EMPREENDEDORISMO


Por: Fundação Getulio Vargas – Portal Agrosoft

O FGV Online está lançando dez novos cursos gratuitos no Open Course Ware Consortium (OCWC), a maior rede de educação compartilhada da internet. A FGV é a primeira instituição de ensino brasileira a ser membro do consórcio e a única a emitir certificados aos participantes que concluem a programação.

O FGV Online participa da OCWC desde julho de 2008, com quatro cursos: Ciência e Tecnologia, Diversidade nas Organizações, Ética Empresarial e Recursos Humanos. Agora, mais dez cursos gratuitos estão sendo lançados na Rede, entre eles, dois destinados a professores do ensino médio e um sobre a nova reforma ortográfica.

O OCWC é o maior movimento de educação compartilhada da Web e o seu principal objetivo é a promoção da livre difusão de materiais educacionais e formas de pensamento, seguindo o mesmo conceito dos softwares de código aberto. “O projeto do OCWC está em sintonia com a filosofia do FGV Online. A educação a distância vem promovendo uma grande democratização do conhecimento”, ressaltou o diretor executivo do FGV Online, Stavros Xanthopoylos.

Mais de 100 instituições de ensino de renome internacional são membros do consórcio que já atraiu usuários de 215 países

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de todos os continentes. Entre os integrantes do OCWC estão o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT); a Escola de Direito de Harvard; a Universidade de Yale; a própria Universidade da Califórnia de Irvine; entre outras.

CONFIRA A LISTA DOS CURSOS

Tópicos temáticos introdutórios na área de Gestão Empresarial:

Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável
História da Questão Ambiental

Gestão de Marketing
Produto, Marca, Novos Produtos e Serviços

Gestão da Tecnologia da Informação
TI nas Organizações: Estratégia e Conceitos

Estratégia de Empresas
Introdução à Administração Estratégica

Técnicas de Gerência de Projetos
Gerenciamento do Escopo do Projeto

Tópicos temáticos introdutórios na área de Metodologia:

Metodologia de Pesquisa
Conhecimento, saber e ciência

Metodologia do Ensino Superior
Universidade e Sociedade

Cursos para professores do Ensino Médio:

Filosofia
Sociologia

Novas Regras Ortográficas da Língua Portuguesa:

Quiz: Jogo das Novas Regras Ortográficas
Reconhecendo Texto e Contexto

Para mais informações e inscrições, acesse: www.fgv.br/fgvonline.

Por: Marina Dias – Revista Veja

Ao chegar ao mercado de trabalho, dentro de dez anos aproximadamente, os adolescentes que atualmente estão nas escolas encontrarão um ambiente substancialmente diferente. A oferta de emprego deverá ser menor do que a atual, e será fundamental investir no empreendedorismo.

A avaliação é de Luiz Carlos Cabrera, consultor de empresas e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP). “É hora de se preparar para o novo mercado de trabalho”, alerta. “Será cada vez mais preciso administrar a própria vida”. Na entrevista a seguir, ele explica como as escolas devem orientar seus alunos para a futura vida profissional e qual o papel da família nesse processo.

Vale a pena preparar adolescentes e até crianças para o mercado de trabalho?
Sim, com certeza. Em primeiro lugar, porém, é preciso esclarecer o que essas crianças e adolescentes vão enfrentar no mercado de trabalho daqui a dez anos. Será um mundo totalmente diferente, em que a oferta de emprego diminuirá à medida em que a população aumenta. Por outro lado, haverá diversas formas de trabalho, com exigências de autonomia e empreendedorismo muito grandes. Por isso, é extremamente útil conversar e esclarecer dúvidas sobre esse novo cenário desde cedo.

Quais serão as novas opções de trabalho daqui a dez anos?
O jovem poderá trabalhar como pequeno empresário, prestador de serviço, autônomo, interino, entre outras opções. Esse tipo de trabalho vai obrigá-lo a aprender desde cedo a organizar sua vida financeira, já que ele não terá um emprego que garanta salário constante, férias e fundo de garantia. Agora é hora de se preparar para o novo mercado de trabalho e saber administrar a própria vida.

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O que os estudantes precisam aprender na escola para que estejam preparados para esse novo mercado?
Essencialmente, três coisas. Primeiro, conhecimento das disciplinas previstas na educação básica, como português, matemática, história etc. Em segundo, conhecimento de mundo, que vai lhes conferir base para que possam identificar oportunidades de trabalho. Por fim, é necessário desenvolver competências pessoais e criar e fortalecer uma rede de relações – responsável, em geral, por indicações profissionais.

A partir de que idade as crianças devem começar a ser preparadas para o futuro profissional?
Aos 14 anos. Nesse momento, é importante discutir sobre o mundo do trabalho e do emprego, com debates e explicações que esclareçam as dúvidas e preparem os jovens para que sejam capazes de gerir a própria vida, inclusive financeira, formando um espírito mais empreendedor e autônomo.

Como isso deve ser feito?
É essencial que a escola coloque os estudantes em contato com pequenos e médios empreendimentos. Não adianta só chamar pessoas de grandes empresas para dar palestras, pois é necessário despertar a curiosidade dos jovens em construir sua própria carreira. Atuação autônoma, empreendedorismo, construção de pequenas empresas de prestação de serviço, legislação e dificuldades burocráticas são alguns dos conceitos que devem ser discutidos desde cedo na escola.

Qual é a responsabilidade dos pais nesse processo?
Os pais devem cuidar do desenvolvimento de dois pontos importantes na vida de seus filhos: competências pessoais, com estímulo a atividades extracurriculares, como música, teatro e esportes, e o estímulo à construção e manutenção das redes sociais.

Como aprender a tomar decisões, trabalhar em equipe ou exercer liderança, competências cada vez mais exigidas pelo mercado?
Atividades esportivas e simulações de ambientes empresariais podem ser ações práticas para o desenvolvimento de competências fundamentais. A preocupação não pode estar apenas em preparar o jovem para prestar vestibular, mas, sim, conferir a ele uma visão de mundo mais ampla, em que ele saiba trabalhar em grupo, ter espírito empreendedor, liderança e autonomia.

As diferenças salariais entre Homens e Mulheres
Por Camila Costa
Via |
www.catho.com.br/salario

Apesar da aparente igualdade entre os sexos, os salários entre homens e mulheres continuam sendo diferentes. Pensando em esclarecer essa questão a Pesquisa Salarial do Grupo Catho apresenta estas diferenças salariais.

Através do estudo realizado pode-se notar que a diferença entre os salários de homens e mulheres vem crescendo nos últimos anos. No ano de 2005 essa diferença era aproximadamente 52% a mais para o salário dos homens. Para esse ano, até o mês de Junho, essa diferença subiu para 75,38%, no geral.

Analisando essa diferença, no mesmo período, em cada um dos níveis hierárquicos considerados nesta pesquisa, nota-se que para a maioria dos níveis houve um aumento da diferença entre salários, principalmente para os cargos mais elevados como diretores, o qual a diferença chega a aproximadamente 20%. Para os cargos de trainee, estagiários e operacionais houve uma queda na diferença salarial quando se compara os anos de 2005 e 2007. Apesar dessa diminuição a classe referente aos operacionais tem uma diferença de 45,59%, a maior diferença entre os níveis hierárquicos.

Com relação ao faturamento (porte) da empresa tem-se que a diferença entre os salários aumentou em todos os níveis de faturamento considerados nesta pesquisa, quando se compara os anos de 2005 e 2007. Para esse ano, observou-se que quanto maior o porte da empresa maior a diferença salarial entre os sexos, exceto para as empresas que faturam mais do que R$ 300 milhões (US$ 150 milhões). A diferença salarial chega a aproximadamente 84% em empresas que faturam de R$ 150 a 299 milhões (US$ 75 a 149,5 milhões).

Assim, conclui-se a que a diferença salarial está aumentando, principalmente em grandes cargos. Não podemos esquecer que essa diferença tem fatores ligados não somente à discriminação sexual, mas também à diferença regional e a diferença de papéis que homens e mulheres exercem na sociedade. Um estudo mais aprofundado considerando outros fatores fez-se necessário para saber realmente quais os pontos que levam essa diferença salarial.

Assim, realizamos uma série de análises para verificar o porquê dessa diferença, e identificamos, com base na Pesquisa Salarial de Julho de 2007, cinco fatores que explicam essa diferença. São eles:

1 – Porte de Empresa
2 – Nível de Cargo Ocupado por Sexo
3 – Ramo de Atividade Econômica
4 – Empregabilidade
5 – Escolaridade

Nossa pesquisa contou com 53.265 respondentes em todo o território nacional, sendo 22.730 mulheres e 30.535 homens.

1 – Porte de Empresa

Constatamos que existe uma quantidade maior de mulheres (46%) que estão empregadas em empresas de pequeno porte (com faturamento até R$ 15 milhões). É nesta faixa de faturamento que encontramos os salários mais baixos.

Nas grandes empresas e que pagam salários maiores (com faturamento acima de R$ 300 milhões) a porcentagem de mulheres é bem menor (28%).

2 – Nível de Cargo Ocupado por Sexo

Analisando o nível de cargo ocupado verificamos que as maiores porcentagens de ocupação por mulheres estão em níveis hierárquicos mais baixos que os homens.

* Ranking Salarial – Posicionamento da Média Geral (Salários) por ordem de grandeza, do 1º (Presidência) até 12º (Estagiário).

Exemplo:
62% dos cargos de nível Administrativo são ocupados por mulheres, nível que ocupa o 11º lugar no ranking de Salários. No maior nível salarial (Presidente) encontramos apenas 8% dos cargos ocupados por mulheres.

3 – Ramo de Atividade Econômica

Exemplo:
Na área da Saúde e Hospitalar temos que as mulheres correspondem a 66% da mão-de-obra ocupada, sendo este um dos ramos de atividade econômica que menos remuneram (12º no ranking de salários).

O ramo de atividade com a melhor posição salarial é o Químico e Petroquímico que possuem apenas 36% de seus empregos ocupados por mulheres.

4 – Empregabilidade

Verificamos que a quantidade de homens com mais empregos é superior ao das mulheres, logo podemos afirmar que os homens têm uma propensão maior a mudar de emprego, o que implica na busca por maiores salários, dado representado abaixo pela maior diferença salarial entre homens e mulheres com mais de 4 empregos.

5 – Escolaridade

A Escolaridade é sempre um fator que explica muito bem as relações salariais, em nossa pesquisa constatamos que o percentual de mulheres com Graduação (43%) e Pós-graduação (27%) é de 70% contra 66% dos homens (28% com Pós-graduação e 38% com Graduação).

Estes dados absolutos e isolados não explicam bem a diferença salarial entre homens e mulheres, e para tanto cruzamos os dados com o Nível de Cargo Ocupado por Sexo.

Segmentando os dados por Sexo, Escolaridade e Nível de Cargo, constatamos maior quantidade de graduados e pós-graduados entre as mulheres que se concentram em cargos de níveis hierárquicos mais baixos, e mantendo a dianteira até o nível de Supervisão Média, a partir desse ponto a situação começa a se inverter.

Logo podemos concluir que as mulheres estão mais preparadas que homens e, como tem propensão menor a troca de emprego, estão galgando paulatinamente posições hierárquicas maiores, minimizando assim as diferenças salariais.

Observação:
A razão é uma medida que mostra, em porcentagem, qual a diferença entre os salários. Por exemplo, uma razão de 52,99 deve ser lida como: há uma diferença de 52,99% entre os salários de homens e mulheres, sendo que os homens ganham mais. Se a razão é negativa tem-se que as mulheres ganham mais.

Quanto aos Ramos de Atividade Econômica constatamos também que a porcentagem de mulheres empregadas é maior em segmentos com média salarial mais baixa.

Acesse www.catho.com.br/salario e obtenha mais informações sobre Remuneração. Você também pode entrar em contato conosco pelo e-mail infopesquisa@catho.com.br.

>> Pesquisa Salarial e de Benefícios Online – atualize a tabela salarial de sua empresa

Impressionante a notícia publicada pelo “Valor Econômico”. Warren Buffett, o homem mais rico do mundo, aquele que mais sabe ganhar dinheiro, dá uma dica de ouro aos executivos: invistam na comunicação escrita e oral.

Segundo Buffett, “essa competência tem um enorme retorno, pois aquele que se comunica bem tem um grande impacto para vender e persuadir”. O investidor bilionário também faz um alerta: “A importância da comunicação não está sendo devidamente enfatizada nas escolas de negócios”.

Observe que Buffett não está afirmando que o executivo (e aqui dá para estender aos profissionais de quase todas as áreas) deva ter talento natural, nem que as escolas de negócio precisam se dedicar a esse ensino, mas sim que chamem a atenção sobre a importância da boa comunicação no mundo corporativo.

Outra informação relevante desse lendário mago das finanças é que “aquele que comunica bem tem um grande impacto para vender e persuadir”. Com certeza, esse homem tão inteligente, sagaz e experiente não escolheu esses dois verbos sem motivo.

Buffett sabe que na vida, de uma maneira ou de outra, estamos sempre vendendo, seja um produto, seja uma idéia, seja uma competência. E não há dúvida de que, quanto melhor for a qualidade da comunicação, mais eficiente será o vendedor.

Da mesma forma, o homem dos cifrões é astuto o suficiente para saber que, de maneira geral, no mundo dos negócios mais persuadimos do que convencemos.

Enquanto convencer é levar alguém a agir pelo argumento em si, persuadir é fazer com que uma pessoa tome ou não uma iniciativa sem que esteja necessariamente convencida.

A importância da arte de falar bem no processo de persuasão é fundamental, porque pressupõe que aquele que comunica a mensagem sabe quais são as aspirações e os desejos do interlocutor. E conhecer o ouvinte está na essência do estudo da oratória.

Finalmente, cabe aqui analisar a primeira palavra da sua mensagem – retorno. Nesse caso podemos considerar o retorno tanto para quem sabe se expressar bem, como para organização para a qual o executivo trabalha. Mesmo não sendo possível mensurar o resultado com números exatos, os benefícios são muito evidentes.

Bem, se a boa comunicação é assim tão importante para a carreira do executivo e para os negócios das corporações, como será que esse assunto está sendo tratado em nosso país? Até por vivência profissional posso dizer que o tema não foi negligenciado.

Algumas faculdades e universidades, em alguns de seus cursos especiais, ensinam os executivos a falar com segurança, desembaraço e de forma persuasiva. Assim como Buffett, essas escolas também concluíram que a boa comunicação é importante para a atividade do executivo.

Pessoalmente tenho algumas experiências interessantes. Por exemplo, ministro a matéria “Comunicação Oral” nos cursos de pós-graduação em Gestão Corporativa, na ECA-USP, e “Técnicas de Comunicação” no MBA da Faap. Além de conversas adiantadas para assumir as mesmas matérias nos cursos de pós-graduação da Fecap.

Talvez não seja muito, pois esse tema deveria ser ampliado de forma generalizada. Entretanto, temos de concordar que a iniciativa dessas escolas de ponta é um sinal bastante positivo de que a comunicação está sendo vista como assunto relevante.

As empresas também se dispõem a preparar seus funcionários mais importantes para que desenvolvam uma comunicação de boa qualidade. Basta dizer que mais de 60% dos gerentes e diretores que freqüentam meu curso são financiados pelas empresas onde trabalham.

Cuidado para não se enganar. Não pense que falar bem significa apenas “falar bonito”, ou que se trata de uma arte que tem importância apenas nos seus aspectos periféricos.

Saiba que, ao contrário do que alguns imaginam, falar bem é saber explorar de forma competente todo o potencial de comunicação que a pessoa desenvolveu ao longo da vida.

Além de saber aproveitar o que a vida naturalmente proporcionou para o desenvolvimento da comunicação, falar bem é acima de tudo saber ordenar o pensamento, usar a argumentação adequada e as técnicas de persuasão para atingir os objetivos pretendidos.

Assim, aprovar um projeto, vencer uma contenda na mesa de negociação, motivar uma equipe a superar desafios impostos pelo mercado, e tantas outras conquistas que fazem parte das atribuições normais dos executivos dependem essencialmente da qualidade e da eficiência da comunicação.

Por isso se você for executivo, ou estiver se preparando ocupar essa função, ou desenvolve uma profissão liberal, ou esteja em qualquer atividade que exija competência na comunicação, não espere mais para buscar seu aprimoramento. Falar bem é uma atividade que além de ser útil dá muito prazer em qualquer circunstância.

SUPERDICAS DA SEMANA
- Falar bem tem grande impacto para vender e persuadir
- Falar bem dá retorno para o executivo e para a organização
- Falar bem não significa apenas falar bonito
- Falar bem significa explorar e aperfeiçoar a comunicação já aprendida
- Falar bem significa concatenar bem o raciocínio
- Falar bem significa usar os argumentos com competência

Fonte: http://vidauniversitaria.com.br/blog/?p=11602

Pesquisa do Sebrae ‘Taxa de Sobrevivência e Mortalidade das Micro e Pequenas Empresas’ mostra que os empreendedores têm buscado cada vez mais conhecimento e informação para tocar os negócios

Regina Xeyla

Vinícius FonsecaVincius Fonseca

Dados analisaram 14.181 empresas

Brasília – As micro e pequenas empresas brasileiras estão sobrevivendo mais. Segundo a mais nova pesquisa do Sebrae sobre o tema, 78% dos empreendimentos abertos no período de 2003 a 2005 permaneceram no mercado. O resultado é considerado extremamente positivo, quando comparado com o obtido em pesquisa anterior, em que esse índice foi de 50,6%, para empresas abertas entre 2000 e 2002.

Os dados fazem parte do estudo ‘Taxa de Sobrevivência e Mortalidade das Micro e Pequenas Empresas’, encomendado pelo Sebrae a Vox Populi e divulgado nesta segunda-feira (20) em Brasília. O levantamento faz uma análise de vários aspectos em 14.181 empresas ativas e extintas de todas as regiões do País nos anos de 2003 a 2005.

As empresas analisadas na pesquisa são dos setores de Comércio, Indústria e Serviços. No ano de 2005, 50,5% das empresas ativas e 49,5% das empresas extintas estavam inseridas no setor do Comércio. Já no setor de Serviços, eram 37,2% ativas e 38% extintas. E, na Indústria, 12,3% e 12,6%, respectivamente ativas e extintas.

Em 15 unidades da Federação, o índice de sobrevivência das empresas ficou acima da média nacional, como no Espírito Santo, que lidera o ranking com 85,8%; seguido de Minas Gerais, 85,7%; Sergipe, 85,3%; Piauí, 84%; Rio Grande do Norte, 83,5%; São Paulo 82,9%; Pará, 82,5%; Bahia, 82,4%; Distrito Federal, 81,5%; Alagoas, 81,3%; Rio de Janeiro, 81,3%; Paraíba, 80,8%; Rondônia, 79,7%; Goiás, 78,7%; Mato Grosso do Sul, 78,7%; e o Ceará, que possui a mesma média nacional, com 78%.

A pesquisa também aponta os estados com índices abaixo da média. A maioria fica nas regiões Norte e Sul. O Maranhão ficou com taxa de 77,6%; Rio Grande do Sul, 77,5%; Pernambuco, 77,3%; Santa Catarina, 75,9%; Amazonas, 75,8%; Paraná, 74,8%; Mato Grosso, 74,5%; Tocantins, 71,7%; Amapá, 62,2%; Acre, 60,3%; e Roraima 49,3%.

O presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, explica que a pesquisa traça o perfil do empreendedor de pequeno negócio. “Ele tem boa escolaridade, busca o conhecimento e a informação para tocar bem sua empresa e insiste em empreender, apesar dos percalços que enfrenta. Um outro dado positivo do levantamento é o de que a pequena empresa tem evoluído na contratação com carteira de trabalho assinada, confirmando a força empregadora dos negócios de pequeno porte”, ressalta Okamotto.

Segundo a nova pesquisa, no período de 2003 a 2005, houve um aumento crescente no número de empregados com carteira assinada entre as empresas ativas. Em 2003 e 2004, esse número se manteve estável, com 64%. Já em 2005, o número de brasileiros com carteira assinada saltou para 85%.

Para o diretor-técnico do Sebrae Nacional, Luiz Carlos Barboza, essa melhora significativa na taxa de sobrevivência das empresas é atribuída a dois fatores: a elevação do nível educacional dos empreendedores e o aumento na busca por mais informações para a abertura e gestão dos negócios. “Empreendedores mais bem capacitados e informados em um ambiente econômico favorável é a receita adequada para a maior sobrevivência das empresas”, justificou.

Fatores condicionantes

Ao fazer um comparativo entre a nova pesquisa (2003/2005) e a pesquisa anterior, é possível constatar que houve uma crescente melhora em diferentes aspectos principalmente nos que se referem ao comportamento e à atuação dos empresários. Esses aspectos são considerados determinantes no aumento expressivo da taxa de sobrevivência.

Por exemplo, na pesquisa recente foi constatada uma elevação no grau de escolaridade dos proprietários das empresas ativas. Nesse período, se comparado com o da pesquisa anterior, de 2000/2002, diminuiu o número de empresários com até a 4ª série do ensino fundamental – 2% na pesquisa atual e 3% na pesquisa anterior. Houve também um aumento de empresários com 8ª série incompleta, 8% contra os 7% constatados na pesquisa anterior.

Os empresários com curso superior incompleto correspondiam ao percentual de 46% na pesquisa anterior; na atual representam 49%. Os empresários com superior completo passaram de 29%, na pesquisa anterior, para 30%, na atual.

Metodologia

A pesquisa teve por objetivo avaliar a taxa e os fatores que contribuiram para a sobrevivência das micro e pequenas empresas brasileiras formalmente constituídas e registradas nos anos de 2003, 2004 e 2005. Para rastrear essas empresas, foram consultadas as bases de dados cadastrais de várias fontes, como a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), Cadastro Central de Empresas do IBGE (Cempre), Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC), Secretaria da Receita Federal, Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e Juntas Comerciais estaduais.

Para a composição da pesquisa, foram ouvidos 14.181 empresários, proprietários de empresas formais ativas e extintas de todo o País. As empresas extintas são aquelas que têm suas atividades paralisadas, não necessariamente fechadas legalmente. A margem de erro da pesquisa varia de 2,84% a 1,07%, para a análise das empresas ativas, e de 3,65% a 2,18%, para os dados das empresas extintas.

Na amostragem foram analisadas empresas com até dois anos de existência para as que foram constituídas em 2005; com até três anos de existência para as constituídas em 2004; e com até quatro anos para as nascidas em 2003.

Para o período de 2003 e 2004, a pesquisa traz levantamentos por região e nacional. Já em 2005, com uma análise mais ampla, apresenta dados nacionais, regionais e estaduais.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias – (61) 3348- 7494 ou 2107-9359/9362
Assessores de Imprensa do Sebrae Nacional – Alessandro Soares (9977-9529) e Beatriz Borges (8111-6924)

Licença
Os textos veiculados pela Agência Sebrae de Notícias podem ser reproduzidas gratuitamente, apenas para fins jornalísticos, mediante a citação da agência. Para mais informações, os jornalistas devem telefonar para (61) 3348-7494 ou (61) 2107.9362, no horário das 10h às 19h.
Caminhos e dicas para tornar esse momento empresarial menos complicado
Para uma micro ou uma pequena empresa exercer suas atividades no Brasil, é preciso, entre outras providências, ter registro na prefeitura da cidade onde ela vai funcionar, no estado, na Receita Federal, na Previdência Social, na Entidade de Classe e na Secretaria de Meio-Ambiente. O texto mostra caminhos e dá dicas para tornar esse momento empresarial menos complicado.

Para uma micro ou uma pequena empresa exercer suas atividades no Brasil, é preciso, entre outras providências, ter registro na prefeitura ou na administração regional da cidade onde ela vai funcionar, no estado, na Receita Federal e na Previdência Social. Dependendo da atividade pode ser necessário também o registro na Entidade de Classe, na Secretaria de Meio-Ambiente e outros órgãos de fiscalizaçao. A seguir, mostraremos caminhos e daremos dicas para tornar esse momento empresarial menos complicado.

Na Junta Comercial ou Cartório de Registro de Pessoa Jurídica

O registro legal de uma empresa é tirado na Junta Comercial do estado ou no Cartório de Registro de Pessoa Jurídica. Para as pessoas jurídicas, esse passo é equivalente à obtenção da Certidão de Nascimento de uma pessoa física. A partir desse registro, a empresa existe oficialmente – o que não significa que ela possa começar a operar.

Para fazer o registro é preciso apresentar uma série de documentos e formulários que podem variar de um estado para o outro. Citamos os mais comuns:

- Contrato Social;
- Documentos pessoais de cada sócio (no caso de uma sociedade).

O Contrato Social é a peça mais importante do início da empresa, e nele devem estar definidos claramente os seguintes itens:
- Interesse das partes;
- Objetivo da empresa;
- Descrição do aspecto societário e a maneira de integralização das cotas.

Para ser válido, o Contrato Social deverá ter o visto de um advogado. As micro empresas e empresas de pequeno porte são dispensadas da assinatura do advogado, conforme prevê o Estatuto da Micro e Pequena Empresa.

Ainda na Junta Comercial ou no Cartório, deve-se verificar se há alguma outra empresa registrada com o nome pretendido. Geralmente é necessário preencher um formulário próprio,  com três opções de nome. Há estados que já oferecem esse serviço pela Internet.

Se tudo estiver certo, será possível prosseguir com o arquivamento do ato constitutivo da empresa, quando geralmente serão necessários os documentos:
- Contrato Social ou Requerimento de Empresário Individual ou Estatuto, em três vias;
- Cópia autenticada do RG e CPF do titular ou dos sócios;
- Requerimento Padrão (Capa da Junta Comercial), em uma via;
- FCN (Ficha de Cadastro Nacional) modelo 1 e 2, em uma via;
- Pagamento de taxas através de DARF

Os preços e prazos para abertura variam de estado para estado. Para isso, o ideal é consultar o site da Junta Comercial do estado em que a empresa estiver localizada.

Registrada a empresa, será entregue ao seu proprietário o NIRE (Número de Identificação do Registro de Empresa).que é uma etiqueta ou um carimbo, feito pela Junta Comercial ou Cartório, contendo um número que é fixado no ato contitutivo,

CNPJ

Com o NIRE em mãos, chega a hora de registrar a empresa como contribuinte, ou seja, de obter o CNPJ.
O registro do CNPJ é feito exclusivamente pela Internet, no site da Receita Federal por meio do download de um programa específico. Os documentos necessários, informados no site, são enviados por sedex ou pessoalmente para a Secretaria da Receita Federal, e a resposta é dada também pela Internet.

Ao fazer o cadastro no CNPJ, é preciso escolher a atividade que a empresa irá exercer. Essa classificação será utilizada não apenas na tributação, mas também na fiscalização das atividades da empresa. Lembre-se que nem todas as empresas podem optar pelo Simples, principalmente as prestadoras de serviços que exigem habilitação profissional. Portanto, antes de fazer sua inscrição no CNPJ, consulte os tipos de empresa que não se enquadram no Simples.

Alvará de Funcionamento

Com o CNPJ cadastrado, é preciso ir à prefeitura ou administração regional para receber o alvará de funcionamento. O alvará é uma licença que permite o estabelecimento e o funcionamento de instituições comerciais, industriais, agrícolas e prestadoras de serviços, bem como de sociedades e associações de qualquer natureza, vinculadas a pessoas físicas ou jurídicas. Isso é feito na prefeitura ou na administração regional ou na Secretaria Municipal da Fazenda de cada município. Geralmente, a documentação necessária é:
- Formulário próprio da prefeitura;
- Consulta prévia de endereço aprovada;
- Cópia do CNPJ;
- Cópia do Contrato Social;
- Laudo dos órgãos de vistoria, quando necessário.

Inscrição Estadual

Já o cadastro no sistema tributário estadual deve ser feito junto à Secretaria Estadual da Fazenda. Em geral, ele não pode ser feito pela Internet, mas isso varia de estado para estado. Atualmente, a maioria dos estados possui convênio com a Receita Federal, o que permite obter a Inscrição Estadual junto com o CNPJ, por meio de um único cadastro.

A Inscrição Estadual é obrigatória para empresas dos setores do comércio, indústria e serviços de transporte intermunicipal e interestadual. Também estão incluídos os serviços de comunicação e energia. Ela é necessária para a obtenção da inscrição no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), e em geral a documentação pedida para o cadastro é:
- DUC (Documento Único de Cadastro), em três vias;
- DCC (Documento Complementar de Cadastro), em 1 via;
- Comprovante de endereços dos sócios, cópia autenticada ou original;
- Cópia autenticada do documento que prove direito de uso do imóvel, como por exemplo o contrato de locação do imóvel ou escritura pública do imóvel;
- Número do cadastro fiscal do contador;
- Comprovante de contribuinte do ISS, para as prestadoras de serviços;
- Certidão simplificada da Junta (para empresas constituídas há mais de três meses);
- Cópia do ato constitutivo;
- Cópia do CNPJ;
- Cópia do alvará de funcionamento;;
- RG e CPF dos sócios.

Observação: em alguns estados a inscrição estadual deve ser solicitada antes do alvará de funcionamento.


Cadastro na Previdência Social

Após a concessão do alvará de funcionamento, a empresa já está apta a entrar em operação. No entanto, ainda faltam duas etapas fundamentais para o seu funcionamento. A primeira é o cadastro na Previdência Social, independente da empresa possuir funcionários.

Para contratar funcionários, é preciso arcar com as obrigações trabalhistas sobre eles. Ainda que seja um único funcionário, ou apenas os sócios inicialmente, a empresa precisa estar cadastrada na Previdência Social e pagar os respectivos tributos. Assim, o representante deverá dirigir-se à Agência da Previdência de sua jurisdição para solicitar o cadastramento da empresa e seus responsáveis legais. O prazo para cadastramento é de 30 dias após o início das atividades.

Aparato fiscal

Agora resta apenas preparar o aparato fiscal para que seu empreendimento entre em ação. Será necessário solicitar a autorização para impressão das notas fiscais e a autenticação de livros fiscais. Isso é feito na prefeitura de cada cidade. Empresas que pretendam dedicar-se às atividades de indústria e comércio deverão ir à Secretaria de Estado da Fazenda.No caso do Distrito Federal, independente do segmento de atuação da empresa, esta autorização é emitida pela Secretaria de Fazenda Estadual.

Uma vez que o aparato fiscal esteja pronto e registrado, sua empresa pode começar a operar legalmente. Antes, no entanto, certifique-se que tudo ocorreu bem durante os procedimentos anteriores. Se estiver tudo certo, basta tocar o seu negócio adiante.

Fonte: http://www.sebrae.com.br/momento/quero-abrir-um-negocio/14-guia-pratico-para-registrar-sua-empresa/BIA_14/integra_bia?

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Núcleo Internet

Como elaborar um plano de negócio
Um roteiro precioso para você planejar a sua empresa e criar documento vivo que descreve os objetivos de um negócio

O plano de negócio é o melhor instrumento para traçar um retrato fiel do mercado, do produto e das atitudes do empreendedor. Desenvolver o seu é um sinal de maturidade e planejamento – através de seu plano de negócio quem quer iniciar uma empresa tem mais segurança para alcançar o êxito e também ampliar ou promover inovações.

Baixe aqui o arquivo completo, no formato pdf. Imprima e use! Como elaborar um plano de negócio

Assim como para construir uma casa, organizar uma festa, viajar para o campo ou para o litoral é necessário fazer um cuidadoso planejamento.

Ou seja, a casa, a festa e a viagem não vão se realizar apenas porque você assim deseja, mesmo que seja um desejo ardoroso. Idéias assim nascem em nossos corações, porém, para que elas se tornem realidade, é preciso construí-las passo a passo.

Para que uma viagem aconteça, é necessário escolher o local a ser visitado, decidir o tempo da viagem, quanto dinheiro levar, comprar passagens, reservar hotel, arrumar as malas, entre tantas outras coisas. Se, para uma simples viagem, precisamos fazer tudo isso, imagine quando queremos abrir um negócio. E empreender, muitas vezes, é uma viagem para um lugar desconhecido.

Para você organizar suas idéias é que foi criado o plano de negócio. Nesta viagem ao mundo dos empreendedores, ele será o seu mapa de percurso.

O plano irá orientá-lo na busca de informações detalhadas sobre o seu ramo, os produtos e serviços que irá oferecer, seus clientes, concorrentes, fornecedores e, principalmente, sobre os pontos fortes e fracos do seu negócio, contribuindo para a identificação da viabilidade de sua idéia e na gestão da empresa.

Ao final, seu plano irá ajudá-lo a responder a seguinte pergunta: “Vale a pena abrir, manter ou ampliar o meu negócio?”.

Lembre-se de que a preparação de um plano de negócio é um grande desafio, pois exige persistência, comprometimento, pesquisa, trabalho duro e muita criatividade.

Boa sorte, ou melhor dizendo, bom trabalho! E tenha claro que começar já é a metade de toda a ação. Sucesso!

Baixe aqui o arquivo completo, no formato pdf. Imprima e use! Como elaborar um plano de negócio.

Plano de negócio: o que é preciso saber
Dados cujo conhecimento é necessário para o desenvolvimento do negócio
Conhecer o ramo de atividade, definir produtos e analisar o local de estabelecimento constituem algumas medidas que o empreendedor tem de levar em consideração na hora de montar o seu negócio.

Conhecer o ramo de atividade, definir produtos e analisar o local de estabelecimento constituem algumas medidas que o empreendedor tem de levar em consideração na hora de montar o seu negócio.

Conhecer o ramo de atividade – É preciso conhecer alguns dados elementares sobre o ramo em que se pretende atuar e as possibilidades de atuação no segmento (exemplo: confecção é o ramo; pode-se atuar com jeans, malha, linho, público infantil, adulto, feminino).

Conhecer o mercado consumidor – O estudo do mercado consumidor é importante para o empreendimento, pois abrange as informações necessárias para a identificação dos prováveis compradores. O que produzir, de que forma vender, qual o local adequado para a venda, qual a demanda potencial para o produto. Essas são algumas indagações que podem ter respostas mais adequadas quando se conhece o mercado consumidor.

Conhecer o mercado fornecedor – Para iniciar e manter qualquer atividade empresarial, a empresa depende de seus fornecedores (mercado fornecedor). O conhecimento desse mercado se reflete nos resultados pretendidos pela empresa. Mercado fornecedor é aquele que fornece à empresa os equipamentos, máquinas, matéria-prima, mercadorias e outros materiais necessários ao seu funcionamento.

Conhecer o mercado concorrente – O mercado concorrente compõe-se das pessoas ou empresas que oferecem mercadorias ou serviços iguais ou semelhantes aos que você pretende oferecer. Esse mercado deve ser analisado de maneira que sejam identificados: quem são os concorrentes; quais mercadorias ou serviços oferecem; quais são as vendas efetuadas pelo concorrente; quais os pontos fortes e fracos da concorrência; fidelidade da clientela em relação à concorrência.

Definir produtos a serem fabricados, mercadorias a serem vendidas ou serviços a serem prestados – É preciso conhecer detalhes do seu produto/serviço e oferecer produtos e serviços que atendam às necessidades de seu mercado. Também é importante definir qual a utilização do seu produto/serviço, qual a embalagem a ser usada, tamanhos oferecidos, cores, sabores etc.

Analisar a localização da empresa – Onde montar o negócio. Essa escolha pode significar a diferença entre o sucesso ou o fracasso de um empreendimento.

Conhecer marketingMarketing é um conjunto de atividades desenvolvidas pela empresa para que atenda desejos e necessidades de seus clientes. As atividades de marketing podem ser classificadas em áreas básicas, que são traduzidas nos 4 ‘pes’: Produto, Pontos de Venda, Promoção (Comunicação) e Preço.

Processo operacional – Este item trata do ‘como fazer’. Devem ser abordadas questões como: que trabalho será feito e quais as fases de fabricação/venda/prestação de serviços; quem fará; com que material; com que equipamento; quando fará. É preciso verificar quem possui conhecimento e experiência no ramo: o empreendedor, um futuro sócio, um profissional contratado etc.

Projeção do volume de produção, de vendas ou de serviços – É prudente que o empreendedor ou empresário considere a necessidade e a procura do mercado consumidor; os tipos de mercadorias ou serviços a serem colocados no mercado; a disponibilidade de pessoal; a capacidade dos recursos materiais – máquinas, instalações; a disponibilidade de recursos financeiros; a disponibilidade de matéria-prima, mercadorias, embalagens e outros materiais necessários.

Projeção da necessidade de pessoal – Identifique o número de pessoas necessárias para o tipo de trabalho e que qualificação elas deverão ter.

Análise financeira – É necessário fazer uma estimativa do resultado da empresa, a partir de dados projetados, bem como uma projeção do capital necessário para começar o negócio, pois há de fazer investimento em local, equipamentos, materiais e despesas diversas, para instalação e funcionamento inicial da empresa.

Plano de negócio: análise de riscos
Aspectos que avaliam a atratividade de uma empresa
O conhecimento de alguns aspectos da vida das empresas deve permitir a avaliação do grau de atratividade do empreendimento, subsidiando a decisão do futuro empresário na escolha do negócio que pretende desenvolver.
O conhecimento de alguns aspectos da vida das empresas deve permitir a avaliação do grau de atratividade do empreendimento, subsidiando a decisão do futuro empresário na escolha do negócio que pretende desenvolver.

Basicamente, os riscos do negócio referem-se aos aspectos descritos a seguir.

– Sazonalidade – caracteriza-se pelo aumento ou redução significativos da demanda pelo produto, em determinada época do ano. Os negócios com maior sazonalidade são perigosos e oferecem riscos que obrigam os empreendedores a manobras precisas. Quando em alto grau, considera-se fator negativo na avaliação do negócio.

– Efeitos da economia – a análise da situação econômica constitui questão importante para a avaliação da oportunidade de negócio, já que alguns são gravemente afetados, por exemplo, por economias em recessão.

– Controles governamentais – setores submetidos a rigorosos controles do governo, nos quais as regras podem mudar com freqüência, oferecem grande grau de risco e são pouco atraentes para pequenos investidores.

– Existência de monopólios – alguns empreendimentos podem enfrentar problemas por atuar em áreas em que haja monopólios formados por operações que dominam o mercado, definindo as regras do jogo comercial. No Brasil, a comercialização de pneus, produtos químicos em geral e tintas constitui exemplo de segmentos monopolizados.

– Setores em estagnação ou retração – nesses setores, há procura menor que a oferta de bens/serviços, o que torna a disputa mais acirrada. Nas épocas de expansão e prosperidade de negócios, ao contrário, novos consumidores entram no mercado, promovendo a abertura de novas empresas.

– Barreiras à entrada de empresas – obstáculos relacionados com: exigência de muito capital para o investimento; alto e complexo conhecimento técnico; dificuldades para obtenção de matéria-prima; exigência de licenças especiais; existência de contratos, patentes e marcas que dificultam a legalização da empresa.

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Fonte: http://www.sebrae.com.br/momento/quero-abrir-um-negocio/

Educação financeira: uma proposta de mudanças de paradigmas
José Roberto Savóia – professor da FEA/USP e ex-secretário da Previdência Complementar*

As ações de estímulo à educação financeira precisam seguir alguns dos princípios geralmente empregados nos países desenvolvidos:

 

a) Os programas educação financeira têm que ser implementados de uma forma justa e sem vieses. E devem começar na escola fundamental;

 

b) É necessário que permita o desenvolvimento das competências financeiras dos indivíduos por meio de informações e instruções apropriadas, livres de interesses;

 

c) Os programas de educação financeira devem focar aspectos importantes do planejamento financeiro pessoal da população adulta como: a poupança e a aposentadoria, o endividamento, a contratação de seguros e o financiamento da casa própria

 

No Brasil, há uma situação preocupante, demandando urgência na inserção da educação financeira em todas as esferas, ainda mais em um país com desequilibrada distribuição de renda, onde representativa parte dos recursos produtivos é direcionada ao Estado. Isto torna imprescindível a excelência na gestão de recursos escassos por parte dos indivíduos e de suas famílias.

 

Em outras palavras, o conhecimento do funcionamento de sua conta-corrente e da dinâmica de uma caderneta de poupança não é mais suficiente para os consumidores brasileiros. O paradigma foi alterado e, atualmente, é demandado o amplo conhecimento da população sobre os produtos e os serviços ofertados pelas instituições financeiras. O objetivo é administrar com maior êxito as suas finanças pessoais.

 

Não é novidade que os adolescentes do mundo contemporâneo têm maior acesso aos instrumentos financeiros do que os seus pais possuíam e, por isso, necessitam desenvolver competências mais complexas do que as demandadas para as gerações anteriores.

 

Fatores como a tecnologia e a internet permitem uma maior exposição dos jovens ao mercado financeiro. É importante destacar que as instituições financeiras, percebendo este nicho de mercado, estão desenvolvendo estratégias para atrair o público jovem por meio de uma comunicação mais adequada e pelo desenvolvimento de serviços e produtos com um novo apelo de marketing.

 

Mas como educar os jovens se as gerações anteriores, em geral, ainda estão se adaptando a uma nova realidade, precisando desenvolver preliminarmente a sua competência financeira para poder transmiti-la às futuras gerações?

 

Uma das alternativas é o papel a ser desempenhado pelo ensino em todos os níveis. Torna-se claro que as políticas educacionais precisam focar este tema. Para isso, medidas na esfera governamental e privada precisam ser desenvolvidas. Porém, é necessário ter compreensão das iniciativas feitas no Brasil:

 

1. Ministério da Educação (MEC): Não há obrigatoriedade da Educação Financeira no sistema de ensino. O MEC preconiza a contextualização do ensino, que pressupõe um processo de aprendizagem apoiado no desenvolvimento de competências para inserção dos estudantes na vida adulta, mediante a multidisciplinaridade, o incentivo do raciocínio e da capacidade de aprender. No ensino de Matemática, recomenda-se estimular: a capacidade de leitura e interpretação de textos com conteúdo econômico; a habilidade de análise e julgamento dos cálculos de juros nas vendas a prazo; a compreensão do relacionamento entre a Matemática e os demais campos de conhecimento, como a Economia; a utilização dessa para promover ações de defesa dos direitos do consumidor. As orientações supracitadas são oriundas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.384/96), mas não demonstram uma preocupação explícita do MEC com a inserção da Educação Financeira no ensino. O MEC, em conjunto com o Ministério da Fazenda, a Secretaria da Receita Federal, a Secretaria do Tesouro Nacional, e as Secretarias da Fazenda e de Educação dos Estados, vêm implementando o Programa Nacional de Educação Fiscal, com o objetivo de capacitar os indivíduos no âmbito fiscal. Por meio da Escola de Administração Fazendária – ESAF – são oferecidos cursos online e materiais sobre o assunto.

  

2. Programa Nacional de Educação Fiscal: O MEC, o Ministério da Fazenda, a Secretaria da Receita Federal, a Secretaria do Tesouro Nacional, e as Secretarias da Fazenda e de Educação dos Estados vêm implementando o Programa Nacional de Educação Fiscal, com o objetivo de tornar os indivíduos (educadores, alunos, universitários e população em geral) munidos de melhor conhecimento fiscal. Por meio da Escola de Administração Fazendária (ESAF) são oferecidos cursos on-line e materiais sobre o assunto.

  

3. Universidades: Não se verifica uma participação constante das instituições de ensino superior no processo de Educação Financeira

  

4. Banco Central do Brasil – BACEN: O BACEN possui o Programa de Educação Financeira – PEF –, responsável pela orientação da sociedade a respeito de assuntos econômicos, contribuindo para um melhor entendimento dos aspectos financeiros e da responsabilidade no planejamento das finanças pessoais. São exemplos de ações implementadas:

 

-          Projeto Museu-Escola, que envolve visitas monitoradas ao museu do BACEN;

-          Projeto O Museu Vai à Escola, que é uma extensão do Projeto Museu-Escola, levando palestras e exposições às escolas do Distrito Federal e de regiões próximas;

-          Projeto BC e Universidade, composto por palestras mensais, ministradas por servidores do BACEN e direcionadas aos estudantes universitários, esclarecendo sua atuação e suas funções.

 

Identifica-se uma lacuna na atuação desse órgão, evidenciada pela inexistência de uma regulamentação que exija o fomento da Educação Financeira por parte de bancos e outras instituições.

 

5. Comissões de Valores Mobiliários – CVM: Promove palestras e disponibiliza cartilhas gratuitas de educação ao investidor, além de esclarecer dúvidas dos indivíduos quanto a investimentos.

  

6. Bolsa de Valores de São Paulo – BOVESPA: Possui o Programa Educacional BOVESPA, criado em 1989, para atender aos interessados que desejam conhecer a bolsa e o funcionamento do mercado acionário. Suas iniciativas buscam evidenciar a importância das Bolsas de Valores para a economia do país, transmitir conceitos econômicos básicos, estimular hábitos de poupança, entre outras. Além disso, promove visitas monitoradas à Bolsa, realiza palestras e orientações à população, através dos projetos Educar e BOVESPA Vai Até Você; realiza concursos estudantis; apóia concursos de simulação de investimentos em conjunto com o jornal Folha de São Paulo; e desenvolve parcerias com instituições de ensino para distribuição de materiais.

 

7. SERASA: Desenvolveu o Guia SERASA de Orientação ao Cidadão, que auxilia na gestão dos recursos financeiros e pode ser encontrado em seu site (SERASA, 2006)

 

8. Federação Brasileira de Bancos – FEBRABAN: Oferece informações sobre o uso de produtos financeiros, como cartão, caixa automático, segurança e relacionamento com bancos.

 

9. Associação Nacional dos Bancos de Investimento – ANBID: Difunde conceitos sobre investimento pessoal, estimulando a formação do investidor no Brasil, e incentiva a produção de estudos acadêmicos sobre o mercado de capitais brasileiro. No seu portal –  www.comoinvestir.com.br –, disponibiliza serviços de e-learning e oferece informações educativas sobre alternativas de investimentos, como: fundos, ações, debêntures, CDB, títulos públicos. Também promove cursos e atua na certificação de profissionais que têm contato com os clientes, ao comercializarem produtos de investimento..

 

 

10. Demais Associações e mídia: Podem ser citadas: a Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços – ABECS –, que oferece recomendações por meio do Manual do Portador de Cartão (ABECS, 2006); e a Associação Nacional da Previdência Privada – ANAPP –, que disponibiliza informações relativas aos produtos de previdência.

No caso brasileiro, o papel exercido pela mídia – jornais, revistas, televisão, rádio e internet – é muito relevante, pela amplitude de seu alcance e pela facilidade de assimilação do conteúdo difundido.

 

Uma leitura crítica desse quadro permite afirmar que a Educação Financeira não foi agregada, de maneira oficial, nas grades curriculares e nas Universidades. Não se constata uma ação efetiva e duradoura. Tal realidade reflete uma atuação ainda insuficiente do MEC no que tange a inserção do tema em todos os níveis de ensino.

 

Assim como no ensino, também não se verifica o desenvolvimento de programas de Educação Financeira nos bancos brasileiros. As iniciativas existentes são escassas e não atendem às demandas dos clientes deles. A regulação da matéria pelo Banco Central seria uma alternativa para solucionar tal deficiência.

 

Outros organismos ligados ao governo – CVM, Ministério da Fazenda, Secretaria da Receita Federal, Secretaria do Tesouro Nacional e Secretarias da Fazenda e de Educação dos Estados – possuem projetos na área de Educação Financeira, mas ainda estão muito aquém do necessário para habilitar a população adulta sobre o tema.

 

Diante desse quadro, algumas ações podem ser sugeridas:

 

a) incentivar a cultura de poupança na população;

 

b) inserir a educação financeira nos programas de todos os níveis de ensino;

 

c) desenvolver os conceitos de crédito, investimento e consumo por meio de escolas, universidades, mídia e outros setores;

 

d) promover a coordenação de esforços entre governo e sociedade;

 

e) monitorar a qualidade dos programas

 

No entanto, a complexidade de se estabelecer tais procedimentos para um país tão amplo e desigual remete-nos ao questionamento dos poderes constituídos que deverão legislar a matéria e criar um plano de ações de longo prazo para produzir alterações da situação atual.

 

José Roberto Ferreira Savoia  - professor doutor do Departamento de Administração da FEA/USP e professor visitante da Columbia University. Ex-secretário da Previdência Complementar durante o Governo FHC.

*Colaborou com o artigo Flávia de Angelis Santana – Mestranda em historia pela USP

*Colaborou no artigo André Taue Saito – administrador de empresas pela FEA/USP e mestrando do Departamento de Administração da FEA/USP. Ex-analista financeiro.

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Por: Patricia Alves
17/09/07 – 18h07
InfoMoney

SÃO PAULO – Qual é o objetivo da educação financeira? Ensinar como gastar dentro do orçamento, para que sobre dinheiro no final do mês e não sobre mês no final do salário. Além disso, ser educado financeiramente significa saber usar o dinheiro que sobra, pagando dívidas, investindo e formando um patrimônio.

No entanto, uma outra definição do termo vem aparecendo, focando, além da segurança financeira, a qualidade de vida: Educação Financeira Sustentável!

O que significa?
De acordo com Aron Belinky, secretário-executivo da Ecopress – agência de notícias ambientais -, o principal objetivo da educação financeira sustentável é proporcionar qualidade de vida, garantindo que tenhamos – hoje e no futuro – a segurança material e as condições para uma vida feliz, com realização pessoal e profissional.

“O objetivo é mudar o pensamento de acumular cada vez mais dinheiro para a idéia de viver cada vez melhor”, afirma Belinky.

Para ele, a grande confusão está em ver o dinheiro como objetivo ao invés de vê-lo como instrumento. “O importante é que a pessoa priorize a satisfação ao consumo. Viver bem não significa comprar mais um celular ou outro carro, e sim aproveitar a vida”, ensina.

Princípios da educação financeira sustentável
Segundo Belinky, o planejamento financeiro é essencial para garantir um futuro, ser previdente e evitar situações de riscos e carência. “No entanto, ter mais dinheiro não significa ser mais feliz ou ter mais qualidade de vida. O importante é planejar-se para ter o suficiente, sem consumir com exagero e desperdício”.

O especialista enumera três princípios básicos para ser educado financeiramente e de uma forma sustentável:

  • Leve em conta a real satisfação que tem com cada coisa que faz com o dinheiro;
  • Respeite o tempo que você trabalhou para ganhar e avalie a necessidade de gastar;
  • Evite o desperdício e acúmulo desnecessário.

Na prática
Para Belinky, o pensamento sustentável deve ir além do discurso. Segundo ele, grande parte das pessoas ainda está um passo atrás nesta questão. “Eles perceberam o problema, mas ainda não tomaram atitudes para mudar”.

Para garantir o futuro das próximas gerações, Aron Belinky explica que é necessário ensinar pelo exemplo. “Não adianta falar que é importante se não praticar”.

Segundo ele, uma forma de exercitar o raciocínio sustentável é sempre pensar antes de comprar: “O que esse gasto vai produzir de bom?”

Se a conclusão for que a compra seria apenas um capricho, e não uma necessidade, por que não investir esse dinheiro de forma sustentável?

Ações de empresas responsáveis ou fundos de investimentos sustentáveis têm apresentado rentabilidade igual ou superior à média do mercado. “No entanto, é necessária uma visão de longo prazo, pois a tendência é de que esses investimentos tenham boa performance no futuro”, finaliza.

Dinheirama e o Meio Ambiente!Segundo o poeta Vinicius de Morais, mais importante do que ser feliz é viver. Nossa vida é composta de momentos de bonança e outros de maiores dificuldades. Muitas vezes a escassez de oportunidades traz à tona problemas pessoais e financeiros. É no bolso, aliás, que quase todos os problemas começam e terminam. Assim, exercitar o papel do dinheiro[bb] e saber o que podemos esperar dele se tornam atitudes cada vez mais necessárias.

Entre neste artigo Publicado por Ricardo Pereira em 22.02.2008 na seção Finanças Pessoais do site http://www.dinheirama.com

 

Material escolar, viagens, festas, férias e contas adquiridas no fim de ano. Esses são apenas alguns dos gastos a mais que ainda são sentidos nesses primeiros meses de 2008. Isso sem contar as contas mensais, como vestuário, habitação, alimentação, saúde, etc. Esse acúmulo de compromissos faz com que os primeiros meses do ano tenham cor vermelha no extrato bancário, o que terá reflexo durante todo o

Poupança é importante!

restante de 2008.

Entretanto, existem meios de minimizar o impacto dessas contas em seu orçamento, sem deixar de se divertir, mas para isso é necessário que se tome algumas atitudes. Recentemente, criei a metodologia DiSOP (Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar), onde descrevo importantes passos para que você alcance sua independência financeira e gerencie melhor suas finanças pessoais[bb].

Para o restante do artigo entre: na seção Educação Financeira do site http://www.dinheirama.com

Ana Célia Ariza

 

Existem vários ensinamentos que colaboram com a vida financeira de nossos filhos; um muito preciso é: “Querer é diferente de precisar”.

 

Toda vez que a criança pedir para comprar algo, discutam e reflitam se, realmente, o que ela está pedindo é necessário. Verifiquem se a compra pode esperar, se é capricho, ou se realmente é necessária naquele momento.

 

Toda vez que a criança pedir dinheiro, perguntem para que ela quer, a fim de que ela repense sua necessidade.

 

O bom e velho “porquinho”, ou seja, o cofrinho, é um interessante instrumento de educação financeira. É uma ferramenta que auxilia no “poupar” na construção de uma reserva financeira. Toda criança deve ter o seu e ser incentivada a deixá-lo bem “pesadinho”.

 

Guardar dinheiro é uma forma de, no futuro, ter uma reserva, o famoso “pé-de-meia”. Lembrem à criança que, às vezes, não temos todo o dinheiro para uma compra, mas guardando, poderemos, em pouco tempo, efetuá-la.

 

A boa educação financeira ajudará a preparar seus filhos para a vida.

 

Mas há outro tema muito importante a ser despertado, nas crianças: o empreendedorismo, tão necessário nos dias de hoje.

Estimular o espírito empreendedor é nosso dever. Com boa educação financeira, o espírito empreendedor de seu filho tende a crescer com maior desejo pela conquista de resultados. Quando seu filho, ou mesmo vocês, desejarem adquirir algo, sabe aquele objeto de desejo?

Vale a pena, para motivação, recortar uma foto do “sonho” e colar em um local bem visível.

 

Olhando todos os dias para a foto, vocês estarão estimulando a conquista e ainda despertando o lado empreendedor e criativo.  (funciona bem!). Ex: a criança colar no espelho a figura do presente que deseja conquistar. Encorajar tanto as crianças como os adultos para que busquem seus sonhos é fundamental.

A grande vitória é transformar sonhos em realidade.

 

Nunca desistam de um sonho. Muita perseverança e sucesso!

 

Ana Célia Ariza

Ser bem sucedido no mundo é sempre uma questão de esforço pessoal. Todavia, é um engano acreditar alguém que pode vencer sem a cooperação de outros.
(Napoleon Hill do livro “A lei do triunfo”)

Inquestionavelmente, o maior ativo de Henry Ford era o seu próprio cérebro. Em seguida, vinham os cérebros do seu círculo imediato de auxiliares, pois era através da sua coordenação que foram acumulados os bens que ele controlava. Se fossem destruídas todas as fábricas de Ford e todas as suas máquinas, todos os átomos de matéria-prima, todos os automóveis já terminados e todos os seus depósitos nos bancos, ele seria ainda assim o homem mais poderoso da Terra, no que se refere a poder econômico. Os cérebros que realizaram as empresas Ford podiam duplicá-la novamente, em pouco tempo. Há sempre capital, em quantidade ilimitada, à disposição de cérebros como o de Ford. (Napoleon Hill do livro “A lei do triunfo”)

Por toda parte se encontram oportunidades para ganhar dinheiro.
(Napoleon Hill do livro “A lei do triunfo”)

Não devemos ter medo das novas idéias! Elas podem significar a diferença entre o triunfo e o fracasso. (Napoleon Hill do livro “A lei do triunfo”)

Um outro fato importante revelado por essas análises foi que noventa e cinco por cento dos que são classificados como fracassos se ocupavam em trabalhos que não eram do seu agrado, ao passo que os restantes cinco por cento de elementos apontados como “triunfadores” trabalhavam no que mais lhes agradava. É de duvidar que uma pessoa se torne um fracasso, quando empenhada num trabalho que lhe interessa realmente. Outro fator vital mostrado por essas análises foi que os cinco por cento de pessoas que triunfaram tinham o hábito sistemático de economizar dinheiro, enquanto que os noventa o cinco por cento que fracassaram não economizavam nada. Vale a pena refletir sobre o fato.(Napoleon Hill do livro “A lei do triunfo”)

De uma vaga maneira, quase todas as pessoas têm um propósito, isto é, o desejo de ganhar dinheiro. Mas isso não é propósito definido. Antes de o nosso propósito poder ser considerado como definido, mesmo que esse objetivo seja a acumulação de dinheiro, precisamos chegar a uma decisão quanto ao método preciso por meio do qual pretendemos acumular dinheiro. Não basta dizer que se ganhará dinheiro empenhando-se em qualquer espécie de negócio. É preciso escolher o gênero de negócio. Deve-se também decidir o ponto onde ele será localizado, bem como as normas em que deve ser conduzido.(Napoleon Hill do livro “A lei do triunfo”)

Os mais prósperos homens de negócios são pessoas de pronta decisão que trabalham sempre com um propósito principal, como finalidade na vida.
(Napoleon Hill do livro “A lei do triunfo”)

O homem geralmente triunfa com mais facilidade num campo de esforços em que se lança de corpo, alma e coração.(Napoleon Hill do livro “A lei do triunfo”)

Nada conseguirá quem nada tenta. Se o nosso objetivo na vida é vago, nossas realizações também o serão e podemos acrescentar: serão bem escassas. É preciso saber o que se quer, quando e como se espera alcançar o que se quer.
(Napoleon Hill do livro “A lei do triunfo”)

De vez em quando pode tornar-se preciso mudar os planos adotados para a realização de um objetivo principal definido. Façam-se essas modificações sem hesitação. Nenhuma criatura humana é dotada de capacidade de previsão suficiente para formular planos que não precisem de mudanças e adaptações.
(Napoleon Hill do livro “A lei do triunfo”)

Os realizadores (…) não se importam com as derrotas temporárias, pois sabem que estão caminhando para o triunfo, e, se um plano fracassa, logo o substituem por outro.Todas as realizações notáveis encontram sempre obstáculos antes de se tornarem uma realidade. Edison fez mais de dez mil experiências, antes de conseguir realizar o seu primeiro disco de fonógrafo.(Napoleon Hill do livro “A lei do triunfo”)

Eleve Seus Padrões. Sempre que você quiser sinceramente efetuar uma mudança, a primeira coisa que precisa fazer é elevar seus padrões. Quando me perguntam o que realmente mudou minha vida oito anos atrás, eu digo que a coisa mais importante foi mudar o que eu exigia de mim mesmo. Fiz uma lista de todas as coisas que não aceitaria mais na vida, de todas as coisas que não ia mais tolerar, e de tudo o que aspirava a ser. (Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)

Eu lhe direi desde já que a melhor estratégia, em quase todos os casos, é encontrar um modelo, alguém que já esteja conseguindo os resultados que você almeja, e depois explorar seus conhecimentos. Aprenda o que essa pessoa está fazendo, quais são suas convicções básicas, e como pensa. Isso não só o tornará mais eficaz, como também poupará muito tempo, porque não terá que re-inventar a roda. O que você pode fazer é melhorar os detalhes, remoldá-la, e talvez torná-la ainda melhor.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)

O importante não é onde você começa, mas sim as decisões que toma sobre o lugar a que está determinado a alcançar.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)

Como nação, temos o maior número de crianças com excesso de peso na história, por causa da nossa busca incansável da solução rápida: comida rápida (fast food), pudins instantâneos, e bolos feitos no microondas. Também nos negócios, esse tipo de foco a curto prazo pode ser fatal.(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)

Em meados dos anos setenta, quando a cidade de Nova York enfrentava a ameaça de falência, e a maioria dos incorporadores se afligia, indagando “Como vamos sobreviver se esta cidade afundar?”, Trump fez uma pergunta diferente: “Como posso enriquecer enquanto todos os outros estão com medo?” Essa pergunta ajudou a moldar muitas de suas decisões de investimentos, e levou-o com certeza à sua posição de predominância econômica.(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)

A vida é como pintar um quadro, não fazer uma soma. (OLIVER WENDELL HOLMES, JR.)

O único motivo para perseguirmos objetivos é o de expandir e crescer. Alcançar objetivos, por si só, nunca nos fará felizes a longo prazo; é quem você se torna, como supera os obstáculos necessários para alcançar os objetivos, que pode lhe proporcionar o mais profundo e o senso de realização. Por isso, talvez a pergunta fundamental que devemos formular seja a seguinte: “Que tipo de pessoa terei de me tornar para realizar tudo o que desejo?” Essa pode ser a pergunta mais importante que você fará a si mesmo, pois a resposta determinará a direção que precisa seguir pessoalmente. (Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)

Uma noção adicional, fundamental para o sucesso a longo prazo, é a de que alcançar nossos objetivos pode ser uma maldição, a menos que já tenhamos fixado um novo conjunto de objetivos superiores, antes de realizarmos os primeiros. Assim que se descobrir prestes a alcançar um objetivo, você precisa providenciar imediatamente a definição dos objetivos seguintes. Caso contrário, você experimentará algo que todos precisamos evitar: passar à frente de nossos objetivos. Quantas vezes já lemos sobre pessoas que alcançaram seus supremos objetivos na vida só para dizerem “Isso é tudo?”, porque sentiram que não tinham mais nenhum lugar para onde ir?
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)

O sucesso não vale nada se não temos alguém para partilhá-lo.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)

Ao se ressentir do sucesso dos outros, você se condiciona a evitar a própria abundância financeira que precisa e deseja.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)

As pessoas ricas hoje em dia são os verdadeiros alquimistas dos tempos modernos. Aprenderam a transformar algo comum em algo precioso, e colhem as recompensas econômicas que acompanham a transformação. Pensando a respeito, não se chega à conclusão de que a espetacular velocidade de processamento de um computador se reduz a areia? Afinal, o silício vem da areia. Às pessoas que pegaram idéias – meros pensamentos – e as transformaram em produtos e serviços estão sem dúvida praticando a alquimia. Toda riqueza começa na mente!
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)

Se você quer ganhar mais dinheiro onde está hoje, um dos meios mais simples é perguntar a si mesmo: “Como posso valer mais para a empresa? Como posso ajudá-la a fazer mais, em menos tempo? Como posso lhe acrescentar um tremendo valor? Há alguns meios pelos quais eu poderia ajudar a reduzir custos e aumentar a qualidade? Que novo sistema eu poderia desenvolver? Que nova tecnologia eu poderia usar para que a empresa produza seus produtos e serviços com mais eficiência?”
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)

A riqueza é o produto da capacidade de pensar do homem. (AYN RAND)

A maioria das pessoas espera até acumular uma certa quantidade de dinheiro antes de começar a se divertir. É um grande meio de ensinar o cérebro a vincular dor à criação de riqueza. Em vez disso, trate de se recompensar emocionalmente ao longo do caminho. Precisa de vez em quando conceder a si mesmo uma “sorte grande”, presenteando-se com uma surpresa financeira, a fim de que o cérebro aprenda que ganhar dinheiro é uma coisa agradável e compensadora.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)

Você pode notar que as pessoas que estão sempre discordando têm que trabalhar muito para poderem prosperar.(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Tudo e todos me fazem prosperar agora, e eu faço prosperar tudo e todos agora.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Se você persistir em falar e em pensar sobre prosperidade e êxito, não haverá forças no céu ou na terra que impedirão que você seja bem sucedido.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Comece a imaginar o tipo de vida que você gostaria de levar, se você tivesse disponibilidade financeira. (…) Pense nas associações que você gostaria de ajudar e o bem que suas riquezas poderiam proporcionar.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

O sucesso está em sermos coerentes e em rejeitar tudo que possa desviar nossa atenção de nosso triunfante objetivo. (Emma Curtis Hopkins)

À medida que você se afasta de tudo que for contraproducente e contrário à sua grande visão de prosperidade, à medida que você deixa de querer agradas aos outros e tem coragem de agradar à “voz baixa e serena” da prosperidade que está dentro de seu coração, você estará realmente a caminho de sua independência financeira.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Se você pensa no dinheiro de maneira favorável, você irá multiplicá-lo e reforçá-lo em seu próprio ser, ao passo que se você critica ou condena o seu ou o dinheiro dos outros, você irá dispersá-lo ou repeli-lo.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Nunca diga “não posso gastar, não posso me permitir tanta despesa” ou “isto é muito caro para mim”. Tal modo de falar fomenta as sementes da pobreza e as limitações que irão, por sua vez, produzir os mesmos frutos. Ao invés disso, é melhor dizer que esta não é maneira sensata de se empreender determinado tipo de transação.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Não é prudente exagerar suas dificuldades financeiras. Se você ficar alardeando seus problemas financeiros (e muita gente faz isso para angariar simpatia e atenção), então você sempre terá problemas financeiros para alardear.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

É bom afirmar para sua carteira de dinheiro, seu bloco de cheques ou para qualquer outra fonte financeira, o seguinte:”Dinheiro, dinheiro, dinheiro manifeste-se abundantemente aqui e agora”. Não tenha medo de declarar que grandes somas de dinheiro, ganhos financeiros surpreendentes e grandes e oportunas aquisições estão se manifestando para você.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Antes que o trabalho propriamente dito produza resultados fecundos, deve haver, em seu íntimo, um trabalho mental voltado para a prosperidade.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Pegue sua carteira de dinheiro (…) e imagine uma polpuda carteira com cédulas de grande valor. (…) Imagine, imagine, imagine todos os bens que você deseja alcançar.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Não devemos contar nossos sonhos e nossos ideais aos outros, pois eles irão tão-somente tentar destruí-los com suas dúvidas e descrenças.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Use suas melhores roupas, apresente-se da melhor maneira possível. Use o que você tem agora para viver da maneira mais pródiga possível.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Você deve fazer tudo o que puder com os recursos que tem para criar uma sensação de riqueza, uma atmosfera de riqueza e uma aparência de riqueza. Não faça comentários sobre o que você precisa, ou sobre o vácuo. Fazer comentários sobre o que nos falta ou sobre nossas limitações pode nos levar á dificuldades financeiras. Nunca se imagine pobre, ou precisando de ajuda. Não fale sobre tempos difíceis, nem que você tem que estar sempre economizando. Não pense no pouco, mas sim no muito que você tem. Agora é o momento de você usar sua melhor porcelana e sua melhor prata.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

À medida que você procurar viver da melhor maneira possível com aquilo que tem, os resultados fecundos começarão a aparecer. Quase que milagrosamente novas fontes de rendimentos aparecerão para fazer frente às suas necessidades.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Todos desejamos uma situação financeira melhor, e nós a conseguiremos. Eis a maneira de consegui-la: não fale em falta de recursos, mas comece a pensar na rica e exuberante abundância que existe em toda parte.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Quando você se apega ao que é obsoleto, você estará impedindo, ou mesmo anulando seu progresso.(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

A prosperidade é conseqüência de um plano. (…) Uma vida próspera não é feita ao acaso. Assim como a construção de uma ponte ou de um edifício, ela é a conseqüência de um planejamento. Sem deliberação e sem planejamento, não se poderá conseguir resultados prósperos em bases firmes e permanentes.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Lei do vácuo para a prosperidade. (…) Livre-se do que você não quer para dar lugar ao que você quer. Se houver roupas no seu armário, ou se houver mobília em sua casa ou em seu escritório que você acha que não servem mais; se houver pessoas de suas relações que deixaram de ser agradáveis, comece a eliminar as coisas materiais ou não de sua vida, na esperança de que você poderá realmente possuir o que você quer e deseja. Muitas vezes é difícil saber o que se quer, até o momento em que nos livramos daquilo que não queremos. (Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Quando você não consegue alcançar o que deseja é, geralmente, porque você precisa se libertar ou desistir de alguma coisa para dar lugar à outra. Novas essências não fluem com facilidade em situações confusas.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

A natureza abomina um vácuo e, quando você começa a eliminar o que não quer, você, automaticamente, está abrindo caminho para o que quer. Desistindo daquilo que é menos importante você estará, automaticamente, dando lugar para o que você acha melhor para você. (Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

A bíblia descreve a lei fundamental para a prosperidade quando fala de semear e colher, dar e receber. Os cientistas a descrevem como ação e reação. Alguns a denominam de lei da oferta e da procura. Emerson a descreveu como a lei da compensação, pela qual o semelhante atrai seu semelhante. Ele demonstrou que a lei da compensação é a “lei das leis”.
(…) A maioria das pessoas ainda tem que aprender que não se pode conseguir nada de graça, mas sim tem que dar antes de receber, ou tem que semear antes de colher.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Sempre há algo que uma pessoa possa dar, seja material ou não, que poderá pô-la em contato com o rico suprimento divino.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

A pobreza é uma espécie de inferno causada pela cegueira do homem para com a ilimitada bondade de Deus. A pobreza é uma experiência suja, inconfortável e degradante. Realmente, a pobreza é uma forma de doença e, em suas fases agudas, parece ser uma forma de loucura.
(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Todas as coisas são vossas. (I Cor. 3;21)

Durante a Idade Média, os sistemas feudais asseguraram a fortuna apenas para alguns poucos privilegiados. A fim de manter o povo na pobreza e para fazer da privação e da fome uma suposta “virtude cristã”, o ensinamento de “pobreza e penitência” era apresentado às massas como o único meio de salvação. Algumas dessas velhas idéias feudais sobre pobreza como uma virtude espiritual persistem até nossos dias, mas são idéias falsas, feitas pelo homem, e não representam a rica verdade de Deus para você e para mim. Portanto, não se desculpe e não procure desculpar os outros por desejarem prosperar. Isso é um desejo divino, ao qual se deve dar uma representação divina.(Catherine Ponder do livro “Leis dinâmicas da prosperidade”)

Se você se convencer de que neste mundo há mais dinheiro do que é possível gastar, mais pessoas que você teria tempo de conhecer, mais alegria do que poderia imaginar, você terá tudo o que precisa e deseja.
(Louise L. Hay do livro “O Poder Dentro de Você”)

Sua riqueza não depende de quanto você ganha, mas de quanto gasta ou do que faz com aquilo que ganha.
(Gustavo Petrasunas Cerbasi do livro “Dinheiro – os segredos de quem tem”)

Algumas pessoas são e sempre serão pobres porque ser pobre está no seu jeito de viver, de pensar e de ver as coisas.
(Gustavo Petrasunas Cerbasi do livro “Dinheiro – os segredos de quem tem”)

Basicamente, todo pobre é pobre porque:
- Despreza os pequenos valores.
- Não se esforça por uma boa negociação.
- Não tem percepção financeira.
- Não sabe aonde quer chegar.
(Gustavo Petrasunas Cerbasi do livro “Dinheiro – os segredos de quem tem”)

Quanto mais pobre a pessoa, mais desperdiça.
(…) Você já fez, por exemplo, no banheiro público ou da empresa a pesquisa do papel-toalha? Quem está mais bem vestido ou ganha mais é quem usa uma folha – no máximo duas – para enxugar as mãos. Na proporção inversa da renda, vai aumentando o desperdício.
(Gustavo Petrasunas Cerbasi do livro “Dinheiro – os segredos de quem tem”)

Fazer dívidas deverá estar fora de seus planos se essas dívidas não servirem para torná-lo mais rico.
(Gustavo Petrasunas Cerbasi do livro “Dinheiro – os segredos de quem tem”)

Rico é aquele que recebe mais do que consome; pobre é aquele cuja despesa é maior que a receita. (La Bruyére)

Você não deve abrir mão de seu lazer nem de seus hobbies para acumular riqueza. O único porém é que esses hobbies devem ser compatíveis com seu padrão de vida ou com suas possibilidades de pagamento.
(Gustavo Petrasunas Cerbasi do livro “Dinheiro – os segredos de quem tem”)

Se você acha que será feliz somente quando tiver muito dinheiro, lamento dizer que isso é pura ilusão. A felicidade se constrói no dia-a-dia, a cada momento. E dinheiro não é um objetivo, não é a felicidade. Dinheiro é como um cupom que lhe proporciona meios de curtir aquilo que você ama ou aprecia muito.
(Gustavo Petrasunas Cerbasi do livro “Dinheiro – os segredos de quem tem”)

Ele pode comprar uma casa, mas não um lar.
Ele pode comprar uma cama, mas não o sono.
Ele pode comprar um relógio, mas não o tempo.
Ele pode comprar um livro, mas não o conhecimento.
Ele pode comprar um título, mas não o respeito.
Ele pode comprar um médico, mas não a saúde.
Ele pode comprar o sangue, mas não a vida.
Ele pode comprar o sexo, mas não o amor.
(Ensinamento chinês sobre o dinheiro)

A única diferença entre uma pessoa rica e uma pessoa pobre é o que eles fazem, quando têm o tempo livre. O que você fizer com seu salário e com seu tempo livre vai determinar seu futuro financeiro. (Robert T. Kyiosaki / Sharon L. Lechter do livro “Independência Financeira – O guia do pai rico”)

Pai rico disse muitas vezes: “Se vc quer ser rico, descubra o que todo mundo está fazendo e faça justamente o contrário”. (Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “O Guia de INVESTIMENTOS – o guia do PAI RICO”).

Pai rico afirmou diversas vezes: “O dinheiro é tudo o que vc quer que ele seja”. O que ele queria dizer é que o dinheiro vem da nossa mente, de nossos pensamentos. Se alguém fala: “É difícil conseguir dinheiro”, provavelmente esse alguém terá dificuldade em obtê-lo. Se alguém diz: “Nunca vou enriquecer” ou “É muito difícil ficar rico”, isso provavelmente será verdade no caso desse alguém. (Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “O Guia de INVESTIMENTOS – o guia do PAI RICO”).

O investimento começa e termina pelo controle que temos sobre nós mesmos. (Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “O Guia de INVESTIMENTOS – o guia do PAI RICO”).

Muitas vezes ouço as pessoas dizerem “prefiro ser feliz a ser rico”. Sempre achei estranho esse comentário porque sou rico e feliz ao mesmo tempo. E em qualquer das situações financeiras já fui feliz e infeliz. Fico imaginando por que as pessoas pensam que precisam escolher entre a felicidade e a riqueza. (Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “O Guia de INVESTIMENTOS – o guia do PAI RICO”).

Como dinheiro é só uma idéia, se sua idéia é que não há dinheiro suficiente, então isso será realidade. (Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “O Guia de INVESTIMENTOS – o guia do PAI RICO”).

Pai rico comentava esse estranho fenômeno. Dizia ele: “As pessoas que ficam ricas de repente – recebem uma herança, ganham uma fortuna na loteria – ficam pobres subitamente, porque tudo o que conhecem é um mundo de pouco dinheiro. Assim, ao perder essa riqueza instantânea elas voltam ao único mundo do dinheiro que conhecem: um mundo de pouco dinheiro”. (Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “O Guia de INVESTIMENTOS – o guia do PAI RICO”).

Pai rico costumava dizer: “Qualquer que seja a realidade do dinheiro dentro de vc, será essa realidade que estará do lado de fora. Vc não pode mudar a realidade externa antes de mudar sua realidade interna”. (Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “O Guia de INVESTIMENTOS – o guia do PAI RICO”).

Pai rico ressaltou a importância de se ter um plano financeiro para quando se contasse com pouco dinheiro e outro para quando houvesse muito dinheiro. Ele dizia: “Se vc não tiver um plano para quando tiver dinheiro demais, então vc perderá tudo”. (Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “O Guia de INVESTIMENTOS – o guia do PAI RICO”).

Meu verdadeiro pai vinha de um mundo acadêmico, um mundo onde os erros são considerados um mal a ser evitado. No mundo do ensino, quanto mais a pessoa erra, menos inteligente ela é considerada.
Meu pai rico vinha das ruas. Ele tinha uma visão diferente dos erros. Para ele os erros eram a oportunidade de se aprender algo novo, algo que não conhecia antes. Para ele quanto mais erros a pessoa cometia, mais ela aprendia.
(Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “O Guia de INVESTIMENTOS – o guia do PAI RICO”).

Levis Strauss foi para as minas da Califórnia para enriquecer no garimpo. Contudo, não teve sorte na atividade e começou a confeccionar calças de lona para os mineiros bem-sucedidos. Hoje, provavelmente a maioria das pessoas, em todo mundo, conhece os jeans da Levi´s. O erro de Cristóvão Colombo foi ter aportado acidentalmente na América, o país mais rico e poderoso do mundo, quando o que desejava era encontrar uma rota comercial para a China. (Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “O Guia de INVESTIMENTOS – o guia do PAI RICO”).

Em lugar de orientar seu filho e eu a evitar os erros, pai rico nos ensinou a arte de errar e ganhar sabedoria a partir do erro. (Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “O Guia de INVESTIMENTOS – o guia do PAI RICO”).

Sempre que escuto alguém falar “Investir é arriscado demais”, ou “Não arrisco meu dinheiro”, ou “E se não der certo?”, ou “E se eu perder todo o meu dinheiro?, lembro de meu pai pobre, porque o que ele dizia na verdade era: “Não quero errar”. E como já disse, no seu mundo, o acadêmico, as pessoas que erravam eram consideradas estúpidas.
No mundo de pai rico, risco, erro e fracasso eram parte do desenvolvimento humano. (Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “O Guia de INVESTIMENTOS – o guia do PAI RICO”).

Pai rico: Metas precisam ser claras, simples e postas no papel. Se não estiverem no papel e não forem revistas todos os dias, não são verdadeiras metas. São apenas desejos.
(Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “O Guia de INVESTIMENTOS – o guia do PAI RICO”).

Se quiser ser rico, precisa ter um plano para ganhar muito dinheiro e também para saber o que fazer com esse dinheiro, antes de ganhá-lo. Se vc não tiver um plano sobre o que fazer com seus ganhos antes de auferi-los, muitas vezes vc gastará o dinheiro mais rápido do que o ganha. (Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “O Guia de INVESTIMENTOS – o guia do PAI RICO”).

Na Era da Informação, tudo o que se precisa é de informação ou idéias para ser rico, muito rico. Portanto, é possível que pessoas que estão, em um ano, na obscuridade financeira, constem, no ano seguinte, da lista das pessoas mais ricas do mundo.
Não é mais necessário ter dinheiro para ganhar dinheiro. (Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “O Guia de INVESTIMENTOS – o guia do PAI RICO”).

O voluntarioso destino é um deus cheio de malícia que não assegura um bem duradouro para ninguém. Ao contrário, ele traz ruína para quase todo homem sobre quem faz chover ouro não conquistado. Ele produz os gastadores libertinos, que logo dissipam tudo o que recebem e se deixam dominar pelos mais extravagantes apetites, que nem sempre podem satisfazer. Outros ainda, a quem esse caprichoso deus favorece, tornam-se avarentos e entesouram sua riqueza, temendo despender o que têm por saberem que não são capazes de repô-lo. São além disso assediados pelo medo de roubo e acabam construindo para si mesmos uma vida de necessidades e secreta tristeza.
(George S. Clason do livro “O homem mais rico da Babilônia”)

A riqueza, como uma árvore, cresce a partir de uma simples semente. A primeira moeda de cobre que economizar será a semente a partir da qual sua árvore da riqueza crescerá. Quanto mais cedo plantá-la, mais cedo a árvore crescerá. E quanto mais fielmente alimentar e regar essa árvore com economias constantes, logo chegará o dia em que poderá abrigar-se em pleno contentamento embaixo de sua sombra.
(George S. Clason do livro “O homem mais rico da Babilônia”)

Você chamaria de sortudo o pescador que, tendo passado anos estudando os hábitos dos peixes, por uma simples mudança do vento soubesse onde jogar sua rede? A oportunidade é uma deusa desdenhosa que não perde tempo com os que não estão preparados. (George S. Clason do livro “O homem mais rico da Babilônia”)

Certamente é uma lei dos deuses que, para aquele que poupa e não gasta uma determinada parte de seus ganhos, o dinheiro virá mais facilmente . De modo curioso, ele costuma evitar aquele cuja bolsa se mantém sistematicamente vazia.
(George S. Clason do livro “O homem mais rico da Babilônia”)

O que costumamos chamar de “despesas necessárias” sempre crescerá para tornar-se igual a nossos rendimentos, a menos que façamos alguma coisa para inverter essa tendência. (George S. Clason do livro “O homem mais rico da Babilônia”)

O homem que deseja ser rico manifesta um pequeno propósito. O homem que deseja cinco moedas de ouro manifesta um propósito tangível, passível de ser buscado.
(George S. Clason do livro “O homem mais rico da Babilônia”)

O que é mais importante: ouro ou sabedoria?
Sem sabedoria, o ouro pode ser rapidamente perdido pelos que o têm, mas, com sabedoria, o ouro pode ser adquirido pelos que não o têm.
(George S. Clason do livro “O homem mais rico da Babilônia”)

O azar persegue todo homem que pensa mais em pedir emprestado do que em pagar.
(George S. Clason do livro “O homem mais rico da Babilônia”)

A primeira coisa que devemos fazer antes de pensar em prosperidade é evitar comentários negativos em relação ao próximo, se policiar rigorosamente em não deixar passar o mínimo de inveja e pensamentos de crítica às pessoas que conseguiram evoluir na vida material. (Fausto Oliveira do livro “Os segredos da Prosperidade”)

Se estamos sintonizados com o passado e idéias negativas, como nossa mente receberá intuições de sabedoria e prosperidade? (Fausto Oliveira do livro “Os segredos da Prosperidade”)

A inteligência resolve problemas e gera dinheiro. O dinheiro sem a inteligência financeira é dinheiro que desaparece depressa. (…) Todos ouvimos histórias de ganhadores de prêmios de loteria que eram pobres, enriqueceram subitamente e voltaram a ser pobres. Ganham milhões e logo estão de volta ao ponto de partida. Ou história de atletas profissionais que, aos 24 anos, ganham milhões de dólares e que, aos 34, estão dormindo embaixo da ponte.
(Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “Pai Rico, Pai Pobre”)

“Não dá para comprar” fecha o cérebro. Vc não precisa pensar mais. “Como posso comprar isso?” é uma forma de abrir a mente. Obriga vc a pensar e buscar alternativas.
“Não dá para comprar” também traz tristeza. Uma sensação de desamparo que leva ao desânimo e muitas vezes à depressão. “Como posso comprar isso?” abre possibilidades, empolgação e sonhos.
(Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “Pai Rico, Pai Pobre”)

Financeiramente, com cada dólar que temos em nossas mãos, temos o poder de escolher nosso futuro de ricos, pobres ou classe média. Nossos hábitos de despesa refletem quem somos nós. As pessoas pobres têm simplesmente maus hábitos de despesas.
(Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “Pai Rico, Pai Pobre”)

Também aprendo com os amigos que têm dificuldades financeiras: descubro o que não fazer. (Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “Pai Rico, Pai Pobre”)

O dinheiro é apenas uma idéia. Se vc quer mais dinheiro, mude simplesmente sua forma de pensar em relação ao dinheiro.
(Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “Pai Rico, Pai Pobre”)

Vc e só vc tem o poder de determinar o destino de cada nota de dólar que chega às suas mãos. Gaste-a totalmente e vc escolheu ser pobre. Gaste-a com passivos e vc fará parte da classe média. Invista em sua mente e aprenda a adquirir ativos e vc estará escolhendo a riqueza como seu objetivo e futuro. A escolha é apenas sua. A cada dia, a cada dólar, vc decide ser rico, pobre ou classe média.
(Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter do livro “Pai Rico, Pai Pobre”)

Se vc não conseguir controlar as suas emoções, não será capaz de controlar o seu dinheiro. (Warren Buffett)

Vc não fica rico no trabalho e sim nas horas vagas.
(Robert T. Kiyosaki & Sharon L. Lechter do livro “Profecias do Pai Rico”)

Para ser rico, devemos assumir o sentimento de ser rico; e então a riqueza se manifesta em nossa vida. (Joseph Murphy do livro “SUA FORÇA INTERIOR”)

 

PROGRAMA FAÇA & ACONTEÇA

Descrição

O Faça e Aconteça é um programa do SEBRAE-SC, totalmente gratuito e certificado, que atende futuros empresários e empresários que iniciaram o seu negócio há pouco tempo ou pretendem aprimorar a gestão do mesmo. É composto por seis cursos à distância e é muito fácil participar.

Veja os cursos:

- Gestão e Estratégia Empresarial;
- Gestão de Marketing;
- Gestão de Processos;
- Gestão de Recursos Humanos;
- Gestão de Custos;
- Gestão de Finanças.

Forma de atuação

O Programa acontece pela internet, permitindo que o participante faça os cursos no local que melhor lhe convier, podendo até imprimir os conteúdos. Após concluir os cursos o aluno responde os exercícios remetendo-os, por correio ou internet, à coordenação do programa para depois receber seu certificado. O melhor de tudo é que o participante poderá fazer os cursos nos seus horários de folga, conforme seu tempo disponível, respeitando o calendário do Programa.

Para tirar dúvidas durante os cursos existem canais gratuitos de contato com monitores e tutores treinados, que são: 0800, Internet, correio e também por fax.

Como participar

O Programa Faça e Aconteça é destinado para candidatos a empresários, empresários formais e informais de micro e pequenas empresas e profissionais que atuam nas áreas abordadas nos cursos do programa.

A inscrição pode ser feita pelos seguintes meios:

- Por telefone / fax: 0800 7272802.
- Por internet: http://www.facaeaconteca.com.br/

Benefícios

- Informações úteis sobre gestão de pequenos negócios, custos, despesas, vendas, atendimento, controle financeiro, etc.
- Receber orientação para selecionar, treinar e desenvolver os melhores profissionais para a empresa;
- Dominar técnicas de custos e administrar as finanças;
- Enfrentar os desafios com ousadia, arrojo e determinação, criando diferenciais para o seu negócio;
- Conhecer e implantar técnicas para aperfeiçoamento de seu produto frente às necessidades de mercado;
- Descobrir quais as ações podem melhorar a empresa, tanto nas tarefas do dia-a-dia quanto na implantação de novas estratégias;
- Aumento da competitividade, da qualidade e gestão empresarial.

Veja Também

-Negócio Certo
-Caminho do Candidato a Empresário
-Treinamento Empresarial
-Biblioteca On Line SEBRAE
-Banco de Idéias de Negócios
-Programa CRESCER

Maiores informações

· Através do Pergunte ao SEBRAE: Clique aqui;
· Através de nossa central de atendimento: 0800-48-3300 (ligação gratuíta);
· Através de nossas agências: Nossos endereços

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Seu Caminho Para a Realização Pessoal
Napoleon Hill
A chave para o sucesso é a combinação de 17 princípios aqui apresentados (A Ciência da Realização Pessoal). Estes 17 princípios servem como um mapa confiável do território rumo a fonte de toda a riqueza – quer sejam intangíveis ou materiais. Siga e este mapa e encontrará o caminho. Porém esteja preparado para cumprir com todas as instruções e para assumir todas as responsabiliades que acompanham o sucesso e realização. E acima de tudo, lembre-se de que o sucesso para ser duradouro precisa ser compartilhado com os outros.
Napoleon Hill passou a vida pesquisando os segredos do sucesso. Alguns dos homens mais bem sucedidos e aclamados do século 20 compartilharam seu conhecimento íntimo sobre o sucesso com ele, durante o decurso de seu trabalho, inicialmente inspirado pelo industrial Andrew Carnegie. Dentre os 500 homens grandiosos que colaboraram com Napoleon Hill estiveram Thomas Edison, Alexander Graham Bell, Henry Ford, Woodrow Wilson, Charles Schwab, J. Pierpoint Morgan e F. W. Woolworth.
Ainda que você não venha a ser o inventor de um produto que revolucionará a humanidade ou não se torne o fundador de uma grande corporação (todavia você pode até ser), se você usar estas chaves inspiradas e inspiradoras do sucesso, você aprenderá a controlar sua mente e sua vida, e aprenderá a transformar os desafios e dificuldades em vantagens e aprenderá a desenvolver relacionamentos harmoniosos e edificantes.
Milhões de pessoas em todo o mundo já se beneficiaram da obra de Napoleon Hill. Agora é sua vez.
  • PRINCÍPIO NÚMERO 1 – Definição de um Propósito
O ponto inicial de toda realização é a Definição de um Propósito (Definiteness of Purpose) – ao saber qual é sua meta e o que você quer – você estará desenvolvendo consciência do sucesso e proteção contra o fracasso.
Exercício do Princípio Número 1:
Escolha uma meta importante em sua vida – pessoal ou profissional. Quanto tempo você dará para você mesmo para cumprir tal meta? Como saberá que cumpriu essa meta? Você sabe medir o seu sucesso? É uma meta realizável? Escreva sua meta de maneira clara, objetiva e positiva. Escreve sua meta num cartão de bolso; e coloque o cartão com sua meta num lugar onde poderá ver sua meta várias vezes por dia.
“As pessoas de sucesso caminham com suas próprias pernas, mas elas sabem para onde vão antes de começarem a jornada.”
  • PRINCÍPIO NÚMERO 2 – Mentoria
O princípio da Mentoria (Master Mind Principle) significa a união de esforços entre duas ou mais pessoas em espírito de perfeita harmonia em prol da realização de um objetivo específico.
Exercício do Princípio número 2:
Sigas os passos abaixo e faça uma lista de pessoas/mentores que podem ajudar você a atingir sua meta; anote também de que maneiras essas pessoas podem ajudar você.
  • Defina um propósito com um objetivo a ser atingido através de seu grupo de mentores
  • Determine que benefício cada membro de seu grupo de mentoria receberá em retorno a colaboração que lhe darão; e cumpra com o prometido
  • Estabeleça um plano no qual cada mentor realizará um objetivo
  • Deve haver harmonia total dentro do grupo
  • Lembre-se que o importante é definir o plano e o propósito
  • O tamanho do propósito reflete o tamanho do grupo (um propósito menor requer um grupo menor de mentores, um propósito gigantesco necessita um grande número de mentores)
“Nenhum homem se tornará um sucesso permanente sem levar outros junto consigo.”
  • PRINCÍPIO NÚMERO 3 – Fé em Ação
É um estado mental no qual suas metas, desejos, planos e propósitos são traduzidos em sua forma física e financeira.
Exercício do Princípio Número 3:
Que frases, afirmações e crenças você pensa que deve ter consigo antes de poder atingir sua meta? Estas frases podem incluir você, as pessoas ao seu redor, ou o universo e O Criador.
“Você é capaz de fazer se você acreditar que é capaz.”
  • PRINCÍPIO NÚMERO 4 – Personalidade Agradável
Uma personalidade agradável o ajudará a dominar a principal causa do fracasso – que é a falta de habilidade em se relacionar harmoniosamente com as pessoas.
Exercício do Princípio Número 4:
Faça uma lista dos elementos da Personalidade Agradável nos quais você precisa melhorar. Que passos seguirá para efetuar tais mudanças em você? Como tal mudança ajudará você a atigir sua meta?
“Sua personalidade é o seu maior recurso positivo (asset) ou seu pior comprometimento (liability). A personalidade influencia tudo que você controla: sua mente, seu corpo e sua alma.”
  • PRINCÍPIO NÚMERO 5 – Andar a Segunda Milha
Fazer mais e melhor do que você é pago para fazer, o tempo todo com uma atitude agradável e positiva.
Exercício do Princípio Número 5:
No processo de realizar sua meta, com a lista de “mentores” em mente, que “Segundas Milhas” você está disposto a caminhar? Que resultados você antecipa que poderão ser obtidos através de seus esforços extras?
“Os homens de maior sucesso são aqueles que servem o maior número de pessoas.”
  • PRINCÍPIO NÚMERO 6 – Iniciativa Pessoal
A força interior que inicia toda a ação; a força que inspira a finalização de tudo que é iniciado.
Exercício do Princípio Número 6:
Que ações você pode fazer hoje, agora mesmo, para ir em direção a sua meta? Que tal amanhã? Que ações fará amanhã? Determine e planeje os passos que dará em direção a sua meta, começando cada passo com as palavras “Eu posso”, seja específico.
“Nenhum homem é realmente livre até que aprenda a pensar por si mesmo e adquira a coragem de agir por iniciativa própria.”
  • PRINCÍPIO NÚMERO 7 – Auto-Disciplina
A habilidade de controlar os pensamentos e emoções, auto-disciplina é a única coisa na vida sobre a qual você tem completo, imutável e imbatível controle.
Exercício do Princípio Número 7:
Usando a frase “Eu posso” do princípio número 6, vizualize em sua mente o seguinte: Visualize em sua mente, em sua imaginação (imagem em ação), você mesmo realizando as ações que determinou que realizará. Imagine você mesmo fazendo o que for necessário para cumprir com sucesso cada passo, cada meta. Como se sente? Quais são os possíveis obstáculos no caminho? Que partes foram fáceis? Quais foram difíceis?
“Administre seus pensamentos, controle suas emoções e ordene seu destino.”
  • PRINCÍPIO NÚMERO 8 – *Controle da Atenção *foco (focus)
A forma mais elevada de auto-disciplina é o ato de coordenadar todas as suas faculdades mentais e direcionar o poder de suas faculdades mentais para um propósito específico.
Exercício do Princípio Número 8:
Que recursos você pode usar como meio de pesquisa para criar uma estratégia para realizar suas metas? Que afirmações/frases seriam mais importantes para você instalar em sua mente para serem relembradas pelo seu subconsciente?
“Através do Controle da Atenção sua mente pode funcionar em seu benefício até mesmo enquanto você está dormindo.”
  • PRINCÍPIO NÚMERO 9 – Entusiasmo
O entusiasmo é um estado mental contagioso que ajudará você a ganhar a cooperação dos outros, e acima de tudo, inspira você a usar o poder de sua imaginação.
Exercício do Princípio Número 9:
É sempre importante escolher a linguagem positiva – com você e com os outros. Escreva 10 frases que representam obstáculos e comece-as de forma negativa:
Exemplo:
“Eu receio que…”
“Eu dúvido que…”
“Eu acho que não…”
Complete cada frase acima com uma razão pela qual não pode ou não consegue cumprir cada meta.
Agora transforme cada uma das 10 frases em frases positivas, troque a parte negativa.
Exemplo:
Troque “Eu receio que…” por “Eu posso…” ou “Eu consigo…”
Complete com as razões porque pensa que pode, ou consegue cumprir a meta. Consegue ver e sentir a diferença que o entusiasmo e as crenças positivas conseguem fazer?
“O entusiasmo verdadeiro vem de dentro do ser e significa fé em ação.”
  • PRINCÍPIO NÚMERO 10 – Imaginação
Imaginação é o exercício, o desafio e a aventura da mente humana. A imaginação usa idéias velhas e estabelece fatos e os ordena em novas combinações e transforma os fatos dando-lhes novos usos.
Exercício do Princípio Número 10:
Primeiro, imagine sua vida “ideal”, uma vida na qual sua meta maior já foi cumprida, a vida está como você queria, e você tem tudo que deseja. Como é essa vida? Descreva-a em detalhes. Descreva todos os aspectos dessa vida – o que você tem, onde você mora, quem você ama, etc.
Segundo, imagine 5 métodos alternativos para realizar sua meta; é importate ter várias alternativas. Deixe sua imaginação solta, sem barreiras ou limitações. Usará essas novas idéias em seu plano e estratégia atuais?
“A imaginação é a oficina da alma.”
  • PRINCÍPIO NÚMERO 11 – Aprenda com as Dificuldades e Derrotas
Provações e dificuldades são a linguagem comum da natureza na qual ela fala com todas as criaturas e ensina muitas coisas que não seriam aprendidas de outra maneira.
Exercício do Princípio Número 11:
Reveja sua vida – tanto no lado profissional como no pessoal – relembre desafios que já tenham sido encontrados em seu caminho. Pense nos obstáculos e o que aconteceu após encontrar tais obstáculos. Lembre-se como muitos deles se tornaram em coisas positivas: novos conhecimentos, inspiração, sorte. Descreva uma dessas situações em detalhe.
“Cada dificuldade carrega consigo a semente de um benefício equivalente ou ainda maior.”
  • PRINCÍPIO NÚMERO 12 – Alocar Tempo e Dinheiro
As pessoas bem sucedidas conhecem a si próprias, não como elas pensam que são, mas sim como seus hábitos as tornaram: o uso do tempo e do dinheiro são os hábitos mais importantes.
Exercício do Princípio Número 12:
Determine o Tempo e o Dinheiro necessários para realizar suas metas. Seja o mais específico possível. Onde encontrará o Tempo? Onde obterá o Dinheiro? Precisará tirar o Tempo e o Dinheiro de outras atividades ou necessidades? O que fará com qualquer dinheiro que sobre para você?
“Me diga como usa seu tempo e como gasta seu dinheiro e eu lhe direi onde estará e o que fará daqui 10 anos.”
  • PRINCÍPIO NÚMERO 13 – Atitude Mental Positiva
Para governar sua vida terá que ser capaz de governar sua mente; é aí onde começa toda riqueza.
Exercício do Princípio Número 13:
Nos próximos dias reveja quanto tempo você gasta nos seguintes aspectos negativos: Reclamando, mexericando, temendo, duvidando, criticando. Esforce-se para apagar essas coisas de sua vida. O tempo que economizar aplique em algo positivo (veja o Princípio Número 9).
Troque as palavras negativas – eu não posso, eu não consigo, eu não devo – por palavras positivas: eu posso, eu consigo, eu farei.
“Tenha cuidado com o que deseja porque por certo terá o desejado.”
  • PRINCÍPIO NÚMERO 14 – Pensar com Clareza
Quem pensa com clareza reconhece todos os fatos da vida, tanto os bons quanto os maus, e assume a responsabilidade de separar e organizar os dois, escolhendo os que servem para suas necessidades, rejeitando os que não servem.
Exercício do Princípio Número 14:
Pense em 3 frases sobre os obstáculos que você pode encontrar que agora você considera como fatos. Pense se são verdadeiros esses fatos, pesquise se necessário (veja o Princípio Número 8). São fatos realmente verdadeiros? Por exemplo, você tem uma empresa que vende cadeiras de praia. Seu obstáculo é que cadeiras de praia vendem mal no inverno. Isto é fato. Mas isto significa que as cadeiras de praia vendem mal em Dezembro ou no inverno? Que tal se você encontrasse um comprador em outro país, onde é verão em Junho? O fato é que as cadeiras de praia poderiam vender o ano todo; tudo depende de como você analisa os fatos!
“Você é aquilo em que pensa.”
  • PRINCÍPIO NÚMERO 15 – Ótima Saúde Física
A chave que coordenada todos os outros princípios e coloca todas as idéias em ação é a Ótima Saúde Física, ela dá sabor às coisas boas da vida.
Exercício do Princípio Número 15:
Durante uma semana, mantenha nota de tudo que você comer e beber. Que percentagem de tudo que você come e bebe é saudável? O que você comeu e bebeu que poderia fazer mal? O que você deve deixar de usar? Durante aquela semana você se exercitou? Que tipo de exercício fez? Quantas vezes e por quanto tempo? E seus hábitos de sono? Dormiu o tempo necessário? Por quê? Por quê não? Como você poderia mudar seu estilo de vida ou seus horários para incorporar uma dieta e sono regular.
“A boa saúde, e a sensação de bem-estar e uma vida com propósito fazem todos os dias serem lindos.”
  • PRINCÍPIO NÚMERO 16 – Cooperação
Cooperação é a harmonia baseada num propósito definido e é o meio através do qual grande poder pessoal pode ser obtido; é a cooperação espontânea e a coordenação do esforço para atingir um objetivo específico.
Exercício do Princípio Número 16:
Volte para sua lista de Mentores (reveja o Princípio Número 2), e pense em meios através dos quais você pode utilizar suas habilidades e conhecimento para ajudar as pessoas de sua lista em troca da ajuda que podem dar a você.
“Cooperação harmoniosa é um recurso positivo que você pode adquirir na mesma proporção em que o compartilha de você para os outros.”
  • PRINCÍPIO NÚMERO 17 – Força de Hábito Cósmica
É a lei de equilíbrio do universo. É a lei natural em torno da qual estão todas as outras leis naturais.
Exercício do Princípio 17:
Você manifesta em sua vida aquilo em que você pensa. Escreva 8 coisas que você gostaria de manifestar pensando nelas repetidamente e realmente acreditando nelas.
“Quando você aprende a transformar situações desagradáveis em situações úteis, você está no caminho do sucesso.”