ENEM


Por: Correio da Bahia

São quatro as possibilidades de se utilizar a nota do Enem: como fase única; como primeira fase; como fase única para as vagas remanescentes, após o vestibular; ou combinado ao atual vestibular da instituição.

Neste último caso, a universidade definirá o percentual da nota do Enem a ser utilizado para a construção de uma média junto com a nota da prova do vestibular. Cada instituição de ensino superior divulgará em seus editais em qual formato participará e e se haverá diferenças entre os cursos.

Veja a seguir a posição de cada uma das 55 univesidades federais:

Região Nordeste

Universidade Federal do Vale do São Francisco
Adotará o Enem como fase única e para preenchimento de vagas remanescentes. 50% das vagas serão reservadas para estudantes de escola pública.

Universidade Federal da Bahia
Adotará o Enem como fase única.

Universidade Federal do Maranhão
Adotará o Enem como fase única e para preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal de Sergipe
Não adotará o Enem no processo seletivo. Vai utilizar somente no preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal do Piauí
Adotará o Enem como fase única para 50% das vagas de todos os cursos e para preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal de Pernambuco
Adotará o Enem como 1ª fase

Universidade Federal Rural de Pernambuco
Adotará o Enem como fase única e para preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal do Ceará
Não utilizará o Enem no vestibular para ingresso em 2010.

Universidade Federal da Paraíba
Não utilizará o Enem neste ano.

Universidade Federal Rural do Semi-Árido
Adotará o Enem como fase única e para preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Não utilizará o Enem no vestibular para ingresso em 2010.

Universidade Federal de Alagoas
Não adotará o Enem para o processo seletivo, apenas para vagas remanescentes. A partir de 2011, utilizará o exame como fase única em seu processo seletivo.

Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
Adotará o Enem como fase única. Também será utilizado para preenchimento das vagas remanescentes.

Universidade Federal de Campina Grande
Não utilizará no vestibular, mas adotará o Enem para preenchimento de vagas remanescentes.

Região Centro-Oeste

Universidade de Brasília
Não usará o Enem neste ano. Passará a adotar a partir de 2011. Forma de utilização ainda não foi definida.

Universidade Federal de Goiás
Não utilizará o Enem 2009 porque o vestibular ocorreu antes da prova do Enem. Universidade usará Enem no próximo vestibular.

Universidade Federal do Mato Grosso
Adotará o Enem como fase única e para preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal do Mato Grosso do Sul
Adotará o Enem como 1ª fase do processo seletivo e para preenchimento de vagas remanescentes. Em 2010, adotará como fase única.

Universidade Federal de Grande Dourados
Não usará no vestibular deste ano. Utilizará o Enem apenas para preenchimento de vagas remanescentes.

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Região Sudeste

Universidade Federal do ABC
Adotará Enem como fase única e para preencher vagas remanescentes

Universidade Federal de São Carlos
Utilizará os resultados do Enem 2009 como parte da nota do processo seletivo (50%). Usará a nota para preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
Adotará o Enem como fase única para 19 cursos e como primeira fase para os demais. Será utilizado para preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
Adotará o Enem como fase única para preencher 50% das vagas do processo seletivo e para as vagas remanescentes. A outra metade será preenchida por meio do vestibular seriado (nessa modalidade, a 3ª etapa do vestibular seriado é a nota do Enem).

Universidade Federal de Uberlândia
Adotará o Enem como 1ª fase do processo seletivo.

Universidade Federal de Viçosa
Segundo o MEC, não havia definição sobre se a instituição utilizaria o Enem como parte da nota do processo seletivo. Usará a nota para preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal Fluminense
Utilizará o Enem 2009 para preenchimento de vagas remanescentes e bonificação na nota final. Oriundos de escolas estaduais e municipais que conseguirem 50% de acerto ou mais terão bônus de 5% na nota final. Alunos de escolas particulares, federais, militares e de aplicação que acertarem 70% da prova do Enem também terão 5% de bônus.

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Adotará o Enem como fase única e para preenchimento de vagas remanescentes. Egressos de escolas públicas terão bônus de 10% na nota final do Enem.

Universidade Federal do Espírito Santo
Adotará o Enem como 1ª fase do processo seletivo. Todos os candidatos serão convocados para a segunda fase.

Universidade Federal de Alfenas
Adotará o Enem como fase única e para preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Não vai utilizar para este vestibular, com ingresso no primeiro semestre de 2010. Será considerada apenas a nota obtida pelo candidato na prova de Conhecimentos Gerais da instituição. Será utilizado para preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal de Itajubá
Adotará o Enem como fase única para 8 cursos do campus de Itajubá e para todos os cursos do campus de Itabira. Para os demais cursos do campus de Itajubá, o Enem valerá 50% na nota final, mas haverá provas específicas.

Universidade Federal de Juiz de Fora
Se for maior, a nota do Enem substituirá a nota da 1ª fase do vestibular. Todos os candidatos serão convocados para a segunda fase. Também utilizará o Enem para as vagas remanescentes.

Universidade Federal de Lavras
Adotará o Enem como fase única e para preenchimento de vagas remanescentes. A instituição também manterá o processo seriado de ingresso, em que a nota do Enem compõe a 3ª fase.

Universidade Federal de Minas Gerais
Não adotará o Enem para o ingresso em 2010.

Universidade Federal de Ouro Preto
Adotará o Enem como 1ª fase do processo seletivo. Todos os candidatos serão convocados para a segunda fase.

Universidade Federal de São João Del Rei
Adotará o Enem como fase única para preencher 10% das vagas. Os alunos que quiserem poderão usar a nota para a primeira fase do processo seletivo. O Enem será usado também para preencher vagas remanescentes.

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
Adotará o Enem como fase única e para preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Adotará o Enem como 1ª fase.

Região Sul

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Utilizará o Enem como parte da nota. No momento de inscrição no vestibular, o aluno informa se deseja que sua nota seja considerada.

Universidade Federal do Rio Grande
Utilizará o Enem como parte da nota (50%) e para preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal de Pelotas
Adotará o Enem como fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal de Santa Catarina
Utilizará o Enem como parte da nota somente se o resultado sair até o dia 8 de fevereiro e para preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal do Paraná
Nota da prova objetiva do Enem representa 10% da nota final do processo seletivo.

Universidade Federal de Santa Maria
Não usará o Enem neste ano.

Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Adotará o Enem como fase única.

Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre
Adotará o Enem como fase única e para preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal do Pampa
Adotará o Enem como fase única e para preenchimento de vagas
remanescentes.

Região Norte

Universidade Federal da Amazônia
Adotará o Enem como fase única para preencher 50% das vagas do processo seletivo. As outras 50% serão preenchidas por meio de avaliação seriada. O Enem também será usado para preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal Rural da Amazônia
Não utilizará o Enem neste ano.

Universidade Federal do Acre
Não adotará no vestibular, apenas para preenchimento de vagas remanescentes.

Universidade Federal de Roraima
Não utilizará o Enem no vestibular para ingresso em 2010. Utilizará o exame para ingresso a partir de 2011: 20% das vagas será para o Enem e 80% para o processo seletivo seriado.

Universidade Federal de Rondônia
Adotará o Enem como fase única para 10% das vagas.

Universidade Federal do Tocantins
Adotará o Enem como fase única para 25% das vagas de todos os cursos – exceto arquitetura – e também para preenchimento de vagas remanescentes. As demais vagas serão preenchidas por processo seletivo da universidade.

Universidade Federal do Pará
Não utilizará o Enem neste ano.

Universidade Federal do Amapá
Não utilizará o Enem neste ano.

(As informações são do G1)

Por: Jornal da Tarde – Elida Oliveira, ESPECIAL PARA O ESTADO

“Qual é a sua idade?” Adamarys Regina Freire para, olha para a repórter. Demora um pouco a lembrar que tem 17 anos. “Depois de tantos números, nem sei mais.” O lapso temporário de memória é compreensível. Ela tinha acabado de fazer 90 questões de português, literatura, matemática e uma redação em cinco horas e meia de prova, no segundo dia da prévia do novo Enem, que ocorre neste fim de semana.

Adamarys e outros 23 alunos fizeram um simulado preparado pelo cursinho Etapa nos moldes do Enem, a pedido do Estadão.edu. Com 180 questões e aplicado nos dias 12 e 13, um sábado e um domingo, a prova avaliou alunos de escolas públicas e particulares – ela também pode ser feita a partir de hoje no site www.estadao.com.br/pontoedu.

No simulado, ficou claro que o grande desafio dos candidatos no novo Enem será administrar o tempo – e o cansaço. Seguindo o critério do exame real, os participantes podiam deixar a sala uma hora e meia após o início da prova, mas poucos saíram do local antes de quatro horas de resolução dos testes, nos dois dias.

A meia hora do término do exame no sábado, 58% dos estudantes ainda estavam na sala. O porcentual subiu para 81% no domingo, dia da redação. Mal deu para ir ao banheiro. Dos quatro alunos que pediram permissão para isso no domingo, dois foram e voltaram correndo. “Não queria perder tempo”, disse Eduardo Namura, de 17 anos.

Os professores do cursinho reforçaram a necessidade de os alunos administrarem o tempo. “O candidato que fizer a prova com a consciência de que ela é cansativa já está em vantagem”, diz Edmilson Motta, coordenador geral do Etapa. “Parar cinco minutos compensa na concentração.”

A boa notícia para os 24 estudantes avaliados no simulado é que o desempenho médio ficou entre 100 e 120 acertos. “É uma boa pontuação, considerando que aplicamos um nível de dificuldade 30% acima do esperado para o Enem”,

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diz a coordenadora de Linguagens do Etapa, Célia Passoni.

Entre as dez questões que tiveram menos acertos, 40% eram de Ciências da Natureza; 30% de Linguagens e Códigos; 20% de Matemática e 10% de Humanas.

Na correção, professores identificaram problemas na interpretação de gráficos e imagens e desconhecimento de temas de atualidades. Muitos alunos erraram uma questão que exigia fazer a correlação entre movimentos artísticos e a época em que surgiram. Também se equivocaram numa questão que falava de perspectivas de exportação do petróleo do pré-sal. Ou confundiram números em um gráfico sobre assalariados. Erros que Motta atribui à ansiedade. “Eles não dedicaram o tempo que a questão merecia.”

“A prova está codificada. É preciso entender a pergunta”, diz Edison de Barros Camargo, coordenador de Química. “É nítida a falta de leitura de jornais e revistas”, afirma António Costa Ramos, coordenador de História.

Os estudantes adotaram estratégias diferentes no simulado. “Antes eu respondia todas as questões na ordem, correndo. Agora procuro ‘conhecer o adversário’ lendo as questões e fazendo as mais fáceis primeiro. É um teste de resistência”, diz Higor da Costa Pereira, de 17. Fabio Horikawa Araújo, de 17, preferiu começar pela redação. “Escrevi antes, porque eu consigo controlar melhor o tempo.”

Gustavo Jorge Silva, de 17, foi o primeiro a deixar a sala de provas no último dia do simulado. “Achei mais difícil que o do ano passado, temos que saber conteúdos específicos de física, química, matemática.”

O presidente do Instituto Nacional de Estudos Educacionais (Inep), Reynaldo Fernandes, responsável pelo novo Enem, reconhece que a prova é longa. “Sabemos que é cansativo, mas, do ponto de vista técnico, é melhor ter mais itens para avaliar os alunos”, diz. “Teremos questões de diferentes graus de dificuldade. O aluno que vem bem preparado faz as questões simples rapidamente e terá mais tempo para as outras.” //
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Por: Portal do Mec

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2009 será aplicado neste fim de semana, nos dias 3 e 4 de outubro, em 1.829 municípios. No sábado, 3, as provas terão início às 13h, com 4h30 de duração. Será aplicada a prova I — ciências da natureza e suas tecnologias e ciências humanas e suas tecnologias.

No domingo, 4, o exame começa também às 13h, mas com 5h30 de duração. A prova II compreenderá linguagens, códigos e suas tecnologias, mais a redação, e matemática e suas tecnologias.

Os portões de acesso aos locais de prova serão abertos às 12h e fechados às 12h55, pelo horário de Brasília. É recomendável que o inscrito compareça ao local de realização da prova com antecedência de uma hora.

O participante de locais com fuso horário diferente em relação ao de Brasília deve ficar atento. Todas as informações sobre o horário referem-se ao fuso da capital federal.

Confirmação — O cartão de confirmação foi enviado pelos Correios a todos os inscritos. Ele contém o número da inscrição do estudante, a senha de acesso aos resultados individuais e a folha de leitura óptica para as respostas do questionário socioeconômico. O material recebido pelos estudantes também informa os locais de prova, que serão os mesmos nos dois dias.

O participante que não receber o questionário socioeconômico pelos Correios terá a oportunidade de respondê-lo posteriormente. O material ficará disponível para download na página eletrônica do Inep.

Aqueles que não receberam o cartão de confirmação, independentemente dos motivos, poderão fazer a prova no local previsto. Para confirmar esse local, devem buscar a informação na página eletrônica do Enem ou pelo sistema telefônico Fala, Brasil (0800-616161). Podem ainda ser informados por meio de mensagens SMS enviadas aos telefones celulares cadastrados na inscrição. Depois, basta comparecer ao local correto e apresentar documento de identificação, com foto.

O inscrito que necessitar de ajuda pode entrar em contato também pelo endereço eletrônico.

O que levar — Nos dois dias de prova, o participante deve apresentar original ou cópia, devidamente autenticada, de documento de identificação, cartão de confirmação de inscrição, folha de respostas do questionário socioeconômico, caneta esferográfica de tinta preta, lápis preto nº 2 e borracha macia.

Atendimento especial — Os participantes que informaram, ao se inscrever, a necessidade de atendimento diferenciado terão garantidas as condições necessárias para fazer as provas. Participantes com deficiência visual farão provas em braile, provas em formato digital acessível ou com auxílio de ledores. Aqueles com baixa visão farão provas com caracteres ampliados no corpo 24 (padrão) ou conforme solicitação.

Os surdo-cegos contarão com auxílio de guias-intérpretes e os surdos terão auxílio de intérprete-tradutor da língua brasileira de sinais (Libras).

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No caso de participantes com deficiência física ou pessoas com mobilidade reduzida, será garantido o acesso à estrutura física do local do exame. Todos terão uma hora a mais para a realização das provas.

Religião — Os participantes que declararam, na inscrição, professar religiões que guardam os sábados, farão a prova após o pôr-do-sol no primeiro dia do exame. Apesar do horário especial, devem, porém, se apresentar nos locais de prova no mesmo horário que os demais, entre 12h e 12h55. Eles ficarão em salas específicas e também terão 4h30 para concluir a prova.

As provas — O Enem de 2009 terá quatro provas nas áreas de conhecimento de ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias.

Nas provas objetivas, cada área concentrará 45 itens de múltipla escolha, distribuídos em blocos de diferentes níveis de dificuldade. Em cada dia serão distribuídos aos participantes quatro diferentes modelos de prova, todos da mesma cor. Neles, as questões estarão ordenadas de forma diferente.

Quanto à redação, deve ser feita em língua portuguesa e estruturada na forma de texto em prosa, do tipo dissertativo-argumentativo, a partir de um tema de ordem social, científica, cultural ou política.

Durante a prova, não será admitida nenhuma espécie de consulta ou comunicação entre os inscritos, nem a utilização de livros, manuais, impressos ou anotações, máquinas calculadoras, agendas eletrônicas ou similares, telefones celulares e aparelhos como pagers, bip, walkman, gravador, mp3 ou superior, relógio com calculadora, canetas eletrônicas ou qualquer outro receptor ou transmissor de mensagens.

Saída — O participante só poderá deixar a sala, com o caderno de prova, quatro horas depois do início do exame, tanto no sábado quanto no domingo. Caso contrário, deve entregar, ao aplicador da sala, o caderno, a folha de respostas da parte objetiva da prova e a folha de redação (no segundo dia).

Por motivos de segurança, o participante só poderá deixar o local de prova duas horas depois do início do exame. Também por razão de segurança, deve evitar o uso de bonés, óculos escuros ou outro objeto que cubra cabelos e orelhas.

Gabaritos — Os gabaritos, as provas dos dois dias e a diretriz para que o participante identifique o respectivo modelo de prova estarão disponíveis na página do Inep no domingo, 4, a partir das 19h.

Imprensa — Este ano, por motivo de segurança, a cobertura da imprensa estará restrita às áreas externas aos locais de prova, antes da entrada dos participantes.

Os profissionais encarregados da execução do Enem não darão entrevistas. Eles não estão autorizados pelo Ministério da Educação a emitir pareceres ou opiniões sobre o exame. Respondem pelo Enem, exclusivamente, as fontes do MEC e do Inep.

Os participantes farão a prova em mais de 113 mil salas por todo o Brasil e serão atendidos diretamente por 290 mil aplicadores de sala, 10.385 coordenadores de aplicação e 15,5 mil profissionais como médicos, psicólogos e funcionários de apoio.

Mais informações na página do Enem.

Por: Renata Cafardo – O Estado de S. Paulo

Ainda há esperança para os vestibulandos. Por mais tecnológica e moderna que seja a nova versão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), é possível lucrar chutando questões que não se sabe a resposta.

O sofisticado modelo estatístico usado pelo Ministério da Educação (MEC) na prova deste ano fez surgir especulações e dúvidas sobre o que fazer para se sair bem. Mas o criador do novo Enem, Reynaldo Fernandes, presidente do Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais (Inep), garante que ainda é melhor escolher uma das alternativas do que deixar a questão em branco.

A afirmação parece óbvia para quem está acostumado ao modelo clássico de vestibulares, em que o número de questões corretas determina a nota. No novo Enem, será levado em conta também quais delas foram respondidas certo ou errado. Esse padrão de respostas do candidato determina em que ponto da escala de notas ele está.

“A nota é um modelo estatístico. Ele (o sistema) não vai pegar o número de questões, é uma outra lógica. Uma pessoa que erra itens fáceis e acerta uns difíceis teve sorte. Não é provável que ela esteja no ponto alto da escala”, diz. Por isso, uma questão acertada fora do padrão – um chute – vale menos. “Mas se ele tivesse errado também não ia melhorar a vida dele. Seria até pior.”

O Enem será nos dias 3 e 4 de outubro e terá 180 questões. Com a mudança, 24 universidades federais usarão a prova como seu único vestibular. Segundo Reynaldo, os participantes não receberão uma média da prova e sim uma nota para cada uma das quatro áreas: Linguagens e Códigos, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas. “Não existe mais a informação: ‘Tirei tantos no Enem’”, diz. O exame também será dividido em três blocos, de perguntas fáceis, médias e difíceis. Leia a seguir trechos da entrevista.

Com essa nova tecnologia de prova, como o aluno vai saber a nota que ele tirou ao sair do exame?

Ele não vai saber. Sabe o que ele acertou e o que errou. Sabe o gabarito da prova, mas não vai saber a nota porque ela não é a proporção de acertos.

Quando ele vai saber?

Depois de dois meses. Todo o processo de seleção das universidades só começa depois de divulgado o resultado final. O prazo para divulgação da parte objetiva é 4 de dezembro, a redação será em janeiro. Isso vai para a casa dos alunos e vai estar na internet.

Como a universidade vai usar essa nota para seleção?

São quatro provas. Eu vou dar a escala e a universidade que define o limite para cada curso. É como o Toefl (exame dos EUA para avaliação de inglês). A escala vai de 0 a 660. Então, para ser aceito, a universidade define quantos pontos ela acha que deve ser o mínimo.

Elas estão preparadas para isso?

A gente dá uma ideia para elas da média dos alunos no pré-teste (exame que funcionou como um teste do Enem e foi feito por alunos do ensino médio). Com o tempo, elas vão aprendendo. Mas escolas muito concorridas, como as federais, vão pegar os melhores. Não vai ter efeito nota de corte. Na verdade, ela vai ver quantas vagas ela tem. Por exemplo, tenho cem vagas e vejo quais os cem melhores classificados. O Inep vai oferecer cinco notas, uma de cada área e a redação. A universidade vai definir o peso de cada uma. Na Engenharia, vai dar mais peso para matemática. Com base nisso, o sistema vai calcular uma nota geral para aquele curso. As universidades estão sendo treinadas agora para usar o sistema. Mas eu acho que no começo eles vão dar peso igual para as áreas. Mas depois vão aprendendo e vão mudando

O aluno vai receber sua média geral da prova?

Não vai ter média geral, só a nota de cada uma das áreas. Serão quatro provas: linguagens, códigos e suas tecnologias; matemática; ciências da natureza e suas tecnologias e ciências humanas e suas tecnologias. As escalas não são comparáveis. Não existe mais a informação: “Tirei tantos no Enem”. Acho que vai ter necessidade da média só na divulgação por escola do Enem, mas não pensei ainda como fazer. O aluno, se quiser, soma e divide por quatro.

O aluno vai poder mudar a escolha do curso depois de ter sua nota?

Sim, ele pode fazer opções depois de fazer a prova. A instituição quer as pessoas com notas maiores. Você tem de simular um leilão. Entra no sistema e dá cinco opções; no dia seguinte, olha suas chances, vê que está em 180º e tem 100 vagas. Aí, troca a ordem, põe outras. Isso pode ser feito nas universidades que estão usando o Enem como exame único.

Como é a escala do Enem?

Estamos definindo a escala. Deve ser de 0 a 100 ou 0 a 1000. A nota de TRI (Teoria de Resposta ao Item, metodologia usada na prova) é aberta. Vai de menos infinito a mais infinito. Porque ela não tem quantidade, ela só tem ordenação.

E o mecanismo contra chute?

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Não existe um sistema mágico de identificar as pessoas que chutaram. Mas ele olha padrões prováveis e improváveis. Então, se uma pessoa acerta todos os itens fáceis, médios e acerta um dos difíceis, é bem provável que ela saiba essa, não tenha chutado. Se ela erra os fáceis, erra quase todos os médios e acerta um difícil, ele (o sistema) fala: “Esse cara teve sorte aqui.”

A questão é considerada errada?

Não, mas vai ter um peso menor. Há uma escala de notas e olha-se em qual ponto é mais provável que o aluno esteja. A nota é um modelo estatístico. Não vai pegar o número de questões, é uma outra lógica.

Mas esse ponto na escala tem uma representação numérica.

Sim, a representação é a nota dele, mas se ele tivesse errado também não ia melhorar a vida dele. Ia ser até pior. Então não é verdade que não adianta chutar, que é melhor deixar em branco. Mas há um mecanismo de identificar padrões de prova. Qual ponto da escala de 0 a 100 é mais provável que você esteja com essa conduta de respostas? É nesse ponto “x”, esta é sua nota.

Com a mudança deste ano, foram adicionados conteúdos a uma prova que só cobrava competências e habilidades?

Não tem prova sem conteúdo. A questão é como tratar os conteúdos. Eu posso aferir se você tem conhecimento. Quem descobriu o Brasil? Pedro Álvares Cabral. Mas compreensão não tem nada a ver com certo e errado. Outra coisa é gerar o que chamamos de habilidade, capacidade de usar aquele conhecimento para realizar tarefas. Não quero saber o que você está aprendendo na escola e sim como você usa o que aprendeu na escola para a vida. Isso é o Pisa (exame internacional feito pela OCDE) e é a mudança radical em exames. Já existia conteúdo no Enem. Mas as habilidades eram muito voltadas para língua, interpretação de texto e escrita e algumas de matemática, mais simples. Estamos aumentando um pouco o grau de dificuldade nas provas e incluindo humanidades e ciências. Não caía praticamente física no Enem. Era uma prova de simples para média. E agora teremos questões mais difíceis.

O Enem então está mais difícil?

Teremos um terço das questões mais simples, um terço médias e um terço difíceis. A gente espera que as questões fáceis o pessoal de Medicina faça muito rápido. Os blocos são identificados. Primeiro vêm as mais fáceis, depois médias e depois difíceis. E as provas vêm separadas por área.

Está pronta a prova?

Está. Eu não vi. A prova final, só umas quatro pessoas viram.

O ministro Fernando Haddad viu a prova?

O ministro não pediu para ver e eu não deixaria. A prova é tecnicamente construída. Dou muita entrevista, por isso não quero ver. Vou ver só no dia. Os montadores fazem a prova de acordo com as habilidades e as dificuldades. É muito técnica a montagem da prova.

Você já disse que o número de questões ainda é alto. Pensa em diminuir?

Vai depender muito da capacidade de discriminar. Tenho de discriminar pessoas muito diferentes. Por isso, quanto mais, melhor. Por exemplo, estou fazendo a prova de salto em altura: eu tenho de pôr sarrafo em várias alturas para discriminar os meninos iniciantes e os melhores atletas. Evidente que, se eu tivesse uma população mais homogênea, não precisava. Para o cara que vai prestar Engenharia, Medicina, não precisava das questões fáceis. Mas aí não consigo discriminar os de EJA (antigo supletivo). Mas acho que vamos discriminar melhor que qualquer vestibular. É impressionante como os nossos vestibulares, tirando a parte de conteúdo, são muito tradicionais na parte técnica. Eles são iguais ao que eram nos anos 70, uma prova clássica. Em alguns que visitei, que prefiro nem falar, as pessoas desconheciam essas tecnologias. O business deles é o vestibular e eles não conhecem metodologias modernas.

Como vê a possibilidade de a USP aderir ao Enem?

É importante, a entrada dela no sistema é um peso grande. Com uma grande adesão, começa a ficar estranho não aderir. Ninguém é obrigado a usar o SAT nos Estados Unidos, mas por que não usá-lo? A Unifesp vai adotar e vai receber a nata dos alunos do Brasil inteiro. Para a USP seria ótimo. Penso que toda grande universidade do mundo quer trazer os melhores alunos. As principais dos EUA vão buscar gente fora do país. Se tem um sistema nacional, é um ganho. Mas essas universidades têm estrutura de vestibular muito sólida, muito antigas.

Como vai ser a identificação do aluno na prova?

Tem o nome, todos eles têm o CPF, que foi fundamental para a gente, é o único numero nacional que permite identificar pessoas. Preciso que cada pessoa esteja ligada a um único número. Mas teremos o processo de caligrafia. Vai ter um campo só para escrever uma frase e, caso necessário, posso usá-lo. Eu posso chamá-lo depois, para checar a caligrafia.

Por: Administradores.com.br

Os inscritos no Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM) não precisam aguardar o recebimento do cartão de confirmação de inscrição pelos Correios para saber o local em que vão fazer prova. Essa e outras informações podem ser acessadas pela Internet no endereço www.enem.inep.gov.br ou pelo telefone 0800-616161.

Este ano 4.146.608 de pessoas se inscreveram para prestar o Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM) em 1.829 municípios do país, nos dias 3 e 4 de outubro, às 13h, horário de Brasília. O cartão de confirmação de inscrição está sendo entregue pelos Correios desde o dia 21 de setembro no endereço indicado pelo participante que inclui, além do local onde será realizado o exame, o nome completo do candidato e o número de inscrição.

Junto com o cartão está sendo enviado também o Manual do Inscrito, que contém o questionário socioeconômico e o seu respectivo cartão de resposta para ser entregue pelo participante no dia da prova.

O sistema de consulta das informações para aqueles que não receberem o cartão continuará disponível até o último dia da realização do exame, 4 de outubro, no site do INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.

No endereço, o inscrito tem à sua disposição três formas de pesquisa: informação do CPF, do número de acompanhamento ou preenchendo seus dados cadastrais (UF, nome, data de nascimento e nome da mãe). Em seguida, será possível visualizar e imprimir o local de aplicação do exame.

Além disso, o INEP enviará por SMS o número de inscrição e o local da prova para os candidatos que informaram um número de telefone celular ao se inscrever no exame. Segundo o Instituto, as mensagens serão disparadas, até domingo, 27 de setembro, por lotes diários de um milhão de torpedos. Essa é uma iniciativa inédita do INEP, que amplia as opções de consulta aos pontos de aplicação da prova.

Todos os participantes devem se manter informados sobre as formalidades administrativas e os rigores de segurança do exame. Por isso, é necessário ficar atento ao boletim de convocação da prova e cumprir os horários: o portão será aberto às 12 h e fechado às 12h e 55min. As provas começam às 13 horas.

Os procedimentos

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visam assegurar a justiça social. “Para assegurar o pleno sucesso no ENEM 2009, cada um dos participantes deve seguir as orientações contidas em editais divulgados e no cartão de convocação para as provas”, lembra a professora Itana Marques, sócia-diretora da Consultec, empresa Líder do Consórcio.

No manual do inscrito constam orientações sobre o exame e um questionário socioeconômico com questões para delinear o perfil dos participantes. O envio prévio desse material permite que o candidato responda em casa e preencha o cartão de respostas, que deverá ser entregue no primeiro dia do exame ao aplicador na sala de provas.

Nesse material também consta um formulário de correção de cadastro caso o participante queira fazer alguma alteração nos dados no ato da sua inscrição. Este formulário deverá ser entregue junto com o cartão de respostas do questionário, no dia da prova, ao aplicador. Os gabaritos serão divulgados pela Internet no dia seguinte à aplicação das provas pelo site.

Dia do Exame

O Enem 2009 será aplicado em 1.829 municípios brasileiros, nos dias 3 e 4 de outubro, da seguinte maneira:

- no dia 3/10/2009 (sábado): das 13h às 17h30 – Prova I: Ciências da Natureza e suas Tecnologias; e Ciências Humanas e suas Tecnologias.

- no dia 4/10/2009 (domingo): das 13h às 18h30 – Prova II: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Redação; e Matemática e suas Tecnologias.

Os portões de acesso aos locais de prova serão abertos às 12h e fechados às 12h55. As provas serão aplicadas às 13h, em todo o território nacional, seguindo o horário oficial de Brasília-DF.

Os locais de prova serão os mesmos nos dois dias. Não será permitido o uso de relógio digital, boné, óculos escuros ou qualquer outro objeto que cubra os cabelos e orelhas. Além de desligarem os telefones celulares, os candidatos precisarão retirar a bateria. Pagers, calculadoras, MP3 ou superior ou qualquer tipo de equipamento eletrônico não estão permitidos dentro das salas de provas.

É recomendável que o inscrito compareça ao local de realização da prova com antecedência de uma hora. Será necessário apresentar original ou cópia devidamente autenticada de documento de identificação oficial (carteiras de estudante não serão aceitas), Cartão de Confirmação de Inscrição, Folha de Respostas do questionário socioeconômico, caneta esferográfica de tinta preta ou azul escuro, lápis preto nº 2 e borracha macia.

Por: Gazeta do Sul

As mudanças na edição 2009 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) aumentaram as chances dos vestibulandos conseguirem uma vaga no ensino superior.

Como cerca de 20 federais adotaram o Enem no lugar de seu vestibular ou como primeira fase do processo de seleção, estudantes que disputariam apenas as vagas das universidades localizadas no Estado onde moram agora planejam tentar outras instituições.

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De acordo com o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Reynaldo Fernandes, o novo Enem foi pensado para permitir que o aluno concorra a vagas em um número maior de universidades sem precisar se deslocar geograficamente.

O Inep espera que o exame aumente a mobilidade dos estudantes entre as regiões do Brasil. O Enem 2009 será realizado em todo o País nos dias 3 e 4 de outubro.

Por: Zero Hora – Lúcia Pires

O vestibular chegou mais cedo neste ano – e está de cara nova. Em cinco dias, mais de 4,5 milhões de estudantes deverão prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), prova que, reformulada, passa a abrir as portas de boa parte das universidades federais em 2010. No último sábado, 11 mil estudantes lotaram o ginásio Gigantinho, em Porto Alegre, para testarem-se com o Simulão Enem.

O simulado, promovido por Zero Hora, com apoio do curso Unificado e da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), apresentou 60 questões nos moldes do novo Enem. O teste evidencia que, além de saber os conteúdos do Ensino Médio, os candidatos precisarão de preparo físico para enfrentar os testes e de olhos atentos ao que aprenderam fora da sala de aula.

Entre os estudantes que participaram, alunos do último ano do Ensino Médio eram maioria. Mas o interesse está ampliado: acadêmicos de instituições privadas e quem já concluiu o colégio há muito tempo também se empenharam para resolver os testes.

– Tentei duas vezes ingressar em uma universidade pública. Agora é uma nova chance. Não podia perder o Simulão

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Enem – disse Kellen Lemos, 19 anos, moradora de Alvorada.

A expectativa de Kellen também levou a diarista Leonilda Michelotto, 50 anos, a acompanhar os filhos até o ginásio. O mais velho, de 24 anos, cursa Engenharia Mecânica e não está conseguindo pagar as prestações da faculdade, e a mais nova também precisa de uma vaga pública.

– Eles vão buscar as vagas onde elas estiverem. O Enem é uma saída – disse a mãe.

Criado em 1998, o Enem ganhou mais conteúdos do Ensino Médio, passou de 63 para 180 questões, mais a redação, e irá valer como única forma de ingresso ou nota parcial nas instituições federais que aderiram à proposta do Ministério da Educação. No Estado, das seis federais, quatro vão utilizar o exame para selecionar seus alunos. A prova também pretende modificar o Ensino Médio, com uma nova orientação de ensino.

– A interpretação e a capacidade de relacionar os conteúdos com o cotidiano, cobradas no Enem, estão desafiando os professores, que agora precisam encontrar novas formas de ensino – acredita Roselane Costella, que coordenou as provas do Simulão Enem.

Por: Glória Tupinambás – Estado de Minas

Últimos dias para fazer uma boa revisão de conteúdos, tirar dúvidas e se preparar para chegar com tudo ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A menos de 20 dias do início das provas, que será aplicada em 3 e 4 de outubro, é hora de correr contra o tempo e garantir uma vaga nas universidades federais, estaduais e particulares que vão substituir o tradicional vestibular pelo Enem ou aproveitar a nota do exame na primeira fase do processo seletivo. O D ouviu um consultor especializado na avaliação, além de professores e alunos, e reúne dicas de como encarar a reta final de preparação.

O primeiro conselho para se dar bem neste desafio é conhecer as regras do jogo. Segundo o economista, professor de história e consultor do Enem em escolas públicas e particulares de Minas Ricardo Júdice, o novo modelo de prova vai exigir atenção redobrada por parte dos estudantes.

“Houve muitas transformações no formato da avaliação e, por isso, é fundamental que todos procurem se informar de como ela será na prática. É importante saber quais disciplinas serão cobradas, organizar o tempo e praticar muito em simulados da prova”, afirma Júdice.

Para não vacilar na hora H, o mais importante é fazer simulados de provas do Enem com um cronômetro ao lado. De acordo com o economista, os candidatos terão um tempo médio de dois minutos e meio para resolver cada questão da prova. “No primeiro dia, é preciso reservar meia hora para passar o gabarito e assim restam 240 minutos para responder às 90 perguntas.

No segundo dia, o tempo é teoricamente maior, mas o aluno deve dedicar uma hora inteira à redação e os mesmos 30 minutos para passar a folha de resposta a limpo. Com isso, a média de dois minutos e meio por questão se mantém. Dessa forma, é fundamental que o estudante não se prenda a uma questão muito difícil, pois isso pode comprometer todo o resultado.”

Como o prazo agora já é curto para se aventurar em novos conteúdos que podem ou não cair no exame, o professor sugere aos alunos que deem prioridade à revisão de matérias. “Estatisticamente, há dois temas fortes sempre presentes no Enem e que não devem ficar de fora do teste deste ano: meio ambiente e atualidades. No primeiro caso, vale apostar em efeito estufa, aquecimento global, chuvas ácidas, combustíveis fósseis X energias limpas etc. E, entre os assuntos do dia a dia, é bom pesquisar sobre datas importantes celebradas em 2009”, acrescenta Júdice.

Entre os fatos comemorativos, estão os 80 anos da crise de 1929, os 50 anos da

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Revolução Cubana, os 20 anos da queda do Muro de Berlim, os 40 anos da chegada do homem à Lua e os 70 anos do início da Segunda Guerra Mundial. Segundo os especialistas, temas como esses dificilmente deixarão de ser cobrados no teste.

Outra dica é se preparar para a cobrança dos assuntos de forma interdisciplinar, ou seja, mesclando conhecimentos de várias áreas numa única questão. “O Enem vai testar novas habilidades e competências e vários assuntos aparecerão de forma relacionada. Por isso, os alunos precisam ser bons observadores do mundo, bons leitores e, principalmente, estarem atentos para interpretar bem o que pede o enunciado de cada questão”, diz a professora de redação do Pré-vestibular Unimaster Ellen Sedlmayer.

Exigências e possibilidades

Nesse turbilhão de novidades, exigências e cobranças, os 4,5 milhões de candidatos que se inscreveram para o Enem têm motivos de sobra para estar de cabelo em pé. “Estou insegura, pois não conheço bem o novo formato da prova e tenho medo do cansaço físico diante do teste. Sei que não vai ser fácil encarar quase 200 questões em apenas dois dias, mas estou me preparando. Continuo estudando normalmente para o vestibular, pois os conhecimentos cobrados são os mesmos”, conta Roberta Passaglia, de 18 anos, que vai disputar uma vaga em medicina.

Candidato ao curso de engenharia da computação, André Póvoa, de 19, confessa que mudou a rotina de estudos. “Tenho dedicado mais tempo à leitura de jornais, revistas e internet para me informar melhor sobre o que acontece no mundo. Os assuntos do dia a dia certamente estarão na prova.”

O novo Enem vai ajudar a abrir as portas de universidades federais do Brasil para os candidatos. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), 31 das 55 instituições federais de ensino vão usar a nota do exame para substituir o tradicional vestibular ou para eliminar, pelo menos, a primeira fase do processo seletivo.

Em Minas, apenas a Universidade Federal de Minas Gerais não vai aproveitar o teste neste ano. O Enem continua sendo obrigatório para quem concorre a uma bolsa do Programa Universidade para Todos (ProUni). Todos os inscritos vão receber, em casa, o cartão de confirmação da inscrição até o dia 25. Caso o documento não chegue, entre em contato com o Programa Fala Brasil (0800-616161) ou acesse o http://enem.inep.gov.br/consulta.

A prova começa às 13h e terá 180 questões, divididas em quatro áreas: linguagens e códigos, matemática, ciências da natureza e ciências humanas, além de uma redação. O resultado do Enem será enviado, para o endereço dos alunos, na segunda quinzena de janeiro.

Por: Gazeta do Povo Online

O que você precisa ter em mãos para a inscrição

- Documento de identidade

- CPF

- Prefira um computador com impressora, para imprimir o boleto no fim da inscrição

Tela 1

Entre no site http://enem.inep.gov.br/inscricao – a primeira tela da inscrição oferece a opção de fazer um cadastro ou acompanhar uma inscrição já feita. Clique em “Inscrição – faça já a sua”

Tela 2

Nesta tela, você precisará informar se está concluindo ou se já concluiu o ensino médio, em que ano e tipo de escola, e se já fez o Enem. As questões não aparecem todas de uma vez, você vai respondendo e a pergunta seguinte aparece na tela.

E se eu nunca fiz o Enem? Deixe selecionada a opção “—” na última pergunta.

Tela 3

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Nesta tela você só precisará incluir seu número de CPF. Sem ele é impossível fazer a inscrição. A tela seguinte não tem nada para preencher, basta clicar em “Próximo” para continuar a inscrição.

Tela 4

Aqui você precisa preencher todos os seus dados pessoais. Como você inseriu o CPF antes, o sistema já traz seu nome, sexo, data de nascimento e nome da mãe. Você só é obrigado a preencher os campos que têm o quadrado laranja com asterisco – o quadrado fica verde depois que você colocou alguma informação. Repare que, ao preencher o endereço, o número de sua casa ou prédio vai separado, no campo que fica ao lado do CEP. Os outros quadros (como e-mail e telefone) são opcionais. Você ainda vai escolher nesta tela a cidade em que deseja fazer a prova, marcar se tem necessidades especiais e escolher uma senha.

Por que minha cidade não aparece na lista de locais de prova?
O Enem não ocorrerá em todos os municípios paranaenses – apenas cerca de 100 cidades terão a prova. Você não é obrigado a escolher o município onde mora, ou o mais próximo de sua residência.

E se eu tiver necessidades especiais? Clique “sim” no campo correspondente e aparecerão os diversos tipos de necessidades especiais para você selecionar.

Tela 5

A inscrição está completa. Você receberá um número de acompanhamento (anote e guarde com você) e tem duas opções:

* Clicando no link “pressione aqui” da tela anterior, você chegará a uma declaração de carência – candidatos de baixa renda são isentos da inscrição. Selecione a opção “Li e estou de acordo com o termo acima” e clique “salvar”. Mas fique atento: se você não tem direito à isenção e declarar carência, poderá ser eliminado do Enem.

* Clicando em “Gerar boleto”, o computador exibe um boleto do Banco do Brasil no valor de R$ 35. No pé da página há um link para você imprimir o boleto, que traz seu nome, CPF, endereço e número de inscrição no Enem. O vencimento ocorre no dia seguinte.

E se eu não tiver impressora?
Uma opção é copiar (com muito cuidado) a sequência de números que fica no cabeçalho do boleto – é possível usá-la para pagar a inscrição nos caixas eletrônicos do seu banco ou pela internet. Outra opção é deixar o boleto vencer e, quando você tiver acesso a um computador com impressora, voltar ao site e clicar, na primeira tela, em “Acompanhe sua inscrição”. Insira seu número de acompanhamento e a senha que você escolheu, e você terá a opção de gerar um novo boleto para imprimir.

Quando eu vou escolher os cursos e faculdades a que desejo me candidatar? Segundo o MEC, essa etapa ocorrerá apenas depois da realização da prova, provavelmente em dezembro.

Por Enem

ENEM 2009 – Estão abertas as Inscrições – O Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM 2009 é um exame que avalia todos alunos que pretendem disputar o vestibular e busca conseguir uma vaga nas melores universidades.


Mais que uma prova, o Enem 2009 tem por objetivo avaliar os estudantes de todo país e serve como critério de avaliação em diersas universidades e faculdades do Brasil.

Inscrições do Enem 2009

Inscrições para o ENEM: 15 de junho a 17 de julho
Realização da prova: 3 e 4 de outubro de 2009
Divulgação dos resultados das quatro provas de múltipla escolha: 4 de dezembro de 2009
Divulgação do resultado: 8 de janeiro de 2010
Pela Internet:

- Acesse o site http://sistemasenem2.inep.gov.br/Enem2009/ e clique em Inscrição.
- Você vai receber o comprovante de inscrição por e-mail.
- O aluno de escola particular precisa preenher a inscrição, imprimir o boleto e pagar a taxa no banco. Você só receberá o comprovante da inscrição depois da confirmação do pagametno.

Taxa de inscrição: R$ 35,00
Somente para estudantes de escolas particulares e para quem já finalizou os estudos em anos anteriores, mesmo que tenha estudado em escola pública, pagará R$ 35 pela inscrição.

OBS: Os estudantes da rede pública e carentes da rede particular fazem o Enem gratuitamente.
Documentos necessários: cópia e o original de um documento com foto, como a carteira de identidade

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O aluno poderá optar por utilizar ou não a nota no processo seletivo. O Enem vai valer também como certificado de conclusão do ensino médio para quem tem mais de 18 anos.

Faça o simulado on-line do exame Enem 2006 e saiba se você está preparado para a prova

Contato
Enem Exame Nacional do Ensino Médio

Telefone: 0800-616161
Email: enem@inep.gov.br
Site: http:www.inep.gov.br/enem

Pré-vestibular da UFSC está preparado para o novo Enem nacional

O Ministério da Educação (MEC) anunciou uma proposta de substituir o vestibular por uma prova baseada no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ainda este ano. O Pré-vestibular da UFSC, como há dois anos já preparava para o Enem, está pronto para essas mudanças. O material didático e os professores já buscavam preparar os alunos para questões interdisciplinares e que englobem diversas competências, que são características das provas. Metade dos alunos do pré-vestibular cursa o último ano do ensino médio e no ano passado, 35% foram aprovados no Enem.

O novo formato promete abranger as 55 universidades federais e instituições estaduais ou privadas que adotarem a medida. A prova terá redação e 200 questões de múltipla escolha divididas em quatro grupos: linguagens (incluindo português, inglês e a redação), matemática, ciências humanas e ciências da natureza.

De acordo com esse novo modelo, após receber o resultado da sua prova no Enem o aluno poderá listar até cinco cursos, nas instituições de sua preferência (também limitado a cinco) e concorrer com os demais candidatos do país. A nota de corte dos cursos será determinada por essa concorrência entre os alunos. O aluno poderá mudar suas opções até o penúltimo dia do anúncio do resultado pela instituição.

No fim do mês, uma nova reunião em Brasília com os reitores deve trazer ao MEC uma posição definitiva das universidades.

Via: http://www.prevestibular.ufsc.br/

Por: DN ONline

O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta quinta-feira a lista das 55 universidades federais que vão aderir ao novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em substituição total ao vestibular, parcial, ou que ainda estão estudando qual o caminho será adotado.

O ministério apresentou quatro opções de adesão às instituições. Elas poderão utilizar o Enem como prova única; como uma primeira fase, ficando a segunda à cargo da instituição; combinando a nota do Enem à do vestibular tradicional ou para seleção de estudantes para vagas remanescentes.

Confira a lista do MEC sobre a adesão ao novo Enem

Região Nordeste

1- Universidade Federal do Vale do São Francisco – (UNIVASF): Adotará o Enem em fase única e para vagas remanescentes a partir de 2009. 50% das vagas serão reservadas para estudantes de escola pública.

2 – Universidade Federal da Bahia – (UFBA): Adotará fase única para os quatro cursos de Bacharelado Interdisciplinar e o curso superior de tecnologia. Está em discussão o preenchimento de vagas remanescentes.

3- Universidade Federal do Maranhão – (UFMA): Adotará o Enem em fase única e para vagas remanescentes a partir de 2009.

4. Universidade Federal de Sergipe – (UFS): Utilização do Novo Enem para o preenchimento de vagas remanescentes.

5. Universidade Federal do Piauí – (UFPI): Adotará fase única para 50 % das vagas de todos os cursos e para preencher vagas remanescentes a partir do processo de 2009.

6. Universidade Federal de Pernambuco – (UFPE): Adotará o Enem para 1ª fase. Está em discussão o preenchimento de vagas remanescentes;

7. Universidade Federal Rural de Pernambuco – (UFRPE): Adotará o Enem em fase única e vagas remanescentes a partir de 2009.

8. Universidade Federal do Ceará – (UFC): Em fase de decisão

9. Universidade Federal da Paraíba – (UFPB): Em fase de decisão.

10. Universidade Federal Rural do Semi-Árido – (UFERSA): Adotará o Enem em fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes a partir de 2009;

11. Universidade Federal do Rio Grande do Norte – (UFRN): Em fase de decisão

12. Universidade Federal de Alagoas – (UFAL): Em fase de decisão.

13. Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – (UFRB): Utilização do Novo Enem como fase única para 70% das vagas ofertadas e como parte da nota para 30% das vagas. Também será utilizado para o preenchimento das vagas remanescentes.

14. Universidade Federal de Campina Grande – (UFCG): Em fase de decisão.

Região Norte

1 – Universidade Federal do Amazonas (UFAM) – A nota do Enem será usada como fase única para preencher 50% das vagas do processo seletivo. As outras 50% serão preenchidas por meio de avaliação seriada. O Enem também será usado para preencher vagas remanescentes.

2- Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) – Não utilizará o Enem nos processos seletivos de 2009 e 2010.

3 – Universidade Federal do Acre (UFAC) – Em fase de decisão

4 – Universidade Federal de Roraima (UFRR) – Em fase de decisão

5 – Universidade Federal de Rondônia (UNIR) – Em fase de decisão

6 – Universidade Federal do Tocantins (UFT) – Em fase de decisão.

7 – Universidade Federal do Pará (UFPA) – Em fase de decisão

8 – Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) – Não utilizará o ENEM no processo seletivo de 2009.

Região Centro-Oeste

1 – Universidade de Brasília (UnB) – Adotará o Enem no segundo vestibular de 2010. A modalidade a ser empregada será decidida este ano.

2 – Universidade Federal de Goiás (UFG) – Já utiliza 20% da nota do Enem na primeira fase do seu processo seletivo. Outras propostas de uso do Enem estão em discussão.

3 – Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) – Já utiliza 20% da nota do Enem na composição da nota final do seu processo seletivo. A forma de utilização do novo enem está em fase de definição.

4 – Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) – Em 2009, adotará o Enem como 1ª fase e para o preenchimento de vagas remanescentes. Em 2010, adotará como fase única.

5- Universidade Federal de Grande Dourados (UFGD) – A partir de 2009 utilizará o ENEM para o preenchimento de vagas remanescentes.

Região Sudeste

1 – Universidade Federal do ABC (UFABC) – Adotará Enem como fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes

2 – Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) – Em fase de decisão

3 – Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – Todos os cursos adotarão Enem pelo menos como 1ª fase e para o preenchimento de vagas remanescentes.

4 – Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) – O Enem será utilizado como fase única, já em 2009, para preencher 50% das vagas do processo seletivo e para as vagas remanescentes. A outra metade será preenchida por meio do vestibular seriado (nesta modalidade, a 3ª etapa do vestibular seriado é a nota do Enem).

5 – Universidade Federal de Uberlândia (UFU) – Adotará Enem como 1ª fase em 2010.

6 – Universidade Federal de Viçosa (UFV) – A partir de 2009, o Enem comporá 50% da nota final do vestibular e será adotado como critério para preencher as vagas remanescentes.

7 – Universidade Federal Fluminense (UFF) – O Enem será utilizado para compor parte da nota da 1ª fase. A nota do Enem também servirá como bônus de 10% a 15% para compor a nota da segunda fase de alunos das redes públicas.

8 – Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) – Adotará o Enem como fase única já em 2009 e para o preenchimento das vagas remanescentes.

9- Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) – Aprovado em primeira fase para 2009.

10- Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL) – Adotará o Enem como fase única e para preencher vagas remanescentes

11 – Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) – Já utiliza o Enem na composição da nota da 1ª fase do vestibular (20%). Em fase de discussão, novas formas de utilização do Novo Enem.

12 – Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) – Utilização do Novo Enem como fase única para 4 cursos do campus de Itajubá e para todos os cursos do campus de Itabira. Para os demais cursos do campus de Itajubá, o Novo Enem será utilizado como primeira fase.

13 – Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) – O aluno poderá optar entre usar a nota do Enem na primeira fase ou fazer o vestibular tradicional. Utilizará o Enem para as vagas remanescentes.

14 – Universidade Federal de Lavras (UFLA) – O Enem será utilizado como fase única. A instituição também manterá o processo seriado de ingresso, em que a nota do Enem compõe a 3ª fase, além de utilizar o exame para as vagas remanescentes.

15 – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – Em fase de decisão para o processo seletivo de 2011.

16 – Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) – Já adota o Enem como 50% da nota da prova de Conhecimentos Gerais da 1ª fase. Em fase de decisão para o processo seletivo de 2010.

17- Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) – 10% a 25 % das vagas (percentual em discussão) serão preenchidas pelo Enem, como fase única. Os alunos que quiserem poderão usar a nota para a primeira fase do processo seletivo. O exame será usado também para preencher as vagas remanescentes.

18 – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) – Adotará o Enem como fase única e para preencher vagas remanescente já em 2009.

19 – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – Adotará o Enem como primeira fase.

Região Sul

1. Universidade Federal do Rio Grande do Sul – (UFRGS): Em fase de decisão

2. Universidade Federal do Rio Grande – (FURG): Adotará o Enem como parte da nota (50%) e para vagas remanescentes;

3. Universidade Federal de Pelotas – (UFPEL): Adotará o Enem em fase única e para as vagas remanescentes a partir de 2009;

4. Universidade Federal de Santa Catarina – (UFSC): Utilizará o ENEM como parte da nota (20%) e para a ocupação de vagas remanescentes. O aluno poderá optar por utilizar ou não a nota do ENEM no processo seletivo.seletivo.

5. Universidade Federal do Paraná (UFPR): A nota final do vestibular será composta de 90% da nota do vestibular e 10% da nota da prova objetiva do ENEM.

6. Universidade Federal de Santa Maria (UFSM): Em fase de decisão

7. Universidade Tecnológica Federal do Paraná – (UTFPR): Adotará o Enem em fase única e discute adotar para vagas remanescentes;

8. Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre – (UFCSPA): Adotará o Enem em fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes a partir de 2009.

9. Universidade Federal do Pampa – (UNIPAMPA): Adotará o Enem em fase única a partir de 2010 e discute adotar para vagas remanescentes.

Veja todos os artigos por Enem

Por: Gazeta Online (ES) Priscilla Thompson

Prestar atenção aos fatos marcantes da atualidade e saber relacioná-los a acontecimentos históricos podem ser a grande dica para quem quer se dar bem no novo Enem. Eleições nos Estados Unidos, crise econômica mundial, gripe suína e escândalos no congresso brasileiro prometem estar no alvo das questões do novo exame, que será aplicado nos dias 3 e 4 de outubro.

No entanto, não basta saber dos assuntos mais recentes. “É preciso entender o contexto em que se apresentam e as disciplinas que podem envolvê-lo”, diz o professor de História Renato Coutinho.

Para ele, também não adianta o aluno saber tudo sobre as medidas tomadas por Barack Obama no seu início de governo, por exemplo, sem entender as relações dessas medidas com o que se passa em outros países, como Cuba e Iraque.

As atualidades podem ser tema de Redação ou aparecer apenas nos enunciados das questões, como elemento ilustrativo. “O objetivo principal será exigir do aluno a capacidade de traçar um paralelo entre o que é atual e o que é diretamente ligado às disciplinas”, diz.

Para o professor de Biologia Mauro Koppe, a prova não será muito diferente dos anos anteriores. “O que muda é que os alunos deverão demonstrar uma noção mais ampla sobre assuntos variados e atuais”, diz.

E exemplifica: “A prova pode cobrar um tema, como a gravidez na adolescência sob diversos aspectos. Dentro da Biologia, pode falar da reprodução humana. Na Geografia, abordar o aspecto populacional do assunto. E, ainda, falar do problema social e familiar que é gerado”, diz.

O aluno do 3º ano Hugo Patrocínio Belshoff, 16 anos, já está mudando a rotina de estudos para ficar ligado nos temas atuais. “Estou lendo jornais e sites de notícias diariamente. Os professores já disseram que a gente vai precisar aprender a relacionar disciplinas, como Matemática e Geografia ou Geografia e Física em uma só questão”, explica.

Ele diz, ainda, que os alunos estão abandonando a decoreba. “Vamos continuar aprendendo as disciplinas, mas sempre pedindo indicações de como elas podem ser cobradas agora”, diz.

Inscrição em junho e julho
As inscrições para o novo Enem estão previstas para acontecer entre os dias 15 de junho e 17 de julho. O Ministério da Educação (MEC), porém, ainda não definiu como elas serão feitas nem divulgou em quais cidades as provas serão aplicadas.

O valor da taxa de inscrição será de R$ 35,00, como no ano passado, mas estudantes que estiverem concluindo o ensino médio em escolas públicas podem se inscrever gratuitamente. Também são isentos da taxa alunos da rede privada ou que finalizaram os estudos em anos anteriores, desde que declarem situação de carência.

O Enem vai acontecer nos dias 3 e 4 de outubro, em 1.600 cidades brasileiras. O resultado das provas objetivas será divulgado no dia 4 de dezembro. Já o resultado final, incluindo a redação, será

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conhecido em 8 de janeiro de 2010.

O novo exame será composto por 200 questões, divididas em quatro áreas de conhecimento: linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas. Os blocos de conteúdos, com 50 questões cada, serão divididos nos dois dias de provas, que acontecem no sábado à tarde e no domingo pela manhã e à tarde.

Os assuntos a serem focados
A dica dos professores é ficar de olho nos assuntos atuais e saber relacioná-los com os acontecimentos que ocorreram no passado

Política
Relacionar a eleição de Barack Obama, nos Estados Unidos, com a atuação de outros presidentes que marcaram época, como Nelson Mandela, na África do Sul
Ficar ligado nos escândalos recentes da política brasileira, como o mensalão e a concessão de passagens no Congresso
Saber relacionar a lei que torna sigilosos documentos federais ao período da Ditadura Militar

Economia
Relacionar a crise econômica mundial à recessão da economia vivida em 1929
Entender a ligação entre a queda no consumo de bens duráveis e o desemprego no Brasil
Perceber as relações entre a situação atual do petróleo no país e a crise vivida na década de 80

Meio ambiente
Alterações climáticas, poluição e ecologia relacionadas às políticas mundiais em torno da preocupação com o meio ambiente
A produção de biocombustíveis e a relação dos produtos com os benefícios ao meio ambiente

Saúde
Gripe suína: saber relacioná-la à Gripe Espanhola, de 1918, e ser capaz de abordá-la sob diferentes aspectos, tanto na Geografia (impactos geográficos) quanto na Biologia (aspectos da doença)
Doenças relacionadas à poluição do ar e da água, e questões ambientais interligadas
Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e aspectos sociais, como a gravidez na adolescência e suas implicações nos novos modelos familiares

Cultura
Pode ser cobrada a leitura de textos gerados em diversas esferas sociais, como a internet (suporte textual em gêneros digitais)
A cultura e suas manifestações: dança, teatro, música, artes visuais
Estudo das práticas corporais, como esporte, dança, lutas, jogos e brincadeiras
Relacionar obras de arte e manifestações culturais ao estilo artístico e o contexto histórico de obras

Filmes. É bom ficar de olho nas produções cinematográficas. Os filmes em cartaz nos cinemas, e os que foram lançados, recentemente, trazem assuntos atuais e que movimentam polêmicas sobre diversos assuntos

Quadrinhos. Assim como a música representou, até os anos 90, uma grande fonte de atualidades, hoje os quadrinhos são os preferidos para o tratamento informal de assuntos importantes. E eles sempre estão nas provas

Saiba tudo sobre o Enem 2009

Inscrição para Enem está prevista para começar em 15 de junho

Por: G1

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, vinculado ao Ministério da Educação (MEC), divulgou nesta quinta-feira (14) que as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio 2009 (Enem) estão previstas para começar em 15 de junho. O prazo deve se estender até 17 de julho. De acordo com o Inep, o modo de inscrição ainda não está definido.

Confira aqui lista perguntas e respostas divulgada pelo Inep

A taxa é de R$ 35. Alunos de escolas públicas e de baixa renda são isentos do pagamento. As provas, compostas por 200 testes e uma redação, devem ocorrer nos dias 3 e 4 de outubro. A divulgação dos resultados das quatro provas de múltipla escolha ocorrerá em 4 de dezembro, e o resultado final será conhecido em 8 de janeiro.

Testes x pesos

Em seu site, o Inep ainda esclareceu que as questões de múltipla escolha terão pesos diferentes conforme o nível de dificuldade dos testes. Isso será possível, segundo o Inep, com a aplicação da metodologia da Teoria da Resposta ao Item (TRI), que garante a comparação das notas de diferentes edições a partir da calibração do grau de dificuldade das questões.

Diferente dos anos anteriores, explica do Inep, as questões do Enem serão distribuídas em graus diferenciados de complexidade. “Isso significa que, no cálculo final da nota em cada área, as questões mais difíceis valem mais que as questões menos complexas”, diz o Inep em seu site.

Para classificar os candidatos conforme os cursos pleiteados, as instituições de ensino superior que adotarem o Enem como processo seletivo poderão utilizar pesos diferentes entre as quatro áreas do conhecimento.

A proposta inicial é que o Enem seja oferecido duas vezes ao ano. Além das provas de outubro, uma nova edição deve ser aplicada em março ou abril de 2010. As provas objetivas de cada uma das quatro áreas do conhecimento devem durar até 2h30 e a redação, 1h30.

De acordo com o Inep, não haverá questões regionais na prova do Enem.

O chamado Comitê de Governança do novo Enem, composto pelo Inep, MEC, reitores das federais e pelo Conselho Nacional de Secretários da Educação (Consed), definiu o prazo de três anos para a consolidação do processo de seleção unificada.

Matrizes

O  MEC também divulgou nesta quinta-feira as matrizes de habilidades que serão cobradas no novo Enem. Essas matrizes definem as competências do candidato que se espera que a prova avalie. Com base nessas matrizes, o conteúdo mais específico da prova é definido.

Confira aqui a matriz de referência para o Enem 2009 (o arquivo está em .pdf)

A matriz está dividida nas quatro áreas de conhecimento que farão parte do exame: linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas. O conteúdo será o que é ensinado no ensino médio, com a diferença que será cobrada mais a capacidade de raciocinar do que a “decoreba”.

O documento define os cinco eixos cognitivos que serão comuns a todas as áreas do conhecimento. O primeiro é o domínio de linguagens (norma culta da língua portuguesa, além de linguagem matemática, artística e científica e das línguas espanhola e inglesa).

Enem na rede pública

Na manhã desta quinta, o ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou que o Enem deverá ser universalizado a partir de 2010. Segundo a proposta do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), todos os estudantes da rede pública serão obrigados a fazer a nova prova, que pode servir também para certificar o curso.

Ao aceitar a proposta, o ministro pediu um estudo de logística para garantir o acesso dos estudantes aos locais de prova em todo o território nacional.

Segundo Haddad, o novo Enem não poderá ser aplicado durante o período de aula. “Mais do que a aferição do conhecimento do aluno, a prova pode representar o acesso dele à universidade, o que exige cuidados maiores com a segurança”, afirmou.

De acordo com o Consed, o novo formato da prova permitirá a reestruturação do ensino médio. Com isso, o currículo dessa etapa do ensino passará a orientar os processos seletivos do ensino superior e não o contrário, como ocorre hoje.


MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA
MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA O ENEM 2009
EIXOS COGNITIVOS (comuns a todas as áreas de conhecimento)
I.
Dominar linguagens (DL): dominar a norma culta da Língua Portuguesa e fazer uso das linguagens matemática, artística e científica e das línguas espanhola e inglesa.
II.
Compreender fenômenos (CF): construir e aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento para a compreensão de fenômenos naturais, de processos histórico-geográficos, da produção tecnológica e das manifestações artísticas.
III.
Enfrentar situações-problema (SP): selecionar, organizar, relacionar, interpretar dados e informações representados de diferentes formas, para tomar decisões e enfrentar situações-problema.
IV.
Construir argumentação (CA): relacionar informações, representadas em diferentes formas, e conhecimentos disponíveis em situações concretas, para construir argumentação consistente.

V.
Elaborar propostas (EP): recorrer aos conhecimentos desenvolvidos na escola para elaboração de propostas de intervenção solidária na realidade, respeitando os valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.
Matriz de Referência de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias
Competência de área 1 – Aplicar as tecnologias da comunicação e da informação na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida.
H1 – Identificar as diferentes linguagens e seus recursos expressivos como elementos de caracterização dos sistemas de comunicação.
H2 – Recorrer aos conhecimentos sobre as linguagens dos sistemas de comunicação e informação para resolver problemas sociais.
H3 – Relacionar informações geradas nos sistemas de comunicação e informação, considerando a função social desses sistemas.
H4 – Reconhecer posições críticas aos usos sociais que são feitos das linguagens e dos sistemas de comunicação e informação.
Competência de área 2 – Conhecer e usar língua(s) estrangeira(s) moderna(s) como instrumento de acesso a informações e a outras culturas e grupos sociais*.
H5 – Associar vocábulos e expressões de um texto em LEM ao seu tema.
H6 – Utilizar os conhecimentos da LEM e de seus mecanismos como meio de ampliar as possibilidades de acesso a informações, tecnologias e culturas.
H7 – Relacionar um texto em LEM, as estruturas linguísticas, sua função e seu uso social.
H8 – Reconhecer a importância da produção cultural em LEM como representação da diversidade cultural e linguística.
*A área 2 será incluída apenas a partir de 2010
Competência de área 3 – Compreender e usar a linguagem corporal como relevante para a própria vida, integradora social e formadora da identidade.
H9 – Reconhecer as manifestações corporais de movimento como originárias de necessidades cotidianas de um grupo social.
H10 – Reconhecer a necessidade de transformação de hábitos corporais em função das necessidades cinestésicas.
H11 – Reconhecer a linguagem corporal como meio de interação social, considerando os limites de desempenho e as alternativas de adaptação para diferentes indivíduos.
Competência de área 4 – Compreender a arte como saber cultural e estético gerador de significação e integrador da organização do mundo e da própria identidade.
H12 – Reconhecer diferentes funções da arte, do trabalho da produção dos artistas em seus meios culturais.
H13 – Analisar as diversas produções artísticas como meio de explicar diferentes culturas, padrões de beleza e preconceitos.
H14 – Reconhecer o valor da diversidade artística e das inter-relações de elementos que se apresentam nas manifestações de vários grupos sociais e étnicos.
Competência de área 5 – Analisar, interpretar e aplicar recursos expressivos das linguagens, relacionando textos com seus contextos, mediante a natureza, função, organização, estrutura das manifestações, de acordo com as condições de produção e recepção.
H15 – Estabelecer relações entre o texto literário e o momento de sua produção, situando aspectos do contexto histórico, social e político.
H16 – Relacionar informações sobre concepções artísticas e procedimentos de construção do texto literário.
H17 – Reconhecer a presença de valores sociais e humanos atualizáveis e permanentes no patrimônio literário nacional.
Competência de área 6 – Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como meios de organização cognitiva da realidade pela constituição de significados, expressão, comunicação e informação.
H18 – Identificar os elementos que concorrem para a progressão temática e para a organização e estruturação de textos de diferentes gêneros e tipos.
H19 – Analisar a função da linguagem predominante nos textos em situações específicas de interlocução.
H20 – Reconhecer a importância do patrimônio linguístico para a preservação da memória e da identidade nacional.
Competência de área 7 – Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes linguagens e suas manifestações específicas.
H21 – Reconhecer em textos de diferentes gêneros, recursos verbais e não-verbais utilizados com a finalidade de criar e mudar comportamentos e hábitos.
H22 – Relacionar, em diferentes textos, opiniões, temas, assuntos e recursos linguísticos.
H23 – Inferir em um texto quais são os objetivos de seu produtor e quem é seu público alvo, pela análise dos procedimentos argumentativos utilizados.
H24 – Reconhecer no texto estratégias argumentativas empregadas para o convencimento do público, tais como a intimidação, sedução, comoção, chantagem, entre outras.
Competência de área 8 – Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade.
H25 – Identificar, em textos de diferentes gêneros, as marcas linguísticas que singularizam as variedades linguísticas sociais, regionais e de registro.
H26 – Relacionar as variedades lingüísticas a situações específicas de uso social.
H27 – Reconhecer os usos da norma padrão da língua portuguesa nas diferentes situações de comunicação.
Competência de área 9 – Entender os princípios, a natureza, a função e o impacto das tecnologias da comunicação e da informação na sua vida pessoal e social, no desenvolvimento do conhecimento, associando-o aos conhecimentos científicos, às linguagens que lhes dão suporte, às demais tecnologias, aos processos de produção e aos problemas que se propõem solucionar.
H28 – Reconhecer a função e o impacto social das diferentes tecnologias da comunicação e informação.
H29 – Identificar pela análise de suas linguagens, as tecnologias da comunicação e informação.
H30 – Relacionar as tecnologias de comunicação e informação ao desenvolvimento das sociedades e ao conhecimento que elas produzem.
Matriz de Referência de Matemática e suas Tecnologias
Competência de área 1 – Construir significados para os números naturais, inteiros, racionais e reais.
H1 – Reconhecer, no contexto social, diferentes significados e representações dos números e operações – naturais, inteiros, racionais ou reais.
H2 – Identificar padrões numéricos ou princípios de contagem.
H3 – Resolver situação-problema envolvendo conhecimentos numéricos.
H4 – Avaliar a razoabilidade de um resultado numérico na construção de argumentos sobre afirmações quantitativas.
H5 – Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos numéricos.
Competência de área 2 – Utilizar o conhecimento geométrico para realizar a leitura e a representação da realidade e agir sobre ela.
H6 – Interpretar a localização e a movimentação de pessoas/objetos no espaço tridimensional e sua representação no espaço bidimensional.
H7 – Identificar características de figuras planas ou espaciais.
H8 – Resolver situação-problema que envolva conhecimentos geométricos de espaço e forma.
H9 – Utilizar conhecimentos geométricos de espaço e forma na seleção de argumentos propostos como solução de problemas do cotidiano.
Competência de área 3 – Construir noções de grandezas e medidas para a compreensão da realidade e a solução de problemas do cotidiano.
H10 – Identificar relações entre grandezas e unidades de medida.
H11 – Utilizar a noção de escalas na leitura de representação de situação do cotidiano.
H12 – Resolver situação-problema que envolva medidas de grandezas.
H13 – Avaliar o resultado de uma medição na construção de um argumento consistente.
H14 – Avaliar proposta de intervenção na realidade utilizando conhecimentos geométricos relacionados a grandezas e medidas.
Competência de área 4 – Construir noções de variação de grandezas para a compreensão da realidade e a solução de problemas do cotidiano.
H15 – Identificar a relação de dependência entre grandezas.
H16 – Resolver situação-problema envolvendo a variação de grandezas, direta ou inversamente proporcionais.
H17 – Analisar informações envolvendo a variação de grandezas como recurso para a construção de argumentação.
H18 – Avaliar propostas de intervenção na realidade envolvendo variação de grandezas.
Competência de área 5 – Modelar e resolver problemas que envolvem variáveis socioeconômicas ou técnico-científicas, usando representações algébricas.
H19 – Identificar representações algébricas que expressem a relação entre grandezas.
H20 – Interpretar gráfico cartesiano que represente relações entre grandezas.
H21 – Resolver situação-problema cuja modelagem envolva conhecimentos algébricos.
H22 – Utilizar conhecimentos algébricos/geométricos como recurso para a construção de argumentação.
H23 – Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos algébricos.
Competência de área 6 – Interpretar informações de natureza científica e social obtidas da leitura de gráficos e tabelas, realizando previsão de tendência, extrapolação, interpolação e interpretação.
H24 – Utilizar informações expressas em gráficos ou tabelas para fazer inferências.
H25 – Resolver problema com dados apresentados em tabelas ou gráficos.
H26 – Analisar informações expressas em gráficos ou tabelas como recurso para a construção de argumentos.
Competência de área 7 – Compreender o caráter aleatório e não-determinístico dos fenômenos naturais e sociais e utilizar instrumentos adequados para medidas, determinação de amostras e cálculos de probabilidade para interpretar informações de variáveis apresentadas em uma distribuição estatística.
H27 – Calcular medidas de tendência central ou de dispersão de um conjunto de dados expressos em uma tabela de freqüências de dados agrupados (não em classes) ou em gráficos.
H28 – Resolver situação-problema que envolva conhecimentos de estatística e probabilidade.
H29 – Utilizar conhecimentos de estatística e probabilidade como recurso para a construção de argumentação.
H30 – Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos de estatística e probabilidade.
Matriz de Referência de Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Competência de área 1 – Compreender as ciências naturais e as tecnologias a elas associadas como construções humanas, percebendo seus papéis nos processos de produção e no desenvolvimento econômico e social da humanidade.
H1 – Reconhecer características ou propriedades de fenômenos ondulatórios ou oscilatórios, relacionando-os a seus usos em diferentes contextos.
H2 – Associar a solução de problemas de comunicação, transporte, saúde ou outro, com o correspondente desenvolvimento científico e tecnológico.
H3 – Confrontar interpretações científicas com interpretações baseadas no senso comum, ao longo do tempo ou em diferentes culturas.
H4 – Avaliar propostas de intervenção no ambiente, considerando a qualidade da vida humana ou medidas de conservação, recuperação ou utilização sustentável da biodiversidade.
Competência de área 2 – Identificar a presença e aplicar as tecnologias associadas às ciências naturais em diferentes contextos.
H5 – Dimensionar circuitos ou dispositivos elétricos de uso cotidiano.
H6 – Relacionar informações para compreender manuais de instalação ou utilização de aparelhos, ou sistemas tecnológicos de uso comum.
H7 – Selecionar testes de controle, parâmetros ou critérios para a comparação de materiais e produtos, tendo em vista a defesa do consumidor, a saúde do trabalhador ou a qualidade de vida.
Competência de área 3 – Associar intervenções que resultam em degradação ou conservação ambiental a processos produtivos e sociais e a instrumentos ou ações científico-tecnológicos.
H8 – Identificar etapas em processos de obtenção, transformação, utilização ou reciclagem de recursos naturais, energéticos ou matérias-primas, considerando processos biológicos, químicos ou físicos neles envolvidos.
H9 – Compreender a importância dos ciclos biogeoquímicos ou do fluxo energia para a vida, ou da ação de agentes ou fenômenos que podem causar alterações nesses processos.
H10 – Analisar perturbações ambientais, identificando fontes, transporte e(ou) destino dos poluentes ou prevendo efeitos em sistemas naturais, produtivos ou sociais.
H11 – Reconhecer benefícios, limitações e aspectos éticos da biotecnologia, considerando estruturas e processos biológicos envolvidos em produtos biotecnológicos.
H12 – Avaliar impactos em ambientes naturais decorrentes de atividades sociais ou econômicas, considerando interesses contraditórios.
Competência de área 4 – Compreender interações entre organismos e ambiente, em particular aquelas relacionadas à saúde humana, relacionando conhecimentos científicos, aspectos culturais e características individuais.
H13 – Reconhecer mecanismos de transmissão da vida, prevendo ou explicando a manifestação de características dos seres vivos.
H14 – Identificar padrões em fenômenos e processos vitais dos organismos, como manutenção do equilíbrio interno, defesa, relações com o ambiente, sexualidade, entre outros.
H15 – Interpretar modelos e experimentos para explicar fenômenos ou processos biológicos em qualquer nível de organização dos sistemas biológicos.
H16 – Compreender o papel da evolução na produção de padrões, processos biológicos ou na organização taxonômica dos seres vivos.
Competência de área 5 – Entender métodos e procedimentos próprios das ciências naturais e aplicá-los em diferentes contextos.
H17 – Relacionar informações apresentadas em diferentes formas de linguagem e representação usadas nas ciências físicas, químicas ou biológicas, como texto discursivo, gráficos, tabelas, relações matemáticas ou linguagem simbólica.
H18 – Relacionar propriedades físicas, químicas ou biológicas de produtos, sistemas ou procedimentos tecnológicos às finalidades a que se destinam.
H19 – Avaliar métodos, processos ou procedimentos das ciências naturais que contribuam para diagnosticar ou solucionar problemas de ordem social, econômica ou ambiental.
Competência de área 6 – Apropriar-se de conhecimentos da física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.
H20 – Caracterizar causas ou efeitos dos movimentos de partículas, substâncias, objetos ou corpos celestes.
H21 – Utilizar leis físicas e (ou) químicas para interpretar processos naturais ou tecnológicos inseridos no contexto da termodinâmica e(ou) do eletromagnetismo.
H22 – Compreender fenômenos decorrentes da interação entre a radiação e a matéria em suas manifestações em processos naturais ou tecnológicos, ou em suas implicações biológicas, sociais, econômicas ou ambientais.
H23 – Avaliar possibilidades de geração, uso ou transformação de energia em ambientes específicos, considerando implicações éticas, ambientais, sociais e/ou econômicas.
Competência de área 7 – Apropriar-se de conhecimentos da química para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.
H24 – Utilizar códigos e nomenclatura da química para caracterizar materiais, substâncias ou transformações químicas.
H25 – Caracterizar materiais ou substâncias, identificando etapas, rendimentos ou implicações biológicas, sociais, econômicas ou ambientais de sua obtenção ou produção.
H26 – Avaliar implicações sociais, ambientais e/ou econômicas na produção ou no consumo de recursos energéticos ou minerais, identificando transformações químicas ou de energia envolvidas nesses processos.
H27 – Avaliar propostas de intervenção no meio ambiente aplicando conhecimentos químicos, observando riscos ou benefícios.
Competência de área 8 – Apropriar-se de conhecimentos da biologia para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.
H28 – Associar características adaptativas dos organismos com seu modo de vida ou com seus limites de distribuição em diferentes ambientes, em especial em ambientes brasileiros.
H29 – Interpretar experimentos ou técnicas que utilizam seres vivos, analisando implicações para o ambiente, a saúde, a produção de alimentos, matérias primas ou produtos industriais.
H30 – Avaliar propostas de alcance individual ou coletivo, identificando aquelas que visam à preservação e a implementação da saúde individual, coletiva ou do ambiente.
Matriz de Referência de Ciências Humanas e suas Tecnologias
Competência de área 1 – Compreender os elementos culturais que constituem as identidades
H1 – Interpretar historicamente e/ou geograficamente fontes documentais acerca de aspectos da cultura.
H2 – Analisar a produção da memória pelas sociedades humanas.
H3 – Associar as manifestações culturais do presente aos seus processos históricos.
H4 – Comparar pontos de vista expressos em diferentes fontes sobre determinado aspecto da cultura.
H5 – Identificar as manifestações ou representações da diversidade do patrimônio cultural e artístico em diferentes sociedades.
Competência de área 2 – Compreender as transformações dos espaços geográficos como produto das relações socioeconômicas e culturais de poder.
H6 – Interpretar diferentes representações gráficas e cartográficas dos espaços geográficos.
H7 – Identificar os significados histórico-geográficos das relações de poder entre as nações
H8 – Analisar a ação dos estados nacionais no que se refere à dinâmica dos fluxos populacionais e no enfrentamento de problemas de ordem econômico-social.
H9 – Comparar o significado histórico-geográfico das organizações políticas e socioeconômicas em escala local, regional ou mundial.
H10 – Reconhecer a dinâmica da organização dos movimentos sociais e a importância da participação da coletividade na transformação da realidade histórico-geográfica.
Competência de área 3 – Compreender a produção e o papel histórico das instituições sociais, políticas e econômicas, associando-as aos diferentes grupos, conflitos e movimentos sociais.
H11 – Identificar registros de práticas de grupos sociais no tempo e no espaço.
H12 – Analisar o papel da justiça como instituição na organização das sociedades.
H13 – Analisar a atuação dos movimentos sociais que contribuíram para mudanças ou
rupturas em processos de disputa pelo poder.
H14 – Comparar diferentes pontos de vista, presentes em textos analíticos e interpretativos, sobre situação ou fatos de natureza histórico-geográfica acerca das instituições sociais, políticas e econômicas.
H15 – Avaliar criticamente conflitos culturais, sociais, políticos, econômicos ou ambientais ao longo da história.
Competência de área 4 – Entender as transformações técnicas e tecnológicas e seu impacto nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social.
H16 – Identificar registros sobre o papel das técnicas e tecnologias na organização do trabalho e/ou da vida social.
H17 – Analisar fatores que explicam o impacto das novas tecnologias no processo de territorialização da produção.
H18 – Analisar diferentes processos de produção ou circulação de riquezas e suas implicações sócio-espaciais.
H19 – Reconhecer as transformações técnicas e tecnológicas que determinam as várias formas de uso e apropriação dos espaços rural e urbano.
H20 – Selecionar argumentos favoráveis ou contrários às modificações impostas pelas novas tecnologias à vida social e ao mundo do trabalho.
Competência de área 5 – Utilizar os conhecimentos históricos para compreender e valorizar os fundamentos da cidadania e da democracia, favorecendo uma atuação consciente do indivíduo na sociedade.
H21 – Identificar o papel dos meios de comunicação na construção da vida social.
H22 – Analisar as lutas sociais e conquistas obtidas no que se refere às mudanças nas legislações ou nas políticas públicas.
H23 – Analisar a importância dos valores éticos na estruturação política das sociedades.
H24 – Relacionar cidadania e democracia na organização das sociedades.
H25 – Identificar estratégias que promovam formas de inclusão social.
Competência de área 6 – Compreender a sociedade e a natureza, reconhecendo suas interações no espaço em diferentes contextos históricos e geográficos.
H26 – Identificar em fontes diversas o processo de ocupação dos meios físicos e as relações da vida humana com a paisagem.
H27 – Analisar de maneira crítica as interações da sociedade com o meio físico, levando em consideração aspectos históricos e(ou) geográficos.
H28 – Relacionar o uso das tecnologias com os impactos sócio-ambientais em diferentes contextos histórico-geográficos.
H29 – Reconhecer a função dos recursos naturais na produção do espaço geográfico, relacionando-os com as mudanças provocadas pelas ações humanas.
H30 – Avaliar as relações entre preservação e degradação da vida no planeta nas diferentes escalas.
ANEXO
Objetos de conhecimento associados às Matrizes de Referência
1. Linguagem, Códigos e suas Tecnologias

Estudo do texto: as sequências discursivas e os gêneros textuais no sistema de comunicação e informação – modos de organização da composição textual; atividades de produção escrita e de leitura de textos gerados nas diferentes esferas sociais – públicas e privadas.

Estudo das práticas corporais: a linguagem corporal como integradora social e formadora de identidade – performance corporal e identidades juvenis; possibilidades de vivência crítica e emancipada do lazer; mitos e verdades sobre os corpos masculino e feminino na sociedade atual; exercício físico e saúde; o corpo e a expressão artística e cultural; o corpo no mundo dos símbolos e como produção da cultura; práticas corporais e autonomia; condicionamentos e esforços físicos; o esporte;. a dança; as lutas; os jogos; as brincadeiras.

Produção e recepção de textos artísticos: interpretação e representação do mundo para o fortalecimento dos processos de identidade e cidadania – Artes Visuais: estrutura morfológica, sintática, o contexto da obra artística, o contexto da comunidade. Teatro: estrutura morfológica, sintática, o contexto da obra artística, o contexto da comunidade, as fontes de criação. Música: estrutura morfológica, sintática, o contexto da obra artística, o contexto da comunidade, as fontes de criação. Dança: estrutura morfológica, sintática, o contexto da obra artística, o contexto da comunidade, as fontes de criação. Conteúdos estruturantes das linguagens artísticas (Artes Visuais, Dança, Música, Teatro), elaborados a partir de suas estruturas morfológicas e sintáticas; inclusão, diversidade e multiculturalidade: a valorização da pluralidade expressada nas produções estéticas e artísticas das minorias sociais e dos portadores de necessidades especiais educacionais.

Estudo do texto literário: relações entre produção literária e processo social, concepções artísticas, procedimentos de construção e recepção de textos – produção literária e processo social; processos de formação literária e de formação nacional; produção de textos literários, sua recepção e a constituição do patrimônio literário nacional; relações entre a dialética cosmopolitismo/localismo e a produção literária nacional; elementos de continuidade e ruptura entre os diversos momentos da literatura brasileira; associações entre concepções artísticas e procedimentos de construção do texto literário em seus gêneros (épico/narrativo, lírico e dramático) e formas diversas.; articulações entre os recursos expressivos e estruturais do texto literário e o processo social relacionado ao momento de sua produção; representação literária: natureza, função, organização e estrutura do texto literário; relações entre literatura, outras artes e outros saberes.

Estudo dos aspectos linguísticos em diferentes textos: recursos expressivos da língua, procedimentos de construção e recepção de textos – organização da macroestrutura semântica e a articulação entre idéias e proposições (relações lógico-semânticas).

Estudo do texto argumentativo, seus gêneros e recursos linguísticos: argumentação: tipo, gêneros e usos em língua portuguesa – formas de apresentação de diferentes pontos de vista; organização e progressão textual; papéis sociais e comunicativos dos interlocutores, relação entre usos e propósitos comunicativos, função sociocomunicativa do gênero, aspectos da dimensão espaço-temporal em que se produz o texto.

Estudo dos aspectos linguísticos da língua portuguesa: usos da língua: norma culta e variação lingüística – uso dos recursos linguísticos em relação ao contexto em que o texto é constituído: elementos de referência pessoal, temporal, espacial, registro linguístico, grau de formalidade, seleção lexical, tempos e modos verbais; uso dos recursos linguísticos em processo de coesão textual: elementos de articulação das sequências dos textos ou à construção da micro estrutura do texto.

Estudo dos gêneros digitais: tecnologia da comunicação e informação: impacto e função social – o texto literário típico da cultura de massa: o suporte textual em gêneros digitais; a caracterização dos interlocutores na comunicação tecnológica; os recursos linguísticos e os gêneros digitais; a função social das novas tecnologias.
2. Matemática e suas Tecnologias

Conhecimentos numéricos: operações em conjuntos numéricos (naturais, inteiros, racionais e reais), desigualdades, divisibilidade, fatoração, razões e proporções, porcentagem e juros, relações de dependência entre grandezas, sequências e progressões, princípios de contagem.

Conhecimentos geométricos: características das figuras geométricas planas e espaciais; grandezas, unidades de medida e escalas; comprimentos, áreas e volumes; ângulos; posições de retas; simetrias de figuras planas ou espaciais; congruência e semelhança de triângulos; teorema de Tales; relações métricas nos triângulos; circunferências; trigonometria do ângulo agudo.

Conhecimentos de estatística e probabilidade: representação e análise de dados; medidas de tendência central (médias, moda e mediana); desvios e variância; noções de probabilidade.

Conhecimentos algébricos: gráficos e funções; funções algébricas do 1.º e do 2.º graus, polinomiais, racionais, exponenciais e logarítmicas; equações e inequações; relações no ciclo trigonométrico e funções trigonométricas.

Conhecimentos algébricos/geométricos: plano cartesiano; retas; circunferências; paralelismo e perpendicularidade, sistemas de equações.
3. Ciências da Natureza e suas Tecnologias
3.1 Física

Conhecimentos básicos e fundamentais – Noções de ordem de grandeza. Notação Científica. Sistema Internacional de Unidades. Metodologia de investigação: a procura de regularidades e de sinais na interpretação física do mundo. Observações e mensurações: representação de grandezas físicas como grandezas mensuráveis. Ferramentas básicas: gráficos e vetores. Conceituação de grandezas vetoriais e escalares. Operações básicas com vetores.

O movimento, o equilíbrio e a descoberta de leis físicas – Grandezas fundamentais da mecânica: tempo, espaço, velocidade e aceleração. Relação histórica entre força e movimento. Descrições do movimento e sua interpretação: quantificação do movimento e sua descrição matemática e gráfica. Casos especiais de movimentos e suas regularidades observáveis. Conceito de inércia. Noção de sistemas de referência inerciais e não inerciais. Noção dinâmica de massa e quantidade de movimento (momento linear). Força e variação da quantidade de movimento. Leis de Newton. Centro de massa e a idéia de ponto material. Conceito de forças externas e internas. Lei da conservação da quantidade de movimento (momento linear) e teorema do impulso. Momento de uma força (torque). Condições de equilíbrio estático de ponto material e de corpos rígidos. Força de atrito, força peso, força normal de contato e tração. Diagramas de forças. Identificação das forças que atuam nos movimentos circulares. Noção de força centrípeta e sua quantificação. A hidrostática: aspectos históricos e variáveis relevantes. Empuxo. Princípios de Pascal, Arquimedes e Stevin: condições de flutuação, relação entre diferença de nível e pressão hidrostática.

Energia, trabalho e potência – Conceituação de trabalho, energia e potência. Conceito de energia potencial e de energia cinética. Conservação de energia mecânica e dissipação de energia. Trabalho da força gravitacional e energia potencial gravitacional. Forças conservativas e dissipativas.

A Mecânica e o funcionamento do Universo – Força peso. Aceleração gravitacional. Lei da Gravitação Universal. Leis de Kepler. Movimentos de corpos celestes. Influência na Terra: marés e variações climáticas. Concepções históricas sobre a origem do universo e sua evolução.

Fenômenos Elétricos e Magnéticos – Carga elétrica e corrente elétrica. Lei de Coulomb. Campo elétrico e potencial elétrico. Linhas de campo. Superfícies equipotenciais. Poder das pontas. Blindagem. Capacitores. Efeito Joule. Lei de Ohm. Resistência elétrica e resistividade. Relações entre grandezas elétricas: tensão, corrente, potência e energia. Circuitos elétricos simples. Correntes contínua
e alternada. Medidores elétricos. Representação gráfica de circuitos. Símbolos convencionais. Potência e consumo de energia em dispositivos elétricos. Campo magnético. Imãs permanentes. Linhas de campo magnético. Campo magnético terrestre.

Oscilações, ondas, óptica e radiação – Feixes e frentes de ondas. Reflexão e refração. Óptica geométrica: lentes e espelhos. Formação de imagens. Instrumentos ópticos simples. Fenômenos ondulatórios. Pulsos e ondas. Período, freqüência, ciclo. Propagação: relação entre velocidade, frequência e comprimento de onda. Ondas em diferentes meios de propagação.

O calor e os fenômenos térmicos – Conceitos de calor e de temperatura. Escalas termométricas. Transferência de calor e equilíbrio térmico. Capacidade calorífica e calor específico. Condução do calor. Dilatação térmica. Mudanças de estado físico e calor latente de transformação. Comportamento de Gases ideais. Máquinas térmicas. Ciclo de Carnot. Leis da Termodinâmica. Aplicações e fenômenos térmicos de uso cotidiano. Compreensão de fenômenos climáticos relacionados ao ciclo da água.
3.2 Química

Transformações Químicas – Evidências de transformações químicas. Interpretando transformações químicas. Sistemas Gasosos: Lei dos gases. Equação geral dos gases ideais, Princípio de Avogadro, conceito de molécula; massa molar, volume molar dos gases. Teoria cinética dos gases. Misturas gasosas. Modelo corpuscular da matéria. Modelo atômico de Dalton. Natureza elétrica da matéria: Modelo Atômico de Thomson, Rutherford, Rutherford-Bohr. Átomos e sua estrutura. Número atômico, número de massa, isótopos, massa atômica. Elementos químicos e Tabela Periódica. Reações químicas.

Representação das transformações químicas – Fórmulas químicas. Balanceamento de equações químicas. Aspectos quantitativos das transformações químicas. Leis ponderais das reações químicas. Determinação de fórmulas químicas. Grandezas Químicas: massa, volume, mol, massa molar, constante de Avogadro. Cálculos estequiométricos.

Materiais, suas propriedades e usos – Propriedades de materiais. Estados físicos de materiais. Mudanças de estado. Misturas: tipos e métodos de separação. Substâncias químicas: classificação e características gerais. Metais e Ligas metálicas. Ferro, cobre e alumínio. Ligações metálicas. Substâncias iônicas: características e propriedades. Substâncias iônicas do grupo: cloreto, carbonato, nitrato e sulfato. Ligação iônica. Substâncias moleculares: características e propriedades. Substâncias moleculares: H2, O2, N2, Cl2, NH3, H2O, HCl, CH4. Ligação Covalente. Polaridade de moléculas. Forças intermoleculares. Relação entre estruturas, propriedade e aplicação das substâncias.

Água – Ocorrência e importância na vida animal e vegetal. Ligação, estrutura e propriedades. Sistemas em Solução Aquosa: Soluções verdadeiras, soluções coloidais e suspensões. Solubilidade. Concentração das soluções. Aspectos qualitativos das propriedades coligativas das soluções. Ácidos, Bases, Sais e Óxidos: definição, classificação, propriedades, formulação e nomenclatura. Conceitos de ácidos e base. Principais propriedades dos ácidos e bases: indicadores, condutibilidade elétrica, reação com metais, reação de neutralização.

Transformações Químicas e Energia – Transformações químicas e energia calorífica. Calor de reação. Entalpia. Equações termoquímicas. Lei de Hess. Transformações químicas e energia elétrica. Reação de oxirredução. Potenciais padrão de redução. Pilha. Eletrólise. Leis de Faraday. Transformações nucleares. Conceitos fundamentais da radioatividade. Reações de fissão e fusão nuclear. Desintegração radioativa e radioisótopos.

Dinâmica das Transformações Químicas – Transformações Químicas e velocidade. Velocidade de reação. Energia de ativação. Fatores que alteram a velocidade de reação: concentração, pressão, temperatura e catalisador.

Transformação Química e Equilíbrio – Caracterização do sistema em equilíbrio. Constante de equilíbrio. Produto iônico da água, equilíbrio ácido-base e pH. Solubilidade dos sais e hidrólise. Fatores que alteram o sistema em equilíbrio. Aplicação da velocidade e do equilíbrio químico no cotidiano.

Compostos de Carbono – Características gerais dos compostos orgânicos. Principais funções orgânicas. Estrutura e propriedades de Hidrocarbonetos. Estrutura e propriedades de compostos orgânicos oxigenados. Fermentação. Estrutura e propriedades de compostos orgânicos nitrogenados. Macromoléculas naturais e sintéticas. Noções básicas sobre polímeros. Amido, glicogênio e celulose. Borracha natural e sintética. Polietileno, poliestireno, PVC, Teflon, náilon. Óleos e gorduras, sabões e detergentes sintéticos. Proteínas e enzimas.

Relações da Química com as Tecnologias, a Sociedade e o Meio Ambiente – Química no cotidiano. Química na agricultura e na saúde. Química nos alimentos. Química e ambiente. Aspectos científico-tecnológicos, socioeconômicos e ambientais associados à obtenção ou produção de substâncias químicas. Indústria Química: obtenção e utilização do cloro, hidróxido de sódio, ácido sulfúrico, amônia e ácido nítrico. Mineração e Metalurgia. Poluição e tratamento de água. Poluição atmosférica. Contaminação e proteção do ambiente.

Energias Químicas no Cotidiano – Petróleo, gás natural e carvão. Madeira e hulha. Biomassa. Biocombustíveis. Impactos ambientais de combustíveis fosseis. Energia nuclear. Lixo atômico. Vantagens e desvantagens do uso de energia nuclear.
3.3 Biologia

Moléculas, células e tecidos – Estrutura e fisiologia celular: membrana, citoplasma e núcleo. Divisão celular. Aspectos bioquímicos das estruturas celulares. Aspectos gerais do metabolismo celular. Metabolismo energético: fotossíntese e respiração. Codificação da informação genética. Síntese protéica. Diferenciação celular. Principais tecidos animais e vegetais. Origem e evolução das células. Noções sobre células-tronco, clonagem e tecnologia do DNA recombinante. Aplicações de biotecnologia na produção de alimentos, fármacos e componentes biológicos. Aplicações de tecnologias relacionadas ao DNA a investigações científicas, determinação da paternidade, investigação criminal e identificação de indivíduos. Aspectos éticos relacionados ao desenvolvimento biotecnológico. Biotecnologia e sustentabilidade.

Hereditariedade e diversidade da vida – Princípios básicos que regem a transmissão de características hereditárias. Concepções pré-mendelianas sobre a hereditariedade. Aspectos genéticos do funcionamento do corpo humano. Antígenos e anticorpos. Grupos sangüíneos, transplantes e doenças auto-imunes. Neoplasias e a influência de fatores ambientais. Mutações gênicas e cromossômicas. Aconselhamento genético. Fundamentos genéticos da evolução. Aspectos genéticos da formação e manutenção da diversidade biológica.

Identidade dos seres vivos – Níveis de organização dos seres vivos. Vírus, procariontes e eucariontes. Autótrofos e heterótrofos. Seres unicelulares e pluricelulares. Sistemática e as grandes linhas da evolução dos seres vivos. Tipos de ciclo de vida. Evolução e padrões anatômicos e fisiológicos observados nos seres vivos. Funções vitais dos seres vivos e sua relação com a adaptação desses organismos a diferentes ambientes. Embriologia, anatomia e fisiologia humana. Evolução humana. Biotecnologia e sistemática.

Ecologia e ciências ambientais – Ecossistemas. Fatores bióticos e abióticos. Habitat e nicho ecológico. A comunidade biológica: teia alimentar, sucessão e comunidade clímax. Dinâmica de populações. Interações entre os seres vivos. Ciclos biogeoquímicos. Fluxo de energia no ecossistema. Biogeografia. Biomas brasileiros. Exploração e uso de recursos naturais. Problemas ambientais: mudanças climáticas, efeito estufa; desmatamento; erosão; poluição da água, do solo e do ar. Conservação e recuperação de ecossistemas. Conservação da biodiversidade. Tecnologias ambientais. Noções de saneamento básico. Noções de legislação ambiental: água, florestas, unidades de conservação; biodiversidade.

Origem e evolução da vida – A biologia como ciência: história, métodos, técnicas e experimentação. Hipóteses sobre a origem do Universo, da Terra e dos seres vivos. Teorias de evolução. Explicações pré-darwinistas para a modificação das espécies. A teoria evolutiva de Charles Darwin. Teoria sintética da evolução. Seleção artificial e seu impacto sobre ambientes naturais e sobre populações humanas.

Qualidade de vida das populações humanas – Aspectos biológicos da pobreza e do desenvolvimento humano. Indicadores sociais, ambientais e econômicos. Índice
de desenvolvimento humano. Principais doenças que afetam a população brasileira: caracterização, prevenção e profilaxia. Noções de primeiros socorros. Doenças sexualmente transmissíveis. Aspectos sociais da biologia: uso indevido de drogas; gravidez na adolescência; obesidade. Violência e segurança pública. Exercícios físicos e vida saudável. Aspectos biológicos do desenvolvimento sustentável. Legislação e cidadania.
4. Ciências Humanas e suas Tecnologias

Diversidade cultural, conflitos e vida em sociedade
o
Cultura Material e imaterial; patrimônio e diversidade cultural no Brasil.
o
A Conquista da América. Conflitos entre europeus e indígenas na América colonial. A escravidão e formas de resistência indígena e africana na América.
o
História cultural dos povos africanos. A luta dos negros no Brasil e o negro na formação da sociedade brasileira.
o
História dos povos indígenas e a formação sócio-cultural brasileira.
o
Movimentos culturais no mundo ocidental e seus impactos na vida política e social.

Formas de organização social, movimentos sociais, pensamento político e ação do Estado
o
Cidadania e democracia na Antiguidade; Estado e direitos do cidadão a partir da Idade Moderna; democracia direta, indireta e representativa.
o
Revoluções sociais e políticas na Europa Moderna.
o
Formação territorial brasileira; as regiões brasileiras; políticas de reordenamento territorial.
o
As lutas pela conquista da independência política das colônias da América.
o
Grupos sociais em conflito no Brasil imperial e a construção da nação.
o
O desenvolvimento do pensamento liberal na sociedade capitalista e seus críticos nos séculos XIX e XX.
o
Políticas de colonização, migração, imigração e emigração no Brasil nos séculos XIX e XX.
o
A atuação dos grupos sociais e os grandes processos revolucionários do século XX: Revolução Bolchevique, Revolução Chinesa, Revolução Cubana.
o
Geopolítica e conflitos entre os séculos XIX e XX: Imperialismo, a ocupação da Ásia e da África, as Guerras Mundiais e a Guerra Fria.
o
Os sistemas totalitários na Europa do século XX: nazi-fascista, franquismo, salazarismo e stalinismo. Ditaduras políticas na América Latina: Estado Novo no Brasil e ditaduras na América.
o
Conflitos político-culturais pós-Guerra Fria, reorganização política internacional e
os organismos multilaterais nos séculos XX e XXI.
o
A luta pela conquista de direitos pelos cidadãos: direitos civis, humanos, políticos e sociais. Direitos sociais nas constituições brasileiras. Políticas afirmativas.
o
Vida urbana: redes e hierarquia nas cidades, pobreza e segregação espacial.

Características e transformações das estruturas produtivas
o
Diferentes formas de organização da produção: escravismo antigo, feudalismo, capitalismo, socialismo e suas diferentes experiências.
o
Economia agro-exportadora brasileira: complexo açucareiro; a mineração no período colonial; a economia cafeeira; a borracha na Amazônia.
o
Revolução Industrial: criação do sistema de fábrica na Europa e transformações no processo de produção. Formação do espaço urbano-industrial. Transformações na estrutura produtiva no século XX: o fordismo, o toyotismo, as novas técnicas de produção e seus impactos.
o
A industrialização brasileira, a urbanização e as transformações sociais e trabalhistas.
o
A globalização e as novas tecnologias de telecomunicação e suas conseqüências econômicas, políticas e sociais.
o
Produção e transformação dos espaços agrários. Modernização da agricultura e estruturas agrárias tradicionais. O agronegócio, a agricultura familiar, os assalariados do campo e as lutas sociais no campo. A relação campo-cidade.

Os domínios naturais e a relação do ser humano com o ambiente
o
Relação homem-natureza, a apropriação dos recursos naturais pelas sociedades ao longo do tempo. Impacto ambiental das atividades econômicas no Brasil. Recursos minerais e energéticos: exploração e impactos. Recursos hídricos; bacias hidrográficas e seus aproveitamentos.
o
As questões ambientais contemporâneas: mudança climática, ilhas de calor, efeito estufa, chuva ácida, a destruição da camada de ozônio. A nova ordem ambiental internacional; políticas territoriais ambientais; uso e conservação dos recursos naturais, unidades de conservação, corredores ecológicos, zoneamento ecológico e econômico.
o
Origem e evolução do conceito de sustentabilidade.
o
Estrutura interna da terra. Estruturas do solo e do relevo; agentes internos e externos modeladores do relevo.
o
Situação geral da atmosfera e classificação climática. As características
climáticas do território brasileiro.
o
Os grandes domínios da vegetação no Brasil e no mundo.

Representação espacial
o
Projeções cartográficas; leitura de mapas temáticos, físicos e políticos; tecnologias modernas aplicadas à cartografia.

Por: Folha de S.Paulo

Os estudantes poderão conferir um simulado do novo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) na internet dentro de “15 dias ou um mês”, estimou Reynaldo Fernandes, presidente do Inep (órgão ligado ao Ministério da Educação responsável pela prova).

O simulado terá cerca de 50 questões “no novo Enem, serão 200 perguntas.

Criado para substituir o vestibular nas universidades federais, o novo Enem acontecerá em 3 e 4 de outubro e deve ser feito por até 5 milhões de alunos.

As melhores e as piores escolas no Enem 2008

O Ministério da Educação divulgou nesta terça-feira (28) o desempenho por escola no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2008. A  escola com o melhor desempenho foi o Colégio São Bento, no Rio de Janeiro. Com média total (prova objetiva e redação) de 80,58, a instituição ficou em primeiro lugar pelo segundo ano consecutivo. Na segunda posição, com 77,38 pontos, aparece o Colégio Bernoulli, de Belo Horizonte, que em 2007 estava em 12º. Em terceiro, está o Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa (MG). Confira a planilha com todas as escolas do país (o arquivo está em .xls)
Mais informações: http://mediasenem.mec.gov.br/enemMediasEscola/


26.017 colégios listados..

ENERGIA DE RIO DO SUL

1° LUGAR DO ALTO VALE

4° LUGAR ENTRE OS ENERGIAS de SC

26° LUGAR DO ESTADO DE SC

A vantagem do ENERGIA é grande, média 65,51, mais de 900 posições na frente do segundo colégio mais pontuado de Rio do Sul.

ENERGIA de Rio do Sul- 7616 - (703°)lugar
R. B. – 8517 - 1.604° lugar

D. B. – 8788 -  1.875° lugar
I. – 8893 – 1.980° lugar
U. – 9783 – 2.870° lugar
O número de escolas de Ensino Médio de Santa Catarina é de: 829 estaduais, 8 federais, 55 municipais, 230 particulares totalizando 1.122 escolas em SC. Foram 934 que participaram do ENEM 2008.

Apesar de o exame ser voluntário, participaram do Enem 2008 alunos concluintes de mais de 90% das escolas brasileiras de ensino médio

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – Inep/MEC está disponibilizando o sistema de consulta aos resultados por escola do Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem 2008. Das 26.665 escolas de ensino médio brasileiras cadastradas no Censo Escolar da Educação Básica 2008, 91% têm pelo menos um aluno concluinte entre os participantes do exame. Os resultados podem ser conferidos em mediasenem.mec.gov.br.

Ainda que a participação das escolas seja maciça, o Inep alerta para a grande variabilidade de participação de uma escola para outra. Para minimizar os efeitos da não obrigatoriedade, toma-se o cuidado de divulgar médias de desempenho apenas das escolas que tiveram ao menos 10 alunos concluintes presentes no exame. O Inep também utiliza método de correção estatística que simula a nota média do estabelecimento caso todos os alunos matriculados nas séries finais do ensino médio (3.ª e 4.ª) tivessem realizado a prova. Ainda assim, a tendência é a de que escolas com baixo percentual de participantes, em relação ao total de concluintes matriculados, apresentem resultados mais instáveis.

Os resultados são apresentados para o Ensino Regular, para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) e para as duas etapas em conjunto. Quatro notas são divulgadas: as médias das provas objetivas, as médias das duas provas (objetiva e redação); as médias das provas objetivas corrigidas estatisticamente e as médias das duas provas também corrigidas.

Escolas poderão verificar seus dados até o dia 15 de maio

A inclusão das escolas de ensino médio no banco de resultados do Enem 2008 depende de seu cadastramento no Censo Escolar da Educação Básica, realizado pelo Inep. É a partir das informações declaradas pelas redes de ensino ao Censo Escolar que são conhecidos os concluintes do ensino médio de cada uma das unidades. Essas informações subsidiam o cálculo estatístico das médias que a escola obteria se a totalidade de seus estudantes formandos tivessem feito o Enem.

Cada escola tem permanentemente à disposição as informações acerca de seus alunos no Censo Escolar, e não há possibilidade de retificação fora do cronograma de preenchimento do Censo. Ainda assim, para permitir que as escolas verifiquem a relação de estudantes considerados para cálculo de suas médias no Enem e corrijam seus eventuais erros no envio de informações, o Inep disponibiliza um sistema de consulta restrito em http://www.enem.inep.gov.br/consulta_escola/. O sistema ficará disponível para as escolas até o dia 15 de maio, e eventuais correções serão publicadas oportunamente.

Tabela – Número de escolas com alunos participantes no Enem 2008 – Brasil e UF

UF
Dependência Administrativa
Nº de escolas – Ensino Médio*
Nº de escolas de Ensino Médio com alunos participantes do Enem 2008**
Nº de escolas com conceitos no Enem 2008***
Brasil
26.665
24.253
20.174
BRASIL Estadual
18.608
17.099
15.044
BRASIL Federal
172
165
161
BRASIL Municipal
924
648
398
BRASIL Particular
6.961
6.341
4.571
RO Estadual
205
199
178
RO Federal
1
1
1
RO Municipal
18
14
2
RO Particular
39
37
28
AC Estadual
150
89
52
AC Federal
1
1
1
AC Particular
12
10
8
AM Estadual
317
277
237
AM Federal
6
5
5
AM Municipal
21
0
AM Particular
45
41
32
RR Estadual
106
66
36
RR Federal
2
2
2
RR Municipal
2
1
0
RR Particular
7
6
6
PA Estadual
496
470
395
PA Federal
5
5
5
PA Municipal
2
2
1
PA Particular
147
136
82
AP Estadual
83
73
58
AP Particular
15
11
8
TO Estadual
281
259
212
TO Federal
2
2
2
TO Municipal
2
2
0
TO Particular
31
26
16
MA Estadual
768
564
391
MA Federal
6
6
6
MA Municipal
52
31
11
MA Particular
173
143
81
PI Estadual
441
418
336
PI Federal
4
4
4
PI Municipal
26
23
10
PI Particular
131
119
83
CE Estadual
574
553
508
CE Federal
7
6
6
CE Municipal
39
17
5
CE Particular
251
225
146
RN Estadual
293
280
258
RN Federal
4
3
3
RN Municipal
10
8
6
RN Particular
114
101
67
PB Estadual
419
333
278
PB Federal
5
5
5
PB Municipal
75
34
17
PB Particular
130
92
45
PE Estadual
738
698
621
PE Federal
9
9
9
PE Municipal
55
40
30
PE Particular
320
292
197
AL Estadual
171
163
141
AL Federal
4
4
4
AL Municipal
25
17
12
AL Particular
99
82
35
SE Estadual
194
171
127
SE Federal
4
4
4
SE Municipal
13
8
4
SE Particular
79
71
37
BA Estadual
1076
1036
921
BA Federal
14
13
13
BA Municipal
144
122
76
BA Particular
320
294
216
MG Estadual
2060
1956
1748
MG Federal
24
24
24
MG Municipal
157
135
92
MG Particular
672
647
478
ES Estadual
322
319
264
ES Federal
5
5
5
ES Municipal
4
3
1
ES Particular
139
137
111
RJ Estadual
1125
1048
953
RJ Federal
23
22
22
RJ Municipal
53
37
29
RJ Particular
872
733
512
SP Estadual
3945
3686
3481
SP Federal
3
3
3
SP Municipal
110
86
71
SP Particular
1865
1760
1418
PR Estadual
1365
1210
1078
PR Federal
8
8
5
PR Particular
323
296
232
SC Estadual
829
699
585
SC Federal
8
8
8
SC Municipal
55
23
8
SC Particular
230
204
128
RS Estadual
1041
985
919
RS Federal
15
13
13
RS Municipal
22
18
14
RS Particular
381
352
237
MS Estadual
315
301
265
MS Federal
1
1
1
MS Municipal
6
3
2
MS Particular
105
96
63
MT Estadual
463
440
344
MT Federal
3
3
3
MT Municipal
5
5
3
MT Particular
114
110
74
GO Estadual
737
714
567
GO Federal
7
7
6
GO Municipal
28
19
4
GO Particular
238
220
163
DF Estadual
94
92
91
DF Federal
1
1
1
DF Particular
109
100
68
Fonte: Inep/ Enem/ Censo 2008

Enem Novo, mas nem tanto

Por: Diário Catarinense – Júlia Lourenço

A mudança na forma de ingresso nas universidades federais do país, proposta pelo Ministério da Educação (MEC), pode atingir cerca de 31 mil pessoas no Estado. Este foi o número de inscritos no vestibular da Universidade Federal de Santa Catarina em 2008.

O novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será aplicado daqui a cinco meses, nos dias 3 e 4 de outubro. E para aqueles que vão tentar uma das 4.571 vagas na UFSC, o reitor Alvaro Prata garante que vestibular será comum.

Mas o novo Enem também fará parte do ingresso deste ano. O reitor afirma que o exame será adotado pela instituição, mas que ainda não se sabe de que maneira a prova será integrada ao processo seletivo da universidade.

Prata explica que há duas formas de agregá-lo à seleção. Uma é fazer com o que o desempenho do aluno no Enem garanta uma certa pontuação para o concurso de dezembro da UFSC, e a outra é que o Enem seja a primeira etapa do vestibular. Prata ressalta que ainda há muito que ser discutido com o MEC para acertar os ponteiros do novo Enem com o do vestibular da UFSC.

Diário Catarinense – Como é que está a discussão dentro da UFSC sobre a nova proposta do MEC?

Alvaro Prata – A UFSC está entusiasmada com a proposta, acha que é uma boa iniciativa do Ministério da Educação, mas a Universidade Federal de Santa Catarina tem uma longa tradição em preparar o vestibular. Então, ela entende que neste ano poderá, de alguma forma, usar o Enem, mas não integralmente, como está sendo proposto pelo Ministério da Educação. Nós já iniciamos os preparativos pro nosso vestibular. A UFSC faz o vestibular e divulga os resultados ainda em dezembro. A comunidade tem discutido a proposta, mas a indicação é que, num primeiro momento, poderemos usar o Enem, mas não de fora integral.

DC – E quando a UFSC vai ter a decisão definida?

Prata – Já discutimos isso na administração central, em um grupo de estudo que integra a pró-reitoria de graduação e a Comissão Permanente de Vestibular (Coperve) também já se manifestou. Os diretores de unidade, reunidos esta semana (semana passada), também levantaram essas ponderações. A decisão da universidade é que o vestibular dela, durante este ano, deve ser mantido e que nós poderemos agregar o Enem. Poderemos utilizar parcialmente o Enem, mas não de forma absoluta.

DC – Usando dessa forma parcial, como ficaria o vestibular para o aluno que vai prestar o concurso no final do ano?

Prata – Isso é o que não está decidido. Mas essa decisão nos dá um pouco mais de tempo pra verificar a possibilidade de incluir o Enem no nosso vestibular. Isso pode ser feito de duas maneiras. Pode ser feito a partir da nota que o aluno tiver no Enem. Falar que, por exemplo, 25% do resultado do estudante é obtido a partir da nota que ele tirar no Enem e 75% é obtido a partir da nota do nosso exame de vestibular. Essa é uma possibilidade. A outra possibilidade é fazer o vestibular em duas etapas, onde, numa primeira etapa, nós usaríamos o Enem, e na segunda etapa, viria o nosso vestibular.

DC – Nessa caso, então, o aluno não tem como escolher não fazer o Enem?

Prata – Se nós fizermos em duas etapas não tem. Mas nós vamos encorajar para que todos os alunos façam o Enem nos dias 3 e 4 de outubro. Nós vamos encorajar a isso. A percepção que a comunidade teve, tanto tecnicamente quanto do ponto de vista do impacto na própria seleção da universidade, é que em torno de 70% dos nossos alunos vêm de Santa Catarina. Na nossa prova do vestibular, principalmente de História, Geografia e também na área de Língua Portuguesa, nós agregamos componentes regionais, componentes ligados ao Estado de Santa Catarina, e se nós optarmos por fazer o exame de seleção conforme sugere o Ministério da Educação, perderíamos todos esses aspectos nesse primeiro momento.

DC – O que mais preocupa a UFSC?

Prata – Nosso vestibular é feito dentro de absoluta segurança. Também damos oportunidade para que todos possam prestar vestibular, principalmente aqueles com alguma deficiência. E hoje nós não temos clareza se na prova do Enem será possível contemplar todas essas pessoas. É prematuro para a universidade tomar essa decisão agora, então o mais adequado é que possamos fazer isso paulatinamente.

DC – O senhor comentou que 70% dos alunos que entram na UFSC são de Santa Catarina. Com o vestibular unificado não haverá mais pessoas de outros estados procurando pela universidade?

Prata – Deve aumentar. Mas não acho que seja uma procura grande porque nós não temos a tradição da mobilidade. E você se deslocar não é natural. A tendência do aluno é fazer o vestibular onde ele está. Então, penso que com o Enem unificado essa mobilidade deverá aumentar, mas não será um aumento significativo num primeiro momento. Então, precisamos, inclusive, ter essa experiência e poder observar o que acontece para podermos nos adequar a isso.

DC – O senhor acha que é possível adotar um modelo unificado no Brasil?

Prata – Num curto espaço de tempo, não. O natural é que as universidades mais novas possam optar por esse Enem unificado. As mais tradicionais têm essa experiência do processo seletivo. Então eu penso que agregar o Enem será um processo paulatino. Nós não conhecemos esse Enem, precisamos saber como essa prova será realizada, e como ficarão esses itens que eu mencionei sobre a segurança, a acessibilidade de todos ao Enem. A questão do prazo também é muito importante, porque o resultado final só virá em janeiro. E a UFSC, em dezembro, já tem a relação dos candidatos aprovados.

DC – O que senhor acha desse modelo do Enem?

Prata – O Ministério da Educação pretende realizar até sete provas de Enem no ano, isso é uma coisa muito positiva. Esse ano teremos apenas um Enem. Então é preciso que possamos dar oportunidade para os alunos fazerem mais de um Enem para que esse aspecto de humanizar o processo de seleção possa realmente ocorrer. Se o sujeito faz até duas ou três provas de Enem ao longo do ano, ele poderá escolher aquele em que teve uma nota mais alta. Nos agrada a possibilidade de que o Enem realizado num ano possa ser utilizado no ano seguinte. Mas não temos como adotá-lo integralmente.

17/04/2009 – 08h30

Fuvest 2010: para pró-reitora da USP, não há motivos para aflição dos vestibulandos

A pró-reitora de graduação da USP (Universidade de São Paulo), Selma Garrido Pimenta, afirmou ontem (16) que não há motivos para aflição entre os estudantes que já estão se preparando para o exame da Fuvest. O Conselho de Graduação da USP aprovou mudanças para o próximo processo seletivo na tarde de ontem.

Segundo ela, as novas características do vestibular Fuvest para ingresso nos cursos de graduação da USP não representam uma total ruptura com o que já vem sendo realizado. O conteúdo é o mesmo, sendo mantidos os mesmos programas das disciplinas.

A professora também tranquiliza os candidatos em relação ao anúncio da relação de disciplinas do terceiro dia por carreira. “A divulgação será feita de maneira antecipada, no máximo na data da divulgação da resolução do vestibular – mas estamos fazendo um esforço para que este anúncio seja feito antes mesmo disso”, anunciou.

Menos estresse

Uma das principais modificações anunciadas foi transformar a primeira fase em eliminatória (antes ela era classificatória também). Isso tem como objetivo aprimorar a seleção baseada no mérito. “Estudos e análises realizados pelo GT [Grupo de Trabalho] Vestibular demonstraram que o desempenho na primeira fase tem sido pouco preditivo do bom aluno que se revela na segunda fase”, explica Selma.

A redistribuição de dias e horas de provas – a segunda fase terá três dias de exame – procurou atender a demandas dos próprios estudantes que se queixavam de cansaço e estresse causado pela maratona de provas.

Questionada se há mais mudanças em vista, a professora reiterou que nada neste tipo de processo “é feito de forma brusca”. Mas, sim, há uma agenda de avaliações para possíveis mudanças, com destaque para um projeto de unificação da primeira fase entre as três universidades estaduais paulistas: USP, Unesp e Unicamp. “Estas três instituições têm características muito parecidas, mas também têm suas especificidades que devem ser preservadas. Para avaliar como isto pode ser feito ainda temos que nos debruçar sobre esta proposta”, conclui.

Perfil do selecionado

A prova do vestibular é concebida para selecionar candidatos que tenham as características valorizadas pela USP no seu quadro de alunos. Para o grupo que estudou as mudanças no vestibular, a eficiência do processo é medida pelo seu efeito preditivo, ou seja, pela mensuração do desempenho dos candidatos aprovados durante a graduação.

Para a USP, o novo modelo de vestibular deve ser um instrumento eficiente para selecionar candidatos que:

saibam se expressar com clareza e desenvoltura;

tenham capacidade de buscar, selecionar, organizar e interpretar informações diversas, elaborar e criticar hipóteses e argumentar sobre posições ou problemas a eles apresentados;

esbocem visões críticas do mundo e da sociedade em que vivemos;

demonstrem competência na identificação e proposição de soluções para problemas sociais, culturais, científicos e tecnológicos e

identifiquem seu campo de interesse e demonstrem habilidades para cursar a carreira escolhida

1ª fase

Como Era

Eliminava e dava pontos para a classificação final dos candidatos

Como Fica

Só elimina quem não atinge a nota de corte. Não rende pontos na classificação

2ª fase

Como era

Avaliava apenas as disciplinas específicas de cada curso. Cada candidato tinha até quatro dias de exame. Todos os vestibulandos realizavam a prova de português no primeiro dia. O número de pontos na segunda fase variava de acordo com a carreira, com total máximo de 160 pontos

Como fica

Será restrita a três dias. O primeiro continua igual. No segundo dia, haverá uma prova com 20 questões de química, biologia, matemática, física, geografia e história. No último dia é a vez das questões específicas – 12 perguntas de até três matérias escolhidas por curso

*Com informações da Agência USP

Última atualização: 07/04/2009 10:13:47 – http://www.passeiweb.com

O Ministério da Educação anunciou nesta segunda-feira (6) que a mudança no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vai valer a partir deste ano. O Enem passará a ter 200 questões de múltipla escolha e uma prova de redação. Atualmente, o Enem tem 63 questões e uma redação.

No novo formato, as questões seriam divididas em quatro grupos: linguagens (incluindo português, inglês e a redação), matemática, ciências humanas e ciências da natureza.

O ministério quer que o exame seja usado pelas universidades federais no lugar do vestibular tradicional. O aluno poderia se candidatar a cursos em até cinco universidades. Os reitores informaram que vão decidir, até o fim deste mês, se aceitam as mudanças.

O ministro disse ainda que os candidatos do novo vestibular permitirá uma concorrência nacional por todas as vagas ofertadas pelas instituições que aderirem ao novo sistema.

Segundo o modelo proposto, após receber o resultado da sua prova no Enem o aluno poderá listar até cinco cursos, nas instituições de sua preferência (também limitado a cinco) e concorrer com os demais candidatos do país.

A nota de corte dos cursos será determinada por essa concorrência entre os alunos. Ou seja, se mais alunos com notas altas concorrerem a um determinado curso a nota de corte será mais alta. O aluno poderá mudar suas opções até o penúltimo dia do anúncio do resultado pela instituição.

Se o aluno perceber que o curso escolhido como a primeira opção está com a nota de corte superior à sua avaliação no Enem, pode optar pelas demais opções da sua lista inicial ou modificar a primeira lista escolhendo novos cursos e novas instituições até o penúltimo dia da data marcada para o anúncio do resultado. Todas as opções serão colhidas pelo MEC por meio de um sistema digital. Essa lista elaborada pelos alunos não terá nenhuma restrição.

“Não tem número definido ainda, mas hipótese mais provável é que aluno possa se inscrever em até cinco cursos de instituições distintas. Ele só escolhe a lista depois de saber o seu resultado no Enem”, explicou o ministro.

Revista do Enem

A Revista do Enem é dirigida aos professores de ensino médio de escolas públicas e privadas de todo o País. É feita uma edição por ano, que é distribuída no início do período de abertura das inscrições ao Enem.

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