1. ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL INDIVIDUAL (Cristian Stassun)


Por: Estadão

O resultado das avaliações das universidades e faculdades do País feitas pelo Ministério da Educação (MEC) foi importante na hora da escolha da instituição para cerca de 4% dos estudantes do ensino superior privado no Estado de São Paulo, segundo pesquisa encomendada pelo Semesp, sindicato das entidades particulares. Os fatores mais levados em conta na escolha foram a localização (24%) e o valor da mensalidade (19%).

Para especialistas, o fato de estudantes darem pouca importância para avaliações pode ser indicativo de que eles ainda não conhecem bem esses dados, o que exigiria maior esforço na sua divulgação. E com a inclusão de novos indicadores nos últimos anos, a leitura dos números ficou mais completa, mas também mais complexa.

“A pesquisa mostra que o estudante busca o ensino superior para aumentar o acesso ao mercado e que ele quer conseguir isso perto de onde ele mora e pelo preço que ele pode pagar”, diz Rodrigo Capelato, diretor executivo do Semesp. “O dado mostra que as instituições precisam dialogar melhor com as empresas, para aprimorar sua empregabilidade.”

O levantamento foi feito com uma amostra formada por 1.682 alunos, pais, professores e funcionários de instituições da capital e de nove regiões do interior no primeiro semestre deste ano. O instituto responsável foi o CDN Estudos & Pesquisa.

“As avaliações ainda não chegaram aos alunos. A gente que trabalha com isso, que acompanha, já está acostumado, discute muito e fala muito. Mas,

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no geral, os resultados ainda não foram popularizados”, analisa Mozart Neves, do movimento Todos pela Educação. “Uma vez por ano, os jornais e revistas publicam os dados, eles reverberam por dias e depois ninguém mais toca no assunto. E o jovem, em geral, não lê muito.”

Na avaliação do consultor Carlos Monteiro, da CM Consultoria, outro fator que pode explicar o impacto pequeno das avaliações entre os estudantes é o fato de muitos não estarem dispostos a sair de sua cidade para estudar, no caso de quem mora no interior. “Muitas vezes a escola com conceito ruim é a única que ele tem.” O consultor avalia também que a tendência é que haja mudanças. “No segundo semestre, o ministério adotou ações como a suspensão de vagas em cursos com avaliações ruins. Isso vai influenciar a percepção do aluno.”

No caso de São Paulo, a opção pela comodidade é explicada ela dificuldade de locomoção. Moradora de São Bernardo do Campo, Camila Pfeifer, de 20 anos, escolheu fazer Administração na Universidade Metodista porque era perto de sua casa. “Para ser sincera, eu nem me importei com avaliação.”

Yuri Negov, de 22 anos, escolheu o Centro Universitário Fieo, em Osasco, por ser perto de casa e pelas referências de amigos. “Não olhei avaliações porque não tinha muito conhecimento disso, mas conheço gente que estuda lá e considera a faculdade boa.” André Kenny Curcovezki, de 23 anos, estudante de Administração da Fundação Santo, encaixa-se nos 4% que valorizam os indicadores. “Sabia que era um dos mais bem avaliados.”

Por: Estadão

Antes da abertura dos portões até a saída dos alunos, eles estavam lá. Centenas de pais se somaram aos 11.412 candidatos que fizeram o vestibular da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), no prédio da Uninove, na Barra Funda, neste domingo, 8 de novembro. Eles acompanharam os filhos até a entrada e, por vezes, permaneceram até o fim da prova, uma espera que pode ter chegado a até 4 horas.

Cidália Monteiro, de 47 anos, mora em Santo Amaro. Ela e a filha Eduarda, de 18 anos, saíram de casa às 10 horas em direção à Uninove. Deveriam chegar antes das 14 horas, mas às 11 h já estavam lá. “Foi bom porque chegamos cedo e pudemos passear no Memorial da América Latina, tiramos umas fotos para nos distrair e, assim, ela fica menos nervosa”, disse, apontando para Eduarda. Em tom de confidência, falou que estava muito ansiosa pela filha. “Quero que comece logo para acabar logo, daqui para frente ela terá prova todos os finais de semana, pela Unicamp e pela Fuvest.”

Roberto da Silva, de 52, e Jussara, de 51, se despediram do filho Juliano, de 17 anos, na catraca da Uninove. “É o primeiro vestibular dele, queremos dar apoio moral. Temos que estar presentes.”

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Em frente aos portões, Siloni Challupp e Levi de Carvalho Freitas conversavam com o olhar perdido depois que os dois filhos já haviam entrado para fazer a prova. Naquele momento, eles planejavam o futuro da família. “Meu filho está tentando há 4 anos entrar em Medicina. Desta vez, aceitou prestar vestibular para as particulares. Minha filha mais nova também quer ser médica. Torcemos por eles. Se passarem em faculdade particular, vendemos o carro, pedimos crédito. Se passarem em outras cidades, vão embora”, disse Levi.

Siloni, já está com férias marcadas para acompanhar os filhos na maratona de provas que enfrentarão. “Haverá testes até fevereiro, serão mais de 20 provas. Tirei uns dias de licença para poder ficar com eles neste momento.”

Para eles, vida de pai de vestibulando “é uma luta.” “Acompanhamos todos os anos, em todos os vestibulares, são anos de luta”, diz Siloni. “Quero que eles tenham o melhor, tudo o que não tive. Uma boa universidade fará diferença na vida deles”, falou Levi.

Por: G1

Quando um vestibular termina, o candidato deve aproveitar para revisar os temas onde teve mais dificuldade na prova. Segundo orientação do diretor de ensino do Curso PH, no Rio de Janeiro, Rui Alves Gomes de Sá, não é porque determinado vestibular ou o Enem passou que o candidato deve esquecê-lo.

“Não se esqueça daquela prova. Aproveite para reforçar tópicos mais difíceis. Assim, com a memória ainda fresca, analise novamente a prova, refaça-a e confira o gabarito. Com isso, aprenda com os seus erros. É muito importante

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fazer essa parte para poder ter um grau de confiança maior em todas as provas seguintes”, afirma.

Ele ressalta ainda que há uma certa coincidência de assuntos abordados entre um vestibular e outro. “A partir daí, reformule sempre o seu estudo, trabalhando em cima dessas questões já realizadas anteriormente.”

No caso das provas discursivas, o ideal é fazer uma correção e verificar quanto seria a nota. “Assim, quando sair a nota das provas discursivas, você consegue avaliar se pode ou não pedir revisão das questões.”

Por: GILBERTO DIMENSTEIN

Gilmar Mendes comparou o jornalista ao cozinheiro; não acredito que um cozinheiro, no futuro, prospere sem diploma PROFESSOR de Harvard, o psicólogo Howard Gardner ganhou notoriedade mundial ao disseminar o conceito de inteligências múltiplas -em poucas palavras, a inteligência se manifesta das mais diferentes formas, inclusive na habilidade como se move o corpo num campo de futebol. Veja a renda mendal de jogadores que desprezaram a escola como Adriano (R$ 300 mil) ou Ronaldo (R$ 1,1 milhão) -agora, compare com salário de um professor doutor da USP, com dedicação integral (R$ 6,7 mil). Imagine quantos times de professores seriam necessários para ganhar o salário dos dois jogadores. O psicólogo afirma que uma das habilidades fundamentais no mercado de trabalho é a “mente sintetizadora”. Por isso, apesar da decisão do Supremo Tribunal Federal, na semana passada, de permitir que até um jovem com ensino médio (ou menos) trabalhe numa Redação, o jornalista não terá futuro sem, no mínimo, um diploma. Provavelmente o menos importante desses diplomas seja o de jornalismo. Mente sintetizadora é a habilidade de extrair o que é essencial do amontoado cada vez maior de informações despejada diariamente pelos mais diferentes meios. Para Gardner, o profissional do futuro deverá ter essa “mente” ou, pelo menos, ser assessorado por alguém que a tenha, do contrário tende a ficar paralisado entre as múltiplas alternativas. Para nenhuma atividade profissional, o desafio de lidar com o excesso de informação (e, portanto, exercer a capacidade de síntese) é tão pesado como para os jornalistas. Afinal, a imprensa é e será o grande filtro, seja no papel, no rádio, nas telas da televisão ou do computador. O jornal “The New York Times” inventou, no mês passado, um novo cargo: editora de “mídia social”. Sua missão: navegar pelo labirinto das redes de internet como Orkut, Facebook, Twitter, além da floresta de blogs, e descobrir informações e tendências. Quem está acompanhando as manifestações do Irã, vê o papel dessas redes diante da proibição de divulgação de notícias. Não se desenvolve a capacidade de síntese sem um longo treino de associação de dados, ideias e conceitos, o que exige uma vivência de ensino superior, com cargas de leitura e dissertações aprofundadas. Desenvolve-se, aí, a competência

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para identificar, relacionar e selecionar, a partir de problemas complexos. Daí que o aluno que passou a vida decorando para fazer provas tem até a chance de entrar numa boa faculdade, mas corre o risco de quebrar a cara no mercado de trabalho. O fim da obrigatoriedade do diploma responde a essa demanda dos meios de comunicação: a abertura para profissionais ou acadêmicos das mais diversas áreas, especializados em determinados assuntos, capazes de acompanhar melhor a velocidade do conhecimento. É bem diferente de certos tempos em que se aceitavam, sem maiores problemas, repórteres talentosos para descobrir o futuro, mas incapazes de escrever; havia, na Redação, profissionais pagos para escrever a matéria, chamados “copidesque”. O jornalista de qualidade será obrigado a se reciclar permanentemente, mantendo-se ligado a algum nível de vida acadêmica. É apenas consequência óbvia da era da aprendizagem permanente. Ou seja, um diploma é pouco. O presidente do STF, Gilmar Mendes, ao justificar o fim do diploma, comparou o jornalista ao cozinheiro. Também não acredito que um cozinheiro, no futuro, prospere sem diploma de ensino superior. Ao contrário do que se pensa, o fim do diploma deve ajudar os cursos de jornalismo. Basta ler um texto universitário para ver a inviabilidade da linguagem acadêmica na mídia. Os profissionais que desejarem prosperar numa Redação terão de reciclar sua linguagem e lidar com as técnicas de comunicação; o acadêmico tem a reverência do processo; o comunicador, a do instante. Minha aposta é que serão criados cursos de curta duração, no estilo sequencial, com foco no mercado de trabalho. Com a decisão do STF, tirando os corporativistas, todos saíram ganhando a começar do leitor. PS – Minha aposta: os cursos de jornalismo mais procurados serão uma versão um pouco mais ampliada dos treinamentos oferecidos atualmente em jornais e algumas revistas. Ou seja, centrados na prática e no contato com jornalistas em atividade. Fora disso, é para quem procura fazer teses de doutorado (o que, diga-se, é importante). Ou jogar dinheiro fora. É mais uma pancada contra a praga do corporativismo que, na semana passada, levou mais cutucões, entre os quais a divulgação dos salários dos serviços municipais pela Prefeitura de SP e o anúncio da obrigatoriedade de exames para diretores regionais de ensino e de saúde, além dos diretores dos hospitais da rede pública paulista. Vamos, aos poucos, aprendendo a valorizar o mérito para defender a coletividade, especialmente os mais pobres. Para completar, alunos se mobilizaram contra a greve na USP.

Fonte: Vanessa Barros – R7

Optar por uma carreira na hora de fazer o vestibular é, muitas vezes, um pesadelo na vida dos jovens.

Para ajudar na hora da decisão psicólogos, especialistas em orientação profissional e professores listaram dez conselhos que podem facilitar a escolha.

Confira as dicas:

1) Enumere seus interesses

O autoconhecimento é o primeiro passo citado pelos especialistas para uma boa escolha do curso universitário. Fazer uma lista com os próprios gostos e interesses pode ajudar a identificar em que área você quer (ou não quer de jeito nenhum) trabalhar.

Vale lembrar na lista a sua atividade preferida durante as aulas, os programas de TV favoritos, os filmes com os quais você se identifica, as situações que te deixam mais confortável, o que faz no tempo livre e os assuntos que mais gosta de discutir.

Qualquer característica que mostre como você é pode indicar o tipo de carreira na qual você mais se sentiria realizado.

2) Liste suas habilidades, mas não vire refém delas

Na hora de escolher uma profissão, o estudante deve levar em conta suas habilidades, que muitas vezes já apontam para uma determinada área. É comum encontrar artistas plásticos que já tinham facilidade para desenhar desde a infância, por exemplo.

Mas a decisão não pode ser baseada somente nisto. É necessário se informar sobre o mercado de trabalho e analisar, por exemplo, se a profissão ligada a suas habilidades pode atender ao que você espera para o futuro.

Além disso, seu “dom” também pode servir para complementar o trabalho em outra profissão, que se encaixe melhor nos seus planos.

3) Transforme a ansiedade em planejamento

Antes de iniciar uma carreira, o estudante deve ter consciência que não é possível conseguir tudo ao mesmo tempo. É preciso entender os passos necessários para atingir o objetivo final e não desanimar durante o processo.

A psicóloga Teresinha de Arruda, especialista em orientação profissional, diz que é preciso estar preparado para entrar na universidade.

- Não importa se você vai entrar neste ou no outro ano na faculdade. É preciso estar pronto. Se não dá para pagar o curso de inglês e o de redação ao mesmo tempo, faça uma coisa de cada vez, pensando na meta que será atingida a médio prazo.

4) Amenize a “tensão pré-vestibular”

Ignorar o nervosismo em ano de vestibular é quase impossível, mas é importante que o estudante tente manter atividades extracurriculares durante a época de estudos.

A psicóloga aconselha o jovem a não esquecer a própria vida em ano de vestibular.

- O vestibulando não está correndo da forca. Fazer atividade física e dormir adequadamente pode melhorar a qualidade dos estudos e também o desempenho nas provas.

5) Informe-se sobre as possíveis carreiras

Antes de optar por uma carreira, é importante colher o máximo de informações possíveis sobre o curso, a profissão e o mercado de trabalho. Vale compreender as diferenças que existem entre carreiras parecidas e também as possibilidades que cada área oferece.

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O que faz o profissional? Quais são os campos de atuação? É possível se tornar proprietário de um negócio? É necessário fazer especialização depois da faculdade? Qual é a média salarial na profissão? Há trabalho para este profissional em cidades pequenas?

6) Converse com profissionais do mercado

Além de se informar sobre o mercado de trabalho, é válido que o estudante entre em contato com a realidade da área pretendida.

Fátima Trindade, presidente da Abop (Associação Brasileira de Orientação Profissional), diz que o estudante deve tentar conversar com profissionais para saber como é o mercado.

- O jovem pode visitar locais de trabalho para analisar melhor o universo da profissão. É esse estilo de vida que quero ter? Minha visão sobre a área não é fantasiosa? Se ele não se der bem, pode pesquisar outra coisa.

7) Evite a influência direta de parentes e amigos

É comum encontrar alunos que abandonam a faculdade porque não se identificam com o curso escolhido. Em grande parte destes casos, segundo especialistas, a decepção se dá porque a escolha da profissão não partiu diretamente do estudante.

A presidente da Abop afirma que o jovem tem de ser autor de sua decisão.

- Por imaturidade, muitos acabam terceirizando essa escolha para outras pessoas. Entram na faculdade e acabam se deparando com um contexto que não tem a ver com eles. Seguem pressões, vão pelos amigos ou optam pela profissão da moda. E em geral os fatores externos não se alinham com as características do aluno.

8) Assuma a responsabilidade por suas escolhas

A escolha de uma carreira deve ser feita com calma e consciência. O profissional que é infeliz no trabalho acaba rendendo menos do que poderia e, muitas vezes, construindo uma carreira mal-sucedida.

Para especialistas em orientação profissional, é fundamental que o jovem assuma a responsabilidade de refletir sobre si mesmo no momento da escolha.

Só o próprio estudante – levando em conta seus interesses e potencialidades – é capaz de julgar o que deseja para o futuro.

9) Comece a pensar na carreira durante o ensino médio

Com o grande número de carreiras e cursos oferecidos pelas faculdades, optar fica cada dia mais difícil. O ideal é que, cerca de dois anos antes do vestibular, o jovem já comece a pensar sobre o assunto.

Assim sobra tempo para “digerir” a nova situação e mudar de ideia se for necessário.

É importante que o colégio crie situações que ajudem o jovem a se definir, diz Fátima, que também coordena a orientação profissional do Colégio Franciscano Pio 12, de São Paulo.

- Por falta de experiência de vida, muitos jovens terminam o ensino médio ainda sem maturidade para fazer esta escolha.

10) Esqueça a pressa

A afobação pode ser um erro na hora de escolher a carreira. O candidato acaba perdendo tempo e dinheiro ao escolher um curso às pressas, sem ter refletido profundamente sobre o assunto.

O ideal, nestes casos, é testar antes sua afinidade com a área pretendida, mesmo que isso signifique adiar o vestibular. Vale mais fazer escolhas que durem e tragam satisfação.

Veja todos os artigos por Notícias A Universidade Positivo acaba de lançar uma inovação em relação às mostras de profissões ou às feiras de cursos superiores. É o portal Profissão da Minha Vida, que está no ar desde domingo (25) no endereço www.profissaodaminhavida.com.br. Como uma feira tradicional, o site traz informações e orientações sobre cada um dos 30 cursos de graduação (bacharelado e licenciatura) ofertados pela Universidade Positivo em 2010 e sobre os 15 Cursos Superiores de Tecnologia ofertados pelo Centro Tecnológico da Universidade Positivo.

Ao acessar o portal, o estudante tem acesso a um rápido formulário de tendências profissionais, que indicará as características pessoais e as opções de cursos mais compatíveis com sua personalidade. Totalmente interativo, o site apresenta um guia completo das áreas de conhecimento – Ciências Biológicas e da Saúde; Ciências Humanas; Ciências Exatas e Tecnológicas; Escola de Negócios e Cursos Superiores de Tecnologia – e dos cursos da instituição, incluindo informações sobre o mercado de trabalho, perfil do profissional, links relacionados à profissão e depoimentos de alunos, profissionais e professores.

O espaço traz ainda a seção “Acompanhe os profissionais”, em que profissionais destacados em cada área abordam, em vídeo, suas experiências, dão suas opiniões e contam suas trajetórias profissionais. No campo “Redes Sociais”, o estudante tem acesso a blogs de cada área, permitindo a discussão e a troca de ideias sobre profissões, cursos, orientações e atividades da UP. No “Projeto Antena Mundo”, o internauta tem acesso aos projetos internacionais e intercâmbios promovidos pela UP, com depoimentos de alunos e professores da instituição, além de dicas sobre viagens e links úteis. Por fim, o site também apresenta a seção “Conheça a UP”, que traz informações e fotos da instituição, e permite a inscrição dos estudantes para visitas guiadas ao câmpus, a participação em eventos e palestras, e o agendamento de aulas e atividades experimentais de todos os cursos.

Escolha

De acordo com o pró-reitor de Graduação, Planejamento e Avaliação Institucional da Universidade Positivo, Renato Casagrande, para escolher um curso de graduação, os jovens devem analisar suas aptidões e também a demanda de mercado, uma vez que novas profissões estão surgindo e nem sempre se tem informações sobre elas. “O portal apresenta essa realidade para os estudantes. Além de descobrirem suas aptidões, eles poderão verificar as possibilidades de cursos – inclusive de novas profissões – que estão de acordo com sua personalidade e que são mais promissores”, comenta.

Segundo o pró-reitor da UP, com o portal a Universidade Positivo amplia as possibilidades de acesso às informações sobre cursos e profissões. “A tendência é aumentar cada vez mais a disponibilização completa dessas informações via internet, ampliando o conhecimento do estudante sobre a realidade de cada curso e possibilitando acesso mais livre a aulas e outras atividades experimentais que eles podem conferir na instituição”, diz.

Para Casagrande, a ideia é que o portal seja um projeto contínuo. “Em muitos casos, a dúvida sobre qual curso escolher surge no final do segundo ano do ensino médio e o estudante precisa esperar até o segundo semestre para tentar escolher um curso. Com o projeto Profissão da Minha Vida, ele poderá ter base para a sua escolha já no início do terceiro ano”, completa.

Vestibular 2010

As inscrições para os cursos de Bacharelado e Licenciatura da Universidade Positivo poderão ser realizadas até o dia 3 de novembro pelo site da UP (www.up.edu.br), no câmpus da instituição, no Campo Comprido (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300) e no câmpus Ângelo Sampaio do Centro Tecnológico da Universidade Positivo (Rua Alferes Ângelo Sampaio, 2.300 – Batel). No dia 4 de novembro, as inscrições serão realizadas apenas no câmpus da Universidade Positivo e no câmpus Ângelo Sampaio do Centro Tecnológico da Universidade Positivo (Rua Alferes Ângelo Sampaio, 2.300 – Batel). A taxa de inscrição é de R$ 50,00 (cinquenta reais).

As inscrições para os cursos do Centro Tecnológico da Universidade Positivo podem ser realizadas até o dia 8 de dezembro pelo site www.centrotecnologicoup.com.br, no câmpus Ecoville (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Campo Comprido) e no câmpus Ângelo Sampaio (Rua Alferes Ângelo Sampaio, 2.300 – Batel) do Centro Tecnológico da Universidade Positivo.  Nos dias 9 e 10 de dezembro, as inscrições poderão ser realizadas apenas no câmpus Ecoville e no câmpus Ângelo Sampaio. A taxa de inscrição é de R$ 30,00 (trinta reais).

SERVIÇO

Profissão da Minha Vida
Disponível em www.profissaodaminhavida.com.br

Vestibular 2010 – Universidade Positivo

Inscrições:

Até 3 de novembro pelo site www.up.edu.br;
Até 4 de novembro no câmpus da Universidade Positivo (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Campo Comprido) e no câmpus Ângelo Sampaio do Centro Tecnológico da Universidade Positivo (Rua Alferes Ângelo Sampaio, 2.300 – Batel).
Horários: de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h; sábados, das 8h às 12h
Investimento: R$ 50,00 (cinquenta reais)
Provas: Domingo, 8 de novembro de 2009. Das 8h30 às 12h30 e das 15h às 19h. Os blocos serão fechados quinze minutos antes do início das provas
Local: Universidade Positivo
Endereço: Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido
Mais informações no edital do Vestibular 2010 da Universidade Positivo, disponível no site www.up.edu.br, e pelo telefone (41) 3317-3200

Vestibular 2010 – Centro Tecnológico da Universidade Positivo

Inscrições:

Até 8 de dezembro pelo site www.centrotecnologicoup.com.br;
Até 10 de dezembro no câmpus Ecoville Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Campo Comprido) e no câmpus Ângelo Sampaio (Rua Alferes Ângelo Sampaio, 2.300 – Batel) do Centro Tecnológico da Universidade Positivo
Horários: de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h; sábados, das 8h às 12h
Investimento: R$ 30,00 (trinta reais)
Provas: Domingo, 13 de dezembro de 2009. Das 8h30 às 12h30. Os portões serão fechados quinze minutos antes do início das provas
Local: Centro Tecnológico da Universidade Positivo
Endereço: Rua Alferes Ângelo Sampaio, 2.300 – Batel
Mais informações no edital do Vestibular 2010 do Centro Tecnológico da Universidade Positivo, disponível no site www.centrotecnologicoup.com.br e pelo telefone (41) 3317-3200


VALORES DAS MENSALIDADES DOS CURSOS DE MEDICINA PRIVADOS

 

AMAZONAS
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Centro Universitário Nilton Lins – Manaus/AM
UNINILTONLINS
R$ 3.993,82
BAHIA
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública Salvador/BA
EBMSP
R$ 1.782,80
Faculdade de Tecnologia e Ciências – Salvador/BA
FTC
R$ 2.996,00
CEARÁ
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte/CE
FMJ
R$ 2.609.00
Faculdade Christus – Fortaleza/CE
FChristus
R$ 3.030,00
Universidade de Fortaleza
UNIFOR
R$ 3.594,00
DISTRITO FEDERAL
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
União Educacional do Planalto Central – Brasília/DF
FACIPLAC
R$ 3.125,00
Universidade Católica de Brasília/DF
UCB
R$ 3.228,02
ESPÍRITO SANTO
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Escola Superior de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de Vitória/ES
EMESCAM
R$ 2.450,00
Faculdade Brasileira – Vitória/ES
UNIVIX
R$ 2.811,00
Centro Universitário Vila Velha – Vila Velha/ES
UVV
R$ 2.850,00
Centro Universitário do Espírito Santo – Colatina/ES
UNESC
R$ 2.947,57
GOIÁS
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Universidade Evangélica de Anápolis/GO
UniEVANGELICA
R$ 3.150,00
pag.até 8 R$2.898,00
Pontifícia Universidade Católica de Goiás – Goiânia/GO
PUC-GO
R$ 3.549,92
MARANHÃO
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Centro Universitário do Maranhão – São Luis/MA
UNICEUMA
R$ 4.157,88
(1º semestre) e R$ 3.386,28 por semestre (5)
MINAS GERAIS
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Faculdades Integradas Pitágoras/M.Claros/MG
FIP-MOC
R$ 2.200,00
Instituto de Ciências da Saúde – Montes Claros/MG
ICS/FUNORTE
R$ 2.200,00
Universidade Presidente Antonio Carlos – Araguari/MG
FAME-UNIPAC
R$ 2.470,00
Universidade Vale do Rio Verde/Belo Horizonte/MG
UNINCOR
R$ 2.520,97
até o dia 7 ..x.x.x.x depois do dia 7 R$2.653,66
Centro Universitário de Caratinga/MG
UNEC
R$ 2.730,00
Universidade do Vale do Sapucaí – Pouso Alegre/MG
UNIVAS
R$ 2.745,00
Faculdade de Saúde e Ecologia Humana – Vespasiano/MG
FASEH
R$ 2.750,00
Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte/MG
FCMMG
R$ 2.810,00
Centro Universitário de Patos de Minas
UNIPAM
R$ 2.910,00
Faculdade de Medicina de Itajubá – MG
FMIt
R$ 2.937,00
Faculdade Atenas – Paracatu/MG
FA
R$ 2.972,00
Faculdade de Medicina do Vale do Aço – Ipatinga/MG
FAMEVAÇO
R$ 2.990,00
Faculdade de Medicina de Barbacena
FAME/FUNJOB
R$ 3.064,00
Universidade Presidente Antonio Carlos – Juiz de Fora/MG
UNIPAC
R$ 3.068,00
p/pag. em dia
Universidade de Itaúna
UIT
R$ 3.084,57
Universidade de Uberaba/MG
UNIUBE
R$ 3.295,00
pag/dia 5
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora/MG
FCMS
R$ 3.311,96
Universidade José do Rosário Vellano – Alfenas/MG
UNIFENAS- Alfenas
R$ 3.718,37
pag/dia desc. = R$3.510,14
Centro Universitário de Belo Horizonte/MG
Uni-BH
R$ 3.776.09
1º período
Universidade Rosário Vellano
UNIFENAS-BH
R$ 4.456,16
c/desc.pag.dia = R$3.601,49
MATO GROSSO DO SUL
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Universidade para o Desenvimento do Estado e da Região do Pantanal
UNIDERP
R$ 3.636,00
até dia 5 = 3.269,00
MATO GROSSO
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Universidade de Cuiabá
UNIC
R$ 3.346,39
PARÁ
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Centro Universitário do Estado do Pará – Belem/PA
CESUPA
R$ 3.498,65
PARAÍBA
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande/PB
FCMCG
R$ 3.012,00
Faculdade de Medicina Nova Esperança- J.Pessoa/PB
FAMENE
R$ 3.150,00
p/ pgto até dia 05, após R$ 3.500,00
Faculdade de Ciências Médicas da Paraiba – João Pessoa
FCMPB
R$ 3.300,00
PERNAMBUCO
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Faculdade de Medicina de Garanhuns
FAMEG
R$ 2.789,00
Faculdade Bôa Viagem-Instituto Materno Infantil de Pernambuco – Recife/PE
FBV-IMIP
R$ 3.030,00
PIAUÍ
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Faculdade de Saúde, Ciências Humanas e Tecnologia do Piaui
NOVAFAPI
R$ 2.200,00
Faculdade Integral Diferencial – Teresina/PI
FACID
R$ 2.700,00
PARANÁ
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Faculdade Evangélica de Curitiba/PR
FEPAR
R$ 1.960,00
Universidade Positivo – Curitiba/PR
UP
R$ 2.537,70
Pontifícia Universidade Católica do Paraná
PUCPR
R$ 2.838,00
Faculdade de Medicina Ingá – Maringá/PR
UNINGÁ
R$ 3.094,74
Faculdade Assis Gurgacz/Cascavel/PR
FAG
R$ 3.912,00
RIO DE JANEIRO
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Universidade Gama Filho – Rio de Janeiro/RJ
UGF
R$ 2.268,93
Universidade do Grande Rio – Duque de Caxias/RJ
UNIGRANRIO
R$ 2.290,00
p/ pag. até o último dia do mes anterior 2.001,00
Universidade Iguaçu – campus Nova Iguaçu/RJ
UNIG
R$ 2.449,00
Universidade Iguaçu – campus Itaperuna/RJ
UNIG
R$ 2.499,00
Faculdade de Medicina de Petrópolis/RJ
FMP
R$ 2.554,00
Universidade Severino Sombra – Vassouras/RJ
USS
R$ 2.565,00
Faculdade Unificadas da Serra dos Órgãos- Teresópolis/RJ
UNIFESO
R$ 2.583,08
Fundação Técnico-Educacional Souza Marques- Rio de Janeiro/RJ
FTESM
R$ 2.605,00
Faculdade de Medicina de Campos/RJ
FMC
R$ 2.679,53
Universidade do Grande Rio – Rio de Janeiro/RJ
UNIGRANRIO
R$ 2.707,00
pg até o último dia útil do mês anterior R$ 2.184,00
Universidade Estácio de Sá – Rio de Janeiro/RJ
UNESA
R$ 2.798.00
Centro de Ensino Superior de Valença – RJ
CESVA
R$ 2.834,00
Centro Universitário de Volta Redonda – RJ
UniFOA
R$ 2.868,00
c/ desconto R$ 2.753,00
RIO GRANDE DO NORTE
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Universidade Potiguar/RN
UnP
R$ 3.317,00
RONDÔNIA
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Faculdades Integradas Aparício Carvalho- Porto Velho/RO
FIMCA
R$ 2.400,00
Faculdade de Ciências Médicas de Cacoal/RO
FACIMED
R$ 2.980,00
c/desc.pag.dia = 2.530,00
Faculdade São Lucas – Porto Velho/RO
FSL
R$ 3.054,00
RIO GRANDE DO SUL
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Universidade de Caxias do Sul/RS
UCS
R$ 2.483,06
Fundação Universidade de Passo Fundo/RS
UPF
R$ 2.508.33
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
PUCRS
R$ 2.696,45
Universidade Católica de Pelotas/RS
UCEPEL
R$ 2.762,00
Universidade de Santa Cruz do Sul/RS
UNISC
R$ 3.169,64
R$509,26 por crédito.
Universidade Luterana do Brasil – Canoas/RS
ULBRA
R$ 4.438,80
para pagamento em dia
SANTA CATARINA
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Universidade Comunitária Regional de Chapecó/SC
UNOCHAPECO
R$ 1.809,90
Universidade do Oeste de Santa Catarina – Joaçaba/SC
UNOESC
R$ 2.187,00
Fundação Universidade Regional de Blumenau/SC
FURB
R$ 2.187,90
matricula R$2.200,26
Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina – Criciúma/SC
UNESC/RCT
R$ 2.276,02
durante o internato R$2.554,27
Universidade do Planalto Catarinense – Lages/SC
UNIPLAC
R$ 2.379,84
Universidade Sul de Santa Catarina – Tubarão/SC
UNISUL
R$ 2.560,00
Universidade do Vale do Itajaí/SC
UNIVALI
R$ 2.861,76
Universidade Sul de Santa Catarina – Palhoça/SC
UNISUL
R$ 3.195,00
Universidade da Região de Joinville/SC
UNIVILLE
R$ 3.275,00
SÃO PAULO
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Universidade de Taubaté
UNITAU
R$ 2.500,00
p/ pag. dia 5 R$ 2.380,00
Centro Universitário de Araraquara – SP
UNIARA
R$ 2.699,00
Faculdade de Medicina de Catanduva – SP
FAMECA
R$ 2.758,00
Faculdade de Medicina do ABC/SP
FMABC
R$ 2.920,00
Faculdade de Ciências Medicas da S. Casa de São Paulo
FCMSCSP
R$ 2.972,00
Faculdade de Medicina de Jundiaí – SP
FMJ
R$ 3.056,00
Universidade de Santo Amaro/SP
UNISA
R$ 3.057,00
2.952,36 para pagamento até dia 5
Universidade Camilo Castelo Branco/Fernandópolis/SP
UNICASTELO
R$ 3.171,46
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – Sorocaba/SP
PUCSP
R$ 3.229,00
p/ pag até dia 5 R$ 3.132,00
Centro Universitário Barão de Mauá -Ribeirão Preto/SP
UFBM
R$ 3.299,00
Centro Universitário São Camilo
CUSC
R$ 3.332,00
2% desc. pag no venc.boleto
Universidade Nove de Julho/SP
UNINOVE
R$ 3.365,00
Pontifícia Universidade Católica de Campinas – SP
PUCCAMP
R$ 3.408,00
Centro Universitário Lusíada – Santos/SP
UNILUS
R$ 3.466,00
R$ 3.150,00 p/ pag. até dia 5
Universidade de Ribeirão Preto/SP
UNAERP
R$ 3.543,95
Universidade São Francisco – Bragança Paulista/SP
USF
R$ 3.611,00
Universidade Metropolitana de Santos – SP
UNIMES
R$ 3.930,00
Universidade do Oeste Paulista – Presidente Prudente/SP
UNOESTE
R$ 3.980,00
p/ pag. até dia 5 R$ 3.690,00 + matrícula R$3.880,00
Universidade Anhembi-Morumbi
UAM
R$ 3.990,00
Universidade de Mogi das Cruzes/SP
UMC
R$ 3.990,00
Universidade Cidade de São Paulo/SP
UNICID
R$ 3.996,00
R$4.600,00 (no ato da matrícula) + 6 parcelas mensais de 3.996,00
Universidade de Marília – SP
UNIMAR
R$ 5.280,00
p/ pag.até dia 5 R$ 3.960,00
TOCANTINS
Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
Faculdade UNIRG-UNIRG – Gurupi/TO
UNIRG
R$ 1.954,35
Desc. de 10% p/ pagamento até dia 10
Faculdade de Medicina de Araguaina – TO
FAHESA/ITIPAC
R$ 3.210,00
Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos Porto
IESPEN/UNIPORTO
R$ 3.210,00

 

VALORES DE MENSALIDADES – ORDEM CRESCENTE

Mantenedora
Sigla
Mensalidade
Obs
1
Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública Salvador/BA
EBMSP
R$ 1.782,80
2
Universidade Comunitária Regional de Chapecó/SC
UNOCHAPECO
R$ 1.809,90
3
Faculdade UNIRG-UNIRG – Gurupi/TO
UNIRG
R$ 1.954,35
Desc. de 10% p/ pagamento até dia 10
4
Faculdade Evangélica de Curitiba/PR
FEPAR
R$ 1.960,00
5
Universidade do Oeste de Santa Catarina – Joaçaba/SC
UNOESC
R$ 2.187,00
6
Fundação Universidade Regional de Blumenau/SC
FURB
R$ 2.187,90
matricula R$2.200,26
7
Faculdade de Saúde, Ciências Humanas e Tecnologia do Piaui
NOVAFAPI
R$ 2.200,00
8
Faculdades Integradas Pitágoras/M.Claros/MG
FIP-MOC
R$ 2.200,00
9
Instituto de Ciências da Saúde – Montes Claros/MG
ICS/FUNORTE
R$ 2.200,00
10
Universidade Gama Filho – Rio de Janeiro/RJ
UGF
R$ 2.268,93
11
Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina – Criciúma/SC
UNESC/RCT
R$ 2.276,02
durante o internato R$2.554,27
12
Universidade do Grande Rio – Duque de Caxias/RJ
UNIGRANRIO
R$ 2.290,00
p/ pag. até o último dia do mes anterior 2.001,00
13
Universidade do Planalto Catarinense – Lages/SC
UNIPLAC
R$ 2.379,84
14
Faculdades Integradas Aparício Carvalho- Porto Velho/RO
FIMCA
R$ 2.400,00
15
Universidade Iguaçu – campus Nova Iguaçu/RJ
UNIG
R$ 2.449,00
16
Escola Superior de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de Vitória/ES
EMESCAM
R$ 2.450,00
17
Universidade Presidente Antonio Carlos – Araguari/MG
FAME-UNIPAC
R$ 2.470,00
18
Universidade de Caxias do Sul/RS
UCS
R$ 2.483,06
19
Universidade Iguaçu – campus Itaperuna/RJ
UNIG
R$ 2.499,00
20
Universidade de Taubaté
UNITAU
R$ 2.500,00
p/ pag. dia 5 R$ 2.380,00
21
Fundação Universidade de Passo Fundo/RS
UPF
R$ 2.508.33
22
Universidade Vale do Rio Verde/Belo Horizonte/MG
UNINCOR
R$ 2.520,97
até o dia 7 ..x.x.x.x depois do dia 7 R$2.653,66
23
Universidade Positivo – Curitiba/PR
UP
R$ 2.537,70
24
Faculdade de Medicina de Petrópolis/RJ
FMP
R$ 2.554,00
25
Universidade Sul de Santa Catarina – Tubarão/SC
UNISUL
R$ 2.560,00
26
Universidade Severino Sombra – Vassouras/RJ
USS
R$ 2.565,00
27
Faculdade Unificadas da Serra dos Órgãos- Teresópolis/RJ
UNIFESO
R$ 2.583,08
28
Fundação Técnico-Educacional Souza Marques- Rio de Janeiro/RJ
FTESM
R$ 2.605,00
29
Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte/CE
FMJ
R$ 2.609.00
30
Faculdade de Medicina de Campos/RJ
FMC
R$ 2.679,53
31
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
PUCRS
R$ 2.696,45
32
Centro Universitário de Araraquara – SP
UNIARA
R$ 2.699,00
33
Faculdade Integral Diferencial – Teresina/PI
FACID
R$ 2.700,00
34
Universidade do Grande Rio – Rio de Janeiro/RJ
UNIGRANRIO
R$ 2.707,00
pg até o último dia útil do mês anterior R$ 2.184,00
35
Centro Universitário de Caratinga/MG
UNEC
R$ 2.730,00
36
Universidade do Vale do Sapucaí – Pouso Alegre/MG
UNIVAS
R$ 2.745,00
37
Faculdade de Saúde e Ecologia Humana – Vespasiano/MG
FASEH
R$ 2.750,00
38
Faculdade de Medicina de Catanduva – SP
FAMECA
R$ 2.758,00
39
Universidade Católica de Pelotas/RS
UCEPEL
R$ 2.762,00
40
Faculdade de Medicina de Garanhuns
FAMEG
R$ 2.789,00
41
Universidade Estácio de Sá – Rio de Janeiro/RJ
UNESA
R$ 2.798.00
42
Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte/MG
FCMMG
R$ 2.810,00
43
Faculdade Brasileira – Vitória/ES
UNIVIX
R$ 2.811,00
44
Centro de Ensino Superior de Valença – RJ
CESVA
R$ 2.834,00
45
Pontifícia Universidade Católica do Paraná
PUCPR
R$ 2.838,00
46
Centro Universitário Vila Velha – Vila Velha/ES
UVV
R$ 2.850,00
47
Universidade do Vale do Itajaí/SC
UNIVALI
R$ 2.861,76
48
Centro Universitário de Volta Redonda – RJ
UniFOA
R$ 2.868,00
c/ desconto R$ 2.753,00
49
Centro Universitário de Patos de Minas
UNIPAM
R$ 2.910,00
50
Faculdade de Medicina do ABC/SP
FMABC
R$ 2.920,00
51
Faculdade de Medicina de Itajubá – MG
FMIt
R$ 2.937,00
52
Centro Universitário do Espírito Santo – Colatina/ES
UNESC
R$ 2.947,57
53
Faculdade Atenas – Paracatu/MG
FA
R$ 2.972,00
54
Faculdade de Ciências Medicas da S. Casa de São Paulo
FCMSCSP
R$ 2.972,00
55
Faculdade de Ciências Médicas de Cacoal/RO
FACIMED
R$ 2.980,00
c/desc.pag.dia = 2.530,00
56
Faculdade de Medicina do Vale do Aço – Ipatinga/MG
FAMEVAÇO
R$ 2.990,00
57
Faculdade de Tecnologia e Ciências – Salvador/BA
FTC
R$ 2.996,00
58
Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande/PB
FCMCG
R$ 3.012,00
59
Faculdade Bôa Viagem-Instituto Materno Infantil de Pernambuco – Recife/PE
FBV-IMIP
R$ 3.030,00
60
Faculdade Christus – Fortaleza/CE
FChristus
R$ 3.030,00
61
Faculdade São Lucas – Porto Velho/RO
FSL
R$ 3.054,00
62
Faculdade de Medicina de Jundiaí – SP
FMJ
R$ 3.056,00
63
Universidade de Santo Amaro/SP
UNISA
R$ 3.057,00
2.952,36 para pagamento até dia 5
64
Faculdade de Medicina de Barbacena
FAME/FUNJOB
R$ 3.064,00
65
Universidade Presidente Antonio Carlos – Juiz de Fora/MG
UNIPAC
R$ 3.068,00
p/pag. em dia
66
Universidade de Itaúna
UIT
R$ 3.084,57
67
Faculdade de Medicina Ingá – Maringá/PR
UNINGÁ
R$ 3.094,74
68
União Educacional do Planalto Central – Brasília/DF
FACIPLAC
R$ 3.125,00
69
Faculdade de Medicina Nova Esperança- J.Pessoa/PB
FAMENE
R$ 3.150,00
p/ pgto até dia 05, após R$ 3.500,00
70
Universidade Evangélica de Anápolis/GO
UniEVANGELICA
R$ 3.150,00
pag.até 8 R$2.898,00
71
Universidade de Santa Cruz do Sul/RS
UNISC
R$ 3.169,64
R$509,26 por crédito.
72
Universidade Camilo Castelo Branco/Fernandópolis/SP
UNICASTELO
R$ 3.171,46
73
Universidade Sul de Santa Catarina – Palhoça/SC
UNISUL
R$ 3.195,00
74
Faculdade de Medicina de Araguaina – TO
FAHESA/ITIPAC
R$ 3.210,00
75
Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos Porto
IESPEN/UNIPORTO
R$ 3.210,00
76
Universidade Católica de Brasília/DF
UCB
R$ 3.228,02
77
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – Sorocaba/SP
PUCSP
R$ 3.229,00
p/ pag até dia 5 R$ 3.132,00
78
Universidade da Região de Joinville/SC
UNIVILLE
R$ 3.275,00
79
Universidade de Uberaba/MG
UNIUBE
R$ 3.295,00
pag/dia 5
80
Centro Universitário Barão de Mauá -Ribeirão Preto/SP
UFBM
R$ 3.299,00
81
Faculdade de Ciências Médicas da Paraiba – João Pessoa
FCMPB
R$ 3.300,00
82
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora/MG
FCMS
R$ 3.311,96
83
Universidade Potiguar/RN
UnP
R$ 3.317,00
84
Centro Universitário São Camilo
CUSC
R$ 3.332,00
2% desc. pag no venc.boleto
85
Universidade de Cuiabá
UNIC
R$ 3.346,39
86
Universidade Nove de Julho/SP
UNINOVE
R$ 3.365,00
87
Pontifícia Universidade Católica de Campinas – SP
PUCCAMP
R$ 3.408,00
88
Centro Universitário Lusíada – Santos/SP
UNILUS
R$ 3.466,00
R$ 3.150,00 p/ pag. até dia 5
89
Centro Universitário do Estado do Pará – Belem/PA
CESUPA
R$ 3.498,65
90
Universidade de Ribeirão Preto/SP
UNAERP
R$ 3.543,95
91
Pontifícia Universidade Católica de Goiás – Goiânia/GO
PUC-GO
R$ 3.549,92
92
Universidade de Fortaleza
UNIFOR
R$ 3.594,00
93
Universidade São Francisco – Bragança Paulista/SP
USF
R$ 3.611,00
94
Universidade para o Desenvimento do Estado e da Região do Pantanal
UNIDERP
R$ 3.636,00
até dia 5 = 3.269,00
95
Universidade José do Rosário Vellano – Alfenas/MG
UNIFENAS- Alfenas
R$ 3.718,37
pag/dia desc. = R$3.510,14
96
Centro Universitário de Belo Horizonte/MG
Uni-BH
R$ 3.776.09
1º período
97
Faculdade Assis Gurgacz/Cascavel/PR
FAG
R$ 3.912,00
98
Universidade Metropolitana de Santos – SP
UNIMES
R$ 3.930,00
99
Universidade do Oeste Paulista – Presidente Prudente/SP
UNOESTE
R$ 3.980,00
p/ pag. até dia 5 R$ 3.690,00 + matrícula R$3.880,00
100
Universidade Anhembi-Morumbi
UAM
R$ 3.990,00
101
Universidade de Mogi das Cruzes/SP
UMC
R$ 3.990,00
102
Centro Universitário Nilton Lins – Manaus/AM
UNINILTONLINS
R$ 3.993,82
103
Universidade Cidade de São Paulo/SP
UNICID
R$ 3.996,00
R$4.600,00 (no ato da matrícula) + 6 parcelas mensais de 3.996,00
104
Centro Universitário do Maranhão – São Luis/MA
UNICEUMA
R$ 4.157,88
(1º semestre) e R$ 3.386,28 por semestre (5)
105
Universidade Luterana do Brasil – Canoas/RS
ULBRA
R$ 4.438,80
para pagamento em dia
106
Universidade Rosário Vellano
UNIFENAS-BH
R$ 4.456,16
c/desc.pag.dia = R$3.601,49
107
Universidade de Marília – SP
UNIMAR
R$ 5.280,00
p/ pag.até dia 5 R$ 3.960,00

 

Fonte: Sites diversos

Entrevista Vestibular – Cristian Stassun – Jornal O Riossulense (19/out)‏

Nessa fase de decisões entre os vestibulares de verão, a parte mais importante pode nem estar na universidade escolhida ou no tempo dedicado ao estudo. Saber escolher um curso universitário, resultando numa profissão e carreira de sucesso e satisfação, pode ser o maior desafio.

Nessa semana se encerra o vestibular mais concorrido de Santa Catarina, o da UFSC. Até dia 20 de outubro, o aluno de Ensino Médio tem que colocar o X no curso escolhido. E aí que vem o medo e as dúvidas. Será que escolhi o curso certo? Será que vou gostar dessa opção escolhida? Como vai ser meu futuro?

Muitos alunos, sentindo esse desconforto, procuram um Orientador Profissional. Na cidade de Rio do Sul, conversamos com Cristian Stassun. Ele é Psicólogo, mestre em Psicologia pela UFSC e professor do Colégio Energia, responsável por ajudar os alunos a passarem com segurança por essa fase.

O que acontece nessa fase?

O fato é claro, existem universidades federais que acumulam até 40% e universidades particulares de 25% a 35% de desistência ou transferência de curso. Existem cursos em Federais que apenas 10% dos alunos de uma sala de 50 alunos, chegam a se formar. Temos tanto alunos muito jovens escolhendo, quanto casos que os pais acabam fazendo o papel de escolher e tomar todas decisões importantes pelos seus filhos até então. A falta de autonomia na vida pessoal reflete diretamente nesse momento. Aos 17 anos e até para uma pessoa de 40 anos, fica difícil avaliar fatores de escolha como, um mercado de trabalho que hoje se encontra tão instável.

O que os alunos devem refletir na hora de escolher?

Cada escolha é uma escolha construída. E para essa construção ser bem feita, deve-se estabelecer critérios. Temos muitos alunos que chegam na frente do psicólogo e respondem -“Eu quero fazer esse curso por que eu acho ele legal” – e só, não sabem falar mais nada. Uma escolha vazia, por qualquer imagem construída profissão feita através televisão, colegas ou apenas analisando uma parte do desafio pode ser desastroso. Para analisar melhor, veja, a três carreiras clássicas de maior demanda são Medicina, Direito e Engenharia. Embora representem apenas 4% das carreiras, elas atraem 1/3 do total de candidatos. A seguir estão outros cursos muito concorridos como: Odontologia, Administração, Veterinária, Arquitetura, Publicidade e Propaganda, Psicologia e Jornalismo. Muitos alunos na falta de saber escolher escolhem esses cursos que chamamos de genéricos, como Administração e Direito, que se abrem para várias áreas de atuação profissional. Porém, não refletem criticamente sobre o rumo que estão tomando.

Mas Cristian, então, quais seriam esses critérios para escolher?

No Colégio Energia criamos um Inventário com pelo menos 65 critérios importantes para ser analisados. Tanto uma avaliação de si mesmo, dos seus gostos pessoais, da sua história, do que quer enfrentar no futuro, como de informações que os alunos devem buscar antes de escolher seu curso e não apenas depois. O aluno devem estudar a fundo, seja pela internet, por guias ou pelos profissionais no mercado todas as informações das universidades, grades curriculares, mercado de trabalho, pós-graduações, e áreas de crescimento na profissão. Chegamos a criar inclusive uma disciplina no segundo ano do Ensino Médio, para criar esse ambiente propício a escolha. Fazendo com que o aluno chegue ao terceiro ano com uma meta, um curso e um conjunto de vestibulares a lhe desafiar e motivar aos estudos.

Após escolher um curso, o que garante o sucesso na profissão?

Sempre usei uma frase padrão: “Não deixe que a universidade atrapalhe seus estudos”. O que você recebe lá é o básico. A prática e seus estudos extracurriculares é que fará a diferença.  O mercado é saturado para os profissionais e não para as profissões. Tem espaço para quem é competente. O bom profissional não espera a oportunidade bater a porta, ele cria a oportunidade, abre campos de trabalho e empreende seus conhecimentos para a prática.

Para meus alunos eu mostro que, aliado ao conhecimento adquirido na universidade, o aluno deve buscar desenvolver suas características pessoais. As habilidades sociais, a capacidade de comunicação e oratória, a criatividade, o cuidado com sua imagem e marketing pessoal, seu senso ético e seu comportamento de empreendedor são o que fazem a diferença na hora da contratação. A origem dos diplomas, se é de uma Federal ou de uma Particular, tem sido desvalorizados na medida em que cada pessoa tem um potencial diferente de acordo com suas características desenvolvidas. E o pulo do gato vem aí, as pessoas precisam saber que antes de ter uma empresa, cada um é a empresa de si mesmo. Que precisa ter metas, ser bem administrada e ter facilidade e vontade de aprender.

Se na década de 90 o grande foco era formar especialistas, hoje o mercado pós-crise exige pessoas que tem além de um profundo saber em determinada ciência, que saibam criar uma rede de conhecimento com todas as outras áreas e com a equipe. Ser especialista e generalista ao mesmo tempo, é um profissional que pode ser arquiteto ou jornalista, por exemplo, que saiba tudo sobre uma estrutura de uma casa ou sobre a nova regra da sua língua vernácula, mas que tenha conhecimentos de negócios, legislação, informática, marketing, história, relações políticas e econômicas. E que ao perceber ter pouco conhecimento, saiba como buscar e agregar essas informações inteligentemente para gerar resultado.

Para mais informações temos o site: www.apsovale.org.br/op que serve de portal para esclarecer todos esses assuntos.

Escrito por Zélia Leal Adghirni
Ter, 13 de Outubro de 2009 15:28

O paradoxo do pensamento do âncora do Jornal Nacional sobre a universidade e os cursos de jornalismo


Ilustração: Yuri Leonardo sobre fotos de Felipe Matheus

O editor-chefe e apresentador do Jornal Nacional, William Bonner, está em turnê por universidades brasileiras para lançar o seu livro sobre os bastidores do telejornal mais popular do país, Jornal Nacional: Modo de fazer. Em contraste à sisudez do JN, o Bonner que se viu na UnB era diferente: falava palavrão, imitava políticos e contava piadas. Da plateia surgiu a pergunta inevitável: A posição de Bonner sobre o fim da obrigatoriedade do diploma de jornalista. Na resposta, um paradoxo que nos apresenta a professora Zélia Leal Adghirni no artigo que segue.

Inteligente, bem humorado, sedutor. Difícil não se deixar envolver pelo discurso fascinante de William Bonner, um verdadeiro showman do jornalismo global em palestra para um auditório lotado de estudantes de Jornalismo na Universidade de Brasília na última segunda feira [5/10]. Bonner estava lá para lançar seu livro Jornal Nacional – Modo de Fazer, dentro das atividades do acordo Globo/Universidade com a UnB. Os alunos que não puderam entrar por absoluta falta de espaço e assistiram à palestra no lado de fora, onde foi instalado um telão. Mas podiam interagir, enviando perguntas. Tudo ia muito bem, como uma boa aula de Jornalismo, até que veio a esperada pergunta sobre o fim da obrigatoriedade do diploma de jornalista, pelo STF.

Para Bonner, o fato de não precisar mais de diploma não muda nada no mercado profissional. Apenas dá às empresas a liberdade de contratar legalmente colaboradores de outras áreas que já atuavam no jornalismo. O que já existia de fato, disse ele. O que também já sabíamos, pois a Globo deixou claro, há muito tempo, que dá as costas para o diploma. William Bonner, por exemplo, não tem. Ele é formado em Publicidade pela USP. Mas garantiu que o fim do diploma não significa que as Organizações Globo vão agora contratar engenheiros para fazer jornalismo. A preferência será reservada aos egressos do curso do Jornalismo. Eis o paradoxo. Se as escolas são ruins, se os alunos são mal formados, por que contratar jornalistas?

Até aqui, nenhuma novidade. O que surpreendeu o auditório foi o complemento da resposta. Para o apresentador do Jornal Nacional, as escolas de Jornalismo não servem para formar jornalistas. Deveriam se preocupar mais com o ensino de Português e História. Para o resto, a universidade serve apenas como experiência de vida. “Jornalismo se aprende no mercado”, disse ele sem medo de errar. Os cursos de Jornalismo não servem nem para ensinar ética profissional e técnicas de redação.

Doação dos direitos autorais

Segundo Bonner, ética se aprende na vida, é uma questão de educação. E para aprender técnicas jornalísticas, um semestre é suficiente. O rapaz da mecha branca no cabelo garantiu à platéia deslumbrada: “Em seis meses, eu pego um estudante e faço dele um editor na Globo.” Confessou já ter afirmado, tempos atrás, que transformaria qualquer motorista de táxi em jornalista, mas mudou de opinião “porque agora valorizo o papel da universidade”.

Bonner defendeu veementemente o ensino de História e de Português, que “deveriam ser disciplinas obrigatórias e diárias” nos cursos de Jornalismo. Admite que, pessoalmente, tem muita dificuldade com a língua materna. Contou que um dia desses teve que pedir ajuda a um amigo americano para escrever a palavra “obsceno”, referindo-se à forma de um biscoito. “Incrível, o americano, com seu forte sotaque, conseguiu esclarecer a questão explicando que era com sc.”

O mais surpreendente na fala do simpático William Bonner foi a declaração que os cursos de Jornalismo das universidades públicas estão mais preocupados com a formação de uma ideologia de esquerda do que em formar jornalistas. Seriam cursos “de doutrinamento esquerdista”. E quando se é jovem, quando se tem 20 anos, é difícil divergir dos professores, disse ele. Não ficou claro se Bonner se referia à USP da época em que estudou, à USP atual, ou a todos os cursos de Jornalismo das universidades públicas brasileiras. Mas alguma coisa de bom deve ter ficado na formação do jornalista, pois ele abriu a palestra dizendo que doava os direitos autorais de seu livro à USP. Que devia isso à Universidade onde estudou sem pagar nada quando, na época, seu pai poderia ter optado por uma instituição privada.

Mais respeito à universidade

Imaginem o impacto e a amplitude destas declarações diante dos alunos que ouvem de nós, professores, exatamente o contrário. Que é preciso estudar política, economia, literatura, ler muito e desenvolver o espírito crítico. As idéias de Bonner, para quem não gosta de estudar, são uma carta branca para a irresponsabilidade. Para quem gosta, para quem escolheu o curso de Jornalismo “por vocação (no sentido weberiano)”, que acredita que o jornalista está a serviço da sociedade e não desta ou daquela empresa, fica difícil aceitar uma visão tão redutora apresentada por um dos maiores formadores de opinião do país. A Universidade é acima de tudo um lugar de reflexão e produção de conhecimento. Dezenas de teses e dissertações são realizadas nas universidades todos os anos, sobre as mídias e, sobretudo, sobre a Globo, a única que realmente faz um “jornal nacional” no país.

Acho louvável a iniciativa da Globo em procurar as escolas para dialogar. Pessoalmente, já acompanhei um grupo de alunos à sucursal da Globo em São Paulo e foi uma experiência rica, inesquecível, ver como é preparado e apresentado o Jornal Hoje. Fomos muito bem recebidos.

Falo aqui em meu nome. Minha opinião não envolve meus colegas ou a direção da faculdade. Tenho diploma de jornalista, 20 anos de mercado e 16 de magistério com doutoramento no exterior. Levamos quatro anos para formar um jornalista. Por isso, espero mais respeito à universidade onde ensinamos e pesquisamos com recursos públicos. É lamentável pensar que tudo isso não serve para nada.

Zélia Leal Adghirni é jornalista e professora da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília. Este artigo também foi publicado no Observatório da Imprensa.

V Edição Raio X 2009

O evento Raio X – conheça a UNIDAVI por dentro, tem como objetivo principal proporcionar aos alunos de todas as escolas do Alto Vale, momentos de aprendizagem e entretenimento, além de auxiliar os estudantes na busca do futuro profissional.

Neste ano o evento acontecerá na modalidade de feira.

Datas: 20 e 21 de outubro
Períodos: manhã, tarde e noite
Local: UNIDAVI – Rio do Sul

Agende-se!!! Você é nosso convidado!

Mais informações pelo (47) 3531-6024 ou vestibular@unidavi.edu.br

O programa, denominado TEST DRIVE UNIVERSITÁRIO, tem como objetivo levar o estudante às cadeiras da graduação, para que conheça algumas das disciplinas que optará em breve e assim, fazer uma visita ao curso almejado.

O evento acontecerá no período de 28 de setembro a 17 de outubro, nos campus de Rio do Sul, Presidente Getúlio e Taió. Para se inscrever, basta que o estudante opte pelo curso, disciplina e dia da semana (tabela abaixo) e entre em contato com o responsável pelo campus de maior preferência!

INSCRIÇÕES A PARTIR DE 23 DE SETEMBRO

Campus de Rio do Sul: vestibular@unidavi.edu.br ou (47) 3531-6024
Campus de Presidente Getúlio: campus_p@unidavi.edu.br ou (47) 3352-1027
Campus de Taió: campus_t@unidavi.edu.br ou (47) 3562-0532

Horários disponíveis para aulas:
Curso de Enfermagem – das 7h50min às 11h30min
Demais cursos – das 18h50min às 22h

IMPORTANTE: chegar com 10 minutos de antecedência

Máximo de cinco alunos por disciplina

A participação dos alunos é muito importante.
Solicitamos, gentilmente, que a divulgação seja feita em sala de aula.

As vagas são limitadas!!!!

RIO DO SUL

Curso: ADMINISTRAÇÃO

Disciplina

Professor

Dia da semana

Marketing II Humberto Ohf de Andrade 3ª Feira
Adm. Recursos Humanos II Vanderlei Petri 3ª Feira
Adm. Recursos Humanos II Ivan Marcos Kruger 6ª Feira
Curso: COMÉRCIO EXTERIOR

Disciplina

Professor

Dia da semana

Logística Internacional Charles Agostini 3ª Feira
Geografia Internacional Giovani Nicoletti 6ª Feira
Curso: ECONOMIA

Disciplina

Professor

Dia da semana

Microeconomia Marcos Cardoso 5ª Feira
Desenvolvimento Regional Aplicado Tatiane Ap. V. Vargas 5ª Feira
Curso: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

Disciplina

Professor

Dia da semana

Engenharia do Produto Vander C. Sezerino 3ª feira
Custos Industriais Vander C. Sezerino 6ª feira
Curso: TECNOLOGIA EM PROCESSOS QUÍMICOS

Disciplina

Professor

Dia da semana

Prática de Físico-Química III Anelise G. de Luca 4ª feira
Curso: PSICOLOGIA

Disciplina

Professor

Dia da semana

Dinâmica de Grupo Edi Cristina Manfroi 4ª Feira
*Psicologia, Desenv. e Aprendizagem Edi Cristina Manfroi 5ª Feira
*Não agendar para 14 de outubro (prova)
Psicanálise Everley R. G. Furtado 4ª Feira
Teoria e Técnica Psicanalítica Everley R. G. Furtado 5ª Feira
Processos Grupais Annie M. M. Brito 3ª Feira
Curso: JORNALISMO

Disciplina

Professor

Dia da semana

Radiojornalismo Walfried Wachholz 2ª feira
Telejornalismo Sandro W. A. Pereira 4ª feira
Multimídia Marciel de Liz Santos 4ª feira
Curso: ENFERMAGEM – PERÍODO MATUTINO – DAS 7H50MIN ÀS 11H30MIN

Disciplina

Professor

Dia da semana

Organização e Gestão Rosimeri G. Farias 3ª feira
*Semiologia e Semiotécnica Daiana Koerich 4ª feira
*Semiologia e Semiotécnica Daiana Koerich 6ª feira
*ATENÇÃO: NÃO AGENDAR PARA DIA 17/10 – ULTIMO DIA DE AULA DA DISCIPLINA
Atenção Integral a S. do Adulto e idoso II Luciana G. D. Teixeira 3ª feira
Atenção Integral a S. do Adulto e idoso II Alexsandro B. Almeida 4ª feira
Curso: EDUCAÇÃO FÍSICA

Disciplina

Professor

Dia da semana

Teoria e Prática de Jogos Lúdicos Júlio Násario 3ª feira
Ginástica Escolar Flavia da Veiga 3ª feira
Curso: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Disciplina

Professor

Dia da semana

Engenharia de Software I Cleber Nardelli 5ª Freira
Desenvolvimento de Aplicativos Marciel de Liz Santos 5ª Freira
Tecnologias em Sistemas Embutidos Helcio Hermes Hoffman 6ª Freira
Tópicos Avançados em Informática Marcondes Maçaneiro 3ª Freira
Curso: CIÊNCIAS CONTÁBEIS

Disciplina

Professor

Dia da semana

Contabilidade Comercial Antonio R. Dellandrea Dia 30/09
Legislação Social e trabalhista II Mara Juliana ferrari Dia 02/10
Administração de Recursos Humanos Sérgio Zeferino Dia 07/10
Contabilidade e Legislação Trib. II Leila Chaves Cunha Dia 08/10
Mercado de Capitais Marcos Cardoso Dia 09/10
Direito Empresarial Niladir Butzke Dia 13/10
Administração financeira Sandro M. Chiquetti Dia 13/10
Auditoria I Alexandre M. Pereira Dia 15/10
Curso: DIREITO

Disciplina

Professor

Dia da semana

Ciência Política e Teoria G. do Estado Sandra A. S. Zimmer Dia 30/09
Direito Penal I Patrícia P. Philippi Dia 02/10
Direito Administrativo I José S. da S. Cristóvam Dia 07/10
Direito Processual Civil II Carlos R. C. dos Santos Dia 14/10
Curso: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

Disciplina

Professor

Dia da semana

Botânica Aplicada Lucia Sevegnani Dia 02/10 (not.)
Botânica Aplicada Lucia Sevegnani Dia 03/10 (mat.)
Ecologia de Comunid. e Populações Adriana Thives Dia 03/10 (vesp.)

TAIÓ

Curso: MARKETING

Disciplina

Professor

Dia da semana

Marketing Internacional Erick W. Pereira 4ª Feira
Marketing Eletrônico Heloisa Ohf de Andrade 2ª Feira

TAIÓ

Curso: ADMINISTRAÇÃO

Disciplina

Professor

Dia da semana

Teoria Geral da Administração II Aldo Kaestner 3ª Feira

PRESIDENTE GETÚLIO

Curso: DIREITO

Disciplina

Professor

Dia da semana

Medicina Legal João Perfoll Dia 19/10
EXCEPCIONALMENTE ESTA DISCIPLINA

PRESIDENTE GETÚLIO

Curso: MARKETING

Disciplina

Professor

Dia da semana

Contabilidade Charles Hasse Dia 06/10

Fonte: Uai Online

Se as previsões se concretizarem, milhares de alunos devem usar o resultado do Enem para estudarem fora de casa, aumentando assim os índices de migração estudantil no país.

Os amigos João Pedro Santiago Carneiro, de 17 anos, e Marcelle Soares Freire, de 20, sonham com uma vaga em universidades fora de Minas. Seja em São Paulo, no Rio de Janeiro ou no Espírito Santo, eles prometem não medir esforços para serem universitários em 2010.

“Vou usar a nota do Enem para me inscrever em medicina na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e também em

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Ouro Preto e São João del Rei. Quero aproveitar a oportunidade de concorrer a várias faculdades sem ter de viajar ou pagar mais de uma inscrição.

É uma economia de tempo, dinheiro e energia, pois vou ficar livre do desgaste dos vestibulares”, conta Marcelle, aluna de um pré-vestibular.De olho numa vaga em engenharia mecânica, João Pedro planeja deixar a casa dos pais na capital para se mudar para o interior de São Paulo.

“Com a nota do Enem, vou lutar por uma chance na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Só tenho medo do aumento da concorrência com esse novo modelo do Enem, pois agora a disputa será nacional”, diz.

  • Nenhum filme vai substituir o estudo tradicional. Mas eles servem como material de apoio importante para fixar todo o conteúdo estudado. Veja abaixo indicações de produções relacionadas a história e literatura
  • QUER INDICAR UM FILMES PARA A LISTA? CLIQUE AQUI

História

Pré-História
Homens das Cavernas (BBC, 2003. Discovery Channel) Dir. John Lynch
A guerra do fogo (EUA, 1981) Dir. Jean-Jacques Annaud
Grécia Antiga
A Odisséia ( Odyssey, The. TUR, 1997). Dir. Andrei Konchalovski
Tróia (Troy, EUA, 2004) Dir. Wolfgang Petersen
Império Romano
Spartacus (EUA, 1960) Dir. Stanley Kubrick
A Queda do Império Romano (Fall of the Roman Emperi, The, EUA, 1964) Dir. Anthony Mann.
Gladiador (Gladiator, The, EUA, 2000) Dir. Ridley Scott
Quo Vadis (ITA, 1986). Dir. Franco Rossi
Júlio César (EUA, 1953). Dir. Joseph L. Manckiewicz
Attila (FRA/ITA, 1955) Dir. Pietro Francisci
Idade Média
O Sopro do Diabo (Aliento del Diablo, El, ESP, FRA, BEL, 1994) Dir. Paco Lucio
A Floresta dos Desesperados (Clearing, The, RUS, EUA, 1992) Dir. Vladimir Alenikov
O Incrível Exército Brancaleone (Armata Brancaleone, II, ITA, 1965) Dir. Mario Monicelli
Jabberwocky (ING, 1977). Dir. Terry Gillian
Coração Valente (Brave Heart, EUA/ING, 1996). Dir. Mel Gibson
Rei Arthur (King Arthur, EUA, 2004) . Dir. Antoine Fuqua
Igreja
Nome da Rosa (Name of the Rose, The, ITA/ALE/FRA, 1986). Dir. Jean-Jacques Annaud
Em Nome de Deus (Stealing Heaven, ING/IUG, 1988). Dir. Clive Donner
Giordano Bruno (ITA, 1973). Dir. Giuliano Montaldo
A Obra em Negro (Deuvre au Noir, FRA, 1987) Dir. André Delvaux
Renascimento
Agonia e Êxtase (Agony and the Ecstasy, The, EUA, 1965). Dir. Carol Reed
Moça Com Brinco de Pérola (Girl Wite a Pearl Earring, ING, 2004). Dir. Peter Webber
Reconquista Espanhola
El Cid (EUA, 1961) Dir. Anthony Mann
1492 – A Conquista do Paraíso (1492: Conquest of Paradise, EUA, 1992) Dir. Ridley Scott
Conquista da América
1492 – A Conquista do Paraíso (Já citado)
Como era Gostoso o meu Francês (BRA, 1972). Dir. Nélson Pereira dos Santos
Aguirre, A Cólera dos Deuses (Aguirre, der Zorn Gottes, ALE, 1972). Dir. Werner Herzog
A Missão (Mission, The, ING, 1986). Dir. Roland Joffé
Conflitos Católicos x Protestantes
A Rainha Margot (La Reine Margot, ALE/FRA/ITA, 1994). Dir. Patrice Chéreau
Ana dos Mil Dias (Anne of the Thousand Days, EUA, 1969). Dir. Charles Jarrot
Homem Que Não Vendeu Sua Alma (A Man for All Seasons, ING, 1966). Dir. Fred Zinnemann
Lady Jane (ING, 1985). Dir. Trevor Nunn
Lutero (Luther, ALE/ EUA, 2003) Dir. Eric Till
Absolutismo
Homem da Máscara de Ferro (Man in the Iron Mask, The, EUA, 1998).Dir. Rondall Wallace
Rei Pasmado e a Rainha Nua (Rey Pasmado, El, ESP/FRA/POR, 1991)Dir. Imanol Uribe
Elizabeth (EUA, 1998). Dir. Shekhar Kapur
Joana D´Arc de Luc Besson (The Messenge The Story of Joan of Arc, EUA, 1999). Dir. Luc Besson
Brasil Colônia
Casa Grande Senzala (BRA, 1974). Dir. Geraldo Sarno
Xica da Silva (BRA, 1976). Dir. Cacá Diegues
Ganga Zumba (BRA, 1964). Dir. Cacá Diegues
Manino de Engenho (BRA, 1965) Dir. Walter Lima Jr
Carlota Joaquina – A Princesa do Brasil (BRA, 1995). Dir. Carla Camurati
A expansão da fronteira e o índio norte-americano
Dança com Lobos (Dance with Wolves, EUA, 1990) Dir. Kevin Costner
Gerônimo, uma Lenda Americana (Geronimo, na American Legend, EUA, 1993). Dir. Walter Hill
Revolução Inglesa
Cromwell (ING, 1970). Dir. Ken Hughes
Outro Lado da Nobreza (Restoration, EUA, 1996). Dir. Michel Hoffmann
Decadência do Antigo Regime
Ligações Perigosas (Dangerous Liaisons, EUA, 1988). Dir. Stefhen Fears
Caindo no Ridículo (Ridicule, FRA, 1996). Dir. Patrice Leconte
As Loucuras do Rei George (Madness of of King George, The, ING, 1995).Dir. Nicholas Hytner
Independência da América
Independência ou Morte (BRA, 1972). Dir. Oswaldo Massaini
Queimada (ITA, 1970). Dir. Gillo Pontecorvo
Revolução (Revolution, EUA, 1985) Dir. Hugh Hodson
Patriota (Patriot, The, EUA, 2000) Dir. Mel Gibson
Revolução Francesa
A Noite de Varennes (Nuit de Varennes, La, ITA, FRA, 1981). Dir. Ettore Scola
Danton, O Processo da Revolução (Danton, FRA, 1982). Dir. Andrzei Wadja
Período Napoleônico
Os Deulistas (Deullists, The, ING, 1977). Dir. Ridlley Scott
Coronel Chabert (Coronel Chabert, Le, FRA, 1994). Dir. Yves Angelo
Guerra e Paz (War and Peace, EUA/ITA, 1956). Dir. King Vidor
Waterloo (ITA/RUS, 1970). Dir. Serguei Bondarchuk
Revolução Industrial
Germinal (FRA/BEL/ITA, 1993). Dir. Claude Berri
Tempos Modernos (Modern Times, EUA, 1936). Dir. Charles Chaplin
Ver-te-ei No Inferno (Molly Maguires, The, EUA, 1970) Dir. Mertin Ritt
Movimento operário e doutrinas sociais
Os Companheiros (Compagni, II, ITA, 1963). Dir. Mario Monicelli
A Nós a Liberdade (A Nous la Liberté, FRA, 1931). Dir. René Clair
Matewan, A Luta Final (Matewqn, EUA, 1927). Dir. John Sayles
Germinal (Já citado)
Guerra Civil Americana
Tempo de Glória (Glory, EUA, 1989). Dir. Edward Zwick
General ( General, The, EUA, 1927). Dir. Bustner Keaton
Dança com Lobos (Já citado)
Imperialismo
Indochina (Indochine, EUA, 1992). Dir. Régis Wargnier
A Guerra do Ópio (Yapian Zhanzheng, CHI, 1997). Dir. Xie Jin
A Sombra e a Escuridão (Ghost and Darkness, The, EUA, 1996) Dir. Stephen Hopkins
Zulu (ING, 1964). Dir. Cy Endfield
55 Dias em Pequim (55 Days at Paking, EUA/ESP, 1962). Dir. Nicholas Ray
As Montanhas da Lua (Montains of the Moon, EUA, 1990). Dir. Bob Rafelson
Carga da Brigada Ligeira (Charge of the Lighth Brigade, Eua, 1936). Dir. Michael Curtis
Último Samurai (Last Samurai, The, EUA, 2004). Dir. Edward Zwick
Movimentos Messiânicos no Brasil
Canudos (BRA, 1996). Dir. Sérgio Rezende
A Guerra dos Pelados (BRA, 1970). Dir. Sylvio Back
A Paixão de Jacobina (BRA, 2002). Dir. Fábio Barreto
Primeira Guerra Mundial
Morte na Bosnia (Death of Scoolboy, O.S.T., 1990). Dir. Reuben Patzan
Nada de Novo no Front (All Quiet on The Western Front, EUA, 1930) Dir. Lewis Milestone
Galipoli (Austrália, 1981). Dir. Peter Weir
Lawrence da Arábia (Lawrence of Arabia, ING, 1962). Dir. David Lian
Lendas da Paixão (Legends of the Fall, EUA, 1994). Dir. Edward Zwick
Glória Feita de Sangue (Phats of Glory, EUA, 1957) Dir. Stanley Kubrick
A Grande Ilusão (La Grand Ilsion, FRA, 1937). Dir. Jean Renoir
Ases do Espaço (Aces High, ING, 1977). Dir. Jack Gold
Revolução Russa
Agonia Rasputin (agony, URSS, 1975). Dir. Elen Klimov
Outubro (Okitiabr, URSS, 1928). Dir. Seguei Eisestein
Reds (EUA, 1981). Dir. Warren Beatty
Encouraçado Potenkin (Bronemosets Potenkim, URSS, 1925). Dir. Serguei Eisestein
Assassinato do Czar (Tsareubijtsa, ING/RUS, 1940). Dir. Karen Shakhanazorov
Crise de 1929
Homens e Ratos (Of Mice and Men, EUA, 1989) Dir. Gary Sinise
Caminho Áspero (Tobaco Road, EUA, 1941). Dir. John Ford
As Vinhas da Ira (Greaps of Wrath, EUA, 1940). Dir. Jonh Ford
Segunda Guerra Mundial
A Cruz de Ferro (Cross of Iron, ITA/ALE/EUA, 1977). Dir. San Peckinpah
Stalingrado (ALE, 1992). Dir. Joseph Vilsmaier
Tempo de Guerra (Don`t Cry Nanking, CHI, 1996). Dir. Wu Ziniu
O Resgate do Soldado Ryan (Saving Private Ryan, EUA, 1998).Dir.Steven Spielberg
Além da Linha Vermelha (Thin Red Line, The, EUA, 1988). Dir. Terence Malick
A Lista de Schindler (Schinder`s List, EUA, 1994). Dir. Steven Spielberg
A Vida e Bela (Vita é Bella, La, ITA, 1998). Dir. Roberto Benini
O Grande Ditador (Great Ditactor, The, EUA, 1940). Dir. Charles Chaplin
Sunshine – O Despertar de um Século (Sunshine, ING, 1999) Dir. István Szabó
A Língua das Mariposas (La Lengua das Mariposas, ESP, 1999) Dir. José Luis Cuerda
Descolonização da África
A Batalha de Argel (Bataglia di Algeri, La, ITA/ALG, 1965).dir. Grillo Pontocorvo
A Patrulha da Esperança (Lost Command, EUA, 1966). Dir. Mark Robson
RAS- Regimento de Artilharia Especial (R.A.S., FRA, 1978). Dir. Yves Boisset
Guerra Fria
Doutor Fantástico (Dr. Strangelove or how I Learned to Stop the Worrying and Love the Bomn, ING, 1964). Dir. Stanley Kubrick
O Último Imperador (The Last Emperor, EUA, 1987) Dir. Bernardo Bertolucci
Matinê Uma Sessão Muito Louca (Matinee, EUA, 1993). Dir. Joe Dante
Treze Dias que Abalaram o Mundo (EUA, 2000). Dir. Roger Donaldson
Adeus Lênin! (Good Bye Lenini, ALE, 2004). Dir. Wolfgang Becker
Guerra do Vietnã
Nascido Para Matar (Full Metal Jacket, EUA, 1987). Dir. Stanley Kubrick
Platoon (EUA, 1986). Dir. Oliver Stone
Pecados de Guerra (Casualities of War, EUA, 1989). Dir. Brian de Palma
Ditadura militar no Brasil
Desafio (BRA, 1965). Dir. Paulo César Seraceni
Pra Frente Brasil (BRA, 1983). Dir. Roberto Farias
Lamarca (BRA, 1994) Dir. Sérgio Rezende
Que é Isso Companheiro? (BRA, 1997). Dir. Bruno Barreto
Ação Entre Amigos (BRA, 1998) . Dir. Beto Brant
Bom Burguês (BRA, 1979). Dir. Oswaldo Caldeira
Eles Não Usam Black Tie (BRA, 1981). Dir. León Hirzman
Ditaduras na América Latina e Europa
Fonte: a lista de filmes de história foi feita com indicações do professor Jairo Brum Júnior
A História Oficial (La Historia Oficial, ARG, 1985). Dir. Luis Puenzo
A Morte e a Donzela (Death and The Maiden, EUA/FRA, 1994). Dir. Roman Polanski
Missing, O Desaparecido (Missing, EUA, 1982).Dir. Constantin Costa-Gavras
Z (FRA, 1969). Dir. Constantin Costa Gravas
Estado de Sítio (État de Siége, FRA, 1973). Dir. Constantin Costa-Gavras
Capitães de Abril (POR/FRA/ITA/ESP, 2000). Dir. Maria de Medeiros
Visões (Visiones, ARG, 2003)

Literatura

UFRGS 2010
Filmes baseados em obras indicadas na lista de leituras obrigatórias:
Lucíola, o Anjo Pecador (Brasil, 1975) Dir. Alfredo Sternheim
Memórias Póstumas (Brasil, 2001) Dir. André Klotzel
O Primo Basílio (Brasil, 2007) Dir. Daniel Filho

FONTE: http://www.clicrbs.com.br/especial/br/vestibular/conteudo,0,3837,Filmes.html

Por: Universia

Os dados da pesquisa internacional Education at a glance (Panorama da Educação), produzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), comprovam que na maioria dos países – ricos ou em desenvolvimento – a renda dos profissionais é 50% maior para os que concluem o Ensino Superior. No Brasil, no entanto, esse aumento excede os 100%.

Além dos benefícios econômicos da educação, a pesquisa traz análises sobre o perfil educacional da população adulta dos países participantes e o impacto da educação no mercado de trabalho. São abordados ainda o atendimento escolar nas redes púbica e privada em cada país, a relação aluno/professor e os gastos educacionais.

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Participam do estudo os membros da OCDE e aqueles associados à organização, num grupo que inclui, além do Brasil, países como Alemanha, Austrália, Bélgica, Canadá, Coréia do Sul, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Japão, Chile e México.

A coleta de dados para a elaboração da pesquisa é feita pelos países participantes, por meio do preenchimento de planilhas e questionários encaminhados pela OCDE. No caso do Brasil, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) é o órgão responsável por fornecer as informações. Este levantamento é feito com base nos censos da Educação Básica e da Educação Superior e nas estatísticas fornecidas pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e pela Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).

Os dados educacionais são referentes ao ano de 2007 e os financeiros a 2006. A publicação Education at a Glance 2009, assim como o sumário executivo, os dados e as tabelas on-line podem ser obtidos no site www.oecd.org/edu/eag2009.

Por: Estado de Minas

“Comecei novamente o cursinho e já estou ansioso, afinal tentarei o vestibular mais uma vez. O pior é que estou indeciso e já sofrendo com as provas de fim de ano. Não sei qual carreira seguir… Você poderia falar sobre os critérios para escolher bem uma profissão?” Carlos Teixeira, de Belo Horizonte.

A escolha profissional sempre foi um momento crítico para os jovens. Além da carreira, essa decisão envolve algo maior: sua localização no mundo. é a procura de um lugar social onde ele possa se identificar e expressar seu potencial, enquanto pessoa. é nessa fase que começam o verdadeiro amadurecimento e se preparam para responder à pergunta: “Quem sou eu?”.

A indecisão é agravada nos dias de hoje, uma vez que, com a evolução do mundo, nossa era se caracteriza por grandes e intensas mudanças e por uma gama infinita de opções. Vivemos num mundo de incertezas, de competição global e de descontinuidade. Nesse cenário, o jovem enfrenta várias dúvidas: “Que faculdade fazer?”, “E se eu escolher errado?”, “Serei capaz de me adaptar à universidade?”, “E se não passar no vestibular?”, “Darei conta de arcar com as novas pressões?”, “O que meus pais esperam de mim?”, “Qual é a reação dos meus pais se eu não fizer o que eles querem?”.

De qualquer forma, essa é a realidade e deve ser enfrentada. é necessário encarar e avançar na procura da própria identidade. Existem alguns critérios que poderão nortear a escolha profissional. O primeiro deles, o mais importante e, apesar disso, totalmente esquecido pelos adolescentes e seus pais, diz respeito ao desejo de contribuir para a construção do nosso mundo. A escolha profissional, em geral, é muito egocêntrica e narcisista.

Por isso, proponho como ponto de partida a pergunta: -De que maneira quero contribuir para a humanidade?.- Partindo das necessidades presentes do mundo e, em especial, do nosso país, os jovens poderão optar por carreiras que têm mais impacto no bem-estar da população. Alguns escolherão a carreira jurídica para aumentar a justiça no mundo. Outros optarão pela área ambiental para ajudar o planeta a se salvar da devastação. Outros pensarão

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no sofrimento emocional da família e se enveredarão pela carreira psicológica.

Outros optarão pelo embelezamento da vida e se tornarão arquitetos, artistas e assim por diante. O critério exclusivamente utilitarista cede lugar a uma visão maior de contribuição. O segundo critério é pessoal. Diz respeito aos próprios gostos, à inclinação de cada um. A relação entre profissão e prazer se baseia em fazer aquilo que se gosta de fazer.

Cada um de nós, na diversidade e unicidade de nossos temperamentos e personalidades, tende a gostar de determinados tipos de atividades. A fidelidade ao próprio gosto garante, mais tarde, que a profissão seja exercida com prazer, apesar das dificuldades e durezas de qualquer trabalho. O terceiro critério é ligado ao sentido da realidade individual. Não adianta escolher o que eu gosto se eu não tiver talento e habilidade para exercer aquela profissão.

Os jovens atuais, de uma geração marcada pela proteção e pelo prazer imediato, acostumados a fazer tudo o que querem, correm o risco de se frustrar profissionalmente, se não aliarem a escolha à própria capacidade. Uma jovem, que desejava ardentemente ser arquiteta, desistiu dessa profissão, depois de se submeter a alguns testes vocacionais e constatar ter baixíssima inteligência espacial.

E o último critério é o da recompensa financeira. é por meio da profissão que alcançaremos nossa independência financeira e nosso bem-estar material. Pesquisar o mercado e descobrir as carreiras mais rentáveis enriquecerá os demais critérios. Esses princípios para a escolha do caminho profissional, no entanto, não garantem automaticamente o sucesso profissional. Mais importante que a própria escolha é a forma qualitativa com que nos colocamos diante de nossa profissão.

Pessoas comprometidas, que se envolvem inteiramente com suas atividades, que têm a capacidade de amar o próprio trabalho, que estão em contínuo aprendizado e desenvolvimento, se sentirão realizadas ao operacionalizar suas competências. Nenhuma profissão nos fará felizes. Nós, felizes, é que imprimiremos a uma profissão um senso de amor e de responsabilidade. Não são as profissões que nos fazem. Nós é que desempenhamos, bem ou mal, a profissão escolhida.

Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) terá Novo ENEM como único critério de avaliação

A Comissão de Implantação da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), reunida em Brasília no dia 25/06, deliberou que os resultados do Novo ENEM deverão ser usados, em todos os cursos de graduação, como referencial básico para o processo seletivo dos estudantes.

Os interessados em ingressar na UFFS – estudantes que irão concluir o ensino médio no fim deste ano, e também quem já o tiver concluído há mais tempo – deverão, assim, realizar o ENEM 2009.

O Processo Seletivo de 2010 oferecerá um total de 2.160 vagas para matrícula no primeiro e segundo períodos acadêmicos de 2010, distribuídas entre os cursos de graduação, compreendendo os campi de Chapecó (900 vagas), Erechim (400), Cerro Largo (330), Realeza (270) e Laranjeiras do Sul (260).

Poderão concorrer às vagas da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) somente os candidatos portadores de certificado de conclusão do Ensino Médio ou equivalente, de diploma de curso superior registrado, ou aqueles que comprovarem conclusão do Ensino Médio na data da matrícula.

Como participar do ENEM 2009
As inscrições do Enem podem ser feitas até o dia 17 de julho, através da página do MEC (www.mec.gov.br/enem) ou da página do INEP ((www.inep.gov.br). As provas acontecem nos dias 3 e 4 de outubro, e o resultado da prova objetiva será divulgado no dia 4 de dezembro. Já a nota da redação será divulgada no dia 8 de janeiro de 2010.

Estão isentos do pagamento da inscrição do ENEM os concluintes do Ensino Médio matriculados em instituições públicas de ensino, ou aqueles que se declararem membros de família de baixa renda. A isenção deverá ser solicitada no endereço eletrônico http://enem.inep.gov.br/inscricao.

Já alunos provenientes de instituições privadas e também os egressos devem pagar a taxa de R$ 35,00 para realizar as provas do Enem.

Editais específicos
A UFFS ainda divulgará editais complementares ao edital da UFSC sobre cursos, vagas, turnos em cada um dos campi da UFFS e também seus prazos, procedimentos e documentos necessários à inscrição no processo seletivo. Por enquanto, todos os interessados devem se preocupar em se inscrever no ENEM e em realizar a prova em outubro.

Informações: (48) 3721-6646 ou www.uffs.edu.br

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Médicos e administradores estão no topo da lista de profissões mais bem pagas do país, de acordo com o estudo ‘O Retorno da Educação no Mercado de Trabalho’, divulgado hoje pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).
Os médicos com mestrado ou doutorado estão no topo da lista de chance de ocupação, com 93% de probabilidade de estar empregado. Esta categoria tem uma remuneração salarial média de R$ 8.966. Em compensação, os médicos também lideram a lista do número de horas trabalhadas por semana, com uma jornada média de 52,02 horas.
Já os médicos com graduação tem um salário médio de R$ 6.705 e uma probabilidade de ocupação de 90%.

No sentido oposto, os formados em teologia estão entre as piores colocações e em terceiro lugar na jornada de trabalho, com 49,03 horas semanais.
Para saber a média salarial de sua profissão, já dividida por critérios de sexo, raça, idade e grau urbano, clique aqui.

A FGV lembra, no entanto, que os salários do quadro são de 2000 e precisam ser multiplicados por 1,55 para se chegar aos valores atuais corrigidos pela inflação.

Relação educação/salário
Para a FGV, a pesquisa comprova a relação direta entre escolaridade e remuneração. ‘A hierarquia educacional se reflete na hierarquia dos resultados observados no mercado de trabalho, ou seja, aquele que estudou mais recebe salários mais altos e tem maiores chances de conseguir trabalho’, afirmou o coordenador do estudo, o economista Marcelo Neri.
Ele destaca que a pesquisa pode ser instrumento tanto do desenho de políticas públicas como para auxiliar a escolha do cidadão na hora de prestar vestibular ou escolher um curso de pós-graduação de acordo com o retorno que cada Profissão pode oferecer.

Veja abaixo os 40 primeiros da lista com os salários já atualizados:*

Os salários incluem a renda de todos os trabalhos, ou seja, os dados incluem a renda de mais de um emprego de médicos ou advogados, por exemplo.

1- Medicina (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 8.966,07

2- Administração (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 8.012,10

3- Direito (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 7.540,79

4- Ciências econômicas e contábeis (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 7.085,24

5- Engenharia (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 6.938,39

6- Medicina (graduação)
Salário médio: R$ 6.705,82

7- Outros cursos de engenharia (graduação)
Salário médio: R$ 6.141,05

8- Engenharia mecânica (graduação)
Salário médio: R$ 5.576,49

9- Engenharia civil (graduação)
Salário médio: R$ 5.476,85

10- Outros cursos de mestrado ou doutorado
Salário médio: R$ 5.439,32

11- Outros cursos de ciências exatas e tecnológicas, exclusive engenharia (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 5.349,96

12- Geologia (graduação)
Salário médio: R$ 5.285,77

13- Engenharia elétrica e eletrônica (graduação)
Salário médio: R$5.231,07

14- Militar
Salário médio: R$ 5.039,14

15- Ciências agrárias (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 5.028,37

16- Outros cursos de ciências biológicas e da saúde (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 4.947,44

17- Engenharia química e industrial (graduação)
Salário médio: R$ 4.844,92

18- Outros cursos de ciências humanas e sociais (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 4.677,14

19- Direito (graduação)
Salário médio: R$ 4.649,63

20- Ciências econômicas (graduação)
Salário médio: R$ 4.644,67

21- Agronomia (graduação)
Salário médio: R$ 4.356,56

22- Publicidade e marketing (graduação)
Salário médio: R$ 4.199,05 …………………………………….ou R$6.298,57 atualmente.

23- Odontologia (graduação)
Salário médio: R$ 4.075,63

24- Administração (graduação)
Salário médio: R$ 4.006,61

25- Outros cursos de ciências exatas e tecnológicas, exclusive engenharia (graduação)
Salário médio: R$ 3.949,86

26- Curso superior de mestrado ou doutorado (ainda não concluído)
Salário médio: R$ 3.928,07

27- Letras e artes (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 3.864,82

28- Estatística (graduação)
Salário médio: R$ 3.846,21

29- Arquitetura e urbanismo (graduação)
Salário médio: R$ 3.835,08

30- Medicina veterinária (graduação)
Salário médio: R$ 3.758,94

31- Física (graduação)
Salário médio: R$ 3.516,52

32- Química (graduação)
Salário médio: R$ 3.516,52

33- Comunicação social (graduação)
Salário médio: R$ 3.435,09

34- Formação de professores de disciplinas especiais (graduação)
Salário médio: R$ 3.408,60

35- Farmácia (graduação)
Salário médio: R$ 3.381,98

36- Ciências da computação (graduação)
Salário médio: R$ 3.325,40

37- Outros de ciências agrárias (graduação)
Salário médio: R$ 3.278,04

38- Pedagogia (mestrado ou doutorado)
Salário médio: R$ 3.219,14

39- Ciências contábeis e atuariais (graduação)
Salário médio: R$ 3.105,60

40- Outros de ciências humanas e sociais (graduação)
Salário médio: R$ 3.099,10
Fonte: Folha de SP e FGV

Centro-Oeste é a região que paga melhor os profissionais

Por: Adriele Marchesini
26/01/07 – 10h10
InfoMoney

SÃO PAULO – A vida para quem decide fazer um curso superior já começa com desafios: primeiro, conseguir uma vaga na faculdade. Depois disso, uma colocação no mercado de trabalho. Somado a tudo isso vem o salário, que muitas vezes não condiz com o esperado por quem estudou tantos anos para se formar.

Pesquisa realizada pelo Observatório Universitário mostrou que, na média, a região brasileira que melhor paga seus profissionais é o Centro Oeste. O salário está em torno de R$ 2 mil, levando em consideração as profissões de Engenharia, Direito, Administração, Comunicação, Ciências Contábeis e Letras.

Em seguida, vem o Sudeste, com R$ 1.700; Norte, com R$ 1.600; Sul, com R$ 1.500, e Nordeste, com R$ 1.400. Vale mencionar que a faixa salarial analisada foi a de profissionais de 30 a 49 anos.

Veja, abaixo, as diferenças de pagamento para cada profissão estudada pelo instituto.

Engenharia
Cálculo, prancheta, projetos e construções. Na média brasileira, um profissional de Engenharia recebe R$ 2.800 mensais. As regiões que melhor pagam esses profissionais de 30 a 49 anos são o Centro Oeste e Sudeste, com R$ 3 mil. Em seguida estão Nordeste e Sul, com R$ R$ 2.500 e, por último, o Norte, com R$ 2.200.

Para quem está começando, e tem de 23 a 29 anos, a média salarial é de R$ 1.500, sendo que o pagamento é disposto da seguinte forma: R$ 1.700 para o Sudeste; R$ 1.600 para o Centro-Oeste; R$ 1.500 para o Sul; e R$ 1.300 para o Norte e o Nordeste.

Mas o retorno financeiro vem mesmo após os 50, quando a média salarial é de R$ 3.500, na seguinte disposição: Sudeste e Centro-Oeste (R$ 4 mil); Sul e Nordeste (R$ 3 mil); e Norte (R$ 2.500).

Direito
“A Lei é a razão liberta da paixão”, já dizia Aristóteles. E seus seguidores, os advogados, encontram no Centro-Oeste o melhor retorno financeiro em todas as faixas etárias. Na média nacional, quando estão começando, os recém-formados em Direito (23 a 29 anos) ganham R$ 1.500. Esse salário aumenta conforme a passagem dos anos: R$ 2.800 para 30 a 49; e R$ 3 mil para acima de 50.

O pagamento médio para a faixa etária intermediária é de R$ 2 mil no Brasil, sendo que nenhuma região emprega valores menores. Nordeste, Sul e Sudeste ficam com esse total cravado, ao passo que o Norte paga um pouco melhor: R$ 2.500.

Veja os diferentes salários para a faixa um (de 23 a 29 anos) e para a três (de 50 a 64 anos) de acordo com a região:

  • Nordeste: R$ 1.200 e R$ 2.300;
  • Norte: R$ 1.500 e R$ 3 mil;
  • Sul: R$ 1 mil e R$ 2.500;
  • Centro-Oeste: R$ 1.500 e R$ 3 mil;
  • Sudeste: R$ 1.200 e R$ 2.500.

Administração
Cuidar de toda a rotina administrativa de uma empresa é mais rentável no Centro-Oeste e no Sudeste. Enquanto a média salarial do Brasil está em R$ 1.800, essas regiões pagam R$ 2 mil para os profissionais da faixa intermediária.

Com o passar dos anos, o profissional fica mais bem pago na região de Brasília, com média salarial de R$ 3 mil. Os administradores que permaneceram no Sudeste, por sua vez, perdem R$ 500 em comparação aos seus colegas daquela região. Mesmo assim, ainda ganham acima da média nacional, que fica em R$ 2.300. O restante das regiões paga abaixo da média: R$ 2 mil.

No que diz respeito à faixa etária 1, as melhores região são Sudeste e Norte, com R$ 1 mil – exatamente a média nacional para a idade. O restante paga em torno de R$ 800.

Comunicação
Um oceano de conhecimento – mas com um centímetro de profundidade. Assim pode ser descrito o profissional da comunicação, que recebe R$ 1.700 na média nacional (levando em consideração a faixa etária intermediária). Os iniciantes, por sua vez, ganham R$ 1.020, enquanto os mais experientes recebem R$ 2 mil.

De 23 a 29 anos, os pagamentos variam de R$ R$ 1.400 no Centro-Oeste; R$ 1.200 no Sudeste; R$ 1.040 no Sul; R$ 750 no Norte; e R$ 700 no Nordeste. De 30 a 49 anos eles ficam em, respectivamente, R$ 2.400; R$ 1.800; R$ 1.500; R$ 1.550 e R$ 1.200.

Acima de 50 anos, o melhor local é o Centro-Oeste, que fica em R$ 3 mil. O sudeste paga exatamente a média nacional (R$ 2 mil), ao passo que as demais regiões, Norte, Sul e Nordeste, ficam abaixo com, respectivamente: R$ 1.600, R$ 1.500 e R$ 1.300.

Ciências Contábeis
Entre calculadora, programas de computador e balanços, o profissional de Ciências Contábeis ganha, na média nacional, R$ 800 de 23 a 29 anos; R$ R$ 1.500 de 30 a 49 anos e R$ 2 mil acima de 50.

Na primeira faixa etária, a disposição de pagamentos fica da seguinte forma: R$ 1 mil para o Norte; R$ 900 para o Centro-Oeste; R$ 850 para o Sudeste, R$ 800 para o Sul e R$ 750 para o Nordeste. Na intermediária, o Centro-Oeste paga mais (R$ 1.800), seguido por Norte, Sul e Sudeste, empatados em R$ 1.500; e Nordeste, com R$ 1.370.

Os mais experientes, acima de 50 anos, ficam dispostos da seguinte maneira: R$ 2.500 para a região de Brasília; R$ 2 mil no Sudeste e no Sul; R$ 1.900 no Norte e R$ 1.800 no Nordeste.

Letras
Quem escolhe o curso de Letras começa na profissão (faixa de idade um) ganhando R$ 700 na média nacional. Esse valor passa para R$ 1 mil quando o profissional tem de 30 a 49 anos (intermediária), e sobe para R$ 1.050 acima dos 50 anos (três).

Veja os diferentes salários para a faixa um (de 23 a 29 anos), dois (30 a 49 anos) e para a três (de 50 a 64 anos) de acordo com a região:

  • Nordeste: R$ 450, R$ 700 e R$ 800;
  • Norte: R$ 720, R$ 1030, R$ 1.200;
  • Sul: R$ 600, R$ 900, R$ 950;
  • Centro-Oeste: R$ 750, R$ 1 mil, R$ 1.180;
  • Sudeste: R$ 800, R$ 1.100 e R$ 1.200.

Via: http://www.catho.com.br/dicas/
Alguns fatores, tanto internos quanto externos, contribuem para definir o salário de um executivo em uma empresa. Para identificar esses fatores, o Grupo Catho realizou uma pesquisa com 9.484 executivos de todo o Brasil.

Foram significativos, para explicar a variação do salário de executivos os seguintes fatores: cargo, idade, fluência em inglês, sexo, grau educacional, tamanho da empresa (faturamento), fator “Atividade” do teste ARSEM, o fato de a empresa contar com capital estrangeiro, a quantidade de bônus recebida e localização do emprego atual.

A análise estatística dos dados permitiu estruturar a seguinte tabela, mostrando a influência de alguns fatores na composição do salário do executivo:

Fator Acréscimo na remuneração (R$/mês)
Promoção de cargo R$ 1.226,57
A cada 5 anos de vida R$ 572,23
Fluência em inglês R$ 998,54
Aumento no faturamento da empresa R$ 829,88
Empresa com capital estrangeiro R$ 572,26
Trabalhar na Grande São Paulo R$ 572,66
Aumento a cada 10% na remuneração variável (bônus) R$ 167,07
Ser homem R$ 796,24
Aumento no grau de escolaridade R$ 633,93
Aumento de um ponto no fator “Atividade” (ARSEM) R$ 52,58

Faremos a seguir um apanhado geral das principais conclusões da pesquisa, para efeito informativo.

Salário entre homens e mulheres

  • As mulheres, em geral, ganham menos do que os homens, ainda que ocupando cargos semelhantes ou idênticos. Mulheres executivas ganham 16,2% menos que homens executivos em cargos semelhantes.

    Salário em relação a fluência na língua inglesa

  • A fluência na língua inglesa tem forte influência na remuneração dos executivos. Apesar deste dado, comprovado estatisticamente, somente 47,6% dos profissionais pesquisados declararam falar inglês com fluência.

    Para os cargos executivos mais altos, a fluência em inglês pode representar uma remuneração até 4,6 vezes maior em relação aos que não falam inglês. Na pesquisa, em todos os níveis executivos, ter fluência na língua inglesa representou uma remuneração pelo menos 50,0% maior para o profissional.

    Salário em relação à escolaridade

  • Grau de escolaridade também apresenta forte influência no salário dos executivos. Para os cargos mais altos, a variação no salário pode chegar a mais de 4,3 vezes.

    1) Em todos os cargos executivos, ter um título de mestrado representa um salário de mais de 100% maior do que aqueles que não possuem curso superior.

    2) Possuir doutorado não foi considerado um diferencial no salário, exceto para os advogados.

    A importância do salário variável

  • Quanto à participação mediana de bônus e comissões no salário dos executivos que auferem esta complementação, note-se que 55,9% dos respondentes não têm nenhum tipo de bônus ou comissões.

    Dos que recebem, o depoimento é de que o pagamento de bônus e comissões implica na cobrança de resultados.

    1) Há uma correlação entre a remuneração total bruta paga e a porcentagem de remuneração que é de bônus mais comissões.

    Comparando-se com os resultados da pesquisa “A contratação, a demissão e a carreira dos executivos brasileiros”, de agosto de 1997, houve um crescimento geral no percentual do valor médio de bônus mais comissões.

    2) Em comparação com a pesquisa “A contratação, a demissão e a carreira do executivo brasileiro”, o índice de profissionais que não recebem bônus ou comissões subiu 14 pontos percentuais.

    Registro em carteira profissional e os executivos

    Dos 9.484 respondentes, 69,3% indicaram ter registro em carteira profissional, conforme a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas).

    Isto varia de acordo com o cargo e com o tipo da empresa.

    Comparando-se com os resultados da pesquisa “A contratação, a demissão e a carreira dos executivos brasileiros”, de agosto de 1997, houve uma queda acentuada no número de registro em carteira (de 82,7% para 69,3%).

  • Em empresas familiares, 64.3% dos empregados possuem registro em carteira. Em empresas não-familiares, 71,9% dos empregados têm este vínculo empregatício.
  • Empresas com capital estrangeiro registram em carteira 86,5% dos empregados, enquanto que empresas de capital nacional registram em carteira 60,1% dos empregados.

    A importância da idade no salário dos executivos

  • 90% dos respondentes situam-se na faixa de idade que vai até os 45 anos. Os profissionais estão ainda mais jovens do que o constatado na Pesquisa “A contratação, a demissão e a carreira dos executivos brasileiros”, de agosto de 1997. A idade mediana dos profissionais continua baixando e passou de 41 para 31 anos. A faixa de idade até 35 anos compreende agora 61,9% do total de respondentes, contra 25,88% da pesquisa anterior.

    A tendência mostrada por nossas pesquisas indica que o mercado continua crítico para profissionais com idade acima de 45 anos (veja a tabela a seguir).

    Distribuição dos respondentes por idade (em %)
    Faixa de Idade Total Homens Mulheres
    De 21 a 30 anos 42.2 % 35.7 % 57.5 %
    De 31 a 35 anos 19.7 % 20.0 % 19.3 %
    De 36 a 40 anos 14.7 % 15.7 % 12.8 %
    De 41 a 45 anos 9.8 % 11.4 % 6.6 %
    De 46 a 50 anos 5.0 % 6.0 % 3.0 %
    De 51 a 55 anos 2.3 % 3.0 % 0.9 %
    De 56 a 60 anos 0.7 % 1.0 % 0.3 %
    De 61 a 65 anos 0.2 % 0.2 % 0.2 %
    Acima de 65 anos 0.1 % * 0.1 %
    Idade Mediana 31 33 28

    Tabela comparativa: idade versus salário anual mediano (R$)

    Os números parecem indicar que a verdadeira razão para discriminar executivos maduros é que eles são mais caros.

    Faturamento Idade Presidente Diretor Gerente
    Acima de
    US$ 100 milhoes
    21 a 30
    31 a 35
    36 a 40
    41 a 45
    46 a 50
    51 a 55
    56 a 60
    61 a 65
    acima de 65
    139.750,00
    136.500,00
    214.500,00
    201.500,00
    227.500,00
    214.500,00
    260.000, 00
    *
    *
    110.500,00
    143.000,00
    158.167,00
    173.333,00
    198.250,00
    201.500,00
    208.000,00
    *
    *
    53.625,00
    70.155,00
    76.853,00
    85.386,00
    93.889,00
    108.333,00
    92.300,00
    91.000,00
    *
    US$ 50 a 99 milhoes 21 a 30
    31 a 35
    36 a 40
    41 a 45
    46 a 50
    51 a 55
    56 a 60
    61 a 65
    acima de 65
    71.500,00
    *
    169.000,00
    *
    149.500,00
    201.500,00
    227.500,00
    240.500,00
    *
    58.500,00
    143.000,00
    149.500,00
    169.000,00
    149.500,00
    143.000,00
    159.250,00
    *
    *
    45.500,00
    67.826,00
    71.500,00
    81.714,00
    84.770,33
    84.500,00
    94.250,00
    *
    123.500,00
    US$ 15 a 49 milhoes 21 a 30
    31 a 35
    36 a 40
    41 a 45
    46 a 50
    51 a 55
    56 a 60
    61 a 65
    acima de 65
    88.833,33
    106.166,66
    130.000,00
    172.250,00
    185.791,66
    214.500,00
    234.000,00
    *
    *
    84.500,00
    110.500,00
    134.875,00
    110.500,00
    123.500,00
    140.833,33
    *
    *
    *
    36.947,00
    50.818,00
    62.324,00
    64.133,00
    71.500,00
    84.500,00
    91.000,00
    *
    *
    Abaixo de US$ 15 milhoes 21 a 30
    31 a 35
    36 a 40
    41 a 45
    46 a 50
    51 a 55
    56 a 60
    61 a 65
    acima de 65
    29.545,00
    49.400,00
    50.050,00
    84.500,00
    97.500,00
    84.500,00
    117.000,00
    139.750,00
    *
    31.850,00
    56.550,00
    78.929,00
    73.125,00
    87.100,00
    86.667,00
    71.500,00
    78.000,00
    *
    27.402,00
    38.350,00
    44.895,00
    50.375,00
    48.750,00
    48.100,00
    58.500,00
    *
    *

    Localização da empresa

    Ficou evidente na pesquisa a importância da localização da empresa do respondente sobre o seu salário. São Paulo continua sendo um forte pólo para as empresas e executivos brasileiros. A pesquisa indica que estão em São Paulo:

  • 54,6% das empresas com mais de US$ 100 milhões de faturamento anual
  • 51,7% das empresas com US$ 50 a 99 milhões de faturamento anual
  • 50,7% das empresas com US$ 15 a 49 milhões de faturamento anual
  • 42,2% das empresas com menos de US$ 15 milhões de faturamento anual

    As informações que permitiram a elaboração desse artigo estão sendo refinadas com mais uma pesquisa já em fase de coleta de dados, especificamente a respeito de salários. Quase 10.000 pessoas já responderam, e os dados estão sendo tratados, dentro de total confidencialidade. Somente serão divulgadas as informações estatísticas do universo de pessoas respondentes, e jamais os dados individuais. A equipe técnica do Grupo Catho desenvolveu mecanismos que impedem as informações individuais de serem divulgadas para qualquer pessoa.

    >> Pesquisa Salarial e de Benefícios Online – atualize a tabela salarial de sua empresa

  • As diferenças salariais entre Homens e Mulheres
    Por Camila Costa
    Via |
    www.catho.com.br/salario

    Apesar da aparente igualdade entre os sexos, os salários entre homens e mulheres continuam sendo diferentes. Pensando em esclarecer essa questão a Pesquisa Salarial do Grupo Catho apresenta estas diferenças salariais.

    Através do estudo realizado pode-se notar que a diferença entre os salários de homens e mulheres vem crescendo nos últimos anos. No ano de 2005 essa diferença era aproximadamente 52% a mais para o salário dos homens. Para esse ano, até o mês de Junho, essa diferença subiu para 75,38%, no geral.

    Analisando essa diferença, no mesmo período, em cada um dos níveis hierárquicos considerados nesta pesquisa, nota-se que para a maioria dos níveis houve um aumento da diferença entre salários, principalmente para os cargos mais elevados como diretores, o qual a diferença chega a aproximadamente 20%. Para os cargos de trainee, estagiários e operacionais houve uma queda na diferença salarial quando se compara os anos de 2005 e 2007. Apesar dessa diminuição a classe referente aos operacionais tem uma diferença de 45,59%, a maior diferença entre os níveis hierárquicos.

    Com relação ao faturamento (porte) da empresa tem-se que a diferença entre os salários aumentou em todos os níveis de faturamento considerados nesta pesquisa, quando se compara os anos de 2005 e 2007. Para esse ano, observou-se que quanto maior o porte da empresa maior a diferença salarial entre os sexos, exceto para as empresas que faturam mais do que R$ 300 milhões (US$ 150 milhões). A diferença salarial chega a aproximadamente 84% em empresas que faturam de R$ 150 a 299 milhões (US$ 75 a 149,5 milhões).

    Assim, conclui-se a que a diferença salarial está aumentando, principalmente em grandes cargos. Não podemos esquecer que essa diferença tem fatores ligados não somente à discriminação sexual, mas também à diferença regional e a diferença de papéis que homens e mulheres exercem na sociedade. Um estudo mais aprofundado considerando outros fatores fez-se necessário para saber realmente quais os pontos que levam essa diferença salarial.

    Assim, realizamos uma série de análises para verificar o porquê dessa diferença, e identificamos, com base na Pesquisa Salarial de Julho de 2007, cinco fatores que explicam essa diferença. São eles:

    1 – Porte de Empresa
    2 – Nível de Cargo Ocupado por Sexo
    3 – Ramo de Atividade Econômica
    4 – Empregabilidade
    5 – Escolaridade

    Nossa pesquisa contou com 53.265 respondentes em todo o território nacional, sendo 22.730 mulheres e 30.535 homens.

    1 – Porte de Empresa

    Constatamos que existe uma quantidade maior de mulheres (46%) que estão empregadas em empresas de pequeno porte (com faturamento até R$ 15 milhões). É nesta faixa de faturamento que encontramos os salários mais baixos.

    Nas grandes empresas e que pagam salários maiores (com faturamento acima de R$ 300 milhões) a porcentagem de mulheres é bem menor (28%).

    2 – Nível de Cargo Ocupado por Sexo

    Analisando o nível de cargo ocupado verificamos que as maiores porcentagens de ocupação por mulheres estão em níveis hierárquicos mais baixos que os homens.

    * Ranking Salarial – Posicionamento da Média Geral (Salários) por ordem de grandeza, do 1º (Presidência) até 12º (Estagiário).

    Exemplo:
    62% dos cargos de nível Administrativo são ocupados por mulheres, nível que ocupa o 11º lugar no ranking de Salários. No maior nível salarial (Presidente) encontramos apenas 8% dos cargos ocupados por mulheres.

    3 – Ramo de Atividade Econômica

    Exemplo:
    Na área da Saúde e Hospitalar temos que as mulheres correspondem a 66% da mão-de-obra ocupada, sendo este um dos ramos de atividade econômica que menos remuneram (12º no ranking de salários).

    O ramo de atividade com a melhor posição salarial é o Químico e Petroquímico que possuem apenas 36% de seus empregos ocupados por mulheres.

    4 – Empregabilidade

    Verificamos que a quantidade de homens com mais empregos é superior ao das mulheres, logo podemos afirmar que os homens têm uma propensão maior a mudar de emprego, o que implica na busca por maiores salários, dado representado abaixo pela maior diferença salarial entre homens e mulheres com mais de 4 empregos.

    5 – Escolaridade

    A Escolaridade é sempre um fator que explica muito bem as relações salariais, em nossa pesquisa constatamos que o percentual de mulheres com Graduação (43%) e Pós-graduação (27%) é de 70% contra 66% dos homens (28% com Pós-graduação e 38% com Graduação).

    Estes dados absolutos e isolados não explicam bem a diferença salarial entre homens e mulheres, e para tanto cruzamos os dados com o Nível de Cargo Ocupado por Sexo.

    Segmentando os dados por Sexo, Escolaridade e Nível de Cargo, constatamos maior quantidade de graduados e pós-graduados entre as mulheres que se concentram em cargos de níveis hierárquicos mais baixos, e mantendo a dianteira até o nível de Supervisão Média, a partir desse ponto a situação começa a se inverter.

    Logo podemos concluir que as mulheres estão mais preparadas que homens e, como tem propensão menor a troca de emprego, estão galgando paulatinamente posições hierárquicas maiores, minimizando assim as diferenças salariais.

    Observação:
    A razão é uma medida que mostra, em porcentagem, qual a diferença entre os salários. Por exemplo, uma razão de 52,99 deve ser lida como: há uma diferença de 52,99% entre os salários de homens e mulheres, sendo que os homens ganham mais. Se a razão é negativa tem-se que as mulheres ganham mais.

    Quanto aos Ramos de Atividade Econômica constatamos também que a porcentagem de mulheres empregadas é maior em segmentos com média salarial mais baixa.

    Acesse www.catho.com.br/salario e obtenha mais informações sobre Remuneração. Você também pode entrar em contato conosco pelo e-mail infopesquisa@catho.com.br.

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    Conheça o mercado de trabalho do jornalismo e veja como conseguir emprego

    da Folha Online

    Quem escolhe a profissão de jornalista deve se preparar, ainda na faculdade, para chegar ao mercado de trabalho com um mínimo de experiência. Durante a graduação, os estudantes devem tirar proveito dos laboratórios em diferentes áreas ou ingressar em programas de trainee mantidos pelas empresas de comunicação.

    Reprodução
    Livro oferece "caminho das pedras" para quem quer ser jornalista
    Livro oferece “caminho das pedras” para quem quer ser um jornalista

    O livro “Jornalista”, da “Série Profissões”, da Publifolha, é uma fonte de informação para quem pensa em optar por esse curso.

    Veja um capítulo do livro que traz dicas para o estudante colocar em prática a teoria e facilitar o acesso ao primeiro emprego e os dez mandamentos que um futuro jornalista deve saber.

    *

    Portas de entrada para o mercado de trabalho

    Para complementar o ensino teórico em sala de aula, as escolas de comunicação social de melhor nível desenvolvem, como meio de acesso à prática do jornalismo, a produção de diferentes produtos jornalísticos, entre os quais periódicos feitos pelos próprios alunos e que, em alguns casos, são distribuídos para a comunidade do campus ou para os moradores do bairro em que atua.

    Os veículos mais comuns são jornais e revistas, mas há instituições que também produzem sites e programas de rádio e TV. Esses veículos, estruturados como disciplinas obrigatórias do curso de graduação, têm a função de preparar os alunos para o mercado de trabalho, e os estudantes participam de todas as etapas do desenvolvimento: reunião de pauta, reportagem e edição de textos. “Esses laboratórios são a melhor maneira de preparar o aluno para o mercado de trabalho. Por isso é imprescindível que ele participe ativamente”, afirma Cristiane Finger, coordenadora do curso de jornalismo da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

    Outra modalidade de prática que vem se tornando comum nas escolas de jornalismo são as empresas juniores. Além de preparar o jovem para o dia-a-dia profissional, representam eficiente meio de acesso ao mercado de trabalho. Muitos dos estudantes que passam por essa etapa acabam sendo contratados por empresas para as quais já prestaram algum tipo de serviço enquanto estagiavam nas juniores.

    O ingresso em programas de trainee promovidos por veículos de comunicação também se destaca como um caminho para pôr em prática o que se aprende durante o curso, além de facilitar o acesso ao primeiro emprego. Os estágios independentes, divulgados em anúncios nos murais das escolas, também podem ser uma alternativa, desde que não se transformem em subempregos.

    Laboratórios e empresas juniores
    Criadas na década de 1980 nas escolas de administração e economia, as empresas juniores funcionaram como um laboratório de prática profissional durante os estudos. O modelo de ensino fez tanto sucesso que foi copiado por outros cursos, e hoje há juniores especializadas nas mais variadas áreas: administração, economia, direito, comunicação etc.

    A J Júnior, formada por alunos do curso de jornalismo da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, foi criada em 2004 pelos próprios alunos. Com pouco tempo de vida, a empresa ainda possui poucos trabalhos em seu currículo, mas alguns significativos, como a produção de conteúdo e o design do site da Pró-reitoria da USP e a cobertura de eventos para a Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. “A J Júnior atua mais na área de assessoria de imprensa. Essa é uma área que estudamos no curso de jornalismo, mas não havia laboratório para que colocássemos em prática o aprendizado. Por isso, o trabalho na júnior é uma boa oportunidade para chegar a esse estágio”, afirma a editora Cássia Alves, aluna do 1º ano de jornalismo, que estagia na J Júnior desde março de 2005. O trabalho desenvolvido pela J Júnior também envolve a organização de eventos para os alunos do curso de jornalismo, como palestras e workshops.

    O quadro de “funcionários” das empresas juniores é composto exclusivamente por estudantes, que estagiam sob a orientação de professores. O dinheiro arrecadado com os trabalhos realizados é investido em equipamentos e manutenção. Os critérios de seleção dos participantes variam de uma instituição para a outra, mas, em todos os casos, prevêem entrevistas e provas práticas.

    A modalidade de núcleo de prática mais comum nas escolas de jornalismo, contudo, são os veículos de comunicação estudantis. Trata-se de jornais, revistas, sites, programas de rádio e TV feitos pelos próprios alunos e distribuídos para a comunidade do campus ou para os moradores dos bairros vizinhos à escola. Os cargos dentro das redações são preenchidos pelos alunos, orientados por professores. As matérias são factuais e podem tratar dos mais variados assuntos.

    Há 25 anos o Jornal do Campus é distribuído para a comunidade da USP. Com tiragem de 10 mil exemplares, em cores, no formato standard, o semanal trata do cotidiano da maior universidade pública do país. “O objetivo é colocar o aluno em contato com o dia-a-dia profissional que ele vai encontrar quando sair da faculdade”, explica a professora Cristiane Finger.

    Algumas escolas possuem núcleos de prática que aproximam o aluno de todos os tipos de veículos de comunicação. Além de um jornal, uma revista, um programa de rádio e um site, os alunos do curso de jornalismo da PUC do Rio Grande do Sul, por exemplo, fazem um programa informativo semanal, o TV Foca, que é transmitido em Porto Alegre pelo canal 15 da Net. “Quando eles vêem o resultado do trabalho que fizeram, há um comprometimento maior de todos”, acredita Finger. Os chamados laboratórios de prática complementam o currículo do curso de jornalismo, por isso é obrigatória a participação do aluno em todas as modalidades.

    Estágios e programas de trainee
    Dirigidos aos estudantes que ainda estão se graduando, os estágios em empresas de comunicação tornaram-se um caminho natural para o ingresso no mercado de trabalho. O jovem pode aprimorar os conhecimentos adquiridos na escola na vivência diária em uma redação e no contato com profissionais experientes. Quem possui no currículo estágios em empresas renomadas invariavelmente tem mais chances de conseguir uma vaga quando sai da faculdade. Algumas vezes as expectativas correspondem à realidade, e muitos aprendem com os colegas mais experientes e são contratados depois de formados.

    No entanto, o mais comum é encontrar subempregos disfarçados de estágio, nos quais jovens estudantes de jornalismo são submetidos a serviços incompatíveis com sua qualificação, em extenuantes jornadas de trabalho, a troco de uma “ajuda de custo”. Para piorar, ao se submeter a esse tipo de estágio na expectativa de assegurar um emprego quando formado, o estudante acaba tirando o trabalho de um profissional experiente. Essa prática se tornou tão comum que, em vez de representar minoria, em algumas redações o número de estagiários supera o de profissionais formados e com experiência.

    Por isso, o estágio em jornalismo, apesar de não ser proibido legalmente, sempre foi visto com desconfiança pela classe. “Sou a favor do estágio quando ele acrescenta algo ao repertório do aluno e não atrapalha os estudos. Do contrário, acho que o aluno deve priorizar sua formação”, acredita o professor Coelho Sobrinho, da ECA.

    Para evitar que o estudante seja explorado e que os profissionais sofram com essa prática, os sindicatos de jornalistas de alguns estados estabeleceram regras para o estágio. O Programa de Estágio Acadêmico, criado em 2001 pelo Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, prevê que os estágios só podem ser feitos mediante convênio entre a escola e a empresa. As instituições de ensino que participam do programa de estágio devem ter um ou mais professores responsáveis pelo acompanhamento do desenvolvimento dos alunos.

    Além disso, os estágios devem ter um período de duração de seis meses, podendo ser renovado, mas obedecendo a uma rotatividade entre os alunos de uma mesma instituição de ensino. A jornada diária para o estagiário não deve ultrapassar cinco horas, e o estudante deve receber uma bolsa-escola equivalente a, no mínimo, 60% do piso salarial da categoria, acordado entre os sindicatos dos profissionais e das empresas.

    Por ser ainda estudante, o estagiário não deve se responsabilizar por atividades que não correspondam à sua condição de aprendiz, tais como a responsabilidade pela veiculação de material jornalístico ou outra atividade definida como privativa do jornalista profissional, de acordo com o Decreto no 83.284, de 13 de março de 1979, que regulamenta a profissão.

    Entre as atividades que podem ser desenvolvidas pelos estagiários, estão as seguintes:
    - clipping (pesquisa de material publicado pelos veículos de comunicação);
    - rádio-escuta (acompanhamento de noticiário divulgado pelos veículos eletrônicos);
    - mailing/follow up (envio e confirmação de recebimento de material enviado para os veículos pelas assessorias de imprensa);
    - pesquisa (coleta prévia de material a respeito de determinado assunto, para elaboração da pauta);
    - agenda (agendamento e confirmação de entrevistas);
    - paginação eletrônica (aplicação de textos e fotos em sites);
    - arquivamento (de fotos, vídeos, fitas cassete e textos).

    Para obter mais informações sobre estágios, entre em contato com a coordenadoria do curso de jornalismo da escola que você deseja cursar. Os jornalistas recém-formados também podem encontrar boas oportunidades de trabalho nos programas de trainee promovidos por empresas de comunicação. Um dos mais famosos é o Curso Abril de Jornalismo, idealizado pela Editora Abril e aberto a jornalistas recém-formados, designers e fotógrafos do país inteiro. O curso foi criado em 1984, com o objetivo de descobrir novos talentos na área de comunicação, treiná-los e aproveitá-los nas redações da própria editora.

    As aulas acontecem durante quatro semanas, nas quais os alunos participam de workshops e palestras e, sob a orientação de profissionais da casa, produzem a Plug, revista-laboratório cuja fonte são as publicações da Abril, como Veja, Playboy, Capricho e Nova. Assim como em outros programas de trainee, os critérios de seleção incluem boa redação, no caso dos jornalistas, e capacidade de trabalhar em grupo. Busque informações sobre datas de inscrição e documentos necessários para se candidatar a um desses programas nos sites das empresas de comunicação (jornais, emissoras de rádio e TV).

    Dez mandamentos do futuro jornalista
    1. O domínio da língua portuguesa é requisito básico na profissão. Habitue-se a ler diariamente jornais, revistas e livros e a manter-se atualizado com os demais meios de comunicação.
    2. Prepare-se para passar alguns sábados e domingos dentro de uma redação ou na rua apurando uma matéria. A notícia não cumpre agenda e precisa ser divulgada todos os dias, sem descanso.
    3. Saiba que o trabalho em equipe é importante na profissão. Ouça o que as pessoas têm a dizer, aprenda com os mais velhos e respeite os mais jovens. O jornalismo é uma carreira dinâmica, e nada melhor do que construir uma sólida rede de contatos.
    4. Nem o melhor dos jornalistas sabe tudo de todos os assuntos. Seja humilde e, em dúvida, não tenha vergonha de perguntar.
    5. Domine as ferramentas básicas de informática e aprenda um ou mais idiomas, em especial o inglês.
    6. Descubra “quem é quem” na área; mais do que isso, saiba construir sua rede de relacionamento, sua network, importante em qualquer carreira, principalmente na área de comunicação.
    7. Seja curioso, busque novos conhecimentos e amplie seus horizontes. Um bom jornalista tem na bagagem um vasto repertório de informações.
    8. Seja ético e honesto em seu trabalho, pois só assim conseguirá o respeito e a credibilidade que o distinguirão na carreira.
    9. Procure especializar-se numa área pela qual você tenha interesse genuíno.
    10. Valorize a vida acadêmica e desenvolva senso crítico para ingressar e permanecer no mercado de trabalho.

    “Jornalista”
    Editora: Publifolha
    Páginas: 144
    Quanto: R$ 21,90
    Onde comprar: Nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Publifolha

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    Profissionais dão dicas para estudantes conseguirem vaga no mercado publicitário

    da Folha Online

    O livro “Publicitário” , da “Série Profissões” da Publifolha, reúne os dados mais atualizados sobre a carreira e fornece todas as indicações para que o estudante faça a escolha certa na hora do vestibular.

    Divulgação
    Livro aponta os melhores cursos e as especialidades da publicidade
    Livro aponta os melhores cursos e as especialidades da publicidade

    Veja abaixo um capítulo do livro que reúne dicas para os futuros publicitário:

    *

    COMO CONSEGUIR O PRIMEIRO EMPREGO

    Durante muito tempo, as atividades da área de publicidade e propaganda foram exercidas por profissionais que aprenderam o ofício na prática. Em determinado momento, a carência de mão-de-obra qualificada levou as agências a contratar funcionários inexperientes e treiná- los para o trabalho. Finalmente, surgiram as escolas de publicidade e propaganda, que, embora representassem um grande avanço, não evitaram que os alunos tivessem de buscar experiência fora das salas de aula para atender às necessidades de um mercado cada vez mais técnico e mais exigente.

    “Hoje, a experiência profissional é imprescindível para o recém-formado que está em busca de um emprego”, afirma o professor Luiz Fernando Garcia, diretor nacional do curso de comunicação social da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo. A consultora de recursos humanos da Catho Online, Camila Alves, que trabalha com recolocação de pessoal, confirma essa idéia: “O mercado precisa de profissionais que já cheguem prontos. Poucas empresas estão dispostas a treinar mão-de-obra”.

    Na expectativa de complementar o ensino dado em sala de aula com a prática profissional, boa parte das escolas de comunicação social mantém agências de publicidade experimentais e empresas juniores. Ambas, além de cumprir a função primordial de preparar o aluno para o dia-a-dia da carreira, invariavelmente são a porta de entrada para o mercado de trabalho. “Aqui na ESPM, boa parte dos jovens que estagiam na agência já sai com um emprego”, revela o professor Heraldo Bighetti, coordenador da agência experimental mantida pela faculdade.

    Isso acontece porque esses núcleos servem também como vitrine para o talento dos estudantes. Muitos dos alunos que passam pelas agências experimentais são contratados por empresas para as quais já prestaram serviço enquanto estagiavam; outros são indicados por seus orientadores para ocupar vagas no mercado, e um terceiro grupo usa a experiência adquirida e comprovada no currículo para conseguir um emprego. “Hoje, as agências experimentais e as empresas juniores funcionam como um filtro no mercado publicitário. Os empregadores sabem que quem passou por elas teve a oportunidade de errar, acertar e, principalmente, aprender bastante. Por isso está mais apto para o trabalho”, afirma o professor Garcia.

    Empresas juniores e agências experimentais
    Criadas no fim da década de 1980 nas escolas de administração e economia, as empresas juniores funcionam como um laboratório de prática profissional durante os estudos. O modelo de ensino fez tanto sucesso que foi copiado por outros cursos, e hoje há empresas juniores especializadas nas mais diferentes áreas, entre as quais direito e comunicação.

    A agência de comunicações EcaJr., da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, nasceu em 1991, por iniciativa dos próprios alunos. Em seu portfólio consta uma série respeitável de trabalhos realizados, como logomarcas, vídeos institucionais, vinhetas para rádio e TV, layouts de embalagens, anúncios para outdoors e planos completos de comunicação. Na relação de clientes estão empresas de diferentes portes, nacionais e multinacionais. “As responsabilidades e as oportunidades que são dadas aqui dificilmente surgiriam em outro estágio. Com certeza, esse conhecimento ajudará a incrementar o meu currículo”, acredita o diretor de atendimento e planejamento da EcaJr., Marco Sinatura, aluno do 2o ano do curso de publicidade e propaganda na ECA.

    Marco fala com experiência de quem viu muitos de seus ex-colegas ingressarem em empresas de prestígio no mercado publicitário. “O pessoal que sai da júnior tem mais chances de se dar bem.Tenho amigos que estão na DM9, na Thompson, na McCann Erickson e em empresas multinacionais. Isso acontece porque aqui o aluno também tem a oportunidade de ampliar seu network (rede de contatos)”, conta, mostrando familiaridade com o jargão da profissão.A consultora de carreiras Marisa da Silva concorda, mas observa que o network deve começar desde o primeiro dia do curso, dentro da sala de aula: “No futuro, o jovem que está sentado a seu lado poderá indicá-lo para um trabalho”.

    O quadro de integrantes das empresas juniores é composto apenas de estudantes, que estagiam sob a orientação de professores, prestando serviço profissional para diferentes empresas. O dinheiro arrecadado com os trabalhos é investido em equipamentos. Os critérios de seleção diferem de uma instituição para outra, mas, invariavelmente, incluem entrevistas e provas práticas.

    Outra modalidade de núcleo de prática existente em algumas escolas de publicidade e propaganda é a agência experimental. Os serviços prestados se assemelham aos desenvolvidos por uma agência profissional, já que todas possuem departamentos de atendimento, planejamento e criação os planos de mídia só são desenvolvidos em casos especiais e com o auxilio de profissionais externos, contratados exclusivamente para a função.

    Criada em março de 1995, a agência ESPM mantém em suas dependências também um setor de internet, para a produção de peças de criação e manutenção de sites, além de anúncios para a web. “Aqui eles conhecem os diferentes departamentos de uma agência e são responsáveis por todas as etapas do trabalho, do atendimento à criação. Assim todos têm a oportunidade de exercitar o que aprenderam em sala de aula”, explica o professor Heraldo Bighetti, coordenador da agência ESPM. Assim como ocorre nas juniores, a verba arrecadada nas agências é utilizada para a compra de novos equipamentos. Os critérios de seleção, que variam de uma escola para outra, costumam prever provas práticas e entrevistas.

    Estágios
    Dirigidos aos estudantes que ainda estão se graduando, os estágios em agências e empresas particulares se tornaram um caminho promissor para o ingresso no mercado de trabalho. Para o empregador, independentemente de sua área de atuação, a contratação temporária dos serviços de um estudante pode apresentar muitas vantagens, pois, além de muita disposição, o estagiário é sinônimo de mão-de-obra de custo baixo. Em São Paulo, por exemplo, a média salarial de um estagiário da área publicitária varia de dois a quatro salários mínimos, mais ajuda de custo para refeições e transporte.

    Em Porto Alegre, os valores ficam entre um e dois salários mínimos, mais transporte e alimentação. A mesma média de remuneração se registra em algumas cidades do Nordeste, como Recife. “Em São Paulo os salários são maiores, mas ao fazer os cálculos é preciso levar em consideração o alto custo de vida na cidade”, comenta o professor Garcia.

    Para muitos estudantes, estagiar numa grande agência ou numa empresa de renome é uma oportunidade única de aprender com profissionais experientes os segredos da profissão e, de quebra, garantir um emprego. Algumas vezes as expectativas correspondem à realidade, e muitos acabam sendo contratados depois de formados. No entanto, é comum ver jovens estagiários se submetendo a serviços menores, que nada acrescentam ao aprendizado de um estudante de publicidade e propaganda, na esperança de conseguir uma oportunidade melhor na empresa.

    A consultora em recursos humanos da Catho On-line, Camila Alves, diz que é muito difícil distinguir os estágios sérios, que oferecem chances reais de aprendizado aos estudantes, dos que transformam o jovem num faz-tudo. De qualquer forma, ela afirma que, “por pior que seja, o estágio é uma etapa muito importante na vida do estudante, e sempre é possível tirar proveito da situação”. Para isso, Camila dá algumas dicas:

    - Não fique esperando que o trabalho venha até você. Seja proativo, demonstre interesse em aprender e cave você mesmo as oportunidades. Se for convidado a tirar algumas cópias de documentos para se sentar ao lado do diretor de criação de uma agência e aprender como surgiu a idéia para aquela campanha, não se negue.
    - Encare o estágio como uma boa oportunidade para incrementar seu network, faça muitos contatos e seja cordial com seus colegas pode ser que, lá na frente, você os reencontre na hora de buscar um novo emprego.
    - Nunca demonstre má vontade diante de seus superiores nem se desligue da empresa de forma brusca. Os chefes são fiéis uns aos outros e, invariavelmente, pedem referências de seus novos contratados.
    - Se você desconfiar que está sendo mal aproveitado, antes de desistir faça uma avaliação e veja quais são as suas perspectivas de crescimento dentro da empresa. Se elas forem mínimas, converse com seu superior, agradeça a oportunidade que lhe foi dada e diga que vai partir em busca de novos desafios.

    Programas de trainee
    Para quem procura uma vaga dentro das empresas, os programas de trainee também representam uma boa opção. “Nesses programas, jovens com boa formação são treinados para desempenhar funções dentro da companhia”, explica o professor Garcia. Um pouco diferentes dos estágios, os programas de trainee se destinam a estudantes que já estão concluindo a graduação e para os que se formaram há menos de dois anos. Por isso os salários costumam ser mais atraentes do que nos estágios, já que, supostamente, se trata de pessoas mais experientes, com bagagem para atuar no mercado de trabalho.

    Assim como os estagiários, os trainees também não têm garantia de emprego no fim do treinamento. No entanto, como o termo em inglês sugere, programas de trainee são abertos para que mão-de-obra especializada seja treinada para ocupar postos dentro da empresa. Portanto, as chances de contratação costumam ser boas.

    Diferentemente dos estagiários, os jovens recrutados para um desses programas de treinamento têm a oportunidade de passar por vários departamentos e aprender com profissionais tarimbados. “Há empresas que chegam a contemplar seus candidatos com cargos de gerência assim que concluem o estágio.Tudo depende do desempenho de cada um”, explica a consultora Marisa da Silva.

    Para ser selecionado num programa de trainee é preciso preencher alguns requisitos e ainda contar com a sorte, pois o nível dos candidatos é parecido. Entre os critérios de seleção estão fluência em um ou mais idiomas e experiência comprovada no currículo, seja nos núcleos de prática da própria escola, seja em estágios em empresas.

    Em alguns casos, uma especialização também pode ser o fator de desempate entre os inscritos. “Os currículos são muito parecidos. Todos fizeram faculdade, todos estudaram inglês. Então, a dica é entender o que o mercado procura e, a partir daí, usar a criatividade para buscar um diferencial e conseguir um lugar melhor na fila”, conclui o professor Garcia.

    A consultora Marisa da Silva ainda relaciona algumas informações úteis para quem pretende se candidatar a trainee:

    - Algumas empresas submetem os jovens a dinâmicas de grupo, em que são obrigados a desenvolver trabalhos propostos pelos avaliadores. Nesse caso, a capacidade de trabalhar em equipe é uma das competências mais importantes. Demonstrar liderança, sem ser arrogante, e conseguir influenciar o grupo com suas idéias também são qualidades que contam pontos.
    - Algumas avaliações incluem a apresentação de uma proposta fictícia de projeto, com a utilização de programas gráficos. Por isso é necessário conhecer algumas ferramentas de informática. Nesse tipo de teste, os examinadores levam em consideração a capacidade de organização e de comunicação.
    - Por fim, nunca é demais frisar que o conhecimento do inglês é fundamental, já que muitas empresas submetem seus candidatos a uma entrevista nesse idioma.

    “Publicitário”
    Autor: Publifolha
    Editora: Publifolha
    Páginas: 120
    Quanto: R$ 21,90
    Onde comprar: nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Publifolha


    Débora Aguiar comanda um escritório que cria e executa projetos pelo Brasil e no exterior

    Rosana Ferreira

    Trabalhar muitas horas por dia e passar fins de semana mergulhado no trabalho pode, sim, trazer prazer e satisfação. Esse perfil de profissional existe e até já ganhou uma definição própria: worklover (pessoa que ama o trabalho). A tese é defendida pelo Laboratório de Psicologia do Trabalho da Universidade de Brasília (UnB), que, por meio de estudos e pesquisas concluiu: o trabalho é prazeroso. Esse conceito é um contraponto à idéia de que toda pessoa que trabalha demais é workaholic, isto é, um viciado em trabalho, que tem sua vida profissional e pessoal afetada de forma negativa.

    » Produtividade vale mais que horas trabalhadas
    » vc repórter: mande fotos
    e notícias

    » Chat: tecle sobre o assunto

    “Existe uma confusão na relação entre trabalho e prazer, que define como viciados todos que trabalham demais. Nos nossos estudos ao longo de 30 anos, sempre que fazemos diagnóstico de trabalho encontramos pessoas apaixonadas pelo que fazem, e isso é uma constatação de uma relação sadia com o trabalho”, conta o professor Wanderley Codo, membro e pesquisador do Laboratório de Psicologia do Trabalho da UnB, autor do livro Por uma Psicologia do Trabalho (Casa do Psicólogo).

    Diferenças
    Apesar dos dois perfis apresentarem uma característica em comum – a total dedicação ao trabalho -, há diferenças gritantes entre worklovers e workaholics. O primeiro gosta do que faz e se envolve com aquilo que está fazendo. “Essa dedicação de horas ao trabalho não se traduz em vício nem traz grandes prejuízos à sua vida pessoal”, explica Codo. Segundo ele, o worklover sabe que pode transformar o mundo, além de sentir e viver essa transformação. Por exemplo, o trabalho do marceneiro permite que ele transforme árvores em móveis. Com isso, ele muda o mundo e as outras pessoas que usam esses móveis. Portanto, são profissões que permitem que o trabalhador acompanhe todo o processo, do começo ao fim. “Muitas empresas com visão moderna estão banindo as linhas de montagem, em que o funcionário executa uma única parte do processo, sem ver o resultado final”, explica.

    “Um novo desafio é o que mais me motiva. A criação e o projeto me dão, sem dúvida, muito prazer, mas o planejamento das metas, de cada etapa de desenvolvimento e o resultado final, com o olhinho do cliente brilhando, são aspectos insuperáveis. Executamos praticamente tudo que planejamos, e isso é uma benção”, relata a arquiteta Débora Aguiar, de São Paulo, uma verdadeira worklover. Ela comanda um escritório responsável por projetos divididos em arquitetura e decoração de interiores residenciais, corporativos, comerciais e imobiliários em vários estados brasileiros. Além disso, marca presença em projetos fora do Brasil (Estados Unidos, Canadá, Argentina, Angola, Emirados Árabes e África do Sul) e nas principais mostras do setor, como Casa Cor.

    Ao contrário do workaholic, o worklover tem vida própria, ou seja, namora, pratica esportes, convive com a família, viaja, faz programas sociais nos fins de semana. Débora encontra tempo para colocar a leitura em dia, ir ao cinema, fugir para a natureza e está até aprendendo a velejar com o marido, Beto Pandiani.

    Outro exemplo é Roberto Chade, 36 anos, presidente da Dotz, um programa latino-americano de recompensas na internet. Apesar de administrar cerca de 70 empresas de diversos segmentos que são parceiras do programa e mais de 2 milhões de clientes (consumidores finais), que têm à disposição cerca de 15 mil produtos e serviços como opção de compra, ele não reclama e encontra tempo para a mulher, dois filhos pequenos (4 e 6 anos) e ainda pratica esportes. Acorda às 5h da amanhã, trabalha um pouco em casa, toma café com a família, faz ginástica e vai para o escritório, onde passa o dia. Procura chegar em casa por volta das 20h para encontrar os filhos ainda acordados, depois termina as pendências do dia e vai dormir por volta das 23h. “Mas fico ligado 24 horas por dia. É comum acordar à noite com alguma idéia e voltar a trabalhar, ou pensar em algo do trabalho no chuveiro, num jantar”, conta.

    Já o workaholic mantém uma relação negativa com o trabalho. “É o indivíduo que foge da realidade de sua vida por meio do trabalho. E isso acontece em qualquer tipo de vício, como o da bebida”, explica Codo. Em geral, esse indivíduo passa muitas horas na empresa, faz horas extras, não desliga do trabalho fora da empresa, vive estressado, tem problemas de saúde, não encontra satisfação na sua vida sexual, afetiva e familiar. Tem dificuldades de se relacionar, não faz muitos amigos e, ao invés de tentar resolver essas questões, “mergulha” no trabalho, um território conhecido, onde não encontra tais dificuldades. Para explicar essa relação, Codo faz uma analogia com a comida: “Comer dá muito prazer se a pessoa tiver uma bela refeição, mas há outros indivíduos que não param de comer”.

    Especial para Terra

    Por que Santa Catarina foi considerada o melhor estado do Brasil para Turismo? Alguma dúvida?

    O que faz o profissional (Via IKWA)

    Viajar pelo mundo afora, conhecer novas culturas e aproveitar momentos de lazer não é bem a realidade do bacharel de turismo. Ao contrário. Este profissional estuda e trabalha muito para oferecer esses momentos para as outras pessoas. Ele gerencia a organização de viagens de lazer ou negócios, feiras, congressos e exposições. Cuida de tudo que se relaciona ao turismo: faz reservas, providencia o transporte, verifica a qualidade de hotéis, negocia preços de passagens e hospedagem, organiza passeios e excursões e presta todo tipo de assessoria ao cliente. Além disso, gerencia atividades em hotéis, empresas de eventos ou de transporte e parques temáticos. Pode também coordenar a exploração turística de uma região, promovendo e divulgando as atrações do local. É importante que este profissional fale pelo menos dois idiomas, tenha facilidade de se comunicar, iniciativa e boa formação cultural, pois em seu trabalho está em contato com pessoas de várias partes do mundo.

    O curso

    Dia-a-dia

    Ideal para quem gosta de pôr a mão na massa, este curso tem muitas atividades práticas. Os alunos são estimulados a desenvolver projetos de planejamento turístico, fazer visitas e viagens técnicas e participar de outras atividades que os colocam em contato com o dia-a-dia profissional. Você também terá aulas no laboratório cartográfico, onde aprenderá a traçar roteiros turísticos. Aproveite o tempo livre para estudar idiomas, fundamental para o exercício da profissão. E quanto mais línguas você falar, melhor. É importante também participar de eventos extracurriculares, como seminários, palestras, oficinas e workshops, para se aproximar da rotina da profissão e se manter sempre atualizado. Para se formar, é preciso cumprir um período de estágio obrigatório.

    Disciplinas

    O currículo dá ênfase às disciplinas da área de humanas, como história, geografia, sociologia e português. Na parte profissionalizante, você vai estudar matérias específicas da área, como direito e legislação sobre o turismo, planejamento turístico, bens culturais, patrimônio cultural, lazer e recreação, meios de hospedagem, sistemas de transportes, entre outras. Algumas faculdades também oferecem aulas de línguas estrangeiras, mas só com elas você não tem como adquirir fluência no idioma. Ao escolher a instituição em que irá estudar, fique atento para as diferenças de currículo. Alguns cursos são focados em administração, outros em determinados aspectos do turismo, como o ecoturismo.

    Ingressando no mercado

    Fazer estágio é a melhor forma de conhecer o ritmo de trabalho e acumular experiência, além de ser a principal porta de entrada do mercado de trabalho. Por isso, tente estagiar além do período obrigatório exigido para se formar. Outra dica é participar de projetos de monitoria e iniciação científica para complementar sua formação.

    Mercado de Trabalho

    Com dimensão continental, o Brasil está começando a aproveitar melhor seu potencial turístico. Prova disto é o crescimento do setor ano a ano. Só em 2006, os postos de trabalho cresceram 21% nas empresas de turismo. Esse aumento é resultado de investimentos e oportunidades criadas pela iniciativa privada, por meio da abertura de novos empreendimentos e da ampliação de negócios turísticos por todo o Brasil. O mercado de trabalho oferece um grande leque de opções: agências de viagens; empresas organizadoras de eventos; companhias do setor de alimentos e bebidas, de transporte aéreo, rodoviário e marítimo; hotéis e outros meios de hospedagem; empreendimentos de entretenimento e lazer; entre outros. As especialidades em alta atualmente são planejamento, hotelaria e turismo ecológico. Agências especializadas em ecoturismo e esportes radicais, como rafting, escalada e mergulho, e em assessoria a municípios que querem explorar seu potencial turístico são nichos em crescimento. Outro profissional bastante requisitado, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, é o especializado em turismo de negócios, que é contratado para organizar eventos e exposições.

    Teia das Profissões (Via Ikwa)

    Turismo

    Via: Universia

    Os valores importantes para a juventude atual diferem dos de 30 anos atrás. Saiba como os professores estão enfrentando essa situação

    Não deixe de ler

    Recente pesquisa feita pela MTV brasileira, o Dossiê Universo Jovem, com participação de jovens de 15 a 30 anos das classes A, B e C de São Paulo, Salvador, Brasília, Rio de Janeiro e Porto Alegre, apontou resultados significativos. Beleza virou de uma vez por todas um valor assumido, importante arma de conquista, e ganhou a atenção dos jovens: 37% definiram como principal característica de sua geração “ser vaidosa/preocupada demais com a aparência“.

    Além disso, 8% declararam que “certamente estariam dispostos a ser 25% menos inteligentes se pudessem ser 25% mais bonitos”, e outros 7% declararam que “provavelmente abririam mão de 25% de sua inteligência em troca da mesma porcentagem em beleza”.

    As respostas dão uma idéia de como está o perfil da juventude brasileira atual. Não se pode generalizar, mas, de uma maneira geral, é possível avaliar os valores considerados importantes para os jovens. Estar na universidade é questão de status. Adquirir conhecimento está em segundo plano.

    Mudança de público

    Com este perfil de alunos diferentes do passado, como fica a relação aluno-professor? “Na verdade, a relação interpessoal é relativa, tem um limite. Acho que o mais importante é que se consiga motivar os alunos para que possam fazer as coisas pedidas e respeitar o professor. Hoje, o desafio é motivar o estudante para que ele acredite em tudo o que está acontecendo e não entenda o curso apenas como uma preparação para o mercado de trabalho”, aponta o professor de Comunicação Social da São Marcos (Universidade São Marcos) e da USP (Universidade de São Paulo), Luiz Fernando Santoro.

    Já a professora do mestrado em Educação da PUC-Minas, Maria Inez Salgado de Souza, acredita que há uma crise na relação entre professores e alunos em geral, no sistema público e no privado. “No Ensino Básico essas crises de relacionamento se refletem em atitudes mais agressivas, que chegam até uma situação-limite. Nos sistemas privados de ensino o aluno já é mais contido, mas mesmo assim eu acredito que há uma dificuldade de ordem diferente. Não é a questão do respeito, mas do valor que é atribuído ao professor”, observa.

    Os alunos de escolas privadas consideram o professor apenas uma ponta do sistema. Como não é visto como peça-chave, o estudante acha que não deve tanto respeito ao professor. Mas por outro lado, acha que o docente deve a ele várias obrigações. “No Ensino Superior há alguns conflitos em termos menores pelo fato do aluno já ser adulto e vir de outros momentos e segmentos que o educaram. Acredito que ao chegar na universidade há um fator de aumento da compreensão e empatia entre professor e aluno. Mas há casos também de conflitos, por exemplo, de aluno pedir para o professor ser mandado embora”, explica Maria Inez.

    Há 30 anos…

    Antigamente, os valores de disciplina e respeito pelos professores, os “mestres”, eram muito cultuados pela sociedade. O tratamento era na base do “senhor”, “senhora” e não era admitido chamar um mestre por “você”. De uma forma ou de outra, a relação entre alunos e professores era mais distante se compararmos aos dias de hoje. É claro que a maioria dos professores não se incomoda de ser chamada por “você”. O grande problema hoje é o desrespeito que essa informalidade pode ter acarretado.

    “A primeira coisa que mudou, na minha opinião, é que havia uma relação de respeito um pouco maior. Além disso, como não existiam tantas universidades e nem tantos professores, a impressão que eu tenho é que aqueles que estavam na carreira acadêmica tinham um status muito maior junto aos alunos”, aponta Santoro.

    Hoje, com a facilidade de se abrir cursos de graduação, surgem muitas novas faculdades e, por esse motivo, pode haver pessoas de diferentes formações dando aula, nem sempre de qualidade comprovada, segundo Santoro. “A diferença principal há 30 anos é que os professores eram ídolos respeitados, talvez por não existirem tantos e nem tantas faculdades. Tem gente que vai dar aula e não tem noção de didática, não tem a menor experiência acadêmica e nem profissional, e dar aulas vira uma opção pela necessidade. Deste jeito é muito difícil esperar que os alunos o respeitem”, completa o professor da São Marcos.

    “A sociedade atual olha os professores com outros olhos, como uma peça da engrenagem que está processando diplomas para quaisquer alunos que possam pagar. Com isso, ele se torna um objeto e não um sujeito daquilo que ele faz e ensina. Isso realmente faz com que se diminua o valor de um mestre, o valor de uma pessoa capacitada a ensinar”, destaca Maria Inez.

    Como lidar

    Que lidar com determinadas classes não é fácil, quase todo professor concorda, mas como fazer com que os momentos em sala de aula não se tornem uma guerra? “A primeira coisa é respeitar os estudantes, não transformá-los em clientes que têm sempre razão e muito menos considerá-los incompetentes, achar que eles passaram por um vestibular fácil e que jamais serão bons profissionais”, afirma Santoro.

    Já a professora Maria Inez acredita que essa é uma questão bastante difícil para a qual não há receita mágica. “Diria que, na verdade, isso não tem uma resposta pronta. Cada professor tem de uma forma de enfrentar esse tipo de situação”.

    É importante que o professor não se influencie pelo mau comportamento da sala e deixe de transmitir conhecimento, afinal, esse é o papel dele. Se ele estiver à frente de 80 alunos que não querem prestar atenção, mas mesmo assim cumprir sua função, conseguirá ser respeitado. “Procurar dar a melhor aula, mesmo para alunos que muitas vezes não estão nem aí, esse é o grande desafio. A gente tem que exigir sempre o melhor, mostrar os problemas, os erros. É um trabalho desgastante por parte do professor, mas muito válido”, comenta o professor Santoro.

    Além de estimular os alunos, o professor precisa de um motivo pessoal para não pensar em largar tudo. Conseguir isto também é muito complicado. O professor que trabalha dando aulas pela manhã, tarde e noite pode ter dificuldade em ser motivado, por conta da rotina. Como sugestão a esse problema, a professora do mestrado em Educação da PUC-Minas pensa que o corpo docente precisa ser mais bem assistido e amparado. “Para o futuro e para já, todas as instituições precisam pensar em um apoio ao docente. Um centro que pode ter vários tipos de suporte: institucional, psicológico, emocional e até de qualificação para lidar com situações inteiramente novas, porque na verdade isso tudo é um reflexo do que se está passando na sociedade. Não precisa ser psicóloga para saber que a sociedade está enfrentando aquilo que Freud chamou de “o mal-estar da civilização” refletido diretamente na escola e, por conseqüência, no trabalho profissional do professor”, finaliza Maria Inez.

    Atualmente, a escolha profissional é uma das maiores preocupações dos jovens e de seus familiares. Alguns dados de fontes idôneas sobre a escolha profissional no país demonstram que:

    Apenas 5% dos adolescentes sentem-se convictos na hora de prestar o vestibular;
    O índice de evasão de alguns cursos universitários chega a mais de 40%;
    Cerca de 75% dos brasileiros sonham em mudar de carreira, sendo que mais de 53% dos brasileiros trabalham em área
    diferentes daquelas em que se formaram;
    Em torno de 59% dos jovens brasileiros não são absorvidos pelo mercado de trabalho;
    70% dos formados acabam não atuando na área em que se formaram.

    Isso tudo indica um enorme desperdício de tempo e dinheiro. Sem falar daqueles que concluem os cursos universitários e nunca chegarão a levar adiante suas aspirações profissionais por falta de orientação e direcionamento quanto à empregabilidade ou a atitudes empreendedoras.

    Da mesma forma, muitos dos adultos formados questionam-se, pelas mesmas razões, sobre o fato de estarem ou não na carreira certa. Ou ainda sobre como desenvolverem seus projetos de vida para alcançarem à realização e a felicidade.

    (Fonte: http://www.teenageronline.com.br/orientacao/guia_opee.asp)

    Poder Além da Vida
    Um jovem ginasta sonha em participar das Olimpíadas, até que uma séria lesão faz com que conheça um estrangeiro misterioso. Com Nick Nolte e Amy Smart.

    seta3.gif (99 bytes) Ficha Técnica
    Título Original: Peaceful Warrior
    Gênero: Drama
    Tempo de Duração: 120 minutos
    Ano de Lançamento (EUA):
    2006
    Site Oficial: www.thepeacefulwarriormovie.com

    seta3.gif (99 bytes) Sinopse
    Dan Millman (Scott Mechlowicz) é um talentoso ginasta adolescente que sonha em participar das Olimpíadas. Ele tem tudo o que um garoto da sua idade pode querer: troféus, amigos, motocicletas e namoradas. Certo dia seu mundo vira de pernas para o ar, quando conhece um misterioso estrangeiro chamado Socrates (Nick Nolte). Depois de sofrer uma séria lesão, Dan conta com a ajuda de Socrates e de uma jovem chamada Joy (Amy Smart). Ele descobrirá que ainda tem muito a aprender e que terá de deixar várias coisas para trás a fim de que possa se tornar um guerreiro pacífico e assim encontrar seu destino.

    seta3.gif (99 bytes) Imagens
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    Razões para criar um blog e usá-lo como aliado em sala de aula

    Publicado em 03/08/200700:01

    Por Lilian BurgardtDesde que surgiram no mundo virtual, os blogs deixaram de ser apenas diários on-line para assumir funções muito mais significativas no processo de comunicação. Alimentados por especialistas, muitos deles acabam formando opinião por serem tão ou mais atrativos do que publicações jornalísticas consagradas. Basta acompanhar o número de clicks e posts comentando as notícias para saber quais são os mais bem sucedidos. Justamente o seu dinamismo e a possibilidade de ampliar a difusão de idéias é que faz do blog um aliado para quem procura e, também, produz conhecimento. É aí que, na opinião de especialistas, a ferramenta se traduz em uma grande aliada dos professores no processo de ensino/aprendizagem.

    O uso do blog em sala de aula pode trazer mais dinamismo para a realização e apresentação de trabalhos, facilitar o dia-a-dia de professores e estudantes que têm no ambiente virtual uma espécie de arquivo de documentos, além de aproximar os alunos, que podem discutir idéias e opiniões sem que estejam no mesmo espaço físico e ao mesmo tempo. “É uma ferramenta incrível que auxilia os professores em suas atividades em sala, além de permitir uma maior exposição de seus conhecimentos para o público”, ressalta a autora e docente de cursos on-line para a COGEAE da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), Fundação Vanzolini e UnicenP (Centro Universitário Positivo), Betina Von Staa.

    A especialista acredita tanto no poder do blog na Educação que aponta diversas razões para que os professores busquem a tecnologia como aliada e passem a ter seus blogs como campus virtual de suas aulas ou vitrines de suas idéias e trabalhos. Segundo Betina, com o hábito de escrever e ter seu texto lido e comentado, não é preciso dizer que se cria um excelente canal de comunicação com os alunos, tantas vezes tão distantes. Além de trocar idéias com a turma, no blog, o professor faz isso em um meio conhecido por eles, pois muitos costumam se comunicar por meio de seus blogs pessoais. “O professor ‘blogueiro’ certamente se torna um ser mais próximo deles. Talvez, digital, o professor pareça até mais humano”, reflete.

    O aspecto mais saudável do blog, na opinião de Betina, é que os posts sempre podem ser comentados. Com isso, o professor, como qualquer “blogueiro”, tem inúmeras oportunidades de refletir sobre as suas colocações, o que só lhe trará crescimento pessoal e profissional. “Este docente certamente começa a refletir mais sobre suas próprias opiniões, o que é uma das práticas mais desejáveis para um mestre em tempos em que se acredita que a construção do conhecimento se dá pelo diálogo”, defende.

    Não é preciso dizer que, com tanta conexão possibilitada por um blog, o professor consegue ampliar sua aula. Alunos interessados podem aproveitar a oportunidade para pensar mais um pouco sobre o tema, o que nunca faz mal a ninguém. Além disso, o blog permite que os próprios alunos vejam os trabalhos dos colegas e consigam fazer uma comparação das idéias resultantes de cada trabalho, o que é saudável para o aprendizado. Quem viveu isso na prática, defende que o recurso funciona e melhora a relação dos alunos com as atividades, além de suas reflexões sobre os trabalhos.

    Sai o cartaz e a lousa, entra o blog e o You Tube

    A professora de Geografia da Escola Walter Fortunato, de São José dos Campos, Juliana Terra, é um exemplo de prática bem sucedida. Tudo mudou em sala de aula quando, ao invés de cartazes com mapas pregados na lousa, ela propôs que seus alunos da 9º série – em média, com 14 anos de idade – passassem a utilizar ferramentas como o You Tube para criar seus projetos e apresentações e postá-los no blog da turma. “Foi um sucesso. Os alunos se mostraram mais interessados nesta produção porque poderiam utilizar outros recursos tecnológicos, além de tornar seus trabalhos públicos e, ao mesmo tempo, conferir e comentar os dos colegas”, diz Juliana.

    Para ela, o sucesso do blog em sala de aula é, também, uma vitória pessoal, já que torna seu trabalho mais atraente. “A motivação dos alunos é também a do professor. As aulas cada vez mais dinâmicas fazem com que eles participem e que o professor fique mais motivado”, acredita. Além disso, tem o lado prático do ambiente virtual que também facilita, e muito, o dia-a-dia do professor e que, por isso, também desperta o seu interesse em aprender e dominar novas tecnologias. “Não preciso mais voltar para casa com pilhas de trabalho para corrigir. Basta que eu acesse os endereços postados pelos alunos para conferir e avaliar a produção. Depois disso tudo, passei a me interessar pelo You Tube, coisa que já tinha ouvido falar, mas nunca parado para acessar”, lembra a professora.

    Ela lembra ainda que, ao mesmo tempo em que o professor abre uma nova janela para ampliar seu conhecimento, os alunos (nativos digitais) também encontram novas aplicações para ferramentas que, na maioria das vezes, são usadas apenas para a diversão. “A grande maioria acessa os sites de vídeo para ver cenas engraçadas na Internet, nunca tinha parado para pensar que um trabalho de escola poderia ter sido feito e postado lá para que, assim, esteja visível a mais pessoas interessadas em tal conhecimento”, afirma.

    Blog para enseñanza de español

    Ao contrário do que muita gente pensa, o blog, como auxiliar do professor, não se limita ao Ensino Fundamental e Médio. No Ensino Superior – este ano se formam e chegam ao mercado os primeiros nativos digitais – e até no ensino de línguas, o antigo diário on-line passa a ocupar papel importante. Foi isso que constatou durante sua dissertação de mestrado – realizada à época em que ocupava o cargo de coordenadora dos cursos de idiomas do SENAC-SP -, Heloíza Lanza, atual coordenadora dos cursos de educação a distância da instituição e professora de tecnologia educacional nas Faculdades Sumaré e no Uninove (Centro Universitário Nove de Julho).

    Quando os blogs ainda engatinhavam no Brasil, Heloíza se perguntava se não havia jeito de adaptar o seu uso para o ensino de idiomas, uma vez identificada a dificuldade dos professores em fazer com que os alunos lidassem com a escrita de textos, apesar de estarem habituados ao uso de e-mails e do MSN. “Propus aos professores que utilizassem ferramentas de escrita em sala de aula. Nessa época, o blog ainda não era uma realidade nem para os próprios alunos”, lembra.

    Ao passo em que professores e alunos iam se acostumando à nova proposta, Heloíza evoluía em sua dissertação, identificando várias possibilidades de trabalho com temas transversais, além de ir articulando as temáticas em diferentes disciplinas. Hoje, após a conclusão do trabalho, ela acredita que o blog não só é importante por ampliar a possibilidade de interação aluno/aluno, aluno/professor e professor/professor, mas por permitir um trabalho apurado que vai além da língua escrita. “O blog é uma ferramenta que não foi criada para ser usada em sala de aula, mas que trabalha muito bem a língua escrita, a colaboração e a interação”, destaca.

    Hoje, Heloíza mantém dois blogs no ar, o professorblogueiro.zip.net, que reúne as tarefas sobre sua dissertação de mestrado, e o blog botecoead.blog.terra.com.br, com foco em educação a distância e discute o uso do blog como tecnologia educacional. A dissertação de mestrado de Heloíza Lanza “Uso Pedagógico do Blog no Ensino-Aprendizagem de Espanhol: elaboração e avaliação de uma Tarefa”, está disponível na rede na página de teses e dissertações da PUC-SP.

    Vitrine para você, professor

    Para o professor, assim como em outras profissões, o blog ainda serve como alavanca da carreira. Suas idéias, seus trabalhos, suas discussões, interesses, preferências, enfim, tudo relacionado a você e ao seu trabalho está em uma espécie de vitrine, à vista para o mundo. “O professor que possui um blog tem mais possibilidade de ser visto, comentado e conhecido por seu trabalho e suas reflexões. Por que não experimentar a fama pelo menos por algum tempo?”, indaga Betina.

    Outra vantagem é que, conectado à modernidade tecnológica e a uma nova maneira de se comunicar com os alunos, o educador também vai acabar conectando-se ainda mais ao mundo em que vive. Isso ocorre concretamente nos blogs por meio dos links que ele é convidado a inserir em seu espaço. Os blogs mais modernos reservam espaços para links, e logo o professor “blogueiro” acabará por dar algumas sugestões ali.

    “Ao indicar um link, o professor se conecta ao mundo, pois muito provavelmente deve ter feito uma ou várias pesquisas para descobrir o que lhe interessava. Com essa prática, acaba descobrindo uma novidade ou outra e tornando-se uma pessoa ainda mais interessante”, diz. Além disso, o blog será um instrumento para conectar o leitor a fontes de consulta provavelmente interessantes. E assim todos permanecem conectados: professor, colegas, alunos e mundo.

    Também é possível que os professores entrem nos blogs uns dos outros. “Essa troca de experiências e de reflexões certamente será muito rica”, completa Betina. Para ela, em um ambiente onde a comunicação entre pares é tão entrecortada e limitada pela disponibilidade de tempo, até professores de turnos, unidades e mesmo escolas diferentes poderão aprender uns com os outros. E tudo isso, muitas vezes, sem a pressão de estarem ali por obrigação. “É claro que os blogs mais divertidos serão os mais visitados. E não precisamos confundir diversão com falta de seriedade profissional”, conclui.

    VIA: UNIVERSIA

    Blog já deixa de ser mero diário virtual

    Professores o usam para intercâmbio de informações e difusão de idéias

    Por Lilian Burgardt

    Professores inspiram alunos

    Aluno do curso de Engenharia Elétrica com ênfase em sistemas eletrônicos da USP (Universidade de São Paulo) Fernando José Capeletto Neto vê no blog uma excelente alternativa para difundir conhecimento a um baixo custo e estimular os estudantes em sala de aula.

    Atraído pela idéia que começou em sala de aula o estudante que já mantém três blogs – um para cada experiência de ensino/pesquisa na sua carreira – pretende desenvolver uma dissertação de mestrado sobre convergência digital e ensino.

    “Em cada momento da sua carreira o blog pode servir para difundir experiências pessoais/profissionais, como foi o meu caso. Minha idéia de mestrado é juntar essas experiências que tive e aplicar isso na escola pública. O objetivo seria usar a ferramenta para difundir conhecimento e estimular outros estudantes a aprender em ambiente on-line“, diz.

    Criar um website para divulgar seu trabalho era o sonho do especialista em Linux e jovem professor da escola People informática, em Sorocaba, interior de São Paulo, David Dias. A falta de técnica para desenvolver uma página funcional, porém, postergava a criação de sua ‘vitrine virtual’. Ao ouvir falar do blog como possível solução para o problema, Dias deixou seu preconceito em relação à ferramenta de lado e apostou na idéia. Assim nasceu o prof-david.blogspot.comblog criado para difundir idéias sobre a plataforma Linux. O projeto não só deu visibilidade ao professor como lhe rendeu convites para colaborar como articulista em revistas especializadas do segmento.

    Para Dias, o blog que nasceu por acaso, meio desacreditado, por ele não enxergar na ferramenta todas as possibilidades que ela oferecia, acabou saindo melhor do que a encomenda. Hoje, além de um espaço para expor suas idéias, ele também serve de espaço para estabelecer contatos e ministrar palestras Brasil afora sobre o uso do Linux como ferramenta tecnológica. “Além de ferramenta de trabalho – já que o utilizo em sala de aula como indicação de conteúdo para os alunos – ele tem este caráter de divulgação de artigos técnicos e soluções de tecnologia”, explica.

    O fato de o blog ter conferido a Dias boa visibilidade como os convites para colaborar em revistas e sites especializados (Linux Magazine, Viva o Linux, Br.Linux e Guia do Hardware) reforça a tese de que trata-se de uma ferramenta em potencial para alavancar a carreira do professor. Dias, no entanto, acredita que isso só acontece com o tempo e ao passo que o professor tem clareza sobre o que espera do blog e como a ferramenta pode ajudá-lo a obter o que se espera.

    “É errado pensar que criar um blog resolverá todos os problemas e, sozinho, servirá como expositor do professor. É preciso dar tempo para o ele amadurecer, para as pessoas o conhecerem e encararem seu autor como referência no assunto. Isso tudo depende de dedicação ao blog e de atualização constante (tanto da página como do professor) junto aos temas que serão discutidos e postados na plataforma on-line”, explica Dias.

    Por essa razão, o professor se preocupa em atualizar seu blog diariamente. O tempo que dedica a ele é de duas a três horas diárias – dependendo do tamanho do artigo publicado. “Claro, há dias que eu simplesmente não consigo tocar no blog, mas me preocupar com seu ritmo de atualização é importante porque isso ajuda a fidelizar os usuários. Se um usuário acessar com freqüência sua página ele pode até incluí-la em seu Feed RSS (sistema de armazenamento de páginas on-line que avisa sobre as últimas atualizações), o que fará com que ele seja um visitante assíduo do seu material. Isso é muito bacana”, diz ele.

    Da universidade para a sociedade

    Assim como o professor Dias viu no blog o potencial de mostrar ao mundo o conhecimento que detinha dentro de si e gostaria de repassar, o professor de graduação e pós-graduação da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), em São Paulo, Alfredo Passos, decidiu escrever um blog para difundir para a sociedade aquilo que é discutido na universidade.

    O professor, que já tinha um blog chamado inteligência competitiva, – uma das técnicas utilizadas para análise da concorrência – decidiu criar outro para tratar de temas de estudo e pesquisa em sua área de estudos: http://blogs.universia.com.br/alfredopassos/. “Na universidade, a gente tem fácil acesso às dissertações e teses que circulam dentro. O blog é uma ferramenta que pode aproximar a universidade da sociedade ao passo que serve de instrumento para divulgação destes trabalhos, além de promover discussões que tenham partido do universo acadêmico”, explica.

    Passos explica que o doutorado foi sua grande motivação para desenvolver o novo blog. “Em meu doutorado senti a necessidade de pesquisar ainda mais e trocar informações com colegas sobre temas de nossa área de estudos. Daí surgiu a idéia de manter um blog como uma espécie de laboratório de informações mercadológicas, ou seja, um lugar que reunisse tendências e pesquisas em minha área de estudos”.

    O professor da ESPM diz que sua maior preocupação é trazer para o blog informações que possam interessar não só a alunos que o acessam, mas professores/pesquisadores da área que usam a ferramenta como canal de troca de conhecimento. “Acho que a principal função do blog é essa. Nunca a vi como ferramenta para alavancar a carreira, mas com ela você troca informações e debate idéias com pessoas que nem sempre fazem parte do seu ciclo fechado de amigos. Você pode estar em contato com seus colegas e ao mesmo tempo estar conectado a outros professores e pesquisadores que navegam em busca de conhecimento”, ressalta Passos.

    O professor da faculdade de Direito da UnB (Universidade de Brasília), Marcus Faro, encontrou no blog uma forma de expor para a sociedade o que seu grupo de pesquisa intitulado “Direito, Economia e Sociedade” produzia em termos de estudos jurídicos. Segundo o professor, o principal objetivo do blog economialegal.wordpress.com é servir de plataforma não só para difusão, mas também para a troca de conhecimento. “Ele ajuda a informação a circular mais livremente e rapidamente, tanto para os alunos como para a comunidade externa à universidade. Às vezes, você pode publicar artigos ou trechos de capítulos de livros que podem servir de fundamentação para um argumento. Além de democratizar o acesso a informação, o blog ainda ajuda em sala de aula”, opina o professor.

    Para Faro, a ferramenta on-line ainda serve como caminho para que professores possam trocar informações com outros especialistas de forma mais dinâmica, caso eles também tenham suas páginas na Internet. Ele cita a experiência norte-americana em que não só professores têm blogs, mas universidades os mantêm a fim de difundir o conhecimento. Quando questionado se ele acessa este tipo de material com freqüência, Faro é enfático: “não só acesso como recomendo este tipo de material para meus alunos e ainda indico os melhores sites internacionais para discussão de temas no próprio blog Economia Legal”, afirma.

    Blog para difundir idéias

    Há exemplos de professores que já mantinham suas páginas on-line dentro dos respectivos departamentos em sua universidade, mas decidiram criar seu blog pessoal para difundir idéias de maneira mais livre. É o caso do professor titular do Instituto de Informática da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), José Palazzo Moreira de Oliveira.

    Há alguns anos, Oliveira já mantinha uma página no instituto da universidade para divulgar o que era feito em termos de pesquisa dentro do departamento. Ao criar seu blog pessoal http://palazzo.pro.br/wordpress/ ele encontrou a independência que procurava para expor estudos e pesquisas de seu interesse, além de debater idéias por meio de crônicas ou artigos.

    “Hoje, meu blog funciona como um canal de comunicação com alunos e ex-alunos porque trata de ensino pesquisa, mas também aborda a inserção social na ciência da computação”, explica. Segundo o professor, freqüentemente a ferramenta também tem servido de auxílio para trocar experiências e debater idéias com outros professores e pesquisadores.

    “Essa, aliás, é a principal atração que vejo no blog. A possibilidade de conectar pessoas de realidades distintas para discutir assuntos de interesse comum. Trata-se de uma ferramenta em potencial para aproximar as pessoas. No caso dos professores, pode ser uma alternativa a mais para enriquecer o que é discutido em sala de aula”, opina Oliveira.

    Via: UNIVERSIA

    Antes de Partir
    Rob Reiner
    Auto-Estima na Educação- Celso Antunes
    Um Salão do Barulho
    Bille Woodruf
    Rede de Intrigas
    Sidney Lumet
    A montanha dos sete abutres
    Billy Wilder
    The Corporation
    Jennifer Abbott e Mark Achbar
    Driblando o destino
    Gurinder Chadha
    Feitiço do Tempo
    Harold Ramis
    A Janela da Frente
    Ferzan Ozpetek
    A Procura da Felicidade
    Gabrielle Muccino
    Perfume de Mulher
    Martin Brest
    Foi apenas um sonho
    Sam Mendes
    O Lutador
    Darren Aronofsky
    Ninho vazio
    Daniel Burman
    Edifício Master
    Eduardo Coutinho
    Waking life
    Richard Linklater
    Crianças invisíveis
    SCOTT,RIDLEY;LEE,SPIKE;KUSTURICA,EMIR
    Patria Proibida
    Tommy Walker
    Céu de Outubro
    Joe Johnston
    O que você faria?
    de Marcelo Pieyro – Neo Editora
    O Corte ( Le Couperet)
    Costa-Gavras – Editora Estúdio/Distrib.: Pandora Filmes
    Nome de Família
    de Mira Nair – Editora 2006 (EUA/India)
    Lugares Comuns
    Adolfo Aristarain – Distribuição: Europa Filmes
    Jerry MaGuire, a Grande Virada
    de Cameron Crowe (Diretor) – Editora TriStar
    A vida secreta das palavras
    de Isabel Coixet (Direção) – Editora FOCUS Features
    Encontrando Forrester
    Gus Van Sant – Editora Distribuidora:Sony Pictures do Brasil

    Na sejabixoTV! – 1ª WebTV destinada ao público vestibulando – você encontra dicas e entrevistas com professores das melhores universidades. Confira abaixo!

    Especial IBMEC SÃO PAULO

    Dois alunos e o Diretor Acadêmico do IBMEC SÃO PAULO falam sobre os diferenciais da Instituição, os projetos especiais, programas de intercâmbio e como está a aceitação dos alunos pelo mercado de trabalho

    Arquitetura e Urbanismo

    O Prof. Turguenev de Oliveira destaca o papel do arquiteto urbanista na sociedade, apresenta o perfil deste profissional e fala também do curso de Arquitetura oferecido pelo Centro Universitário Belas Artes

    História

    A Profa. Andrea Borelli fala sobre o curso de História, que é oferecido gratuitamente pela Universidade Cruzeiro do Sul

    Artes Visuais

    A Profa. Helena Freddi fala sobre o curso de Artes Visuais e do Mercado de Trabalho, explica a diferença deste curso para o curso de Artes Plásticas e destaca os diferenciais do curso oferecido pelo Centro Universitário Belas Artes

    Direito

    A Profa. Ana Cristina Rafful destaca a grande importância do profissional de Direito para a Sociedade, aponta a área mais procurada pelos estudantes desta carreira e fala sobre o Curso de Direito da Universidade Braz Cubas

    Farmácia

    O Prof. André Luiz de Moura fala sobre o papel do Farmacêutico, descreve o perfil e o dia-a-dia deste profissional, além de apresentar o curso da Universidade Braz Cubas, que forma o Farmacêutico Generalista.

    Especial: Terapia Ocupacional

    Saiba mais sobre o curso de Terapia Ocupacional, sobre o perfil do profissional e como está estruturado o curso oferecido pelo Centro Universitário São Camilo

    Medicina Veterinária

    O Prof. Eduardo Bondan fala sobre o curso de Medicina Veterinária e apresenta a estrutura do curso oferecido pela Universidade Cruzeiro do Sul.

    Dupla Graduação: Administração e Ciências Contábeis

    O Prof. Delmo Alves de Moura fala sobre o curso inovador com Dupla Graduação (Administração e Contábeis) oferecido FECAP.

    Matemática

    A Profa. Vânia Cristina apresenta os diferencias do curso de Matemática oferecido pela Universidade Metodista de São Paulo

    Ciências Sociais

    Saiba como é o curso de Ciências Sociais, oferecido a distância pela Universidade Metodista de São Paulo, na entrevista com a Profa. Lucieneida Praum

    Automação Industrial: Área com alta taxa de empregabilidade!

    O Prof. Mário Boaratti, da Universidade Metodista de São Paulo, fala sobre o curso de Automação Industrial, que é uma das novidades do vestibular 2009

    Administração

    O Prof. João Almeida Santos apresenta o curso de Administração oferecido pela Universidade Metodista de São Paulo e relaciona as características essenciais para um bom administrador

    Engenharia de Computação

    O prof. Carlos Eduardo Santi conta como é o curso de Engenharia de Computação e apresenta os diferenciais do curso oferecido na Universidade Metodista de São Paulo

    Economia: uma área em alta

    O prof. Evaristo Peroni, da Universidade Metodista, destaca o perfil do economista e cita as matérias que são estudadas durante o curso

    Letras: Licenciatura ou Bacharelado?

    A Profa. Cátia Pitombeira, da Universidade Metodista, apresenta o curso de Letras e explica como funciona a formação por Bacharelado e pela Licenciatura.

    Odontologia

    O prof. André Passarelli fala sobre o reconhecimento do Curso de Odontologia da Universidade Metodista de São Paulo e também das atividades desenvolvidas pelos alunos do curso

    Administração de Empresas e Administração Hoteleira

    O Prof. Henrique Vailati Neto apresenta os cursos de Administração de Empresas e Administração Hoteleira oferecidos pela FAAP e destaca o perfil e infra-estrutura de cadas um destes cursos.

    FAAP – Faculdade de Artes Plásticas e Arquitetura

    O Prof. Silvio Passarelli fala sobre o perfil do estudante dos cursos de artes e arquitetura e apresenta a estrutura da FAAP

    Universidade Aberta Metodista

    Juliana Silva fala sobre o evento Universidade Aberta Metodista que acontece no próximo sábado, 25 de outubro. Confira!

    Trevisan Escola de Negócios

    Ana Corazza apresenta os diferenciais da Trevisan e fala dos benefícios que os alunos têm ao optar por seus cursos de graduação

    Vestibular Unicamp 2009

    O Coordenador do Vestibular da Unicamp, Prof. Leandro Tessler, fala sobre as novidades do vestibular 2009 e dá orientações sobre a prova da 1ª fase

    Vestibular Unesp 2009

    O Diretor Acadêmico da Vunesp, Prof. Fernando Prado, fala sobre as novidades do vestibular 2009 da Unesp e dá dicas para os candidatos

    Fuvest 2009

    O assessor da diretoria da Fuvest, Prof. Roberto Costa, fala sobre o vestibular 2009 e dá recomendações para os candidatos. Confira!

    IBMEC SÃO PAULO

    O Diretor de Graduação do IBMEC SÃO PAULO, Prof. Sérgio Lazzarini, fala sobre os cursos oferecidos no seu vestibular 2009 e também dos diferenciais da instituição

    Vestibular ITA 2009

    O coordenador do vestibular do ITA, Prof. Luis Carlos Rossato, fala sobre o ITA e seus cursos e também sobre o vestibular 2009, que está com inscrições abertas. Confira!

    Trevisan Escola de Negócios

    O Prof. Olavo Furtado fala sobre a Trevisan Escola de Negócios e também do Curso de Relações Internacionais oferecido pela instituição

    Cursos de Comunicação FAAP

    O Prof. Rubens Fernandes Jr explica como estão estruturados os cursos de Comunição da FAAP

    Economia e Relações Internacionais

    O Prof Luiz Machado, da FAAP, exclica como funcionam os cursos de Economia e Relações Internacionais

    A Importância do Direito

    A Profa. Náila Nucci fala sobre a grande importância do Direito para a Sociedade e também apresenta o curso oferecido pela FAAP

    Belas Artes

    O Prof. Eddy fala sobre a Belas Artes e também do perfil dos estudantes dos cursos de artes aplicadas

    Fisioterapia

    A Profa. Patrícia Horta, da São Camilo, fala sobre a Fisioterapia e também sobre a importância das atividades práticas realizadas pelos alunos deste curso.

    Engenharia Química

    A Profª Marina Kobayasi, da UNIMEP, fala sobre o curso Engenharia Química e das aptidões essenciais para um bom profissional desta área

    Engenharia Mecânica

    Conheça o curso de Engenharia Mecânica com Ênfase em Manutenção na entrevista com o Prof. Roberto Souza, da UNIMEP

    Engenharia de Alimentos

    O prof. Valmir Alcarde, da UNIMEP, explica como funciona o curso de Engenharia de Alimentos e qual sua principal diferença para o curso de Nutrição

    Direito

    Saiba quais são as principais áreas de atuação do profissional de Direito, na entrevista com o Prof. Jarbas Barros, da UNIMEP

    Gestão e Negócios

    O Prof. André Sathler apresenta os cursos da área de gestão de negócios oferecidos pela UNIMEP. Confira!

    Farmácia

    A Profª Thais do Carmo, da UNIMEP, fala sobre o curso de Farmácia e também sobre o mercado de trabalho

    Artes Aplicadas

    O Prof. Silvio Passarelli fala sobre o perfil do estudante dos cursos de artes e também apresenta os cursos da Faculdade de Artes Plásticas da FAAP

    Vestibular de Meio de Ano Unesp

    O Prof. Fernando Prado, Diretor Acadêmico da VUNESP, fala com será o próximo vestibular da Universidade Estadual Paulista e dá conselhos para os candidatos.

    Tecnologia em Gastronomia

    A Profa. Cristiana Andreoli, Coordenadora deste Curso no Centro Universitário São Camilo, fala sobre o campo de atuação do profissional e também indica quais são os requisitos necessários para se tornar um bom gastrônomo

    Áreas da Engenharia

    O Prof. Francisco Paletta, Diretor da Faculdade de Engenharia da FAAP, apresenta os diversos tipos de cursos desta área e dá dicas para os candidatos que não sabem qual tipo de engenharia seguir

    Administração: uma carreira versátil

    O Diretor da Faculdade de Administração da FAAP, Prof. Henrique Vailati Neto, fala sobre as diversas possibilidades profissionais e sobre as tendências da área da Administração

    Novidades no Mackenzie

    O Prof. Milton Pignatari Filho fala sobre as novidades do Vestibular 2008 – 2° Semestre do Mackenzie

    Cursos Tecnológicos

    O Prof. João Mongelli Neto fala como funcionam os cursos tecnológicos e também sobre o vestibular 2008/2 das FATECs. Confira!

    IBMEC SÃO PAULO

    O Prof. Sergio Lazzarini fala sobre as novidades oferecidas pelo IBMEC SÃO PAULO no seu vestibular 2008 – 2° Semestre

    Alimentação ideal para os vestibulandos

    A nutricionista Bianca Chimenti explica como a alimentação correta pode ajudar na preparação para o vestibular e dá dicas para os estudantes!

    Colégio x Vestibular

    Veja o que os alunos do Colégio Arte de Viver acham sobre a difícil tarefa de conciliar os estudos do colégio com a preparação para o vestibular

    Profissão: Veterinária

    A Veterinária Marcela Conte fala como é seu dia-a-dia e também como está o mercado de trabalho. Confira!

    Como virar bixo!

    O Prof. Leinig Perazolli, autor do livro Como Virar Bixo, dá dicas para quem quer passar no vestibular

    Como escolher um cursinho?

    O Prof. Maurício Gozzi ensina como o vestibulando deve escolher um cursinho. Confira!

    As melhores e as piores escolas no Enem 2008

    O Ministério da Educação divulgou nesta terça-feira (28) o desempenho por escola no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2008. A  escola com o melhor desempenho foi o Colégio São Bento, no Rio de Janeiro. Com média total (prova objetiva e redação) de 80,58, a instituição ficou em primeiro lugar pelo segundo ano consecutivo. Na segunda posição, com 77,38 pontos, aparece o Colégio Bernoulli, de Belo Horizonte, que em 2007 estava em 12º. Em terceiro, está o Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa (MG). Confira a planilha com todas as escolas do país (o arquivo está em .xls)
    Mais informações: http://mediasenem.mec.gov.br/enemMediasEscola/


    26.017 colégios listados..

    ENERGIA DE RIO DO SUL

    1° LUGAR DO ALTO VALE

    4° LUGAR ENTRE OS ENERGIAS de SC

    26° LUGAR DO ESTADO DE SC

    A vantagem do ENERGIA é grande, média 65,51, mais de 900 posições na frente do segundo colégio mais pontuado de Rio do Sul.

    ENERGIA de Rio do Sul- 7616 - (703°)lugar
    R. B. – 8517 - 1.604° lugar

    D. B. – 8788 -  1.875° lugar
    I. – 8893 – 1.980° lugar
    U. – 9783 – 2.870° lugar
    O número de escolas de Ensino Médio de Santa Catarina é de: 829 estaduais, 8 federais, 55 municipais, 230 particulares totalizando 1.122 escolas em SC. Foram 934 que participaram do ENEM 2008.

    Gestores e profissionais contam quais os 10 erros fatais nessa hora

    Publicado em 28/04/200913:00 Por Larissa Leiros Baroni

    Gerir a carreira é tarefa que se torna ainda mais difícil em momentos de crise. E, nessas épocas, o desespero e a falta de informação podem levar profissionais – tanto recém-formados como os mais experientes – a cometer erros cruciais na gestão de suas carreiras. Descuidos que podem colocar em xeque não apenas suas vagas, mas também a ascensão pessoal no mercado de trabalho.

    O Universia conversou com professores e consultores de carreira que comentaram algumas das atitudes imperdoáveis no desenvolvimento profissional em épocas de crise, como a que o mundo atravessa atualmente. Elas poderão ajudá-lo a passar pela etapa sem grandes arranhões. Veja quais são os dez erros fatais para sua carreira em períodos de crise.

    Não ter projeto estratégico
    “A ausência de um projeto estratégico para a carreira pode deixar o profissional desorientado e até causar desespero em momentos de crise. Muitos profissionais não têm sequer um plano A, que dirá plano B que os proteja de problemas mais sérios. Sem planejamento, não há preparação. Portanto, é recomendável que todos tracem planos de carreira para os próximos dois, cinco e até dez anos. Identifique os objetivos, saiba o que o tornará um profissional desejável pelo mercado de trabalho e, por fim, desenhe diferentes caminhos a percorrer para alcançar essas metas. Lembre-se que profissionais de excelência optam por carreiras multifuncionais, ou seja, aquelas que envolvem mais de uma atividade. Seja flexível e antecipe-se para não ficar à mercê das mudanças”

    Eduardo Carmello, consultor organizacional especialista em gestão estratégica e diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos

    Deixar de se capacitar
    “Até por falta de planejamento financeiro, muitos profissionais deixam de se aperfeiçoar. Esse, porém, é um engano. O conhecimento é a única moeda de troca do mercado de trabalho. Deixar de se preparar ou de buscar informações é se distanciar mais ainda das oportunidades. Mais do que nunca você precisa estar atualizado. A falta de dinheiro, muitas vezes é só uma desculpa, até porque há alternativas mais baratas. É possível optar por cursos on-line ou pela leitura de livros”

    Marta Demattos, professora de administração de Recursos Humanos do Ibmec Minas.

    Ser pessimista ou autoconfiante demais
    “O pessimismo é ruim para a saúde mental, psicológica e física e principalmente para o desempenho profissional. Pode inclusive impedir o profissional de encontrar saídas para os problemas. Canalize as energias para trabalhar melhor, para administrar a angústia, medos e incertezas. Pondere, no entanto, a autoconfiança. Em excesso também pode ser prejudicial para a gestão da sua carreira. Além de causar acomodação, pode fazer perder o senso da realidade. Priorize o meio termo”

    Werner Kugelmeier, consultor empresarial e diretor da WK Prisma.

    Esconder-se
    “Em época de crise, uma série de desculpas vêm à tona para justificar demissões. Daí, alguns profissionais exageram nos cuidados e se escondem demais para não se tornar alvo fácil. Isso, em vez de proteger, pode prejudicar, pois na mira dos gestores também estão os considerados sombras. Ou seja, aqueles que nada têm a contribuir com a empresa. Por outro lado, manter-se no centro das atenções também pode ser prejudicial porque, junto ao destaque profissional, sempre há a inveja. Mostre sua competência, mas conheça o espaço no qual está inserido”

    Roberto Heloani, professor de comportamento organizacional e psicologia do trabalho da Unicamp (Universidade de Campinas) e FGV (Fundação Getúlio Vargas).

    Ficar alheio às mudanças
    “As crises, em geral, são acompanhadas de mudanças. Portanto, é importante que os profissionais estejam conectados às transformações dentro do ambiente de trabalho. Ficar imerso em sua tarefa e não perceber o que acontece em volta pode afastá-lo das necessidades, demandas e até das novas prioridades da empresa. Nem sempre, porém, essas mudanças são explícitas. Procure ficar atento e buscar a comunicação, formal ou informal, com seus gestores. Seja pró-ativo e contribua para que a empresa sobreviva aos problemas. Tal atitude pode fazer toda a diferença”

    Martim Francisco, gerente de educação executiva da IAG/PUC-Rio (Escola de Negócios da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro)

    Ser inflexível
    “A inflexibilidade, em momentos de crise, só tende a atrapalhar ainda mais a gestão da sua carreira. Isso porque, geralmente, a situação propicia mudanças de funções e até de departamentos. A resistência é natural, até porque sair da zona de conforto é difícil. Mas é preciso ressaltar que nem sempre as transformações são negativas. Qualquer oposição pode colocar em xeque o seu emprego e ainda uma oportunidade de crescimento. O profissional flexível avalia a situação e cria estratégias para agir”

    Camila Mariano, gerente do serviço de apoio a carreira da Catho.

    Deixar de inovar e criar
    “Deixe de pensar como empregado e passe a agir como empregador. Vá sempre além do que foi combinado quando foi contratado e faça o que for necessário para a empresa superar a crise. Procure identificar onde é possível agregar valor, seja ao apagar a luz na hora do almoço ou pensar em projetos sustentáveis. Ultrapasse o convencional e tenha mente empreendedora para criar e inovar sempre. Aja, pois o ‘puxa-saquismo’ não salvará o seu emprego, mas tenha bom senso. Nada de se comprometer a fazer tudo só para evitar dizer não”

    Renato Grinberg, diretor-geral do site Trabalhando.com.br.

    Perder a motivação
    “A motivação é a locomotiva dos bons profissionais. Não deixe o momento de crise te abalar e comprometer a qualidade do seu trabalho. Quando alguém deixa de acreditar, deixa de lado também os motivos que o levam a crescer. Além disso, perde a capacidade de inovar, de contribuir e ousar. Não permita que os problemas abalem sua felicidade profissional ou tornem os desafios mais difíceis do que são. Busque a motivação dentro de você e faça com que os momentos difíceis sejam os de maior prazer”

    Sergio Piza, diretor de recursos humanos da Claro – empresa de telefonia móvel.

    Tomar decisões precipitadas
    “As tensões são comuns durante a crise. Portanto, cuidado. Nada de tomar decisões baseadas no desespero. Pondere todos os pontos negativos e positivos e pense bem antes de pedir demissão, trocar de emprego ou manter-se num emprego mesmo que insatisfeito. Em caso de nova proposta de emprego, compare os benefícios da atual e da futura empresa, analise a situação econômica de ambas e verifique se os setores às quais pertencem estão ou não em expansão. Lembre-se que crises estimulam a troca de emprego. Enquanto há mercados em declínio, há muitos outros em expansão”

    Adélia Franceschini, consultora de marketing.

    Entrar em pânico
    “Demissões são comuns em situações de crise. Portanto, se você não conseguiu garantir sua vaga, não entre em pânico. O primeiro passo é refletir sobre os motivos que te levaram a perder o emprego. Converse com seu antigo gestor e faça auto-análise das suas atitudes profissionais. Trace estratégias para melhorá-las. Não é recomendável pegar o primeiro emprego que aparecer, o ideal é traçar planejamento estratégico de carreira antes de distribuir currículos. Ter foco é importante, mas é preciso também humildade. Ser muito seletivo pode te afastar do mercado de trabalho, o que pode baixar sua estima e ainda te desvalorizar profissionalmente”

    João Batista Diniz Leite, professor de gestão de pessoas do Ibmec de Brasília.

    Via – UNIVERSIA

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    Como escolher sua profissão
    Para começar, quando se trata de escolher alguma carreira de nível superior, é importante ter uma visão geral do que está disponível atualmente. O número de opções é bem grande: cerca de meia centena de carreiras. É interessante conhecê-las e, para ajudar a dar umpanorama, vamos agrupá-las em quatro grandes grupos: Clássicas, Científicas, Técnicas e Comunicações/Artes.

    Carreiras Clássicas

    1) As três carreiras clássicas de maior demanda são Medicina, Direito e Engenharia. Embora representem apenas 4% das carreiras, elas atraem 1/3 do total de candidatos. Só na Fuvest totalizam mais de 40 mil candidatos. Pelo grande número de candidatos elas estão entre as mais exigentes e mais disputadas, com as maiores notas dos exames.

    2) A seguir estão as carreiras tradicionais com cerca de 2 mil a 5 mil candidatos: Odontologia, Administração, Veterinária, Letras, Agronomia e Pedagogia. Há muitas diferenças entre elas em termos de exigência para o ingresso. Enquanto Letras atrai menos de 7 candidatos por vaga (ainda que com mais de 5 mil candidatos), Veterinária atinge 32 concorrentes por vaga.

    Carreiras Científicas e Assemelhadas

    As opções científicas têm pequena demanda. Embora muito importantes para o desenvolvimento de nossa sociedade, carreiras de ciências não atraem fortemente os estudantes. Na área científica ligada à natureza temos a Biologia, a Física, a Química, a Matemática. Na área científica ligada às humanidades há a Economia, as Ciências Sociais, a História, a Geografia. Num campo intermediário, mas de pesquisa, há ainda a Filosofia. A reduzida procura para essas importantes carreiras leva a médias muito baixas entre os seus ingressantes – o que explica também os altos índices de evasão em seus difíceis cursos. Eis o paradoxo: os cursos que exigem maior esforço intelectual para serem bem completados acabam sendo os que pouco exigem para a conquista de uma vaga.

    Carreiras Técnicas, de Apoio ou Especializações

    Há uma área de ensino superior cujas carreiras têm orientação bem aplicada e técnica. Algumas realizando importante apoio para as carreiras clássicas. Entre elas temos: Processamento de Dados, Nutrição, Terapia Ocupacional, Geologia, Fisioterapia, Meteorologia, Zootecnia, Fonoaudiologia, Ortóptica, Comércio Exterior, Enfermagem, Educação Física, Esporte, Farmácia, Turismo, Relações Internacionais, Psicologia.

    Carreiras de Artes e Comunicação

    Há alguns anos, a área de Comunicação deixou de ser eminentemente prática e passou a exigir uma formação mais ampla. Assim surgiram os cursos superiores de Comunicações e Artes, hoje muito disputados. São eles: Jornalismo, Relações Públicas, Biblioteconomia, Audiovisual, Cinema, Teatro, Música, Artes Plásticas, Publicidade. Entre essas carreiras há alguns dos maiores índices de candidatos por vaga nos vestibulares oficiais, decorrentes principalmente do pequeno número de vagas oferecidas.

    Sem Fórmulas

    Embora não haja fórmula mágica que indique a carreira ideal para cada um, há algumas maneiras de se receber orientação e luz sobre a difícil decisão.

    Deve-se antes de tudo procurar conhecer o que significa cada curso. Para isso, é interessante saber o que se estuda na faculdade, conhecer as especializações oferecidas e como atuam os profissionais desses cursos.

    A partir daí você pode fazer uma séria reflexão, avaliando se as características encontradas se afinam ou não com você. As fontes para esse conhecimento inicial são várias:

    1) Há os textos de manuais do vestibular, que descrevem cada opção, servindo para dar uma visão panorâmica do que existe.

    2) Outras fontes são os depoimentos de profissionais bem-sucedidos que falam sobre o dia-a-dia daquilo que fazem. O Etapa realiza palestras com profissionais abertas aos alunos, e um ponto interessante nessas palestras é o “ping-pong”, de perguntas e respostas, pelas quais os alunos podem resolver muitas de suas dúvidas.

    3) Você pode conversar com conhecidos de carreiras diferentes e ir formando uma visão. É recomendável ser sempre crítico com relação a qualquer informação. Algumas vezes você recebe opiniões muito particulares (favoráveis ou desfavoráveis) que podem servir para as pessoas, mas que podem não indicar o que realmente seria bom em relação a você.

    4) Uma boa ajuda para sua escolha é a Feira de Profissões do Etapa. São dezenas de ex-alunos que participam trazendo currículos, as especializações e muitas informações para você. Conversando com eles, você pode formar uma visão mais real e concreta do que se tem em cada carreira.

    5) Finalmente é interessante fazer visitas às faculdades; com conhecidos ou acompanhando os programas de visitas que algumas faculdades oferecem.

    Para Além das Áreas

    Quando se faz uma escolha de carreira, é comum a simplificação de decidir por essa ou aquela área em função de gostar ou não de algumas matérias. Normalmente se prestam a isso a Matemática, a Biologia e o Português. Algo simples, mas que nem sempre é suficiente ou mesmo eficiente. Deve-se lembrar, por exemplo, que um Engenheiro, que vê Matemática o tempo todo na faculdade, pode acabar sendo chamado para realizar tarefas administrativas tipicamente “de Humanas” – o que é mais comum do que se pensa. Advogados, conforme a especialização, podem ter de enfrentar questões técnicas e científicas, tendo muito a ganhar se apresentarem conhecimentos melhores do que seus colegas. O melhor é procurar apurar o gosto por todas as matérias. O que é bom profissionalmente e, de quebra, ajuda muito no vestibular.

    Criatividade: Valorizada em Qualquer Carreira

    Seja qual for a escolha feita, um fator decisivo para o sucesso profissional é a dedicação. É não se contentar em “ir levando”, em ser mais ou menos, ou ser adepto do “vamos devagar que assim se chega longe”. Cada vez mais, no competitivo mundo atual, tudo o que puder diferenciar você, destacá-lo, evidenciar qualidades especiais, irá contribuir para seu futuro profissional. É importante ir se interessando por saber como são os cursos de especialização ou pós-graduação na faculdade. É preciso estar sempre se aprimorando.

    Pessoas que são criativas no seu trabalho podem avançar muito. E, criatividade não é qualidade restrita ao campo da publicidade, embora essa seja uma imagem muito comum. Há pessoas muito criativas atuando nos tribunais, nas fábricas, nos laboratórios de pesquisa, fazendo programas de computador, ajudando na cura de doenças, fazendo produzir mais laranjas ou realizando investimentos e criando empresas.

    Por isso escolha algo em que você sinta que pode se desenvolver, ser criativo e estar sempre se atualizando.

    Por: Zero Hora

    O vestibular está mudando no Brasil. Mas haja o que houver, a dificuldade para entrar na Medicina não muda. O curso se mantém entre os mais concorridos em universidades públicas e privadas.

    Mas essa primeira barreira não assusta a quem está disposto a seguir a carreira. Ela é só a primeira, de uma série de sacrifícios que vêm pela frente. Todos, segundo os profissionais, recompensados com o exercício da profissão.

    Para se tornar um médico, a faculdade exige seis anos de estudo em tempo integral. Além de mensalidades caras, estudar e trabalhar ao mesmo tempo é um dos principais desafios. Para custear a alimentação, moradia, livros e materiais, muita gente precisa contar com apoio da família ou da universidade.

    – O conceito de trabalho mudou muito. O currículo abriu espaço de um dia da semana e os alunos conseguem trabalhar sim, fazendo plantões ou atuando em laboratórios, projetos de pesquisa e de extensão à noite, em finais de semana – diz o médico Mauro Czepielewski, diretor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

    As disciplinas dos primeiros semestres são básicas, como anatomia, fisiologia e bioquímica. Mas o aluno frequenta serviços e postos de saúde desde os primeiros meses de faculdade, assistindo ao atendimento médico. Ao final do segundo ano, o acadêmico inicia o treinamento do exame do paciente e, nos dois últimos anos, é submetido ao internato, onde trabalha em tempo integral em serviços de saúde sob supervisão, passando por todas as áreas da medicina.

    – Um aspecto maravilhoso na medicina é descobrir as diversas especialidades durante o curso, que permitem que façamos opções tão diferentes, de acordo com as nossas habilidades ou preferências, ou mesmo com o que sonhamos fazer – diz a dermatologista Dóris Hexsel.

    Em qualquer especialidade – o que vai exigir um novo concurso disputadíssimo e mais três anos de estudo, em média –, a médica garante que o sacrifício e as restrições impostas ao profissional se estendem por toda a carreira. Depois de conquistar o diploma, o médico residente (aprovado para obter a especialização) precisa trabalhar 60 horas semanais, com uma bolsa-auxílio de cerca de R$ 1,9 mil. Mas as compensações vêm em seguida.

    – Aprendemos que temos de abdicar de muitas festas e outras formas de lazer para nos dedicar ao estudo e aos pacientes. Mas será muito mais prazeroso o fato que você vai fazer a diferença para tantas pessoas e tantas vidas, estabelecendo uma constante parceria pela sua saúde e bem estar. Isso é extremamente gratificante – diz Dóris.

    Preste atenção
    Para enfrentar a enorme carga de responsabilidade dos médicos, profissionais que lidam com a vida, é preciso ter uma boa condição psicológica

    Dica
    Ser um bom médico é saber ouvir os pacientes, além de oferecer o melhor serviço.

    Hipócrates, o primeiro médico
    - Hipocrates foi um intelectual grego que se dedicou a estudar a biologia e a anatomia. Ele atacava ferozmente as superstições e foi o primeiro estudioso a tratar o estudo das doenças como ciência. Devido aos seus estudos e legado é considerado o pai da medicina, o primeiro médico. É atribuído a ele o juramento (traduzido para todas as línguas) feito pelos médicos no momento da formatura.

    Escolha da profissão

    1. O que queremos?
    2. Escolher não é coisa simples
    3. A dificuldade em escolher – alguém pode ajudar?
    4. A importância de perceber os fatores que exercem influência na escolha profissional
    5. O papel da escola na escolha profissional
    6. Escolha Profissional: será que somos completamente livres para fazermos esta escolha?
    7. Escolhi ou fui escolhida?
    8. Escolha profissional e a atualidade no mercado de trabalho
    9. Dicas de especialistas para uma melhor qualidade de vida
    10. A importância da escolha profissional
    11. O jovem atual e a escolha da profissão
    12. O sujeito que escolhe
    13. Escolha Profissional na Adolescência e Expectativa Familiar
    14. O jovem e a difícil tarefa de escolher sua profissão
    15. A importância de decidir a carreira/profissão a seguir
    16. Vocação
    17. Passos para o sucesso
    18. Os 10 mandamentos do Vestibulando
    19. Queridos pais… O que fazer com eles?
    20. A profissão é o reflexo da alma

    Profissões e universidade

    1. Características Necessárias para um Bacharel em Direito
    2. Ciência como Opção Profissional
    3. Bibliotecário
    4. Profissões do Futuro
    5. Profissão Amigo
    6. Aprenda a satisfazer a gula na universidade
    7. Das profissões às ocupações (Roberto Macedo)

    Vestibular

    1. Minha escolha, meu vestibular
    2. Que stress magrinho!
    3. A auto-confiança e o sucesso no vestibular
    4. O Vestibular e Suas Repercussões na Vida dos Jovens
    5. Tenho que estudar!!
    6. Vestibular: deu branco, está ansioso? Respire!
    7. Vestibular x Orientação Profissional

    Mercado de trabalho

    1. O significado de trabalho e emprego
    2. Trabalho, Desemprego e Construção da Identidade
    3. As influências culturais no desenvolvimento da carreira
    4. Atuação do orientador profissional em recursos humanos: uma experiência com re-colocação de ex-funcionários no mercado
    5. Trabalho e Subjetividade
    6. Subjetividade e Trabalho
    7. A criatividade e o exercício profissional
    8. Os Guardiões da Ética
    9. As diferenças entre Empregabilidade e Emprego
    10. Dicas para elaboração do curriculum vitae

    Re-Orientação profissional

    1. Reorientação Profissional: quando a escolha da profissão ou curso não produz a satisfação esperada
    2. A busca do prazer no trabalho – aspecto emergente em um grupo de re-orientação profissional
    3. A importância do psicologo e as dimensões psicossocial da reorientação profissional

    A orientação profissional em outros contextos

    1. Troca de curso na Argentina
    2. Orientação Profissional Junto à População
    3. Orientação Profissional Junto à Comunidade
    4. O Mundo da Orientação Profissional

    Teóricos

    1. A Relação entre Abordagem Clínica em Orientação Profissional e a Gestalt-Terapia
    2. Orientação profissional em grupo
    3. Literatura, a Orientação Profissional e o Psicodrama: aliados num momento decisivo
    4. Proposta de inserção da orientação vocacional e profissional no currículo do ensino médio
    5. Orientação Profissional na Escola – Ensino Médio
    6. Orientação Profissional: as diferentes tendências desta prática e suas formas de utilização
    7. O Psicodrama e a Orientação Profissional

    A incerteza na hora de escolher um curso para prestar vestibular é grande e, na dúvida, o melhor é optar pelos cursos tradicionais, como medicina ou direito, certo? Errado. Fazer uma escolha antes de estar preparado para ela é, no mínimo, uma perda de tempo e dinheiro. Estudar em uma faculdade que não tem nada a ver com você traz decepção e mais incertezas.

    O mercado está expandindo as suas áreas e o ideal é ficar de olho e ver se dá pra unir prazer e dinheiro, trocando em miúdos: se o seu curso tem a sua cara e se ele está cotado como um curso rentável do futuro. Novos cursos surgem todos os dias com o propósito de atender demandas do mercado de trabalho por profissionais especializados ou pelo desmembramento de habilitações tradicionais. Algumas novas graduações podem representar boas oportunidades de trabalho.

    Dê uma olhada em cada um deles e veja se algum te chama a atenção e mereça a sua aplicação e esforço durante 4 ou 5 anos.

    Agroecologia
    A corrida para amenizar os impactos ambientais causados pelas atividades rurais.

    Ciências Atuariais
    O cálculo dos grandes investimentos.

    Comunicação das Artes do Corpo
    Um curso sem precedentes no Brasil e no mundo.

    Comunicação em computação gráfica
    Uma nova perspectiva de ensino da mídia eletrônica.

    Comunicação empresarial
    Um dos caminhos para o sucesso de um negócio.

    Economia Agroindustrial
    Você quer trabalhar com o mercado mais lucrativo do país?

    Engenharia de Aqüicultura
    O curso que cuida da qualidade dos alimentos oriundos da água.

    Engenharia de Energia
    O desenvolvimento de sistemas eficazes de geração de energia.

    Engenharia Industrial Madeireira
    O uso inteligente de recursos naturais.

    Gerontologia
    Promoção da qualidade de vida na 3ª idade.

    Gestão de Negócios em Surf
    Escritório na praia? É esse o ambiente do Tecnólogo em Gestão de Negócios em Surf.

    Manutenção de Aeronaves
    Para atender à grande demanda das empresas aéreas.

    Midialogia
    O profissional do audiovisual.

    Produção de Música Eletrônica
    Já em pensou em fazer uma graduação para ser DJ profissional?

    Quiropraxia
    O tratamento manual das dores no corpo.

    Via: http://www.vestibular.brasilescola.com/

    CURSOS TÉCNICOS

    Série de reportagens é publicada sempre às terças-feiras e aborda uma profissão diferente a cada vez

    Do G1, em São Paulo
    entre em contato

    A cada quinze dias o Guia de Carreiras do G1 mostra uma profissão diferente. A série de reportagens traz informações sobre a formação necessária para desempenhar a função escolhida, as possibilidades do mercado de trabalho e dicas e relatos de quem se deu bem na área tratada.

    Reunir informações sobre as diferentes carreiras e conhecer o mercado de trabalho são os primeiros passos para acertar a escolha profissional. “A escolha consciente só é feita quando a pessoa tem conhecimento de si mesma e também dos aspectos práticos e teóricos da carreira”, alerta Dulce Penna Soares, coordenadora do Laboratório de Informação e Orientação Profissional da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Por isso, toda semana confira as reportagens do Guia de Carreiras.

    Clique nos links abaixo e veja as carreiras que já foram desvendadas:
    A | B | C | D | E | F | G | H | I | J | L | M | N | O | P | Q | R | S | T | U | V | X | Z

    A
    Administração

    Agronomia

    Arquitetura e urbanismo

    Artes cênicas (ou teatro)

    B
    Biblioteconomia

    Biologia

    Biotecnologia

    Biomedicina

    C
    Cartunista, chargista e quadrinista

    Ciências atuariais

    Ciências contábeis

    Ciências da computação

    Ciências sociais

    Cinema

    Comissário de bordo

    D
    Dança

    Design

    Design de games

    Direito

    E
    Economia

    Educação física e esporte

    Enfermagem

    Engenharia aeronáutica

    Engenharia ambiental

    Engenharia cartográfica

    Engenharia civil

    Engenharia da computação

    Engenharia de alimentos

    Engenharia elétrica

    Engenharia florestal

    Engenharia de petróleo

    Engenharia de pesca

    Engenharia de produção

    Engenharia mecatrônica

    Engenharia mecânica

    Engenharia metalúrgica

    Engenharia química

    Estatística

    F
    Farmácia

    Filosofia

    Física

    Fisioterapia

    Fonoaudiologia

    G
    Gastronomia

    Geografia

    Geologia

    Gerontologia

    Gestão ambiental

    H
    História

    J
    Jornalismo

    L
    Letras

    M
    Matemática

    Medicina

    Medicina veterinária

    Meteorologia

    Moda

    Museologia

    Música

    N
    Nutrição

    O
    Oceanografia

    Odontologia

    P
    Pedagogia

    Piloto

    Publicidade

    Psicologia

    Q
    Química

    R
    Relações internacionais

    Relações públicas

    S
    Secretariado

    Serviço social

    Sistemas de informação

    T
    Teatro

    Tecnologia em radiologia

    Terapia ocupacional

    Turismo

    Z
    Zootecnia

    Inovação, qualidade de vida e meio ambiente são tendências

    O Profuturo (Programa de Estudos do Futuro), da FIA (Fundação de Instituto de Administração), anuncia os resultados da pesquisa Delphi “Carreiras do Futuro”, com o objetivo de identificar as áreas mais promissoras e onde estarão as oportunidades de negócios para empreendedores até o ano de 2020. Segundo os especialistas consultados, a ênfase crescente na inovação, a busca por qualidade de vida e a preocupação com o meio ambiente estarão entre os fatores mais relevantes no delineamento das carreiras mais promissoras.

    Os negócios potenciais estarão no setor de serviços, em áreas como saúde e qualidade de vida, turismo e lazer, alimentação, serviços para a terceira idade e consultorias especializadas – tais como sustentabilidade, desenvolvimento de carreira, consultoria pessoal e planejamento financeiro.

    Veja o quadro com as carreiras promissoras:

    QUADRO DAS 6 CARREIRAS EMERGENTES MAIS PROMISSORAS ATÉ 2020
    Carreiras
    % de respondentes que indicaram a carreira
    Atividades
    1
    Gerente de Eco-Relações
    72
    Profissional que irá se comunicar e trabalhar com consumidores, grupos ambientais e agências governamentais para desenvolver e maximizar programas ecológicos.
    2
    Chief Innovation Officer
    67
    Interagirá com os funcionários em diferentes áreas da organização para pesquisar, projetar e aplicar inovações.
    3
    Gerente de Marketing e-Commerce
    46
    Gerencia o desenvolvimento e implementação de estratégias de web sites para vender produtos e serviços.
    4
    Conselheiros de Aposentadoria
    39
    Profissionais responsáveis por ajudar a planejar a aposentadoria.
    5
    Coordenador de Desenvolvimento da Força de Trabalho e Educação Continuada
    35
    Coordenador responsável por gerenciar programas para ajudar funcionários qualificados a atingir níveis avançados em suas áreas de especialização.
    6
    Bioinformationists
    34
    Cientistas que trabalharão com informação genética, servindo como uma ponte para cientistas que trabalham com o desenvolvimento de medicamentos e técnicas clínicas.

    A maioria dos entrevistados, ou seja, 38% deles indicaram a inovação como um fator crítico para a competitividade das empresas, dando ênfase no desenvolvimento tecnológico, na educação continuada e na busca por novos conhecimentos. A pesquisa aponta ainda que as áreas de Biotecnologia, Nanotecnologia, Saúde e Medicina serão promissoras.

    A busca pela qualidade de vida foi a opção de 26% dos especialistas que participaram do estudo. Segundo eles, o crescimento da Internet, com maior acesso e mais pessoas fazendo compras e pesquisas pela rede, deve alavancar os serviços na web.

    Outros 18% acreditam que o conceito de sustentabilidade ganhará força, o que aumentará a atuação de profissionais nas áreas ambientais. De acordo com o estudo, será necessária a busca de alternativas de baixo impacto ambiental e pouca poluição para a produção de diversos produtos.

    Há ainda uma expectativa de aumento da participação das atividades empreendedoras no mercado profissional. O estudo apontou projeção de aumento da taxa de atividade empreendedora no país, que poderá chegar a 17% da população economicamente ativa – contra uma média de 12,8% observada entre 2001 e 2007. Como justificativa a essa elevação, 54% dos entrevistados acreditam nas transformações das relações de trabalho.

    A pesquisa revelou que haverá uma diminuição dos postos de trabalho formais, o que impulsionará muitos profissionais a criar seu próprio emprego. Novas formas de venda das habilidades individuais surgirão e estarão cada vez mais direcionadas às formas autônomas.

    A melhora da educação e dos índices sociais foi apontada como outra tendência do aumento da atividade empreendedora no Brasil. A estimativa é que até 2020, haja um número maior de profissionais com Ensino Superior no Brasil. Mas, para isso, a pesquisa enfatiza a necessidade das empresas, universidades e cursos de MBA prepararem os futuros empreendedores no País.

    Via Universia

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