após formado (a), que objetivo ou objetivos você pretende alcançar? Indique, aproximadamente, dentro de quanto tempo?

    4) Você acredita que já possui as condições necessárias?

    5) Se ainda não as possui, acredita que possui meios para desenvolvê-las?

    6) Para atingir seus objetivos, que dificuldades você acredita que poderá encontrar? Neste caso, o que poderá fazer para superá-las? Após responder a estas questões, você provavelmente estará apto para iniciar seu Plano. Seguem-se algumas recomendações que poderão ajudá-lo nesta tarefa:

    a) Estabeleça seu(s) objetivo(s) e o(s) prazo(s) que supõe necessitar para atingi-lo(s). Por exemplo: “Dentro de cinco anos quero estar dirigindo Setor de Relações Humanas da empresa X”. ou “Dentro de
    três anos quero estar realizando meu mestrado em psicologia clínica”.

    b) Esteja certo(a) de que o prazo que você estabeleceu é adequado: nem muito longo nem muito curto.

    c) Certifique-se de que, estando devidamente preparado(a), você poderá ocupar a função desejada, isto é, certifique-se de que não existirão barreiras extra-profissionais que possam tornar impossível ou
    muito difícil atingir sua meta. Por exemplo, você terá que avaliar o esforço que deve despender para tentar chegar a chefe ou gerente numa instituição que é dirigida por um grupo familiar que somente permite aos
    seus familiares o acesso a posições-chave ou, sendo você do sexo masculino, aspirar o posto de Gerente de Recursos Humanos, numa empresa onde este nível de gerência é vetado aos homens.

    d) Estabeleça níveis intermediários e prazos para atingir cada um dos seus objetivos. Por exemplo: trabalhar durante x anos em tal equipe multi-profissional com o objetivo de adquirir a experiência que lhe
    permita montar seu próprio serviço de atendimento psicológico ou tanto tempo para fazer os cursos de especialização que lhe darão o necessário respaldo teórico para ocupar tal ou qual função. Esteja certo(a) de que dispõe de tempo, competência e condições materiais para alcançar tais objetivos.

    e) É um bom procedimento procurar pessoas confiáveis que possam auxiliá-lo(a) a determinar, se seu plano é realmente exeqüível. Você estará se super ou subestimando?

    f) Adquira competência instrumental para facilitar o atingimento de suas metas. Duas sugestões:
    A especialidade pretendida está publicada predominantemente em idioma estrangeiro que lhe é desconhecido, coloque como uma de suas metas importantes, o estudo daquela língua. Atualmente o inglês é a “língua universal”. E é sabido que são suficientes apenas 600 horas para que
    você domine este idioma. Hoje a Internet é uma das maiores fontes de informação disponível no mundo. Saber usá-la é condição indispensável para o seu aprimoramento.

    g) Escolha um profissional competente que possa auxiliá-lo(a) na definição de objetivos e na escolha de leituras, cursos de especialização, estágios, etc. Esteja certo de que esta ajuda não está sendo influenciada por outros fatores que não a competência, experiência e seriedade do profissional.

    h) Se você ainda não possui um grupo de estudo, organize um. Um grupo com objetivos, recursos, motivações semelhantes, é uma ajuda inestimável no planejamento e execução de seus objetivos profissionais.

    i) Esteja atento para identificar suas deficiências profissionais e elimine-as logo que possível.

    j) Sempre que possível amplie seus conhecimentos para além dos limites da psicologia. Dificilmente alguém pode atingir proficiência ficando apenas nos limites de sua especialização.

    k) Esteja aberto (a) às críticas; disponha-se a mudar toda vez que essas críticas sinalizarem a necessidade de revisões e mudanças.

    l) Esteja alerta para atualizar seu Plano toda vez que o surgimento de novas condições possam influenciar sua concretização. Um dos motivos mais comuns de fracasso é deixar de reformular nossos objetivos mesmo
    quando eles se tornam inexeqüíveis face a novas informações ou a mudanças contextuais.
    Finalmente, para atingir o sucesso profissional é indispensável – e parece que todos concordamos – que cada um tenha um Plano. Pode ser um Plano com este ou maior, menor, melhor, escrito, pensado, diferente.
    Isto não importa. Importa que você o elabore e siga. Também é importante ressaltar que seja lá qual for o plano você escolher, não lhe será útil se for um plano que determine em todas as situações e rigidamente tudo o que se deve fazer. Sugeri que você tivesse um plano para servi-lo e não
    um plano ao qual você deva servir.

    Notas:
    (1) Não sei se este tipo de sorte existe. Mas vou supor que sim e vou chamá-la de oportunidade. E neste sentido, quando a oportunidade chegar, é importante que utilizemos a nossa competência para garantir que “a
    sorte” não nos abandone. (2) A expressão não é aqui considerada como na psicanálise: “processo
    segundo o qual o indivíduo utiliza uma explicação coerente do ponto de vista da lógica, para justificar e ocultar determinada motivação”. É utilizada como é definida nos dicionários: “tornar racional, reflexivo; utilização do raciocínio”.

    Psicólogo Luiz Fernando Teixeira Dantas

    Fonte: http://www.existencialismo.org.br/
    Henrique Meirelles
    Pres. Geral do Bank Boston
    Liderar é uma combinação de vocação com treinamento. Ao mesmo tempo que é inato, porque não é qualquer um que consegue exercer liderança, é também fruto de muita dedicação e preparo. Se pudesse resumir toda a complexidade que envolve liderança em uma idéia seria a de que liderar é transmitir um sonho. É preciso inspirar as pessoas a chegar a um lugar em que elas ainda não estão. Não basta motivar-se, tem de motivar os outros. Não é suficiente ter uma idéia clara de onde ir, mas principalmente de como ir. O mais completo é o que sabe também assumir a função de gerência.
    Talvez o aprendizado mais importante seja a necessidade de definir claramente as regras do jogo. Seja na política, seja numa empresa global, seja num campo de futebol, o primeiro degrau para o sucesso é entender o que pode e o que não pode, o que deve e o que não deve. Faz parte do papel de um líder colocar isso na cabeça de todos.
    Esta definido pela evolução da sociedade que prevalece a vontade da maioria em qualquer circunstância, seja no município, seja no Estado, seja no governo federal. Isso elimina o conflito. Na empresa, o poder reside na assembléia de acionistas. É ela que define as regras do jogo e nomeia o conselho de administração. Os executivos contratados devem gerir a empresa balizados por essas regras.
    Veja: Que características são indispensáveis a um profissional que ambicione uma carreira como a sua?
    Henrique Meirelles: Tenho que pensar no que eu procuro quando vou contratar um profissional. A primeira coisa é o preparo. É muito importante que a pessoa domine as ferramentas básicas para a função. Um exemplo: quem quer trabalhar no departamento financeiro de uma empresa precisa conhecer finanças. Parece óbvio, mas muita gente negligencia o básico, achando que pode sair-se bem apenas com determinação e jogo de cintura. Há alguns anos, peguei um táxi numa capital latino-americana. O motorista era articulado e começou a criticar o ministro da Fazenda do pais. Chamou minha atenção pela inteligência, capacidade de comunicação e nível de informação. Só que o táxi estava mal cuidado, amassado, sujo e ele dirigia mal. Na semana seguinte, estava em Zurique e perguntei a um motorista de táxi o que ele achava do ministro da Fazenda. Ele não sabia sequer o nome do sujeito. Mas seu carro estava arrumado, limpo, bem conservado. Dirigia muito bem e me levou sem sobressaltos ao desatino. O segundo motorista evidentemente estava mais bem preparado para o trabalho que o outro. O segundo ponto que levo em consideração é se o candidato gosta do que faz.
    Veja: Gostar do trabalho faz realmente diferença?
    Henrique Meirelles: Faz toda. E é preciso deixar isso claro. Vou dar um exemplo. Há muitos anos, contratei uma recepcionista. Com alguns dias de trabalho, notei que ela recebia as pessoas de forma muito sisuda. Conversando com a moça, descobri duas coisas. A primeira foi que ela não gostava de sorrir. A segunda, que ela não gostava de ser interrompida quando envolvida em alguma tarefa. Ora, ninguém é obrigado a gostar de sorrir e achar legal ser interrompido. Só que recepcionistas, por definição, são interrompidas e sorriem. Precisam demonstrar satisfação e prazer em receber. Ela não servia para o cargo.
    Veja: Então esse é o grande segredo? Ter competência técnica e gostar do que se faz?
    Henrique Meirelles: Essas são apenas as premissas básicas. Há uma qualidade rara, que eu chamo de assunção de responsabilidade pelo resultado. Significa saber se responsabilizar pelo trabalho. Funcionários com essa característica são mercadoria preciosa. É fácil reconhecer um. Ele nunca diz “Não foi minha culpa”, uma das frases mais irritantes que um chefe é obrigado a ouvir. Nem se sente injustiçado quando responsabilizado pelo fracasso de uma missão que repassou a seus subordinados. É bem mais comum encontrar funcionários que despejam explicações e concluem dizendo “Fiz a minha parte”. Ora, meu trabalho é fazer com que o banco não perca crédito, dê lucro e satisfaça os clientes. A partir daí, o que está acontecendo com a economia é um problema que eu tenho de lidar.
    Definindo bem o resultado que se espera, todos podem focar o mesmo resultado. Definidos os resultados esperados, o profissional que quer obter sucesso deve fixar padrões pessoais de excelência superiores à média. É fundamental. Os resultados que você espera de si mesmo têm de estar à frente daqueles que seus colegas, na maioria, esperam de si próprios. É comum eu me sentar com um subordinado para comunicar que nós dois estamos definindo o que é resultado satisfatório de maneiras diferentes. Às vezes, o que ele julga bom para ele não é suficiente para mim. Como eu sou o chefe, ou à pessoa se adapta ou procura outro trabalho.
    Veja: À exceção da competência técnica, tudo o que o senhor citou pode ser qualificado como inteligência emocional.
    Henrique Meirelles: É isso mesmo. Gostar do que se faz, assumir responsabilidade, focar resultados e ter padrão de cobrança pessoal elevado são componentes emocionais.
    Veja: O senhor é ambicioso?
    Henrique Meirelles: É preciso definir o que é ambição. Agora há pouco eu disse que é necessário fixar padrões de excelência pessoal acima da média para obter sucesso. Isso pode ser considerado ambição. Quero sempre entregar os melhores resultados.
    É importante que todo profissional seja remunerado de forma justa. Mas não se pode tomar decisões profissionais colocando essa preocupação em primeiro lugar.
    Entrevista com o SR. Henrique Meirelles, Presidente Mundial do BankBoston, publicada na Revista Veja, Ano 34 – Nº 9 de 07/03/2001

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    Fonte: Sebrae Paraná

    O atendimento ao cliente é vital para a concretização do negócio e, consequentemente, para o sucesso da empresa

    O cliente deve sair da loja satisfeito com o atendimento recebido e com suas necessidades supridas pelos produtos adquiridos. Deve-se estabelecer a cultura de bom atendimento ao cliente, com serviços de alto nível em toda a equipe de vendas.

    O atendimento ao cliente é vital para o sucesso de uma empresa, pois o “consumidor” é quem propicia a sobrevivência de um negócio.
    O cliente deve sair satisfeito com o atendimento recebido e com suas necessidades supridas pelos produtos adquiridos. A empresa deve verificar como ele se comporta, quais são as necessidades dele e como supri-las.

    Deve-se estabelecer a cultura de bom atendimento ao cliente, com serviços de alto nível em toda a equipe de vendas.

    Orientar o pessoal da loja para ser rápido e solícito com o cliente é uma necessidade para cativar um consumidor para vendas futuras. O vendedor deve ser treinado para atender a cada cliente como “o seu cliente” – aquele a quem ele deve dar toda a atenção, pois é a razão do trabalho e da profissão.

    Além disso, o vendedor tem de conhecer profundamente todos os detalhes da mercadoria que está oferecendo ou que o cliente está pedindo. É fundamental ter em mente que nunca é perda de tempo fazer demonstrações e prestar detalhadas informações aos atendentes sobre toda a linha de produtos da loja.

    Os dez mandamentos do bom vendedor

    1)  Ter entusiasmo em vender.
    2)  Manter impecável a apresentação pessoal.
    3)  Ser persistente.
    4)  Possuir boa memória.
    5)  Falar fluente e claramente.
    6)  Ter ambição.
    7)  Ter tato.
    8)  Vestir a camisa da empresa.
    9)  Manter o autocontrole.
    10) Falar a verdade.

    Os sete passos fundamentais da boa venda

    1) Conhecimento da mercadoria.
    2) Abordagem inicial positiva.
    3) Descobrir a real necessidade do cliente.
    4) Apresentação dos benefícios do produto vendido e somente após isto apresentação das características.
    5) Superação das objeções apresentadas pelo consumidor.
    6) Fechamento da venda, quando perceber que o produto atende à necessidade e aos desejos do cliente.
    7) Realizar a venda adicional, alertando o consumidor sobre algo que possível ou eventualmente ele tenha esquecido de pedir ao vendedor.

    Recomendações

    O empresário deve desenvolver estratégias e motivar os profissionais de vendas nos seguintes aspectos:

    – Crie uma política de qualidade voltada ao atendimento ao cliente e faça com que seja uma questão básica para fazer parte da equipe de vendas.

    – Desenvolva ações voltadas para a satisfação dos clientes, como melhorias no ambiente, adaptação às características e gostos pessoais.

    – Treine constantemente os vendedores buscando o desenvolvimento profissional.

    – Verifique se o sistema de recrutamento e seleção dos profissionais de venda é adequado ao seu produto. Se necessitar, busque auxílio de empresas especializadas.

    – Crie uma equipe perene, evitando trocas constantes de vendedores.

    – Verifique continuamente o grau de satisfação e motivação dos vendedores, buscando a causa e as soluções possíveis para melhorar as condições de trabalho.

    – Evite vendedores despreparados ou desqualificados profissionalmente. Se não houver condições de desenvolvê-los, o melhor é buscar outros mais adequados.

    – Estabeleça níveis de autonomia para que os vendedores possuam poder de decisão junto aos clientes, evitando que sempre tenham de solicitar apoio da gerência ou do proprietário do negócio para fechar a venda.

    – Dê condições adequadas de trabalho, tanto se as vendas forem internas (loja) quanto em vendas externas (por meio de deslocamento e apresentação junto ao cliente).

    – Envolva os vendedores nas estratégias e condições de venda. Se as decisões forem tomadas apenas pelo empresário ou pelo gerente, o resultado nunca será tão bom quanto o que pode ser obtido se toda a equipe estiver envolvida nas decisões que dizem respeito ao seu trabalho.

    Uma pesquisa do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) divulgada nesta semana mostra que 1,1 milhão de jovens estagiários do país recebem em média uma bolsa-auxílio que varia entre R$ 428 e R$ 1,9 mil. Foram avaliados cerca de 15 mil estudantes de diferentes níveis. No nível médio técnico, a função que tem a melhor remuneração é a de mecânico de precisão (R$ 869), enquanto a que tem a pior é a de mecatrônico (R$ 488).

    Quando o nível é superior, os estudantes de Engenharia recebem mais (R$ 1.469), enquanto os de Matemática ganham o menor auxílio (R$ 855). A pesquisa mostra que os estagiários, muitas vezes, ganham vale-transporte, vale-refeição, seguro de vida e cesta básica.

    Fonte: http://vidauniversitaria.com.br/blog/?p=11316

    PROGRAMA
    Módulo 1: Tendências do Networking e novas perspectivas
    1. Círculos de relacionamentos e Redes sociais
    2. Networkers e geradores de redes
    3. Redes colaborativas, a formação de conteúdo e inteligência própria
    4. BuzzMarketing, a reputação e a força das indicações
    5. Novas perspectivas sobre a prática do Networking
    Módulo 2: Práticas de Networking em contextos prospectivos
    1. Contextos prospectivos e networking intencional
    2. A etiqueta e a empatia nos contatos prospectivos
    3. A imagem pessoal e a comunicação corporal
    4. Atividades de pós-networking
    5. Networking ocasional pontual e freqüente
    Módulo 3: Marketing Pessoal
    1. Conceitos de marketing aplicados às pessoas
    2. Marketing estratégico pessoal, posicionamento e vantagem competitiva
    3. Técnicas de marketing prospectivas
    4. Comunicação pessoal e uso de meios eletrônicos
    5. Cuidado com excessos e exageros
    Módulo 4: Marketing de Relacionamento Pessoal
    1. Conceitos bases de Marketing de Relacionamento
    2. Programa de Marketing de Relacionamento
    3. Criando benefícios para sua rede de contatos
    4. Mantendo uma comunidade de networking
    5. Gerenciando banco de dados pessoais
    Módulo 5: Convivencialidade em redes de relacionamento
    1. A abordagem da convivencialidade
    2. Rede de trabalho para rede convivencial
    3. Técnicas para explorar as redes, a partir da Abertura da Emoção
    4. Dinâmica das aberturas
    5. A força do auto-desenvolvimento
    Módulo 6: Planejamento de Carreira e Vida
    1. Busca e definição de visão, missão e valores pessoais
    2. Construção de cenários e posicionamento competitivo
    3. Equilíbrio do Ba-guá, as 8 áreas de desenvolvimento
    4. Plano de vôo e rotinas de planejamento dia-a-dia
    5. Carta de declaração e compromisso pessoal

    Saiba como o autoconhecimento pode ajudar profissionais

    Publicado em 24/04/200813:00

    Por Lilian Burgardt

    Teoria dos tipos de Jung

    Em 1921, Jung escreveu um de seus mais importantes trabalhos, o livro “Tipos Psicológicos”. Ele estabeleceu quatro inteligências básicas: atenção, percepção, julgamento e orientação. Segundo Jung, dentro de cada uma destas inteligências os indivíduos podem exercer duas formas de atitude assim distribuídas:

    Atenção: extroversão/introversão
    Percepção: sensação/intuição
    Julgamento: pensamento/sentimento
    Orientação: julgamento/percepção

    Para Jung, nenhum indivíduo é totalmente representado por um destes pólos. O que acontece é que ele tem uma preferência por determinada característica.

    Anos mais tarde, a teoria de Jung, serviu de base para que fossem criados 16 tipos psicológicos utilizados até hoje na Psicologia.

    Não faltam teorias sobre como os profissionais devem pensar ou agir para atingir o sucesso na carreira. Há inúmeras recomendações sobre o que o atual mercado de trabalho espera e sob qual cartilha se deve rezar para conseguir uma vaga, um aumento de salário e até uma promoção. Quem busca informação sobre como proceder para ser bem-sucedido, fatalmente se depara com uma lista de competências indispensáveis, entre elas: foco no cliente, poder de negociação e orientação para resultados, além de características pessoais como: pró-atividade, motivação e espírito empreendedor. (Saiba mais na matéria “Habilidades pessoais aumentam salários“)

    Especialistas em comportamento e analistas de carreira, porém, chamam a atenção para um fator que, muitas vezes, é ignorado pelos profissionais, mas considerado determinante para o sucesso individual de cada um, o autoconhecimento. Na Grécia Antiga, Sócrates já filosofava “conhece-te a ti mesmo”. Para eles, o que se propõe hoje é reavaliar esta idéia e aplicar teorias e métodos, a fim de mostrar às empresas e aos profissionais que nela atuam como sua personalidade pode ajudá-lo a obter o sucesso desejado.

    Em seu livro “Relacionamentos” – como desenvolver relações saudáveis e equilibradas que farão a diferença em sua vida pessoal e profissional (Editora M.Books – 2004), o psicólogo e consultor de carreira, Gustavo Henrique Boog, cita quatro personagens. Segundo ele, eles são uma síntese de diversos autores sobre as personalidades que todo indivíduo possui em maior ou menor intensidade, são elas: Rei, Mago, Guerreiro e Amante.

    Para o especialista, estes perfis exemplificam as características psicológicas observadas na teoria de personalidades de Hipócrates – filósofo grego que definiu quatro temperamentos: o melancólico, sanguíneo, fleumático e colérico – e também na teoria dos tipos psicológicos do consagrado psicólogo Carl Gustav Jung, no início do século passado. (Conheça a teoria no box ao lado)

    Na opinião de Boog, são estas personalidades que indiscriminadamente se aplicam a qualquer indivíduo e que influenciam nos comportamentos humanos, tanto em âmbito pessoal como profissional. Embora afirme que mapeá-las não garante o sucesso para ninguém, o consultor acredita que conhecê-las e identificá-las ajuda cada um a conhecer um pouco mais sobre si mesmo. Isso inclui pontos fortes e fracos que podem ser trabalhados em busca de evolução. “Todo indivíduo possui os quatro perfis dentro de si, mas um deles é sobressalente. O melhor é aproveitar o que cada perfil tem de bom para o ambiente profissional e trabalhar os quesitos em que ainda se é fraco”, estabelece.

    REI GUERREIRO MAGO AMANTE
    Visionário, o rei está à frente de seu tempo. Ele tem iniciativa, é extremamente otimista e energético, o grande puxador de projetos. Sua visão é de longo prazo. Objetividade, persistência e dedicação são características do guerreiro. A impaciência é outra marca registrada. Com ele, os resultados são, no máximo, para amanhã. Metódico, organizado, sistemático e perfeccionista. O mago gosta de escrever e detalhar tudo. Na empresa, é aquele que faz ata de reunião. O amante é um ótimo ouvinte que se preocupa com o bem-estar do outro. Ele busca a harmonia da equipe. Falta-lhe, porém, um pouco de assertividade. Por isso, acaba sendo um engolidor de sapos.

    Boog defende que não existe um só perfil que seja considerado o melhor ou mais adequado, inclusive para cargos de liderança. O que se observa é que a depender do perfil da empresa e do momento pelo qual ela passa determinada personalidade pode obter um resultado mais significativo. Isso foi visto na prática pelo consultor durante um workshop com 25 presidentes de grandes empresas do Rio Grande do Sul.

    “Observamos que em casos de empresas que perdem fatia de mercado e precisam driblar a concorrência, os guerreiros exercem papel fundamental, pois irão combater para mudar resultados. Quando a empresa vive uma confusão de papéis e de hierarquia, os magos podem estabelecer uma definição clara das atribuições de cada um. Quando se tem um ambiente em que a empresa é muito conservadora e não está sensível ao mercado, o Rei tem uma posição de destaque para pensar novas estratégias. Agora, quando a empresa sofre com falta de motivação entre os colaboradores e o trabalho em equipe não funciona, o amante pode ser o elemento chave para dar equilíbrio”, exemplifica Boog.

    Empresas valorizam mapeamento

    Grandes empresas estão atentas à relevância de conhecer o perfil de cada um de seus colaboradores de forma a utilizar seu quadro de funcionários para desenhar equipes de projeto cada vez mais bem-sucedidas, além de promover o autoconhecimento de cada indivíduo para que isso contribua para sua evolução profissional. O psicólogo da IDH, empresa de desenvolvimento humano, Péricles Pinheiro Machado Junior, diz que é grande o número de empresas que procuram a IDH para aplicar as ferramentas de avaliação tipológica como o MTBI (Myers-Briggs Type Indicator) – indicador de preferências pessoais – e o TMP (Team Management Profile) – indicador para ambiente organizacional -, em suas companhias.

    Para as empresas, a ferramenta tipológica serve para conhecer melhor seu corpo de colaboradores e estabelecer equipes de trabalho e, dessa forma, aproveitar as características de cada um em prol de um resultado. Atitude que, na opinião de Machado, ajuda a fazer funcionar a engrenagem do trabalho em equipe. (Saiba mais sobre o tema trabalho em equipe na matéria Para empresas, trabalho em equipe é fundamental“)

    “O fato de 10 pessoas trabalharem juntas, não faz disso uma equipe. Uma verdadeira equipe é formada a partir do momento em que se tem cooperação, interação, respeito, objetivos comuns e divisão de tarefas. Os diferentes atores de uma equipe de trabalho devem congregar características que apontem ser possível trabalhar nesse sentido. Para identificá-los, a tipologia é uma ferramenta eficiente”, afirma o psicólogo.

    As ferramentas utilizadas pela consultoria são fundamentadas na teoria das quatro inteligências de Jung e também procuram indicar as características psicológicas dos indivíduos. O psicólogo explica, no entanto, que o instrumento de avaliação não serve para que empresas selecionem os candidatos com base no perfil psicológico apresentado, até porque, ela não deve servir como fator excludente. “Embora a gente ouça que hoje o mercado valoriza quem é extrovertido, isso não significa que um indivíduo introvertido esteja fadado ao fracasso, ou seja, excluído do mercado,” ressalta Machado.

    Para ele, a teoria tipológica serve para desmistificar essa questão ao passo que um indivíduo pode deter as quatro inteligências e exercê-las em maior ou menor intensidade de acordo com sua preferência. No caso de uma pessoa introvertida, por exemplo, se houver treino, ele estará apto a exercer a competência de negociação, mas sua personalidade irá influenciar sua maneira de negociar tornando-a diferente da maneira de uma pessoa extrovertida fazê-lo.

    “Há uma diferença entre característica pessoal e competência. Competência é algo que se pode desenvolver com treino. A característica pessoal é que vai determinar como cada um irá desenvolver determinada competência, o que não significa que um introvertido, por exemplo, seja incapaz de se comunicar com eficácia em relação a um extrovertido. Eles só o farão de maneira diferenciada. Por essa razão, consideramos até antiético utilizar as ferramentas tipológicas como método de seleção”, alerta o psicólogo.

    Segundo Machado, mais do que uma ferramenta corporativa, a avaliação psicológica serve para dar clareza ao indivíduo sobre sua personalidade e serve para seu aprimoramento. “O retorno dado ao profissional que fez a avaliação é importante não só para ajudá-lo a conhecer seus pontos fracos e trabalhá-los, mas para mostrar a ele como aproveitar melhor suas características mais determinantes, porque todas as características pessoais podem trazer resultados positivos, desde que se saiba utilizá-las”, explica.

    Fonte: http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=15809

    09/04/2008 – “Nunca a educação foi tão necessária e valorizada como nos dias atuais”.
    É comum ouvir-se de pessoas com mais idade a expressão: estudar vale a pena! Na verdade, e através dos tempos, sempre valeu a pena estudar. Notadamente nos dias de hoje, com a globalização das economias, o fluxo de informações com velocidade alucinante e as culturas se inter-relacionando cada vez mais.
    Nunca a educação foi tão necessária e valorizada como nos dias atuais. Abre-se um jornal e se pega qualquer anúncio de emprego e a exigência mínima é o 2º grau completo.
    A expressão “estudar vale a pena” pode ser comprovada com dados do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE; informações colhidas junto a Coordenadoria de Pesquisas e Relações do Trabalho (CRT), da Secretaria do Emprego e Promoção Social do Paraná (SETP) para o ano de 2007, indicam que quanto mais anos de estudos as pessoas possuem, maiores são seus rendimentos médios. Senão vejamos:
    As pessoas analfabetas, no Paraná, em 2007, obtiveram salários médios de R$ 466,50. Completadas as primeiras 4 séries, este rendimento passa para R$ 513,68. Acréscimo de pouco mais de 10%.
    Completando-se as 8 séries, o salário médio passa para R$ 513,93. Ao completar o 2º grau, o trabalhador paranaense passa a perceber R$ 531,93. Acréscimo em torno de 6%.
    O indivíduo, ao ingressar no ensino superior, é que começa a receber salários mais diferenciados. No decorrer do curso, o trabalhador – universitário paranaense, em 2007, de acordo com a mesma fonte, começa a perceber um salário de R$ 723,90. Acréscimo de 28%. Ao concluir o curso superior, seu salário médio passa para R$ 1.405,08, com acréscimo de expressivos 94%.
    Caso deseje aprimorar seus estudos, e resolva participar de algum programa de pós-graduação strictu sensu (Mestrado ou Doutorado), receberá salários bem superiores aos que pararam de estudar com a conclusão do curso superior.
    Conforme dados da RAIS – Relação Anual de Informações Sociais, do MTE, ano de 2006, o profissional com Mestrado, no Paraná, recebeu salário médio de R$ 3.155,90; acréscimo de 125% sobre os que concluíram o curso superior.
    Dados da mesma fonte indicam que concluindo o Doutorado, o profissional passa a ganhar R$ 5.695,56; acréscimo de 80% sobre os que possuem Mestrado.
    Desta maneira, desde ingresso do aluno em uma faculdade e, até, o término de seu doutoramento (em torno de 10/12 anos), seu salário médio será superior em 4 vezes, ou 305%. Para uma economia estável como a brasileira, este valor constitui-se numa valorização profissional por demais expressiva.
    Há que se ressaltar que, de acordo com a RAIS/MTE/2006, existem atualmente no Paraná, em todos os setores econômicos, 5.418 Mestres e 2.878 Doutores, totalizando 8.294 profissionais.
    Portanto, cada vez mais é verdadeira a expressão: estudar sempre vale a pena!

    Décio Luiz Mello Peixoto Faria*
    *Mestre em Administração pela UEX – Espanha;
    Administrador Público e de Empresas pela UFPR;
    Professor da FESP.
    Ex – Técnico em Planejamento do Governo do Paraná

    Fonte: http://www.projecto-psi.com.br/noticia.php?id=343

    Fonte: VidaUniversitária.

    A headhunter e sócia da Search Consultoria em Recursos Humanos, Ilana Lissker, conta que já viu muita gente se supervalorizando em entrevistas de emprego. “Geralmente, ocorre com pessoas menos experientes no mercado, que procuram posições melhores. Executivos da alta gerência são mais experientes, por isso já sabem que não devem exagerar nos contos, sabem como se comportar”, diz.

    Na ânsia de fazer o marketing pessoal, os profissionais contam coisas que não são totalmente verídicas na entrevista de emprego. O problema é que o responsável pela área de recursos humanos consegue identificar quando alguém está mentindo ou exagerando.

    “Em alguns casos, percebemos que o profissional não realizou tudo aquilo que está dizendo, que está se supervalorizando”, garante Ilana. “Profissionais de RH têm o olhar treinado para diferenciar as mentiras das verdades. Por exemplo, existe o recurso de perguntar várias vezes a mesma coisa, mas de maneiras diferentes. Além disso, é possível pedir referência das empresas pelas quais o candidato passou”.

    Conduta de quem seleciona
    Ilana afirma que quem se supervaloriza é cortado dos processos seletivos. “A não ser que o profissional seja muito bom e notamos que ele exagera um pouco porque um dia ouviu alguém dizer que o marketing pessoal é importante. Nesse caso, não cortamos ele do processo, mas damos um feedback, isto é, avisamos que não é legal se supervalorizar, orientando-o para a entrevista direta com o futuro gestor ou para outras entrevistas, de outras empresas”.

    A recomendação da headhunter é sempre contar a verdade, ser sincero. “Às vezes, o candidato fez coisas pequenas, mas que podem ter um valor grande. Às vezes, ele não teve oportunidade de realizar grandes feitos, mas demonstra capacidade para tal”.

    Via: http://www.administradores.com.br/

    Para ser mais feliz no trabalho, a sócia da SEC Talentos Humanos, Vivian Maerker, recomenda se atentar ao que é mais importante ao profissional neste momento de vida. Em muitos casos, é possível encontrar fatores motivacionais na empresa para a qual se trabalha.

    Exemplificando: pessoas com filhos provavelmente irão se sentir felizes se tiverem um horário de trabalho flexível, que permita passar mais tempo com a família. Já aquelas que gostam de estudar e estão sempre procurando aprimoramento profissional se sentirão satisfeitas com uma ajuda de custo oferecida pela organização para realizar um curso. Por sua vez, quem busca experiência pode se contentar trabalhando com profissionais experientes, que compartilham conhecimento.

    Dicas
    Na opinião de Vivian, um bom emprego depende de quatro itens: salário, que deve ser compatível com as necessidades do profissional, benefícios, desenvolvimento e ambiente de trabalho. A felicidade dependerá, no dia-a-dia, desses pilares.

    Na questão dos benefícios, a especialista se refere a pontos a favor da empresa como um todo, o que inclui, por exemplo, a proximidade do local de trabalho. Mas os benefícios oferecidos pela organização também contam, como plano de saúde, previdência privada (que é uma garantia de segurança futura ao trabalhador) e salário variável. “É importante que, além do salário básico, o profissional ganhe um rendimento variável que denote o reconhecimento da empresa por seus esforços”, explica.

    Quanto ao desenvolvimento, o plano de carreira garante mais segurança ao colaborador. Mas existem outras formas de implementar esse desenvolvimento. Uma idéia é o sistema de job rotation, que dá a possibilidade ao profissional de passar por várias áreas da empresa. Além disso, o aumento de responsabilidades também é uma forma de viabilizar o aprimoramento. Entram nesse item ainda as bolsas para realização de cursos. “Tudo que a empresa proporciona mostra reconhecimento”.

    Relacionamentos
    O ambiente de trabalho é o último pilar necessário à felicidade do funcionário. “Um clima legal, uma equipe em sintonia, um chefe que seja alguém a recorrer, aberto ao diálogo… Tudo isso faz com que o profissional tenha prazer em levantar da cama de manhã para ir trabalhar, favorecendo sua satisfação”, garante a especialista.

    Para que o clima seja agradável, porém, o profissional deve incentivar parcerias, ou seja, sempre que puder, precisa ajudar o próximo e se colocar à disposição. O conselho é dar o primeiro passo em direção ao bom convívio, mais por si mesmo do que pelos outros. Quanto às críticas, saiba que ninguém gosta de recebê-las, mas é vital tirar proveito de todo feedback que tiver. “O cliente bom dá bronca, enquanto o ruim muda de fornecedor”, lembra Vivian.

    Você é apaixonado pelo que faz?
    “Ao escolher um emprego, é importante estar atento a estes quatro itens. No entanto, nada disso deixará o profissional feliz se ele não for apaixonado pelo que faz. Gostarmos do que fazemos é importante para enxergarmos as tarefas de forma otimista perante a pressão com que lidamos”.

    Fonte: http://www.administradores.com.br/

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